Um Estranho Impar Poesia
Sabes, o que aprendi, com a tua ausência? Que ninguém morre, por sofrer, por amor. Pelo menos, não, no sentido literal, da palavra.
Li, algures, que “as pessoas preferem apegar-se às memórias porque, por muito que as pessoas mudem, as memórias não mudam”. Acredito, que seja verdade. As memórias, são algo a que nos apegamos. Simplesmente, porque, quando, são boas e importantes para nós, não nos queremos desapegar delas. É normal. Contamos com elas, porque, sabemos bem como são.
Mas, é necessário, muito tempo, para limpar feridas. Para elas sararem, e apenas, serem cicatrizes que passam despercebidas.
Desapegar, mostra que conseguimos ser bem mais fortes, do que antes. E conseguimos, efetivamente. Ninguém morre por se desapegar. Ninguém sofre uma vida inteira por desapego. Sofre-se, por se querer continuar, no meio dos medos. É, por isso, que se sofre. Pela incerteza do que acontece depois. Pelo medo do vazio. Porque o desapego, é simplesmente, uma mudança em nós.
Há sempre uma música. Aquela, que define um casal. Aquela, com que cada casal, se identifica. Aquela, que cada casal, tem orgulho de dizer que é a sua música.
Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.
Sim... é possível amar de novo, conhecer alguém, deixá-lo entrar, deixá-lo pertencer e deixar-me pertencer.
Um dia gostava de ir falar com a tua ausência. Bater à porta, e dizer, minha amiga, temos muito que conversar.
Podias, ter partido, de uma forma mais simples, sabias? Partido, sem nunca, ter entrado na minha vida.
Não vou morrer por te amar. Pelo menos, não, no real sentido da palavra. Mas, vou-me arrastando e sentido a dor, que o nosso não reconhecimento me causa. Repito, não vou morrer por amor. Mas, vou sentido o desgosto, e esse tipo de morte é mais ingrata.
Durante muito tempo, quis ter-te de volta. Quis, que voltássemos a ser apaixonados, um pelo outro. Confesso que me enganei!
É necessário, entender que amar, é muito mais, do que ficar a sofrer, por alguém. Ninguém merece amar assim. Ninguém devia amar e sofrer. Amar é um verbo que nos desperta as mais bonitas sensações, mas pode ser também, aquele que causa as maiores dores. As maiores desilusões. Quando isso acontece, fechamo-nos numa concha, presa em nós mesmos e incapazes de ver que isso não é amor.
Devia ser proibido, existirem pessoas que fazem feridas, quase incuráveis nos outros. Deviam trazer um aviso prévio, que nos impedisse de apaixonar.
Nem sempre a resposta esta na nossa frente, muitas vezes, se ajoelhar é a melhor resposta, mesmo que não o vejamos Ele nos ouve, O Senhor dos senhores Cristo Vive!
"Muitas são as pequenas coisas boas que fazemos na vida, mas as cagadas, por menores que sejam, são as que saltam aos olhos e chamam mais a atenção dos que se acham 'incagáveis'".
Se quiser ter alguma alegria num mundo cão como esse, numa vida absurda como a que vivemos nesse hospício chamado Terra, o espírito livre e realista, deve, como um reafirmador da Vida, ser meio doido e de vez em quando ligar o botão de 'foda-se', senão não vive!
É estranho entrar no msn e não falar com uma pessoa que antes era a primeira janela que você abria e passava o dia falando com ela.
Nova Poética
Vou lançar a teoria do poeta sórdido.
Poeta sórdido:
Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida.
Vai um sujeito.
Sai um sujeito de casa com a roupa de brim branco muito bem engomada, e na primeira esquina passa um caminhão, salpica-lhe o paletó ou a calça de uma nódoa de lama:
É a vida.
O poema deve ser como a nódoa no brim:
Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero.
Sei que a poesia é também orvalho.
Mas este fica para as menininhas, as estrelas alfa, as virgens cem por cento e as amadas que envelheceram sem maldade.
Música é Poesia
Se a poesia não existisse
As borboletas não sairiam do casulo
O zero seria nulo
As flores perderiam seus odores
O arco-íris não teria sete cores
E nem haveria o sol na lua
Se a poesia não existisse
Amar seria tão triste
Quanto um deserto sem um oásis
Ou um luar sem eclipse
Se o poeta não existisse
As musas não seriam lindas
Os amantes não amariam o próximo
E o próximo amor seria o ultimo
Talvez a poesia só exista
Para derreter corações de gelo
Afinando o piano humano
Humana e sacana
Sentimental como o medo
Viva a poesia
Ex-poesia
Curto minha depressão passageira
ouvindo música e lendo ou escrevendo poesia,
algumas quando ouço ou quando leio,
me fazem chorar,
parece que dói mais do que apanhar,
mas chorar faz bem
depois do desabafo tudo fica bem,
por isso eu digo sempre,
que a música e que a poesia me fazem muito bem,
não conseguiria sobreviver esta vida
sem música e sem poesia...
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