Um Estranho Impar Poesia
Há um jeito de encontrar um pleito bom
Leito surreal, isso traz consigo a ironia preconceituosa
Há casos em que os réus são mais heróis do que você que mente ao céu
Dizendo não merecer um mundo mal
Isso me corta a alma
Aonde eu quero ir há um mundo que espelha-me e ouve-me
Para o impacto da verdade derradeira eu quero o freio e para o mundo eu grito "love me"
Tudo igual, receio e Não
"Sou" a voz que traz o mal
Right now, isso me cospe o mal insano e vira Rock ideal
__De onde você vêm?
__Qual é o valor que têm?
__Se tá na "merda" que "merda" você faz pra ter o bem?
Há um ideal que trouxe-me pela contramão
Diz alguém no som que faz, "o amor é mais", da boca sai hipocrisia de forma clássica
Ao ideal meu feeling pela contramão
Esse "monstro" vai despir só os pontos vitais
Quais são vitais?
Sou só "criança" que vai longe até demais
Tudo igual, receia ao Não
"Sou" a voz que traz o mal
Eu tentei esquecer-me da dor por não ter dito muito mais.
Como Me Declarar?
Como expor? Como contar?
Como relatar?
Como colocar num papel?
Um amor que é maior que o céu?
Como transformar em verso
Ou numa simples rima
Como dizer o que sinto
Como falar pra você, Mina?
Eu serei capaz?
Terei coragem para por num cartaz?
Ou num letreiro em frente à sua janela?
Terei coragem de me expor para ela?
Gritarei seu nome em frente ao seu portão?
Mandarei um bilhete para informar minha intenção?
Há tanta coisa pra fazer que não tenho direção.
Quem sabe se eu falar ao seu ouvido
Falar que minha intenção tem um sentido
Que é não ser só um amigo, quero mais! Quero ser o seu marido.
Sei que ela pode dizer não!
Sei também que pode vir um sim!
Eu não posso deixar só num coração
O amor que Deus deu pra mim.
Refletindo ...
Raros momentos,
perplexidade no olhar,
uma folha que cai,
um grito de ai,
aquela folha desfaz e,
fecha seu ciclo.
Banal é,
não banalizar,
o que fora,
banalizado,
a folha que cai,
não tocou o solo,
está caindo,
juntando-se as outras,
juntando-se ao todo,
retornando para
a alma-máter
natural.
Lua de mel
O amor flutuando,
Como um arranha-céu
Com Recreio saboroso,
Do sentimento mais gostoso
A noite esconde a magia,
Que reluz a beleza
Do luar
As estrelas recitam uma linda poesia
Que toca o coração
Como uma linda canção
anunciando
Que o amor estar no ar!
Em um passado não tão distante
Onde brilha o horizonte
Eu vivia lá, ainda quando menino.
Franzino e traquino volto a recordar!
Embreava-me nos verdes campos do lugar
Onde eu vivia feliz a cantar
Hoje estou grande perdido na cidade grande
Sem vontade de ficar, fujo de tudo volto ao meu mundo.
E volto a recordar que Deus me ajude
Que um dia eu volte para o meu lugar
Esquecêreis-me de tudo
Renascerei como uma nova criança
E reviverei tudo o eu que deixei por lá
Triste Realidade
Sonhos vem
Sonhos vão
Como compreender este mundo
Tão cheio de ilusão?
Um olhar inocente
Um mundo imprudente
Cedo começam as decepções
Nesta vida de emoções
Me pego então
Perdida na desilusão
Deste mundo já sem valores
Onde nos olhos de uma menina
Se encontram cedo decepções
Uma luz na escuridão
No ato de uma canção
Uma razão pra tentar
Um mundo pra enfrentar
Terei eu
Motivos pra lutar ?
Um produtor já cansado
lançou o seu arado,
o que será de nós
o que vai com essa furia
injúrias lamúrias
de um abastardo
um lampejo de ideias rarefeitas
acostados sobre um chão de vidro
seria muito belo ver um leão vivo
seria muito belo ser um humano correto
mas agora oque sera
mas agora como vai ser
tudo não se foi
tudo já bastou
agora oque será?
Certa vez!
Ao ouvir cânticos de despedidas
Fiquei pensando na vida
Que levo
Para um outro eu
Se tenho preocupações demais,
Tiro a paz de mim
E de meu outro eu.
Por que não,
levar sempre a vida
Na simplicidade?
Se após o corpo cessar!
Só restará de mim,
O meu outro eu.
E quando para mim,
Cantarem despedidas
Só quero estar com a paz de mim;
Em meu outro eu.
[...] Sou apenas mais um filho da pátria Brasil com nome de santo
feito outros tantos Silvas nos becos, nos morros, nas periferias
apenas mais um brancopretovermelhoamareloíndio e favelado
renegado pelo sistema, vestindo preto por fora e por dentro.
