Um Estranho Impar Poesia
Com um olhar, mudaste minha vida,
Com um beijo, acendeu-se o amor.
E agora, somos um, para sempre,
Nossa história, um sonho sem fim
Ass Cícero Lyra
O que fizeste? Me fizeste te amar.
Com um sorriso, conquistaste meu coração.
Agora, somos um, para sempre separados pelo destino
Ass Cícero Lyra
O destino nos uniu, com mãos divinas,
Em um encontro casual, nossos corações se encontraram.
Mas agora, a mesma mão, nos separou,
Deixando saudade, e um amor eterno
Ass Cícero Lyra
Nossos caminhos se cruzaram, por um instante,
O destino nos uniu, com um sorriso.
Mas a vida nos levou, por caminhos diferentes,
Deixando memórias, de um amor verdadeiro
Ass Cícero Lyra
Nossos destinos se encontraram, em um cruzamento,
Um amor intenso, que não durou.
Mas a lição ficou, de que o amor verdadeiro,
É aquele que permanece, mesmo após a separação
Ass Cícero Lyra
Nossas almas se encontraram, em um abraço,
O destino nos uniu, com um beijo.
Mas a vida nos levou, por caminhos sem fim,
Deixando apenas, o eco de um amor eterno
Ass Cícero Lyra
Nós somos dois corações, que batem como um,
Dois almas que se encontraram, em um abraço.
Nós somos o amor, que se manifesta,
Em cada olhar, em cada beijo, em cada sorriso.
Ass Cícero Lyra
O amor é um rio, que flui sem parar,
Com águas cristalinas, que refletem o céu.
O amor é um canto, que ecoa sem fim,
Uma melodia que toca, o coração e a alma.
O amor é um jardim, de flores e espinhos,
Onde o amor e a dor, se entrelaçam.
O amor é um tesouro, que encontrei em você,
Um presente precioso, que guardarei para sempre.
Ass Cícero Lyra
Coração, outrora cheio de crença,
Agora vazio, sem esperança.
O amor, um sonho que se esvaiu,
Deixando sombras de desilusão.
Lágrimas secas, sorrisos falsos,
Palavras vazias, silêncios profundos.
Acreditei, sonhei, amei demais,
Agora resta apenas a saudade.
Mas ainda sinto, ainda respiro,
Ainda busco um raio de luz.
Talvez um dia, o amor renasça,
E o coração volte a crer
Ass Cícero Lyra
Das coisas que aprendi no Monte Roraima
Aprendi que a vontade de alcançar um objetivo é maior que a distância e mais forte que a fraqueza.
Aprendi que a natureza é mais antiga que o tempo e que a ela precisamos pedir permissão para adentrar.
Aprendi que a nossa visão e audição as vezes nos traem. O perto nem sempre é tão próximo.
Aprendi que os romances são tão efêmeros quanto as nuvens e que o tempo é menos importante que as ações que fazemos.
Aprendi que confiar, significa estar à beira do abismo e segurar sem receios, a mão de alguém desconhecido.
Aprendi que não importa o ritmo que os outros caminham. O destino é sempre o mesmo, pra frente, no alto.
Aprendi que o Monte Roraima é a morada dos deuses e que a Gran Sabana é a morada dos humanos.
Apreendi que nossos amigos são aqueles que vibram com nosso sucesso, nos consolam em nossas tristezas e também nos suportam em nossos momentos mais opróbrios.
Aprendi que não importa quão intensas foram as experiências antes vividas, o Monte Roraima sempre encontrará uma maneira surreal de nos surpreender.
Paixão Entre o Amor e a Falsidade
Entre o amor e a falsidade,
nasceu uma paixão inquieta,
um fogo que ardia sem dono,
mas que a alma inteira afeta.
Teus olhos, faróis enganadores,
prometiam mundos sem fim,
mas teu coração, tão vazio,
não era refúgio para mim.
Tuas palavras, doces venenos,
me prendiam num jogo cruel.
Amar-te era voar entre flores
e cair em espinhos de fel.
Eu quis acreditar na mentira,
vestida de amor verdadeiro,
mas a paixão, tão traiçoeira,
fez-me prisioneiro e estrangeiro.
Agora, vejo com clareza:
o amor é força que liberta,
mas a falsidade que o cerca
é prisão de porta aberta.
Paixão entre o amor e o engano
é chama que queima e destrói.
