Um dia a Gente se Conheceu

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⁠Existe história
que é Cacumbu
na vida da gente,
Tem hora que
o melhor é deixar
para lá e isso não
significa esquecer,
E sim valorizar
aquilo que nos leva
sempre prá frente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tem gente que
não se recorda
do Caiporinha
dançando com
o Bumba-Meu-Boi,
Quando se dá
corda a memória,
A poesia é que
se escreve na hora.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sopro de Cainamé
tem gente que merece
só por ser quem é.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O fio da vida irá nos dar
o espelho necessário
para a gente se enxergar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A gente se ama muito e do alto
e sem nenhuma sombra de dúvida,
ao Norte da Ilha de Ronde se avista
poeticamente a Ilha Diamante.

Com os pés nas areias em breve,
o mar das Pequenas Antilhas há de beijar
e a brisa nos tirar para dançar
para espalhar romance por todo o lugar.

Não temos medo do futuro
e pressa de absolutamente nada,
porque sabemos o quê queremos.

O amor não nos pegou desprevenidos, sempre soubemos que combinamos:
dois corações reunidos e festivos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A polarização irrazoável nestes anos destruiu a sociedade por dentro. A gente precisa se resgatar. Ninguém é obrigado a se gostar, mas a conviver de maneira ordeira e respeitosa. Cada um tem a sua própria vida para viver.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nas Ilhas dos Araújos
como aves livres
na Baía do Babitonga
a gente se encontra.

Discreto talvez o amor
venha e nos leve por
encanto e sem espanto
à ele nos rendamos.

O romantismo resiste
e em nós tem refúgio
deste mundo incrédulo.

Um perene e estuarino
de impulsos sem medir
riscos porque estamos vivos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Rio Urussanga
precisa voltar a viver,
como aquela alegria
genuína que a gente
sentia sem mais
e nenhum o porquê.

Nas águas do rio
a gente também
encontra águas
de banhar e de benzer,
se a água está boa dá
para plantar e colher;
por isso deixe a mata
na beirada crescer.

Todo mundo gosta
de comer peixe e ter
água para beber,
não posso fazer nada
a não ser escrever,
porque sei da dor
do pescador de querer
continuar a sobreviver.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Festa Julina

Junho de nós se despediu,
o Camboatá floriu,
tem gente que nenhum
arraial sequer viu.

Em algum lugar sempre
tem uma Festa Julina
para quem ainda
não conseguiu festejar.

Quando julho terminar
o quê importa é continuar
com a mesma alegria
e orgulho de ser caipira.

Porque estar sempre
a caminho da roça
é o quê nos importa
com fé e arraial pela vida toda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É muito cedo para pensar em eleições, precisamos de gente que invoque bom senso! Direita, Centro ou Esquerda aqui no Brasil são fórmulas com nomes diferentes do mesmo xarope!

Inserida por anna_flavia_schmitt

A rua acima
da minha rua
é o endereço
da memória
do amor de
muita gente
que migrou
para o infinito.

E todos nós
nos divertindo
com a tragédia
de quem não
nos entende,
e se colocou
num mundo
em guerra por
ignorar que
viver significa
fazer o bem
sem ver a quem.

Da rua acima
da minha rua
não olhamos
só para trás
e para quem
longe se foi,
Em noites
mui escuras
ali sempre
contemplamos
a luz da Lua.

Os que vão
contra o oculto
e o destino
são todos
os que creem
na vida curta,
nem no verdor
e no balanço
das árvores
poemas não leem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O Brasil já está com problemas demais para a gente ficar se distraindo com as baboseiras desses políticos nas redes sociais que estão adoecendo psicologicamente a sociedade e estão produzindo muito pouco, ou melhor, nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O Brasil já está demasiadamente ferido para ver gente divergindo e se odiando. Vamos com calma, pelo amor de Deus! Não se contaminem por alarmismos de quem que seja. Dá para divergir sem se odiar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Existe gente
que finge
não entender,
E que merece ter
o seu espírito
hostil levado
a dispersão:
Seguir criando
embates inúteis
que jamais
irá trazer
a libertação,
só aumentam
a confusão.

A paz é um
compromisso
que deve
por todos
ser abraçada;
O General
está preso
há um ano
e um mês,
e eu não sei
de mais nada.

