Um Estranho Impar Poesia

Cerca de 270299 frases e pensamentos: Um Estranho Impar Poesia

o "Livre noir" é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana. Produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.

O critério infalível para identificar um idiota é que ele fala da espécie humana com ares de superior desprezo olímpico.

Todos temos um bruxo ou bruxa dentro de nós. Queremos poder transformar momentos ruins em bons. Gostaríamos de ter a varinha mágica que mudaria nossa vida.

Ela teve uma vida solitária, mas se esforçou ao máximo para viver. Sempre com um sorriso, determinada a ser feliz.

Sou apenas um ser querendo ser feliz! E nada nem ninguém poderá impedir. Podem tentar me fazer parar, mas irei prosseguir... Com garra, com força, com vontade de chegar até o fim!

⁠O amor é puro interesse. Se der o que a pessoa quer, ela vem. Senão, ela vai embora. É um jogo nojento.

Livros não são coisas absolutamente mortas; contêm um espécie de vida em potência tão prolífica quanto a da alma que os engendrou. E mais: eles preservam, como num frasco, o mais puro e eficaz extrato do intelecto que os produziu.

Acho que esse é um excelente momento para dar adeus. Tchau para quem não acrescenta nada na nossa vida. Tchau para aquele cara que diz que vai ligar e nunca liga. Tchau para aquela colega de trabalho invejosa. Tchau para aquela amiga que quando você precisa nunca pode emprestar o ombro. Tchau para aquela tia chata que vive apertando suas bochechas e dizendo o quanto você está gorda. Tchau para aqueles sentimentos mesquinhos. Tchau para a preguiça. Tchau para a invejinha. Tchau para a gula. Tchau para a cobiça. Tchau para a avareza. Tchau para a ira. Tchau para a soberba. Tchau para os sete pecados capitais.

Não deixe que aquela pessoa de mal humor contamine você, seja você a contaminá-la com um belo sorriso...

Não existe nada melhor que a chuva caindo lá fora, um cobertor quentinho, um chocolate quente e um bom livro para distrair a mente!

Depois de um tempo as pessoas se tornam frias, calculistas e já têm a vida programada para cada hora, minuto ou segundo.

Às vezes um rei precisa fazer coisas horríveis para proteger aqueles que jurou cuidar. Quando os riscos são muito altos, decisões terríveis precisam ser tomadas. É a responsabilidade de um rei carregar esse fardo, essa culpa.

Podia ir ver o mar como um bom turista, mas não adianta se não temos a quem elogiar a vista. Passa-se o mesmo com as igrejas, o luar ou uma cuba libre. Nada vale a pena se não for partilhado.

“Quando chega um amigo damos adeus à solidão. E agora o verbo compartilhar adquire um significado novo e definitivo. Bate as asas que eu não tenho coragem de voar até o outro coração que me completa e a vida não será a mesma depois de sua chegada.”

Sabe quando você acha que conhece alguém? Mais do que qualquer um no mundo? Você sabe que entende a pessoa, porque a enxerga de verdade. E então você tenta se aproximar, e ela... desaparece. Você achava que pertenciam uma à outra. Achava que ela era sua, mas não é. Você quer protegê-la, mas não pode.

⁠Como podemos nos amar tanto e não conseguir ficar juntos? Por que um amor como o nosso nos machuca tanto?

As pessoas te pisam, te machucam não tem a mínima consideração com você e depois acham que um simples “me desculpe” (daqueles descarados que não vem do coração) pode reverter a situação, não é guardar rancor não, certas atitudes machucam a alma e fazem jus aquela velha frase clichê: “depois que inventaram a palavra desculpa, magoar as pessoas ficou tão mais fácil...”

O sentimento de felicidade originado da satisfação de um impulso selvagem, não domado pelo eu, é incomparavelmente mais intenso do que aquele que resulta da saciação de um impulso domesticado.

Sentado em um canto eu me encanto com as lembranças de um passado não tão distante e caio aos prantos.

Um dia qualquer de novembro, um ritmo dançante, amigos em comum, vibrações positivas, um sorriso bobo, um coração pulsante, um pouco de álcool, uma conversa sem coerência, um afeto instantâneo, um beijo roubado, outro correspondido. Uma noite de silêncio, após, um dia de perguntas. Uma semana de diálogos e uma vida inteira de textos.