Um desejo que fere o peito
e no fim, a alma corrói.
Que fique o aprendizado amargo,
e o eco de tudo que foi.
Pois paixão sem verdade é sombra,
um sentimento que se desfaz depois.
O Tempo Passou
O tempo passou, como um rio sereno,
levando consigo as horas, os dias,
mas o amor, que em nós foi plantado,
floresceu mesmo entre ventanias.
As rugas marcaram nossos rostos,
os cabelos, prateados pela estação,
mas os olhos, ainda que cansados,
guardam o brilho da paixão.
Os anos não foram inimigos,
foram mestres do nosso querer,
ensinaram que amar é mais forte
que o tempo que insiste em correr.
Lembras-te de quando éramos jovens,
com sonhos maiores que o céu?
Hoje, somos história vivida,
um poema tecido em papel.
O tempo passou, mas aqui estamos,
de mãos dadas, desafiando a razão.
Prova de que o amor verdadeiro
é mais forte que a própria criação.
Pois o que o tempo não desmorona
é o que foi construído com fé.
E nós, com cada segundo que passa,
somos eternos naquilo que é.
Quando morre um coração
Quando morre um coração,
o silêncio se agiganta,
uma melodia se desfaz,
e o tempo perde sua dança.
Os passos vacilam na estrada,
como se o chão não mais existisse,
e o céu, que antes era abrigo,
parece agora um vazio que insiste.
Quando morre um coração,
não é só o peito que sente,
é a alma que se desfaz
em pedaços de um presente ausente.
Os sonhos se tornam memória,
as palavras viram eco perdido,
e no vazio que sobra da história,
fica o adeus jamais esquecido.
Mas há vida no rastro da dor,
como sementes em terra rasgada.
Pois mesmo morto, o coração
faz florescer em nós sua jornada.
E assim, entre lágrimas e fé,
erguemos o que restou de esperança,
pois no luto, há sempre um renascer,
um novo ritmo, uma nova dança.
Canção de um Prisioneiro Arrependido
No silêncio das grades, a culpa ecoa,
Um amor que julguei eterno, mas voa.
Por ti, manchei as mãos de rubro pecado,
Agora sou só um homem, pelo destino marcado.
A lua espia por frestas de aço,
Minha alma chora no lento compasso.
Por amor matei, por amor me perdi,
Mas tu nunca vieste, nunca pensaste em mim.
Teus olhos eram faróis em meu mar de tormento,
Promessas vazias, só um falso alento.
E eu, tolo amante, cego e febril,
Destrui uma vida, tornei-me um réu vil.
As cartas que escrevi, o tempo devorou,
Nenhuma resposta, nem o vento soprou.
Os dias se arrastam, companheiros de dor,
Enquanto o mundo lá fora ignora meu clamor.
No espelho quebrado, meu rosto se vai,
Um fantasma sem nome, que o tempo desfaz.
Se amar é prisão, sou o mais condenado,
Cativo do eco de um amor fracassado.
Agora entendo, tarde demais,
Que o amor verdadeiro não vive de ais.
Ele cura, ele eleva, não leva ao abismo,
Eu fui teu prisioneiro, mas tu foste o abismo.
Se algum dia ouvir minha canção de lamento,
Saiba que é o arrependimento que sopra ao vento.
Não busco perdão, nem alívio pra mim,
Só que o mundo lembre do preço do fim.
Dois Corações e um destino
Dois corações, um destino a se entrelaçar,
Antes de se encontrarem, muito sofreram sem parar.
Em caminhos distintos, a dor foi companheira,
Mas a fé os guiou, como uma luz verdadeira.
Ela, com lágrimas, regou seu jardim,
Ele, com cicatrizes, buscou um novo fim.
Ambos, em silêncio, enfrentaram tempestades,
Mas a esperança persistiu, mesmo nas adversidades.
O destino, sábio, traçou seus caminhos,
E em um encontro mágico, uniu os dois sozinhos.
Agora, vivem um amor que cura e renova,
Dois corações que batem em perfeita sincronia, uma prova.
De que a dor do passado não foi em vão,
Pois preparou o terreno para a mais bela união.
Dois corações, um destino, um amor sem fim,
Que floresce e cresce, como um jardim.
E assim, nas asas da fé e da esperança,
Vivem um grande amor, uma eterna dança.
