Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

Cerca de 447367 frases e pensamentos: Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

Nunca subestime o poder de uma palavra amiga! Aquilo que para você é apenas uma mensagem ou um comentário, pode ser exatamente o que alguém precisava receber para ter força para continuar!

A vida é o lapso entre acordar de um sonho esquecido e dormir tentando lembrá-lo.( Walter Sasso)

"Somos passageiros de um mundo que continuará depois de nós. Por isso, devemos conservar o que humaniza, abandonar o que destrói e transformar o que aprisiona, deixando aos que ainda virão não apenas um lugar onde possam existir, mas um horizonte no qual ainda seja possível sonhar."

“Princípios não se negociam. É melhor morrer com honra do que viver como um covarde. Não há mérito nem orgulho em viver uma vida que não lhe pertence.”

“Um sonho só precisa de um louco! Só quem muda o mundo são os loucos, para melhor ou para pior. Os medianos caem no esquecimento com o tempo. O sonho é para todos, mas só os loucos têm a ousadia necessária para realizá-lo.“ (Furtado, Brunno)

“Basta varrer a esquerda de um país devastado para que ele se torne próspero em pouco tempo.”

(Furtado, Brunno)

A bordo de um táxi, não tive inveja de um motorista; tive uma aula.


Durante uma corrida, a esposa do motorista ligou e perguntou se ele já estava próximo de casa. Ele respondeu tranquilamente que faltavam, em média, 25 minutos para chegar e que concluiria aquela última corrida antes de ir para casa.
Aquele senhor aparentava ter uns 50 e poucos anos. Eu, por outro lado, estava passando por uma dificuldade em um relacionamento que tinha apenas quatro meses. Ainda estava conhecendo uma pessoa e, devido a alguns acontecimentos, o pedido de namoro ainda estava sob análise. Os conflitos me causavam medo de prosseguir antes que tudo estivesse bem.
No início, talvez ainda fosse muito cedo para tomar uma decisão sobre um namoro. Estávamos nos conhecendo. Depois, ela ficou desempregada, surgiram contas para pagar e problemas para resolver. Não havia um ambiente favorável para pensar em um relacionamento naquele momento. Então, concentrei-me em ajudar de todas as formas que estavam ao meu alcance, desde o apoio emocional até as questões financeiras. Ajudando, orientado, comprando material necessário superfaturado para estudar e passar nas provas de entrevistas e requisitos de contratação, até arranjar um novo emprego.
Logo depois, vieram alguns desentendimentos e diferenças na maneira como cada um enxergava o mundo. E ali percebi que um relacionamento saudável exige renúncias de ambas as partes, disposição para compreender, ajustar e, muitas vezes, abrir mão de algumas vontades em favor da vida a dois.
Pouco tempo depois, ela adoeceu. Eu a acompanhei e ajudei no que estava ao meu alcance, sem medir esforços. Tentava, tentava novamente, mas, ainda assim, parecia insuficiente. Em alguns momentos, eu chegava ao meu esforço máximo, ultrapassava os meus próprios limites e, mesmo assim, sentia que não era o bastante.
Aquilo me deixou bastante pensativo.
Talvez eu não seja a pessoa certa para a pessoa que está comigo. Talvez essa pessoa também não seja aquela que está alinhada com o que tenho projetado para a minha vida.
Durante aquela corrida, observei algo no taxista: ele parecia ser um homem de fé. Enquanto dirigia, ouvia louvores e meditações bíblicas. E aquilo me fez refletir sobre o que significa, de fato, ser um homem de fé.
Para mim, um homem de fé é aquele que sabe renunciar aos seus desejos carnais e às suas próprias vontades para viver em harmonia. É aquele que, mesmo diante das dificuldades, procura acertar, corrigir o que está desalinhado e fazer a sua parte para que as coisas funcionem.
Naquele dia, eu entrei em um táxi pensando que estava apenas indo de um lugar para outro. Mas saí daquela corrida levando uma reflexão que talvez eu precisasse ouvir naquele momento.
Não tive inveja daquele motorista.
Tive uma aula.

“Por trás de um belo sorriso pode estar escondido o choro de uma alma.
Por isso, nunca despreze uma pessoa deprimida, pois a depressão é o último estágio da dor humana."

Antes Mesmo de Se Ser


É um tocar, e não tocar,
um sentir, e sem sentido,
mas que chega e muda tudo.


Amor não pede explicação,
não cabe em definição.
É palavra que liberta,
é aquilo que se sente
antes mesmo de se ser.

O mundo inventa tantas versões de si mesmo, mas basta um sorriso sincero teu para que a realidade volte a fazer sentido.

O mundo é feito de figurinos: cada indivíduo veste uma aparência, um comportamento e um discurso conforme o palco em que deseja ser aceito. Há quem se cubra de virtudes, quem exiba poder, quem finja indiferença e quem transforme a própria identidade em espetáculo. Poucos, porém, têm coragem de permanecer sem máscaras.


A sociedade frequentemente não pergunta quem você é, mas qual personagem você consegue sustentar?


Se curtiu o conteúdo e quiser apoiar via Pix: julianorossi787@gmail.com

Qual é o seu limite: gastar para impressionar hoje ou construir um império que vai pagar o salário dos seus bisnetos?

Comprei tudo o que o dinheiro podia pagar, mas não consegui comprar de volta um único segundo do tempo que perdi.

