Um Estranho Impar Poesia
Uma boa tarde a você, caro leitor.
Deixo aqui minha poesia, e mais do que isso, minha essência:
""
No silêncio da guerra, amo baixo o sangue que percorre minhas veias.
No barulho dos campos elíseos, temo alto o que me observa de longe.
Em um floreado mar de perguntas, cheiro doce o aroma de conforto, onde seguro em minha mão direita, o remo, e em minha mão esquerda, uma âncora que me cansa.
Sob as altas águas que chovem, respiro a tempestade do comodismo, onde atravesso esta densa nuvem negra que me carrega.
Eu sou uma pena, seguindo o vento, sou belo, sou vivo."
Poema - Poesia digital
Tempo atual
Poesia digital
Sem Sedex
Apenas internet
Antes era carta
Agora, mensagem enviada
Mando na tela
Do celular dela
Vários textos
Digitados a dedo
Apenas mensagens
Sem imagem
Tudo que consigo fazer
E mando para você
É rimar o que penso
Quero, nesse momento,
Poder te amar
Não apenas ter inspiração para rimar.
Conselhos,
de gente idosa.
Experiência.
Poesia.
Eu já errei nisso,
não erre também;
pois se errar,
vai ser ruim.
A poesia é o vírus da liberdade num mundo programado para calar.
Quando o mundo cala, a poesia fala, e ninguém consegue silenciar.
RESIGNAÇÃO
Eu cantei o amor,
celebrei a alegria,
da trizteza fiz canção,
e da dor fiz poesia.
Nunca me deixei vencer,
quer de noite,
quer de dia,
e se vi alguém chorar,
lhe apresentei alegria.
Se só se vive uma vez,
deixo registrado o meu feito,
pois aprendi que na vida só será coroado,
aquele que militou direito.
Quando a morte chegar,
e com seu véu me cobrir,
entrarei no paraíso,
com um grande sorriso,
direi a Jesus Cristo:
Pronto, meu mestre, estou aqui.
Resignado ao teu propósito,
para o qual me escolheu,
eu cantei, sorri e chorei,
fiz de teus planos o meu.
E deu certo, eu bem sei,
no canssasso da minha lida,
eu cheguei ao fim da vida,
e nos teus bracos descansei.
Autor: Cicero Marcos
Silêncio em Versos
Escrevo em poesia o que a voz não alcança,
O que o peito guarda e a fala cansa.
Nesta data que marca o ciclo de quinze anos,
Recordo o peso de antigos desenganos.
Dez foram os anos em quartos trancados,
Em roupas e gestos por outro moldados.
Dizem: “Isso passa!”, mas quem sente, bem sabe,
A dor não se esvai, no tempo não cabe.
Questionam o silêncio, o porquê do adiar,
Sem ver as ameaças e o medo no olhar.
Pela minha família, por segurança e zelo,
Abri mão de mim, vivi sob o pesadelo.
Havia palavras e gestos cordiais,
Mas a ira no brilho de olhos fatais.
Sinais de alerta surgiram tardios,
Quando me vi presa em laços sombrios.
Sem tempo de fuga, sem força ao gritar,
Pensei que o tempo pudesse curar.
Mas a vida chamou, a rotina mudou,
E a coragem de ser, enfim, despertou.
Saí para a rua, venci a agonia,
Pois dentro de mim a vida vencia.
Curei-me sozinha, na fé e oração,
Deus afastou o mal da minha visão.
Juntei meus cacos, as cicatrizes do chão,
Um ano em silêncio e em meditação.
Ouvia julgarem meu jeito ausente,
Mas era minha alma curando-se, urgente.
Não era loucura, não era o fim,
Era a paz que eu buscava dentro de mim.
Ass Roseli Ribeiro
Tiago Scheimann,
Caro poeta, sua poesia traz muita tristeza e também muita determinação, senti suas palavras tocar meu coração profundamente, confesso que senti uma certa dor no peito, e também compaixão, talvez porque às vezes também me sinto assim, quebrada, cacos caídos pelo chão. São breves os momentos assim.
