Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Meu irmão (ã), existe um ditado que diz: "se conselho fosse bom, não se dava; se vendia".
A Escrituras diz o contrário: "...na multidão de conselhos há sabedoria..."
Então, segue esse conselho, viu.
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É ridículo isso!
Meu irmão!
Saiba que eu sou um cara de muita sorte!
Deus me escolheu para me oferecer um amigo tão especial quanto tu.
E por seres essa pessoa tão maravilhosa, tão especial em minha vida, eu fico sem saber como te agradecer e como te desejar um feliz aniversário.
Em meus rabiscos, já não sei quantos, escrevi:
“Gosto muito de ti”,” Te desejo toda felicidade do mundo”, ”Ser teu amigo é algo incrível , que não sei definir e nem explicar”, “Que és uma pessoa bacana, com quem posso sempre contar", etc. Enfim, perdi a noção do tempo para escolher as frases mais verdadeiras. Para te dizer o quanto te considero, o quanto és especial, e o quanto te quero bem!
Bem!
Amigos, tu (graças a Deus) tens muitos!
Saúde, Deus vai te proteger como nunca!
Competência, nunca te faltou!
Então, só posso te desejar, que Deus multiplique tudo de bom o que já possuis. Que realizes os teus sonhos, que diariamente a Ele suplicas!
Parabéns!
Felicidades!
Feliz aniversário!
Se tens um sonho só tens que acreditar,
portanto faça chuva faça sol,
acredita meu irmão,o sonho só se vence se a gente lutar.
Senhor, fazei das minhas palavras um instrumento da tua luz.
Fazei com que cheguem ao meu irmão com a sonoridade do amor, com a leveza do carinho, a claridade da fé e a força da esperança.
Fazei com que sirvam de consolo para os que sofrem, de alegria para os que estão tristes e de alívio para os angustiados.
Fazei pai com que a poesia da vida ressurja nos olhares onde havia morrido e, que a paz seja a cadência dessa minha humilde oração.
Mundo em decomposição por um triz
Transforma um irmão meu num verme infeliz...
Como posso mergulhar de cabeça em algo com o Jeremiah se um pedaço do meu coração ainda é do irmão dele?
MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO
Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem.
Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai trazia um bolo-rei e uma garrafa de vinho do Porto.
Sentados à mesa, abria-se a garrafa de vinho do porto e partia-se o bolo em fatias. O meu irmão e eu disputava-mos o brinde do bolo-rei comendo o mais rápido possível na expectativa de nos calhar em sorte não a fava, mas sim o almejado brinde!
Eu não gostava daquele bolo, mas naquele tempo a gente “não sabia o que era gostar”, como dizia a minha mãe quando nos punha o prato á frente. Assim acostumada, engolia rapidamente as fatias para não sentir o sabor e ser a primeira a encontrar o brinde.
O meu pai, deleitava-se com o copito de vinho do Porto e observava calado as nossas criancices.
Depois, vencedor e derrotado continuavam felizes, na expectativa da verdadeira magia do Natal. Púnhamos o nosso sapato na chaminé, (eu punha a bota de borracha, que era maior), para que, á meia-noite o menino Jesus pusesse a prenda.
Íamos para a cama excitados, mas queríamos dormir para o tempo passar depressa e ser logo de manhã. Mal o sol nascia, corria-mos direitos ao sapatinho para ver o que o menino Jesus tinha la deixado.
Lembro-me de chegar junto á chaminé e encontrar o maior chocolate que alguma vez tivera visto ou ousara imaginar existir. O meu irmão, quatro anos mais velho, explicou-me que era de Espanha, que era uma terra muito longe onde havia dessas coisas que não havia cá.
O mano é que sabia tudo e, por isso, satisfeita com a resposta e ainda mais com o presente, levei o dia todo para conseguir comê-lo a saborear cada pedacinho devagar!
Depois, não me lembro quando, o meu irmão contou-me que não era o menino Jesus que punha a prenda no sapatinho, mas sim o nosso pai. Eu não acreditei e fui perguntar-lhe.
O meu pai, que gostava ainda mais daquilo do que nos, respondeu de imediato que não, que era mentira do meu irmão, que ele sabia lá, pois se estava a dormir…
Com a pulga atras da orelha, no Natal seguinte decidi ficar de vigília, para ver se apanhava o meu pai em flagrante, ou via o Menino. Mas os olhos pesavam e, contra minha vontade e sem dar por isso, adormecia sempre e nunca chegava a apurar a verdade.
