Um Estranho Impar Poesia
Não precisamos saber muitas coisas mas o suficiente, já que o costume de um povo que sabe viver se torna a melhor cultura.
Entre! A palma da mão e o coração há um espaço com lagos e cisnes dos mais belos pa-lá-cios; à terra.
Quando te pedires um manto (é hora), caminhante se recebe por outros, com integração (invasivo), a moral técnica não é nada sem a razão já observada pelo tempo, embora fugitivo.
Um dia existiu um cris e o tao e, ainda, nervos pra charlatão que; não re-conhece, o, umbigo como meio.
A preocupação um dia foi usada para ligar a consciência a um cuidado. A gratidão mostrou que deuses e deuses já sabem quem são.
Meu brinquedo preferido é, um balanço de borracha acoplado a uma bela árvore frutífera, sombra e deliciosa brisa pois, linda é essa Vida.
À conclusão é apenas uma centelha necessária ao bem comum; diferente do meio pra quem se conduz; um ato concordado nos traz paz e luz; para sempre não é fim.
A compaixão é um liquido tão (poderoso) que atravessa todos os mundos; onde a consciência possa estar ou não, na medida sacudida restaura o ser; devolvendo todo seu potencial amoroso; facultosa subida e descida inevitável.
Desprezo é um indicativo de basta; uma forma indelicada de quem não com- segue ou sabe dizer aos olhos (eu não quero).
Desejo é um poço sem fundo e amargo que destrói mundos, o querer fecundo nunca é nosso, estar é a base para renovação da própria natureza que se encarrega das arestas.
Escrevemos prá digerir mais rápido, é pela gratidão do além, sem atalhos, aos vastos planos de um dia solitário, necessário, onde nós dois dançamos integrados, pela bem aventurança de nosso amor, em unitário.
A mediunidade é um presente que aflora, nos encontros que somou por horas, pelos erros de outrora, agora sua luz vigora, em necessidades das horas e, pra prazer dos reencontros, onde o medo dilui-se e pronto, graças dos preparos, nos costumes, colocando bons hábitos, legitimando fatos.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
Repare pra que nossa solidão, deixe de ser um amontoado de multidão, atravancando nossa conquistada solitude, pra dar paz as infinitudes, todos merecem a paz que ainda, não produzem.
Escrever é uma certeira digesta rápida, é a gratidão sem atalhos, aos vazos planos de um dia solitário porém, necessário, fechando o falatório, acertando positórios.
O firmamento é um presente de Deus que o homem queria transformar em passado, pra mulher segura à vida deixou de ser fardo.
A completude é do arquitetar às lembranças imaturas e, grandiosas, repressadas pela falta de um, cadê vossa guia, te acorda e te ensina sem triste movimento assolar, pra não fomentar tristes despedidas.
Deixe as telas das novelas, nunca a ti creditei um níquel se quer, já as verdades de nossa vontade, Hum... festejos agôr contigo entreter, meu sonho pra não ti perder.
Seu costume ainda não conheces é, que, te esconderam as verdades das herdas, que um dia foram pôstas, como e em uma forma de obrigação, foram ganas pra mórbita proteção, uma qualidade dada ao tempo, pela indevida integração, sê vate pois, é sim.
Alguns povos ainda não chegaram aqui e, isso, não é falta de intenção, nem pode ser tensão, basta uma simples citação, dos quês de que, nem tudo termina em conclusão.
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