Um Estranho Impar Poesia
nos olhos, um brilho cintilante.
na pele, a maior beleza.
na boca, muita história pra contar.
na mente, a certeza.
a certeza de que tudo o que passou lhe tornou mais forte
e pronta para a batalha nesta vida de tanta catralha.
da voz que muito fala só exala a sua experiência,
da qual se espalha e alegra todos na sua presença.
todos os obstáculos se romperam por conta de sua luta,
todas as sementes floresceram nas rachaduras de seu caminho.
ela é família, ela é rainha,
ela é heroína das histórias em quadrinho,
ela é amiga, ela é uma rosa com espinho.
vai a luta para defender quem ama:
sempre sai forte, vitoriosa: sem drama.
sutil como uma brisa e potente como o mar,
mas só chegará no destino se souber nadar.
veio para fazer história.
soube que é preciso chover
além do arco-íris que nascer para se refazer.
digo e repito, esta mulher é incrível
e tenho muito orgulho em dizer
que foi dela que veio o meu ser.
hoje eu sei.
sei que prometer demais, dói.
sei que jurar amor eterno,
não torna ninguém um herói.
não precisa falar que ama,
sabendo que o seu amor já constrói.
uma luz no fim do túnel,
esperança de um dia incrível.
o meu novo eu vai surgir,
agora sim, só pertenço a mim.
hoje, o céu ganha um novo querubim.
tempos de glória.
adeus, sociedade escória.
meu quadrado, meu espaço, meu começo, meu hiato.
logo eu que quero ser um treinador nato.
o sol nasce lá fora, mas a lua insiste em estar cheia
e logo, me surge uma figura escondida no fundo desse mar de areia:
eu não sabia que estava o esperando tanto,
até ele surgir por encanto.
notei que leva tempo mas o tempo sempre leva
e tudo aparece quando deve aparecer.
era alto, esbelto, carregando um pedaço do que já fora um ser.
duvido de sua definição:
da mesma forma que me assusta, me parece ser familiar.
me acobertar ou tirar minha paz?
assim como tudo que me aparece, tenho um pé atrás.
me contara que há três coisas não podem ser escondidas por muito tempo:
o sol, a lua e a verdade; assim como dizia Buda.
na boca, carregava a cabeça de uma chamada (mEdU)sa,
aquela que seus cabelos de cobra sussuravam palavras confusas
a cada infiel que seu olhar penetrante abusa.
era dela que eu tinha medo,
pois derrotava a cada idiota que invente,
mas o medo sempre foi um produto da minha mente.
parece que tudo acabou.
nele depositei minha confiança leal,
hoje sou livre de qualquer veneno letal
e esse ser me prometeu que me levaria para qualquer lugar, seja bom ou seja mal.
irei confiar, não tenho escolha.
ninguém me ensinou o caminho,
ninguém me disse como vivem os do mundo real,
então que me guiem, mesmo sendo fatal.
sempre fui mais azul,
apesar de um dia ter sido breu.
hoje sou edição limitada, peça única do museu,
quem deixou de falar comigo foi quem perdeu,
bebendo cada lágrima de quem por mim sofreu.
já não caibo onde um dia, já fui completo.
quarta letra do alfabeto, o seis da chamada,
chute na barriga, "criança mimada",
livros nas costas, bicicleta na calçada,
medo de ser adulto, levando flechada.
me conhecia como um cara viril,
comigo conheceu ceará sem ir pro brasil,
provou de berlim sem ir para a alemanha,
no topo da montanha, minha juba assanha,
meu som imita muito mais um rugido do que uma voz estranha,
peso uma tonelada e não apenas algumas gramas,
primeiro lugar na minha vida e segundo em outras tramas,
dispenso paredes e camas,
fiz por mim: a minha casa está em chamas.
se acender um isqueiro eu explodo,
queimadura de terceiro grau, te queimo,
pego fogo: pode chegar perto,
só machuco mas não mordo.
sempre preparado pra tudo dar errado,
quanto mais você me acha inocente,
mais noto que essa era a minha intenção na sua mente;
emocionalmente independente.
só obedeço ao que me convém,
maldade virou coisa do cotidiano,
pulo de um prédio, me mato sem causar nenhum dano,
protestos irônicos queimando pneu, nascido no breu,
uma veia corre sangue latino,
na outra, sangue europeu.
não choro mais no banheiro,
na vida passada fui um grande guerreiro
que para perguntas idiotas, entrego respostas imbecis:
um dia vou dar orgulho ao meu país,
porém duvido que quando a morte chegar, eu esteja vivo,
entregue a tudo o que vou ser e sou:
me resulto do dia em que algo quase me matou,
mas nunca vai achar onde me deixou.
o mundo já é um adulto bobo e mimado como o filho caçula predileto,
mas um dia, já foi apenas um feto;
ele me trata como um menino bom, cheio de moral,
pena que no fundo sou inteiramente mal, insurreto, idioleto,
pois facas e mordidas também são uma forma de afeto.
você me questiona muito, o por que de não mudar a realidade,
por que estamos em época de um histórico apogeu
elogiando um livro facilmente mesmo para quem nunca o leu,
entre quatro mil palavras e filosofias
diz que não nasci pra isso,
mas afinal, quem sabe para que nasceu?
Ame sem certezas e com intensidade.
Como um aprendiz que descobre todos os dias um curioso e interessantíssimo fato sobre o objeto de seu estudo.
Como quem nunca pudesse possuir nada,
apenas sentir, as emoções das experiências.
E o sol conduz...
Eterno nos envolva na sua claridade, faça-nos fortes, plenos de fé, hoje para um novo amanhecer.
Que meus erros de hoje sejam um aprendizado para um passo certo amanhã.
Que minha dor .
Simplesmente me torne uma pessoa melhor.
Irá é um sentimento de fluxo destrutivo ,
destrói seus inimigos. ,
e tudo que está ao seu redor.
Quando tudo terminar, destrui-ra a ti mesmo.
A vida...
A vida é simplesmente um tempo estipulado pelos nossos hábitos, escolhas e atitudes, a vida é um espelho de comparações, vazio e dor.
Prosperidade - É ser grato por tudo e em tudo.
Consistência - É uma busca implacável por um objetivo todos os dias, sempre com respeito ao próximo e aos princípios de Deus.
Método - Fórmula usada para chegar a um objetivo; devemos agir para ter vontade de fazer, pois nosso corpo sempre quererá ficar deitado e descansando.
Propósito - Saber o que quer, saber para onde vai e o que fazer.
Meus esforços não serão recompensados com fracasso.
Da mesma forma que Deus me concedeu um corpo perfeito e pronto para resistir as investidas da vida, Não permitirá que eu fraqueje, Dar-me-á força, e uma fé inabalável!
Aritmética é a Arte de somar, subtrair , dividir e multiplicar.
Usando puramente números um resultado vamos encontrar e se tudo estiver correto significa que estamos compreendendo essa ciência milenar.
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