Um dia Vamos nos Conhecer
Um dia talvez encontre alguém que tire sua Respiração e te dê um Novo significado para tudo aquilo que você já desacreditou .
...Se um dia eu falar "EU TE AMO"
sem você me apresentar seus defeitos;
Pode crer que foi da boca pra fora!
A juventude desperdiçada é como uma jovem esposa que tem um velho marido, o tempo; e um dia ela acorda triste procurando a vida para enxugar às suas lágrimas... de viúva!
Em lágrimas, numa sensação de sabor picante, de ardência, nunca diga adeus à um tempo seco!
Num enriquecimento sem causa, num envelhecimento sem sentido, o local é aqui, e a hora é agora de recomeçar!
Quem cultiva a semente do viver segue em frente, e não se apavora com o tempo... "isso mesmo, acredite e vai"!
Numa reversão dos termos mais amenos ajustados com um dia, quando a diplomacia do íntimo não busca uma saída com a insônia, às vezes a gente acorda de manhã sem saber o que esperar: "eu gostaria tanto de esperançar"!
Eu vivo em uma cidade de espelhos, onde eles refletem as preocupações das faces: a melhor forma de se defender aqui, é saber quando alguma coisa pode acontecer!
Um pesar... às vezes isto é um pouco estranho: "quando eu olhei os olhos dele, eu me vi"!
No silêncio com solos intermináveis de pensamentos, numa sinceridade ligada a fraseados e pequenos detalhes, do que um exibicionismo de palco pode mostrar: "devia ter tentado mais"!
Ando devagar porque minhas palavras e pensamentos se vestem de força, e criam formas, e um dia me retornam; todo exagero é uma encosta com um abismo à vista!
Já vi ondas dançando próximo do mar, dançando ao longo da areia sem pressa em retornar, e muitas se perderam ao irem mais longe... é a vida!
Algo não tem que doer como nunca, para não doer nunca mais... sempre existirá algo que vai doer, mas com às lições e nos próximos supera!
O mundo vê alguém como utilidade dele, a vida me vê como alguém que pode si amar; aquele que aprendeu a ser feliz sozinho, aprendeu a se valorizar!
Persistência
Procuro a promessa
de um dia que talvez seja meu,
mas tropeço na dúvida
de sequer me pertencer.
Habito a solidão que me assusta,
e nela acredito — injustamente —
que não mereço ser amada.
Será?
Falta-me o ar.
As palavras me dizem verdades
nas quais já não sei crer.
Adormeço.
E só no amanhecer
desperta o gosto amargo
de desejar o que não existe.
Persisto
na indiferença que me move,
no gesto automático de seguir.
Que sentimento é esse
que não sei nomear,
não sei acolher,
nem resignificar?
Sou prisioneira do tempo
que insiste em provar
que mereço ser vista.
Por que amar
e ser amada
me aflige tanto?
Então retorno
à vida constante:
compromissos, horários,
dias previsíveis.
Ali, onde o amor não pesa,
eu me convenço:
sou feliz.
TEMPOS DE CAOS
Um dia haverá tempo para o perdão,
para a reconciliação e para o amor.
Tempo para nos reencontrarmos um dia.
E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos
e que agora já não faz mais parte de nós.
Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.
O ser humano passa a vida desejando que os outros mudem, que a realidade mude. Até que um dia ele muda. Só então percebe que não há nada que precisa ser mudado
Os que hoje sabem mais,
um dia souberam menos.
Ninguém sabe de tudo;
querer sabê-lo é insano.
Aprofundar-se, cada vez mais,
ainda que no amargo
das revelações,
é sinal de inteligência.
Estacionar naquilo
que já se sabe
é ignorância.
Mesmo que o dia seja de chuva, levante-se da cama, tome um bom banho, ponha uma bela roupa, use o seu melhor perfume, se olhe no espelho e diga: "hoje meu dia será maravilhoso, pois eu fui privilegiada com mais um presente de vida que o Senhor Deus me deu". Faça com que seu dia termine bem, fazendo uma boa oração em gratidão pelo bem mais precioso que é o milagre da vida!
Era você
Um dia achei
que não era você.
Depois vi.
E, aos poucos,
comecei a entender.
Você é isso mesmo:
louca nas palavras,
intensa no sentir,
inteira nesse jeito
quase indomável de viver.
Carrega decepções
como quem já caiu muito,
mas não deixou
o coração endurecer.
Mesmo ferida,
sorri.
Mesmo cansada,
oferece bondade.
Há uma força silenciosa
no seu riso,
uma coragem mansa
em continuar.
E foi assim,
sem alarde,
que percebi:
era você o tempo todo
Que a minha vida precisava.
Mesmo que o dia tenha 24h para todos, outros ainda reclamam de não ter tempo.
Um pode dormir antes que o outro, mas quem dormiu tarde pode acordar cedo do que aquele que dormiu primeiro.
É responsabilidade individual!
