Um Estranho Impar Poesia
A perfeição é um direito divinal, movimento celestial, que não cessa, mesmo quando já por ti encontrado, expande-se até em confortos de milhões de abraços.
Cada um que de conta de suas próprias limitações, a natureza é sábia, e, não limita a sabedoria de sua ancestralidade em nãos.
A graça é nosso aqui e agora e cada um no seu lugar apreendendo os porquês do amar, essência que nos dá paz pra conjugar e nunca jamais amaldiçoar.
Um vocabulário, pra ser repetido deve ser, milenar, já os reduzidos, sempre nascem quentinhos, e, na hora do agora, sem pestanejar, formaturas continuais.
Sentir um coração se rasgando, dói, é uma chance pra concertar, àquilo que esperávamos à muito, em nosso individual e belíssimo estar.
A multiplicidade de interpretação se estende a todos conforme a necessidade de cada um, leia o que quiser e adiante-se, seguindo em tapetes de verdades do agora.
Virou um bolo de neve pela observação da falsa serventia, criada pela ilusão imposta pelos falsos costumes, agregados somente pela necessidade de rebanhar os menores.
Dar forma a realidade é um trabalho árduo pra não ver a verdade ser falseada nas mãos dos ignorantes dos mestrados em doutorados em tantos fardos, evite a maldição do falso serviço por amor ao próprio viço.
Se dependes de outrem, isso não, é hoje tão necessário, sabes que o livramento é um fator fundamental.
Me deu um ofício pra que eu saia daqui, e não sirva, à ordem dos que creditam em quem não sabe o que faz, já é hora, e não posso carregar fardos do e pro tanto faz.
Penso que no beijo juntos estamos, que sina em me chamas, por um único instante, te dou a cor prata por meu amor confortante, no sempre nosso caminhante.
Chama-mes pra tomar um doce vinho, pois, amargamente sem ti me sinto sozinho, e, não dependemos de nada pra conjugar nossas alegrias compartilhadas, nossa hora é nossa bela chegada.
Me mandas tanto pra um tratamento, e, na verdade é por ele minha alegria de caminhos, e, não, loucorias, ou, pelo ofício de um possível desprezo.
Acusações precisam sempre de um espaço de tempo pra localização, pra flecha não arrebentar em vossa mão, pelo bom do serviço, a graça da amabilidade, e, gentileza em eterna, e, igualitária formação.
Eles trabalham muitas vezes por nada, e, nos nos divertimos fazendo as prioridades de um salutar serviço, quanta banalidade sem viço, preenchendo os chouriços.
O egoísmo é um padrão tipo iceberg, esperando o tempo, pra que o calor o desmanche, sem causar danos à outrem.
Te ouvir foi um dia difícil, e agora nosso coral nos alegra os tecidos dos dias, ultrapassando as esferas humanas, pras certezas de nossos corações, em caminhos solunares nos dias.
Pensar que um dia se pode partir faz-nos vivê-lo ainda mais plenamente e intensamente do que de antemão.
Ao percorrer um vasto leque de experiências em um curto lapso de tempo, confronto-me com a angústia provocada pela ausência de novidades capazes de reavivar as chamas que outrora ardiam intensamente...
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