Um Estranho Impar Poesia
A felicidade é um instinto pelo que deva lhe proporcionar o bem estar e o ânimo de viver. A quem detiver não deva proporcionar da mesma a outro, pois não há igualdade para a felicidade, apenas ponto de vista de senso estético. Acredita-se que os sete pecados tenha tudo a ver com a felicidade.
Jesus se revela ser um líder, porém prepotente e egoísta, impondo-lhes ao povo que comemorem sua morte como celebração da vida. Quatro séculos depois se deu inicio as comemorações (páscoa/quaresma).
A busca da felicidade é uma negação à tristeza. Se cada um doasse mais de sua felicidade contribuiria para não diminuir a felicidade do outro.
Política e religião não se discutem. Assim o espírito ganha espaço no mundo da política, tornando um povo majoritariamente ignorante.
O homem criou um deus, passou-se então a partir dele existir o supremo e a determinar a existência do bem e do mal, do certo e do errado, e para a maior veracidade o homem fez dele o criador de todo o universo atribuindo poder de regência. Para essas formas de argumentos é necessária à existência de deus para então conhecermos a injustiça, o castigo, o medo, e toda a forma de benignidade, arrependimento como forma de recompensa, sempre em nome da sua criação. Fomos ensinados a prática da crendice desde a mais tenra idade por todas as gerações, desde o colo da mãe aprendemos a desempenhar um papel da mais alta influência do desejo de crer, independente da verdade ou da existência de deus.
Agostinho foi um dos maiores defensores do cristianismo, acredita-se que ele é uma base teológica de referência para a ideia de Deus. Mais de mil anos depois a revolta de Lutero que mesmo sendo um cristianista evidencia o mal no cristianismo. Nietzsche denomina o cristianismo como uma praga da humanidade, logo toda a criação do bom e do ruim, nesse ponto de vista se torna um grande mal.
Um dirigente de uma seita me falou: que o povo é guiado por deus e que o ser humano é perfeito como o criador. Então eu perguntei: quem “inventou a MERDA do livre arbítrio” para dar causas e justificativas aos erros?
O homem é um ser pensante, pensa que é livre, e para reforçar criou também para si o “livre arbítrio” para pensar que pode ser livre.
O homem é um produto de alto valor da religião assim como Jesus que permitiu a si mesmo a punição, permitida também por Deus em beneficio próprio e supostamente da humanidade transgressora. Para o homem se torna importante e para a sua própria razão de viver uma vida com regras e restrições para a salvação do espírito e vida eterna quando nela crê. É necessária a permanência do mal e da inspiração religiosa pairando sobre o espírito do homem bom, para que o diabo tenha uma função magnífica acima do poder do homem.
O diabo mesmo dominado pelos poderes de Deus e de um santinho qualquer continua operante. Acredita-se que não haverá nenhuma transformação transcendental, ou aparição lunática sobre as nuvens, nenhuma vinda gloriosa de um Cristo salvador para não correr o risco do fim de toda a sobrevivência do mal da religiosidade.
A religião é um mal operante e para sua sobrevivência é necessária que se pratique o bem e a fidelidade dentro dela, conforme os propósitos da teologia, apoiados sempre pela tirania divina.
No aforismo religioso se cultiva a ideia de um Deus máximo, uma felicidade satisfatória para quem atravessar a vida através dele. Nessa natureza própria da humanidade se revela o testemunho eufórico das experiências com Deus em cada ser como deva aceita-lo, acima da compreensão dada como razão e ciência da vida terrena. O materialismo existente na cientificidade afirma uma realidade contrária ao plano metafísico da religiosidade, porém condizente com a forma de vida humana. A explicação materialista sobre a existência de Deus requer uma verdade material, mas ainda, até que aconteça, considera-se Deus um mito.
Para apenas um instante de rebeldia se vive anos de submissão no plano de deus, e qualquer escolha que tiver viverá a tristeza da escolha.
Espírito santo não existe. Não passa de um conceito bíblico, sendo inventado pela religião cristã serve para sustentar o enigmático, imaginário, transcendental, como benção de todas as causas, mas o dogmatismo cultiva o espírito santo sobre a mente devastada da humanidade, destroçada pelos efeitos naturais da evolução, onde a prática humanitária não garantiu a força reacionária entre bem e felicidade.
Não há nenhum Deus a dar a morte a um homem com o desejo de ressuscitá-lo. A ressurreição é uma hipocrisia religiosa para a limitação da liberdade de consciência do homem, porém necessária para a sobrevivência de Deus.
O medo da morte é um mecanismo regulador da vida, mas a fé é um argumento de aceitação dela. Medo e fé são vias paralelas onde o homem segue instintivamente.
A fé está situada na verdade que cada um achar conveniente, desprovida de prova, abstrata, para além da materialidade, como fundamento metafísico das experiências religiosas.
Se deus criou o homem a sua própria imagem e semelhança, então ele é mesmo um vetusto, mal por natureza e ainda ciente.
Deus deu um segredo faminto ao fanático. A mim? Não. Por isso eles devoram meu cérebro e as crianças.
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