"Se advogo em causa própria, um dia devia ser para a vida, enfim, até antes do fim do meu caminho onde sempre se acaba às ilusões"!
"Às vezes desperto vazio e sem ventilação de pensamentos"; um vazio é uma carência, disfarçada de missão do esquecimento... certas vidas nunca teve ninguém!
Digo a vida: "vou tirar deste lugar e levar para viver comigo... o meu sorriso de agora vem do orgulho de ser eu, se minha paz vem de dentro de mim mesmo"!
"Devo aprender a me amar, no silêncio e no caos... estou em paz agora, com quem sou agora"!
Se um dia eu não estiver mais presente, quero que leia este desabafo e sinta o quanto você foi importante. Você foi a melhor coisa que a vida me deu; com você, desbravei novos horizontes.
Seu sorriso é o meu amanhecer particular. Sua pele tem a leveza de uma pluma e seu beijo... ah, seu beijo é como doce, envolvente e viciante.
Minha gratidão por tudo o que vivemos é infinita. Mesmo que o destino nos separe fisicamente, saiba que você foi o meu melhor mundo. Obrigado por existir.
Outro dia você chegou diferente,
tímida, indecisa,
trazendo no rosto um silêncio estranho.
Teu olhar carregava medo,
desconfiança
e uma dor que eu não soube curar.
Por um instante pensei que fosse cansaço,
ou alguma doença escondida na alma.
De repente você me abraça forte,
como quem se despede sem querer ir.
Olha dentro dos meus olhos,
e ali o mundo parou.
Com a voz trêmula você disse:
“Perdão, amor…
eu preciso partir.”
Não houve briga,
não houve culpa,
só um adeus pesado demais pra caber no peito.
Você soltou minhas mãos devagar
e antes de ir sussurrou:
“Fica em paz.”
E eu fiquei…
com o vazio,
com a saudade,
e com um amor que não teve tempo de se despedir direito.
Como eu vou ficar em paz.
Vendo o meu amor partir.
Sem explicação só a dor ficou.
Adeus amor vá com Deus.
Porque quem um dia amou não precisa continuar presente, mas também não deveria transformar a ausência em ferida. Perder o amor dói. Perder a admiração dói diferente. É quando você entende que não perdeu alguém incrível, apenas alguém que não soube cuidar nem da despedida. O fim também mostra quem a pessoa é. Você não sofre mais por perder a pessoa, mas por perceber que a ideia que tinha dela não sobreviveria à realidade. Você passa a lamentar a imagem que construiu dela. Há um cuidado mínimo que permanece mesmo quando o amor acaba: o respeito pela história que existiu.
Um dia alguém vai notar quando foi seu último grito em silêncio!
Um dia alguém vai entender o quanto é importante dar valor a cada segundo...
Um dia, ah, um dia talvez será tarde demais!
VERDADE DE UM DESASTRE
Um dia me disseram que a água nunca iria acabar, e é verdade, só esqueceram de avisar que essa água era a água do mar!
A pergunta que ninguém ouviu, onde está essa estrada que era um grande rio? Era tão cheio, mas tão cheio, que de repente tornou-se vazio e ninguém mais o viu, a resposta que dão é que simplesmente tudo sumiu.
Mas não pode faltar água na caixa d’água, senão as pessoas ficam encanadas, dizem que é seu direito e se tornam bravas, está tudo sujo e precisam lavar as calçadas, desperdiçam nossa água doce como se fosse um nada, que não se acaba, estão todas essas pessoas muito erradas.
E o céu que suas cores eram brancas e azuis, também se tornou preto de dia de tanto urubu, e estão apenas fazendo sua parte, pois se tornou uma grande carniça todo esse desastre.
As nuvens não se fecham mais, o céu e a terra se abrem, o que antes era certeza, hoje é um talvez quem sabe... e até quando vamos viver tudo isso? Talvez até que os dias se acabem...
Os animais já não têm mais moradia, se encontram cobras dentro de casa, embaixo da bacia, sem direito algum sofrem grande covardia, mais um bicho morto, mais um bicho sem vida....
E a grande caçada é pela solução, ser humano no lugar dos pés arranca com as mãos, não sabe onde é a lata de lixo, joga tudo pelo ar um grande perigo e isso tudo tem poluído, o que só se aumenta e não tem diminuído... por favor inventem um remédio logo para tudo isso e que seja logo distribuído, em vacinas, doses e em grandes comprimidos.
Quero ver esse mundo de novo com mais água e um inverno frio, quero que as pessoas se esvaziem do mal e possam encher os rios, que entendam que agora já é tarde e amanhã será tardio;
Espero que eu e você façamos nossa parte, ajudar sempre foi obra de arte, que assim tudo mude, tudo se encaixe e eu possa mudar de assunto que não seja desastre uma verdade que invade de forma covarde.
Capítulo — O dia em que eu voltei para mim
Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.
Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.
Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.
Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.
Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.
No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.
Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.
Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.
Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.
Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.
No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.
Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.
Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.
Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.
A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.
Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.
Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.
Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.
E fui.
Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.
Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.
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