Que o amor possa fechar as ranhuras do seu coração.
Carinhosamente, MariLira
Deram o verbo
a misoginia
a esperança disfarçada de poesia
a ironia
num universo qualquer
os abstratos de um poema
problema?
nenhum!
não fosse a vontade soberana de ousar
criar, buscar
numa colcha de palavras
o descaminho...
Todas as razões pra se amar
é imensidão de poesia
no brilho do teu olhar
quero colorir a vida com você
ser bem querer e querer
“Não sou da folia, sou da poesia.”
Não sou da folia, mas
gosto do riso solto na esquina,
do confete que dança no vento
e da música que abraça de longe.
Fico na calma do meu canto,
vendo a cidade virar cor.
Não pulo, não bebo, não grito —
mas deixo o coração sambar
bem baixinho por dentro.
Ler poesia pode até ser uma
terapia, mas não substitui uma
boa consulta psicológica pra
quem não tá de bem com a vida.
Mulher, para o poeta tu és as letras da poesia
Para o pintor, vc é a bela forma que se produz em seu quadro
Para o professor, vc é a fonte que inspira o conhecimento
Para o engenheiro, vc é a base e a coluna que estrutura a família
Para o arquiteto, vc configura o mais belo de seus desenhos
Para o advogado, vc é a melhor causa
Para o artista, vc possui o melhor roteiro
Para o cantor, tu és a mais bela e linda canção
Para o analista de sistemas, vc possui o melhor e mais perfeito banco de dados.
Para o agricultor, vc germina a perfeita semente.
Para o médico, vc é o começo da vida.
Para as demais lindas profissões, tenho certeza de vc ser fonte de lindas inspirações.
Para Deus, autor do universo, vc é a costela(igual) de Adão, foi uma de suas melhores criações!
A POESIA
Encontra-se perdida
Entre sonhos e ilusões
Machucando, talvez
Alguns corações.
Encontra-se vagando
Batendo de porta em porta
Solidão, talvez
Ninguém se importa.
Encontra-se bagunçada
Perdendo a vaidade
Dos seus versos
Em meio a tempestade.
Irá Rodrigues
A mulher é poesia escrita pelas mãos de Deus. Forte nas batalhas, doce no amor e gigante na fé. Seu coração acolhe, sua voz encoraja e sua presença ilumina. Uma criação divina que espalha beleza, coragem e esperança por onde passa.
Feliz dia Internacional da Mulher!
PENSANDO AQUI...
Às vezes, a poesia nem é aquilo que escrevemos de maneira poética: há casos, dela ser, o que a gente ver ou sente, sem dizer.
CHEGUEI EM MIM
Eu escrevo e canto versos, poesia.
Eu escrevo.
Escrevo, escrevo, escrevo.
Falta um mundo
para descrever o que sinto.
Vivi, vivi tantas coisas.
Já passei por tantos risos.
Já andei por tantas estradas
que pareciam não ter fim.
Cheguei.
Cheguei em mim.
Nildinha Freitas
A inspiração abraça a alma
O verbo, a palavra
Grita poesia no ouvido
Tudo é sabido
Sem querer mudar
Segue o destino
Escrevendo a vida
Em linhas tortas.
Escrevo meus lamentos no papel,
Finjo que é poesia,
Ou algo parecido.
Vou mastigando meus sentimentos a contragosto,
Reprimindo as dores que apertam o peito
Por amar e não ser amado.
Tá aí o motivo de eu não gostar de matemática:
A soma do amor,
Em certas ocasiões, é injusta
E nunca resulta no que desejamos.
O vento,
Brisa leve.
Na calmaria,
Faço poesia:
Atento
E breve,
para que não se espalhe.
Observo cada detalhe
E vejo amor.
Espero a poesia chegar,
No tempo dela,
Sem pressa.
Horas, dias e meses
Sentado no sofá,
Na expectativa do momento certo
Para escrever
O sentimento da alma,
Que transpassa o corpo
E vai além da mente.
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