Um Estranho Impar Poesia
vivas epigramas
No meio de vivas epigramas, mordo o seu tom de mortas verdades!
Suas verdades são tão falsas quanto às asas de um mitológico Dragão!
Já nem exala mais o cheiro da tão desejada sinceridade.
Pura falta de verdade, são mentiras e sem razão!
O sopro desse dragão é a vaga alusão do seu veneno mortal!
Sem moral...
Qual moral teria suas palavras malditas e mentirosas!
Marginal...
Palavras que deveriam estar na margem do rio social!
Imoral...
Promessas feitas ao longo de todos os anos,
que se concretiza nos sonhos da louca esperança que quase morta está!
Só sonho e só esperança...
Nada mais importa nada mais vale à pena...
Prefiro não dar minha decisão final,
Prefiro não escolher o branco e nem anular o que não quero decidir!
Por que intervir?
Já temos a grande massa colaboradora misturada no emaranhando de verdades irreais!
Culpados são os ouvintes de mentiras, que se corrompem com seus presentes...
Culpados, porém ignorantes, Perdoa-os Deus, mesmo eles sabendo o mal que fazem!
No meio de vivas epigramas tento ser ao máximo mordaz, pois não acredito em suas palavras!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
Quando as lágrimas insistirem,
nublando o teu olhar, tenha esperança,
aquiete a alma, enxugue os olhos,
em breve o sol novamente irá brilhar
Que ao nascer do novo dia
esperanças também renasçam,
trazendo o sol, paz e alegria,
a todos, sem distinção
e que bons sentimentos germinem
dentro de cada coração...
Se quiser tô te estendendo a mão
Mais se não quiser não a segure não aguentaria outra decepção
Teu olhar triste te deixa tão linda
Com esse sorriso febril fica mais ainda
Não me exergue como porto seguro
Vc não sabe o quanto sou confuso
Mais se quiser segura minha mão vamos caminhar juntos no escuro da solidão.
Expurgar
O poeta tem que expurgar de si tudo o que lhe atrapalha...
Como tocar fogo na palha, do que resta do capim,
Explodir a sua ultima granada, se for preciso assim.
Se assim não for ou se for algo mais,
Não mais será o poeta e o escritor tão voraz!
O meu único problema é expurgar o que me atrapalha
Já que é você, minha amada, que não me deixar escrever!
Para ser poeta eu teria que também ser um pouco triste,
Mas a infelicidade não existe já que eu tenho você!
E sendo assim abro mão das minhas palavras,
Guardo-as em bolsas fechadas para ninguém mais ler...
Se um dia eu as abrir será para escrever a minha ultima sentença,
Pois descerei lá na arena, para com a morte lutar!
E se não for por isso, um dia abro e te digo,
Não mais amo quem tanto eu vivi a amar!
Tudo o que eu escrevo pode não acontecer,
Pois, meu amor, eu sou poeta e eu nasci para escrever!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
E digo a quem fez a justiça, condenando meu amor por ti...
Por tua razão não fui julgado, eu confessei ter errado!
Só por ter amado e cravado seu pensamento com tanto amor assim!
Hoje eu senti o teu toque...
Mesmo sem ele na real presença em mim!
Sei que foi à necessidade que tenho do teu toque,
Lembrando que não posso esquecer-me de ti!
Sabe...
Não quero falar sobre saudade,
Já que inerente é esta desmedida vontade...
(De você!)
Sabe... Não tem pra que dizer que te quero de verdade,
Nem dizer o sabor dos lábios da tua face,
Do que é mais magno em você!
Não preciso mais afirmar,
Nem com grandiloqüência lhe dizer!
Já que claro e cristalino é que sem ti não sei viver!
Falo sobre você, dormindo,
Falo sobre você rindo...
Lembrando das doces loucuras de você!
Falo de você sentindo...
Falo de você quando estou indo,
Ou quando vou embora de você!
Lembro de você sorrindo...
Lembro de você partindo,
Lembro das voltas de você!
Poetizo quando eu não te vejo...
Poetizo quando eu mais te desejo!
Ou quando simplesmente estou perto de você!
Não te amo só quando te escrevo...
Eu te amei em pleno desespero!
Todavia te guardei em meu peito,
Naquele lado esquerdo, onde mora você!
Perdendo-me em bobas palavras
Pedi a Deus que fosse ti, a minha namorada,
Que fosse a minha amada, a amada que nunca irei esquecer!
Ate agora nada pode me impedir...
E faz-me rir,
As barreiras que me impedem de ver a ti!
Depois te todas as palavras,
Deixa eu te dizer e faz-me ouvir...
Que eu amo a ti, tu amas a mim!
SOBRE A CARTA DE ROWAN A GARCIA
Procure-se uma alavanca que faça mover
uma bússola para orientar
qualquer outro instrumento que faça parar,
que sirva de travão a tudo
quanto de ruim está a acontecer.