Não consigo viver de um amor sucinto
Sempre acabo exagerando
As vezes busco um infinito
Mas por mais incrível que pareça
Diante apenas de duas letras
Encontrei mais do que preciso
Este amor que está escrito
Em um simples:
Vc
Estar inserido em um novo tempo
é não ser dele apenas passageiro.
É ter trazido na bagagem a maturidade
de ter olhado a vida como uma dádiva de Deus.
Uma nova idade é um germinar para quem está sempre brotando.
Cada palavra escrita,
um coração de beijo dita.
És tão bonita.
Todo o ser tem a sua beleza, mas a tua diferencia.
A inteligência; o pensar é de se emocionar.
Do que adianta tanta luminescência do espírito
se não reflito nas minhas atitudes.
Apenas sou um artifício em vida.
Sou intenso quando me perco.
Nada sou quando me encontro.
Para vida sou todo e um tudo, mas sou fração em um tempo mudo.
São quatro chaves para um amor de verdade:
Diálogo.
Sinceridade.
Fidelidade.
Paixão.
Alicerce é pé no chão.
Use sem moderação!
O silêncio é morada para as grandes edificações. Sem alicerce nada se ergue!
Constrói um sonho quem desperta para vida!
UM POUCO "refletido" no espelho da vida...
o coração que amamos parte (verbo partir) o nosso coração, fragmenta-o
reduzindo-o a cinzas escurecidas pela dor e pelo desejo...
enquanto outro coração que nos ama implora se fragmenta pelo nosso, que já não nos pertence e se dispõe a colar os fragmentos perdidos de um tempo que não volta nem se recompõe.
DIFÍCIL a arte de viver...e de amar!
perdi a posse do meu coração pro coração amado,
perdi de fato e de direito
ASSIM, já não disponho do que não me pertence!
a vida é essa "doideira" sem tamanho...
somos amados...e o que nos ama, só queremos bem
e amamos...e sem querer saber que somos amados, amamos...
mas os horizontes não se cruzam
e somos na vida paralelas em direção ao infinito.
um "verbo" no indefinido...
há muito o sol não aparece
e assim permanece a escuridão nalgum canto da alma que ama
há muito o coração já não espera porque exaurido pendeu e chorou
há muito o desassossego aflora a pele e o corpo resigna-se
e o desejo se avassala
há muito o silêncio deixou de ser calmaria e passou a ser tempestade
há muito que a fonte inspiradora perdeu a rima o tom e o verso
e o anjo da vida atrofiou as asas que já não fulgura nem alça voo
há muito o coração opõe-se a busca e há muito que o casulo lhe abriga
é preciso que se morra pra se nascer de novo
é preciso saber dizer ao coração que não há espera quando se deseja
é preciso dizer a si mesma que o coração que ama lhe pertence mas
o coração amado não
é preciso dizer aos ventos que o grito não faz eco embora o amor se propague...
tantas vezes me esvazio
e por um longo período me desfaço
perco a identidade
é como tatear no escuro
agonizo...
mas passa...
ai vem a necessidade de ser feliz outra vez
e escrevo
e penso em "aia"
vislumbro o corpo dele
estremece a pele
no peito de "aia"
e a felicidade é momento
é ausência onde estou e aonde vou.
Me pego a pensar
O que há de acontecer
Será que irão metrificar
Nossas formas de viver?
Um verso mais estreito
Uma garrafa sem nada
Já temos o eleito
Estilhaço, carne, cortada
Diz se é soneto
Ou se soneto não foi
Com terra nos olhos, entendo
E escuto o sapo-boi
Isto é sem sombra
A dúvida, a duvidar
Me lembro daqueles cinco versos
Somente críticas escutar
Se sabem ser modificados
Edifiquem a modificação
Não digo mais nada, estou parado
Sem nenhuma métrica no coração.
EU acredito em PapaiNoel...
sou de uma época em que colocar o sapatinho na janela era sinal
de um bom presente...era nessa mesma época que a magia povoava os sonhos de todas as crianças de onde morava e era só encantamento a espera de papai noel.
éramos oito lá em casa...
e não tinha tanta janela pra colocar tantos sapatos...
e era uma concorrência um tanto louca e cada natal
e fazíamos uma espécie de sorteio pra vê quem colocava o sapatinho na janela.
e era sempre eu a contemplada...
e todos os outros sapatinhos ficavam espalhados pelo chão da casa...
dormíamos cedo porque acreditávamos que papai noel só entraria pela porta se estivéssemos dormindo já que lá em casa não tinha chaminé.
então fechávamos os olhos e logo chegava o sono...
e pro meu desencanto, em todos os natais vividos na minha casa, ao amanhecer, via todos os sapatinhos enfeitados de presentes menos o meu...
me entristecia e com os olhos arregalados de espanto via a festa das minhas irmãs ao abrir os presentes e eu a contemplar o meu sapato vazio.
ai em lugar das lágrimas que não saiam dos olhos vinha a esperança de um novo natal...e o meu sapatinho continuava lá a espera do presente.
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