Há 152 militares
pelo mesmo
falso motivo
que estão
em detenção,
Homens
devotados
à Pátria
que foram
acusados
de traição,
Sou a tal
inconformação,
Só peço
que entenda
a petição,
Te convido
a deixar
o passado
para trás,
e ser tempero
da evolução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠I
Faltar com
a verdade,
Furta a paz
de toda
a gente,
Segue a
criminalização
dos coletivos
de maneira
crescente.
Brindar com
o silêncio
sobre o General
e a tropa
tem acabado
comigo.
Li que
a Amanda
não sumiu,
Ela deve uma
explicação
ao esposo
e ao povo.
Brincar com
assunto sério
não é correto,
Não é assim
que se constrói
um futuro
concreto.
E assim segue
neste dia de
relembrar
que as Malvinas
são Argentinas,
E sobretudo
homenagear
os veteranos
e os caídos.
II
Brigar não
oferece
nenhuma
vantagem
a ninguém,
Não sou
perfeita,
Mas tento
buscar ser
ao menos
em cada
novo poema.
Ajude-me
encontrar
a Amanda,
este é um
poema sem
dedo
apontado,
Que nem leu
o quê ela tem
tem escrito;
Mas pelo valor
da vida é
interessado,
E que possui
o mesmo louvor
tem rezado
pelo General
injustiçado.
Nem tudo é
culpa de um
Governo por
pior que seja
ele não é dono
das mentes
das pessoas,
Antes de falar
se esforce um
pouco para
não ser injusto
com quem
não merece,
Te peço isso
em prece
e prosa
de quem
não esquece
nenhum
momento da tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O General
tem sido alvo
de rechaço
por parte de
gente que
por conivência
com o imoral
finge não
enxergar um
palmo diante
do nariz,
não faço parte
dessa história,
mas estou
cansada só
de ler essa
gente infeliz.

Não há como
frear os fatos:
o destino tem
como prêmio
a consequência
em proporção
a cada boa
ou má ação,
tudo depende
da sua vontade
de fazer um
caminho pleno
de construção.

Uns dizem
que o General
foi olvidado,
mas estes não
deixam de ter
razão porque
a única que
o esqueceu
foi a Justiça
insistindo nessa
prisão indevida,
e eu sigo em
prosa e poesia
tentando mostrar
que ninguém
está livre de ser
jogado nessa
igual desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

José Boiteux

⁠Minha amada José Boiteux,
esta poesia é feita da tua
gente kaingang, guarani
xokleng e germânica,
E vem se erguendo
como plantação de fumo
nas tuas folhas,
florescendo na primavera
e balançando sinfônica
como árvores nas matas.

Nas tuas cachoeiras
conheço o meu rumo,
Cidade linda onde
o meu coração tem prumo
e por ti muitas histórias
da tua gente brasileira
com toda a paixão
e gentileza hei de escrever.

Extraordinária José Boiteux
no vai e vem das estradas,
não nego para que minh'alma
por ti vive encantada,
Em ti tenho o meu enleio
e o meu doce sossego;
Vivo por ti construindo
os meus planos que só aqui
seguirei vivendo com
o meu coração cantando por ti.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nesta madrugada que
supera cinquenta dias,
sou a canção triste
do choro da tua gente:
da mãe, da irmã,
das filhas, das lideranças
e da mulher amada.

A tirania foi reconhecida,
ela nasceu inabilitada
e foi em exílio suspensa
embora ela não reconheça.

A verdade dolorida
é que sobre a sua prisão
não se sabe mais nada,
e assim sigo incomodada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não dá para "forçar" ninguém a pensar como você, e sim dá para se afastar de gente que não pensa como você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Iraceminha

Pequenos lábios de mel,
sonhos gigantescos
e bem brasileiros,
A tua gente gaúcha
com coragem te ergueu.

Iraceminha querida
e hospitaleira como
ninguém tu bem sabes
ser amável e por esta
nossa Pátria guerreira.

Pequena saída de mel
e com amor inesquecível,
é deste jeito que a sua gente
com constância te devota.

Iraceminha é
na poética do teu Lajeado
que leva o teu nome
é onde até hoje o meu
coração permanece apaixonado.

Região bonita, Maravilha!
És minha estância poética
onde a imigração que honro
inoxidável por tudo o quê
foi, tem sido e assim será:

Minha Iraceminha em tupi,
guarani ou no idioma pátrio,
a minha poesia sempre homenageará.


Inserida por anna_flavia_schmitt