Uma alavanca que sirva para despregar
erguer
mover
arrancar...
Uma alavanca que arranque
tudo quanto está a atravancar
e a impedir
de crescer.
Outro instrumento qualquer
que sirva de travão e faça parar
o mal que impede o bem-pensar
como em proveito universal agir.
Uma alavanca que arranque
tudo
de ruim - mas mesmo tudo.
Se a alavanca vai fazer mover
o que está parado
pela preguiça de pensar
e falta de vontade em ser um dia...
...que o travão pare
o absolutamente inútil e fútil.
E que a bússola da responsabilidade
oriente e faça agir
como em Rowan para levar a carta a Garcia.
(in TRIPLO V)
Na beleza de todos os trajetos
na ternura de jamais sermos sozinhos
na confiança que são, todos os passos,
adiante, precisos, e certos ...
o que lhe compreende a confiança de se estar certo?
A vida, tão imprecisa e incerta, mas ela é sem margem à qualquer dúvida: viva, certa... e nela, tudo é "certo"!
E lá vamos nós nesse barco, entre traços, linhas, letras, vagas, versos, além das entrelinhas e "entreversos". E talvez há tanto a se ampliar, "entretextos", "entresilêncios" e outros tantos "entres" nesse mar infinito. Mas, vamos... eu, você e eles, nós quem sabe ou ninguém, mas estamos indo ou ficando, sentindo e deixando o fluir acontecer ...
Que venham então, os ares que se abrem entre céus sem mais horizontes e algumas nuvens a dissipar-se!
Caminharei pelos teus reinos porque já não bastam os cumprimentos e apertos de mãos...
Quero mesmo é saber que não sei!
Não basta ser pássaro
a vida pede mais
se faz orquestra
saúda-nos num coral
diversos tons numa tela
que nos convida
a semear!
As aparências enganam sim,
o roto retalho que somos,
fica entre as nuvens dos olhos
que nos alcançam.
É preciso mais que olhos,
é preciso alma,
é preciso ir além
desse "eu" recoberto
e encrustado na pele
já tingida por tantas máscaras!
Lamentos doces...
...horas a fio sentada neste banco de praça...
O pensamento beija minha alma num anseio que a custo reprmo...
Vejo folhas dançarem ao vento...
Qual tivessem asas...suavemente...
Eu ainda consigo sentir o perfume das flores
nesta minha solidão tão presente...
Escuto canções que são trazidas pela brisa
parecem lamentos doces... E a emoção vai tomando conta
De mim... Meus olhos fitam ao longe o infinito
Que me parece matizado de cores ultravioletas... Neste fim de tarde...
E eu sinto arrepios delirantes de saudades tuas...
Esperei tua resposta, depois de ter desabafado as minhas magoas,
Te esperei bater em minha porta para receber o seu cálice e derramar as minhas águas!
Não quero te levar as minhas tristezas, não!
Só te peço que as arranque do meu coração...
Arranque esse monstro que me destrói!
Voraz e feroz!
Eu preciso da tua ajuda, preciso de você!
Quero-te aqui perto, não precisa me entender!
A tristeza bate, bate, bate forte...
E as lembranças que me abatem derrubaram o meu forte.
O forte que eu construí sobre a gélida neve da alma...
Alma gelada, insípida e triste, coberta pela neve branca e alva!
E como me corroem antigas lembranças,
Como me destrói não ter novas esperanças...
IGOR IMPROTTA GIGUEREDO
Aos que nos acham melosos,
Somos então!
Aos que nos acham autoconfiantes de mais!
Somos então!
Aos que nos acham tristes,
Somos então!
Aos que nos acham desprezíveis,
Somos então!
Aos que nos acham de outro mundo,
Somos com certeza!
Aos que nos acham mentirosos,
Somos então!
Aos que nos acham poetas,
Não ache melhor ir com os outros, só poetas entendem poetas!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
Eu não posso me deixar sofrer assim,
Mas o passado teima a ficar dentro de mim.
O passado passou e passando ainda passa
Como um corte profundo feito por navalha.
É culpa,
É saudade
É remorso,
É vontade!
Mas não sei se é amor!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
É preciso encanto no olhar
ao reino delicado da natureza,
lendo as sutilezas da vida,
vendo-se acolhido, entrelinhas
" Em tua flor o carisma dos meus sonhos se fundem
ao sorver teu néctar.
Esvaem-se todas as minhas tormentas
nossas línguas sedentas, assumidas de saudades
indicam a direção
sou um corpo que geme
de tanto desejo
ah!! amor,
que eu me embriague de ti
e esqueça o caminho de volta,
para ficar,
até desabrochares mulher,
plena, em minha alma
que longe da tua, não sabe viver...
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