Um Estranho Impar Poesia
O amor perde a essência
quando torna-se apenas uma palavra,
Isso acorre quando esse sentimento é substituído
pela ausência!!!
Os sonhos quando jogados ao vento, vaga sem destino e pode se perder a qualquer momento.
Pois sonhos são como as areias do deserto, com apenas um sopro do vento ganham um rumo e um destino incerto,
Não deixe que seus sonhos sejam varridos pelos ares, se seus sonhos são grandes... corra atrás e os agarre!!!
Sou guerreiro do Senhor , assim que tem que ser
soldado linha de fente, aqui é matar ou morrer
o inimigo nos cerca a todo momento, mais seja forte pois a qualquer brexa que dermos estamos perdidos, pois ela faz um coração puro ser corrompido
O poeta do coração ferido de volta a sua função...
enquanto muitos pensaram que tinha morrido,
os versos me curarão!!!
Deixei minhas roupas de lado e me vesti pra guerra
porque por mais que o poeta morra, sua poesia será eterna!!!
Muitos dizem que o céu é o limite...
fracos, no meu vocabulário essa frase não existe.
Minha capacidade de fazer e criar vai muito mais além,
colocando Deus sempre na frente pode crer que sem dúvidas nenhuma sempre irei mais além!!!
Lágrimas caem
sinto o gosto amargo no canto da boca
Mais seu gosto não é nada perto do sufoco que já passei por essa vida loca.
Hoje eu paro penso e reflito...
Só dando graças a Deus por hoje estar aqui vivo!!!
Me dando forças e inspiração
pra que de uma forma ou outra você seja tocado pela minha canção,
mais pra que isso aconteça, faço musica com a alma, musica de verdade...musica do coração!!!
Poeta das ruas
soldado do asfalto
seguindo em busca do meu objetivo deixando meu legado...
Porque no dia em que o poeta morrer, suas palavras em meus versos serão eternizados!!!!
Se recordar é viver,
e viver é ser feliz e sonhar... não me acorde desse sonho onde vivo uma eterna fantasia real. Onde eu e vc somos um elo forte, assim como um anel que sela um pacto de fidelidade. Feito de amor, desafios a serem superados e cumplicidade
De todas que conheci,
igual a ela não existe.
Ela é a essência da minha canção...
ela é a personificação da deusa Afrodite!!!
Éramos eu e tu
Dentro de mim
Centenas de fantasmas compunham o espectáculo
E o medo
Todo o medo do mundo em câmara lenta nos meus olhos.
Mãos agarradas
Pulsos acariciados
Um afago nas faces.
Éramos tu e eu
Dentro de nós
Suores inundavam os olhos
Alagavam lençóis
Corriam para o mar.
As unhas revoltam-se e ferem a carne que as abriga.
Éramos tu e eu
Dentro de nós.
Conto do Pato
Jô Bragança
Chegou o grande dia; Pato Haroldo, criado com todo carinho pela família, ja estava no ponto para ir a panela. Era Círio em Belém do Pará:
- Haroldo! meu filho, cadê você?
- Cadê você? Sou pato, não sou pateta.
Haroldo saiu correndo, desembestado, pelo quintal. Saiu pela tangente. Pulando muro feito louco.
Família, vizinhança e amigos, e quem nem sabia da história, começaram a perseguição.
Pato Haroldo correu mais que os carros, e se duvidar mais que os aviões. Passando pela feira, derrubou tudo no chão. Se armou, criou a maior confusão. Quebrou barracas, até as crianças não escaparam, e carroças. Tamanha foi a lambança que o dito Pato causou. Também pudera, eu também não quereria ir pra panela.
Depois de mais de uma hora de caça e quebradeira. Chegou o batalhão. Tropa de choque e cavalaria. Capturaram Haroldo, o pato fujao.
Não teve acordo. O delegado decretou "Pato Haroldo, por desordem e destruição, escapou da panela. Mas não escapará da prisão".
Se Eu não fosse
brisa seria,
afagaria flores
abraçaria seus perfumes
e borboletas encantaria.
Já estrela não seria,
sentiria muito calor!
Onde ia caçar sombra?
Escrever;
meu capataz refúgio
para fugir de mim
ou me encontrar,
escavar-me o curso
de meu próprio leito,
e dar sentido à correnteza
em singular rebentação.
Era truque
Caí no truque da ilusão
Nem dei por conta que a capa
De propósito, cobria o ilusionista
Para confundir o espetáculo
Da platéia ao palco
Da confiança ao engano
Do que via,agora sendo visto
Do conforto da cadeira
Ao vexatório de um palco
Deu errado
Vaias...
O que o ilusionista fez?
Fui mero alvo
Na fumaça de meias verdades
Envolvi às cegas
Quando completamente crente de sua presença
A fumaça evapora
O corpo gira, buscando olhos abertos...
No inacreditável, um vapor que desce à mente
Revirando sombras em vultos
No coração, poeira de passos marcados
Dissolvendo-se pelo vento que sopra
Na descoordenada confusão
A fatal fumaça que cobria o ilusionista era farsa
Com um único intuito:
Fazer, de um espectador, palco de uma ilusão
Que devasta...
Márcia G de Oliveira
"Todos os dias, quando acordo, Deus me diz: "Sai da cama e vai se achar bonita, que eu não te criei estrela pra se achar bagulho!
Aí eu vou, né?..."
"Ele veio em passos leves,
feito vento sorrateiro,
e olhei sem entender
para a rua, para o chão
vasculhei o mundo inteiro!
Eram passos, eram rastros,
Era o amor, minha paixão?
Era sim, mas ai que pena!
Não parou, passou voando
Nas asas da ilusão."
Lori Damm (Contos, Crônicas & Poesia)
FILHA DO PAMPA
O olho puxado, o sorriso rasgado
É tupi-guarani
O cabelo trigueiro é mel de outras raças
Distantes daqui
A alma poetisa é o traço, é o espelho
Do barro vermelho
De onde eu nasci.
Lori Damm ("Filha do Pampa")
(Contos, Crônicas Poesia)
"Meu coração clareia
Amanhecer de verão.
Corpo brinca na areia,
A alma na imensidão,
Sol no céu escaldeia,
Mar derrama canção.
Vida luz em maré cheia,
Ondas brancas de algodão."
Lori Damm ("Leãozinho", Contos, Crônicas & Poesia)
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