Um Estranho Impar Poesia
Seu perfume é o sentimento que muitos não compreendem, mais em certamente, sentem, por um palato que não pensou em ser palácio.
Chamas porque têm um pra ajudar ou dois de estelar, deve ser pra facultar, as maldiçoes de quem não sabe ou pode relaxar.
Com folhas secas e tintas, pintastes um banquinho com tanta criatividade, tudo pra te deixar no melhor lugar e, sempre avontade.
Sendo um vestido pegando fogo agradeça da lonjura das peles acertando os desgostos, reconfigurando os mentos sem ódios de molho.
A continuidade é um praxe e, não sabedoria pra poucos, que sê entulhados perdem-se, buscando falso calor, se fazes o que não querias, é porquê já podes viver por sorrias.
Não existir foi um raro ofício pra te sanar os vícios, te vestindo com belos e merecidos hábitos se prossegue bom viço.
Gôsto é um amontoado de benefícios e, o seu está amargo, pela corrupção dos não vistos mas, e sempre mais, na hora de teu simples sorriso.
Impecávelmente todos somos fronteiras de outros planetas, um dia foi fonema e, hoje já tecido não é mais d-is-tema.
Sublime é quando um homem e uma mulher se encontram pela força do Amor e ninguém restabelece sem flor, quando houver a responsabilidade do ardor.
A paralisia é falta de dom nos movimentos, onde o medo, um dia, deu lugar pondo fraudes, guardadas saudades experientes, chamados de onde move com sabedoria o hoje, dando alegria à muita gente.
Egoístas são aparelhos, que um dia viviam de freios, pelas faltas de quem ainda, não veio, alegra derrepente sobreveio.
Um passo pra cá, eiá de me alegrar, outro passo pra lá, eiá de cantar, no centro um rodopio de flores e milhares em versus conjugados, ao sol e mentes lunares pra eternamente curar.
Quem não têm nada, não quer largar e, quem pensa ter tudo é, um simples conjugar, pode ser observar, caminhar, cantar, sei lar, tudo é ar, até mergulhar.
Sejas divino com o perfume de nosso afazer, mesmo, que se um dia não reconhecer, poderá perceber a sabedoria no amar você.
Não me preocupava com distrações, momento salutar, exceto pelas risadas de um dia, camufladas, pela falsa alegria, da verdade redirecionada.
A provocação é de grande monta, pra ajustar a própria dor, um aprendizado de ensino pra se olhar, edificando a interdependência do situar.
A destruição ocorreu, pois, um dia o ódio foi lançado na árvore da ingenuidade, posta em grades no fundo do mar.
Talento é sufoco, pra liberar a falta de conforto, dos eixos, um dia emperrados pela crença, impedindo seu dom, virar tom pra harmonizar anomalias.
Dependendo da transmissão abençoamos alguns vocais, músicas de sitaras, é um belíssimo favor, consegues, agora, emergir em belos estados.
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