O topo não é um lugar onde se descansa; é o ponto de observação de onde se redesenha o mapa do mundo.

Ter condições de ter acesso a um espaço físico, não quer dizer que você pertence a ele.

Inclusão é uma coisa, pertencimento é outra totalmente diferente.

Pense nisso.

ANJO DE DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Sinopse.


Um romance sobre as marcas do passado, os reencontros da alma e os caminhos silenciosos da redenção.


Em Anjo de Dor, a existência humana é apresentada como uma grande jornada de aprendizado, onde lágrimas e esperanças se entrelaçam diante dos mistérios da vida. Através de personagens marcados por escolhas difíceis, sentimentos profundos e lembranças que atravessam o tempo, a narrativa revela que nenhuma experiência é perdida quando conduz ao crescimento interior.


Entre amores interrompidos, despedidas dolorosas e reencontros inesperados, surge a compreensão de que a renúncia pode ser uma das mais elevadas expressões do amor. A alma, em sua caminhada evolutiva, encontra nas provas e nos sacrifícios oportunidades de transformação, reparação e amadurecimento.


Inspirado na reflexão sobre a reencarnação e a continuidade da vida espiritual, o romance conduz o leitor a contemplar os vínculos que permanecem além da existência física, mostrando que antigos compromissos da alma podem ressurgir em novas experiências, convidando ao perdão, à humildade e à renovação.


Anjo de Dor é uma história sobre aqueles que carregam feridas invisíveis, mas descobrem que a dor, quando compreendida sob a luz do amor e da esperança, pode tornar-se uma ponte para a libertação e para a verdadeira paz interior.
08 de Outubro de 2024.
Manhumirim - MG
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Link do autor:
https://a.co/d/01DUdpML

Fiz a promessa de beber um copo d’água
toda vez que sentisse sua falta.


Agora,


me peguei
bebendo uma caixa d’água inteira,


e ainda assim
a sede não passa.

Ser odiado por trapaceiros é uma honra para homens que possuem um caráter honesto.

Fiquei com vergonha de ter ficado bem por um tempo. Como se esquecer, nem que por meia hora, fosse uma espécie de traição — traição à dor, que já virou quase uma companhia velha.

O luto da “Vida” — 200 dias

Quando nasce uma criança especial, nasce um sentimento. Nasce a culpa, a revolta, nasce um luto. Aquela criança não é a que imaginaram, não é o que sempre sonharam. Mas nenhuma criança é exatamente aquilo que imaginamos ou sonhamos.

E, enquanto se sonha com uma criança que não existe, há uma ali, querendo abraços, querendo um olhar de amor, sorrindo sozinha...

Enquanto cresce, espera ser apreciada pelo que é, e não pelo que deveria ter sido.

Ainda não lhe deram a chance de aparecer, de mostrar para que veio.

E sua cabeça de “pai”, racional demais, não sabe o que pensar. E, baixinho, com medo de ser ouvida, pergunta:

— Para que nasceu? Por que ainda vive?

Enquanto isso, seu coração, acelerado como sempre, já ultrapassou o tempo e sofre calado, por medo de um dia vê-la partir ou de partir primeiro.

Quando alguém deixa ou se vai, não está abandonando aquele bebê, e sim a si mesmo. Está antecipando a própria dor, diminuindo o amor, protegendo-se de algo que acredita ser inevitável.

Mas quem sou eu para falar?

Não tenho filhos assim.

A vida, porém, me deu essa oportunidade.

Por impulsividade, troquei de escola e me tornei professora de dois adolescentes com deficiências múltiplas.

Para mim, era normal.

Eu simplesmente havia mudado de escola e tinha uma variedade de alunos.

Até começarem os comentários.

Comentários de lá, de todos os lugares... Gente dizendo que eu deveria desistir. Outros sofrendo por mim, lamentando a minha “falta de sorte”.

Eu não entendia.

Por que desistir?

Por que aquela seria uma escolha ruim?

Até que, cinco dias depois — no feriado prolongado de Carnaval —, aconteceu.

Era sábado.

De repente, senti o cheirinho de perfume de bebê de um deles.

Não quis acreditar.

Talvez fosse apenas uma lembrança.

Talvez fosse imaginação.

Mas aquele cheiro deixou uma lacuna em algum lugar aqui dentro.

Na terça-feira, senti falta do outro.

Talvez eu ainda estivesse em negação.

Talvez alguma coisa dentro de mim já soubesse, enquanto eu ainda tentava entender.

Era algo que gritava.

Algo intenso demais para passar despercebido.

E, então, pronto.

Não podia mais negar.

Eu estava apaixonada por eles.

E, naquele instante, tudo mudou.

Eu iria cuidar.

Iria protegê-los como pudesse.

Faria o meu melhor.

Quis devolver.

Mas, para esse tipo de coisa, não existe devolução.

Então, tive que usá-los.

Usei os outros 195 dias para brincar, cuidar, ensinar...

200 dias tinham sido muito.

Para que tanto?

Hoje eu sei.

Não precisei de 200 dias para amá-los.

Precisei de apenas cinco para descobrir que já os amava.

Realmente, 200 dias foram, exageradamente, bastante para alguém que não os teria; para alguém que estava apenas de passagem por suas vidas e que passaria o resto da vida sufocando a saudade.

Talvez os 200 dias não tenham sido dados para que eu aprendesse a amá-los.

Talvez tenham sido dados para que eu descobrisse que, depois de amar, não existe devolução.