Dois corações, um destino, uma história a contar,
De dores e sofrimentos, mas também de amar.
Conjugando o verbo amar
Conjugando o verbo amar, em cada verso e rima,
Desenho um mundo onde o amor é a nossa sina.
No presente, amo-te com toda a intensidade,
No passado, amei-te com a mesma verdade.
No futuro, amar-te-ei com ainda mais fervor,
Pois o amor é eterno, não conhece o temor.
Amamos nas manhãs de sol e nas noites de luar,
Amamos nos momentos de riso e nos de chorar.
Amar é verbo que se conjuga no olhar,
No toque suave, no desejo de cuidar.
É sentir o coração bater mais forte,
É encontrar no outro a nossa sorte.
Amar é verbo que não se cansa de ser dito,
É o sussurro doce, o abraço infinito.
É a promessa de estar sempre ao lado,
É o sonho compartilhado, o destino traçado.
Conjugando o verbo amar, construímos nossa história,
De momentos simples, de vitórias e de glória.
Amar é verbo que nos une, que nos faz viver,
É a essência da vida, é o nosso bem-querer.
Nosso amor em libras
Nosso amor em Libras, um romance singular,
Entre gestos e olhares, começamos a nos amar.
Ele, com palavras, ela, com sinais,
Dois mundos distintos, mas corações iguais.
Nas mãos que falam, a poesia se faz,
Cada toque, um verso, cada gesto, um compasso de paz.
Ela, com seu sorriso, ilumina o caminho,
Ele, com seu carinho, a envolve com jeitinho.
A surdez não foi barreira, mas ponte de união,
Onde o amor floresceu, superando a solidão.
Em cada abraço, a certeza de que o amor é maior,
Que transcende o som, e se expressa com fervor.
Nosso amor em Libras, uma dança sem fim,
Onde o silêncio é música, e o toque é jardim.
Dois corações que se entendem, sem precisar falar,
Pois o amor verdadeiro sabe como se expressar.
E assim, construímos nossa história de amor,
Com gestos e sinais, superando qualquer dor.
Nosso amor em Libras, um romance encantador,
Que prova que o amor é a linguagem maior.
Não fui
Não fui porque tive um dia ruim,
quando penso em ir, antes analiso
a minha alma, pergunto primeiro
a ela se devo atender a vontade
do meu corpo, da minha mente...
Antes indago se ela irá permitir.
Não fui ontem, hoje também sei
que não irei, talvez eu vá amanhã,
vai depender da minha alma,
nela, o comando da minha vida...
Somente ela sabe se fica ou quer
partir. Foi e sempre será assim.
Um lugar
Caminhei tanto por essa vida, aprendendo tantas lições, com passos certos, determinados, pulando alguns erros, distribuindo ilusões, numa falsa alegria, sem contar dos meus medos, ser feliz, queria, calei alguns segredos... lugar
perfeito nunca existiu, fiquei fantasiando, esse lugar, sempre buscando...
Um lugar de encantos, de sonhos e de esperança, de muitas realizações, de presente... sem tristes lembranças. Um lugar onde me coubesse por inteira, sem invasão, sem constrangimentos, que mesmo sem existir o amor, fosse necessário, que não fosse escuro... Um lugarzinho especial chamado futuro!
Aqui chegando com tudo isso aqui, me deparei, não sei se por prêmio ou por castigo, nem sinto euforia ou decepção, os medos se foram, a esperança, creio, estagnou, das lições aos poucos vou esquecendo, desaprendendo, o futuro é um lugar frio e silencioso, chamado solidão, e desamor.
Autora:
do Livro Luar de Vidro
Escrevo no site:
Recanto das Letras
25.05.2025
Um olhar
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A viagem que a vida impõe ao nosso tempo
deixa tantas marcas em nossa alma que se prende
que não quer encerrar alguns ciclos onde neles
já não nos inserimos...
Quero viver alguma coisa que me impulsione
assim vou tentando empurrar a minha alma, para
que ela consiga descer de seus voos em busca
do impossível, e enxergue como me sinto...
Ela está presa ao que trouxe tanta felicidade
trouxe esperança, poesia e esse sentir que deixa
o amor, o que ela não sabe é que o infinito está
marcado para sempre, mas a vida pede caminhos,
a vida quer passar, quer lançar um olhar diferente
seguir amando e se conformar.
_ Liduina do Nascimento
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