Na idade dos porquês, havia outro mistério á volta da prenda de natal. É que eu ouvia dizer aos miúdos la da rua, que eram todos os que eu conhecia no mundo, que lhes mandavam escrever uma carta ao menino Jesus a pedir o que queriam receber. Maravilhada com tal perspetiva, apressei-me a aprender a ler e a escrever com a D. Adelina, que era uma senhora que tomava conta da gente quando a nossa mãe tinha que ir trabalhar e que tinha a 4ª classe, por isso era muito respeitada sobre os assuntos da escrita e das contas.
Antes de entrar para a escola primária já sabia ler e escrever mas isso não era suficiente.
Faltava ainda arranjar maneira de fazer chegar a carta ao seu destino. Para mim, aquilo não resultou: da lista de brinquedos que eu conhecia, não estava nenhum no meu sapato.
Questionada, a minha mãe, que tinha ficado encarregue de dar a carta ao Sr. Carteiro, disse-me que o menino Jesus só dava prendas boas aos meninos que se portavam bem. Mas eu já era uma menina crescida, já tinha entrado para a escola primária (em 1974) e sabia que os que recebiam brinquedos eram diferentes de mim noutras coisas também.
E foi então que, depois de ler a carta dos Direitos da Criança que estava afixada na porta da sala de aula, soube de tudo. Senti-me triste, zangada e confusa: Porque é que escreviam coisas certas e as deixavam ser erradas? Eles eram grandes, podiam fazer tudo! Se estava escrito ali na porta da escola era porque era verdade e importante, igual para todas as crianças como dizia na Carta. Que tínhamos direito a um pai e uma mãe lembro-me. A partir dali todas as coisas que a que a criança tinha direito, eu não tinha, e isso eram por culpa de alguém. Experimentei pela primeira vez um sentimento que hoje sei chamar-se injustiça.
Tranquilizei-me com o pensamento de que um dia viria alguém importante e faria com que tudo aquilo se cumprisse. E eu aí esperar. Era criança, tinha muito tempo: nascera a minha consciência cívica.
Compreendi que os adultos diziam as coisas que deviam ser, mas não eram como eles diziam. Nesta compreensão confusa do mundo escrevi nesse primeiro ano na escola a minha carta ao menino Jesus e deixei-a eu mesma no sapatinho. Era um bilhete maior que o sapato e dizia assim:
“Menino Jesus
Obrigada pela prenda.
Vou pensar em ti todas as noites mesmo depois do natal passar e espero por ti no natal que vem. Gosto muito de ti.
Adeus.”
E rezei a Deus que, houvesse ou não menino Jesus para por a prenda no sapatinho, me trouxesse todas as noites o meu pai para casa.
Nisa
Setúbal, 29 de Novembro de 2012
LAMENTO POR UM AMIGO
Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; tu eras amabilíssimo para comigo! —2 Samuel 1:26
Sendo eu um pastor, sempre me pediram para dirigir pregações fúnebres. O coordenador do culto me entregava um cartão contendo informações a respeito da pessoa falecida, para fornecer detalhes sobre ele ou ela. Todavia, jamais me acostumei com isso. Por mais prático e necessário que fosse, me parecia um tanto banal transformar a vida dessa pessoa em informações escritas num cartão. A vida é muito mais que isso.
Depois de Davi ter recebido a notícia da morte de Jônatas, ele relembrou a vida de seu amigo — e escreveu um lamento para que outros pudessem cantar como homenagem a Jônatas (2 Samuel 1:17-27).
Davi relembrou a coragem e as habilidades de seu amigo, e falou sobre a tristeza que motivou tanto lamento. Ele prestou homenagens por uma vida rica, honrosa e heróica. Para Davi, foi um tempo de intensos lamentos e recordações.
Quando nos entristecemos por um ente querido, é vital trazermos à memória os momentos e experiências que passamos juntos, e, foram tão importantes para nós. Essas memórias enchem nosso coração mais do que um simples cartão. O dia em que a tristeza nos visita não é o momento somente para rápidos pensamentos ou para rever fatos e lembranças de nossos amados. É um tempo de profundas lembranças e de agradecimento ao Senhor pelos detalhes, pelas histórias e pelo impacto que causaram durante a vida. É um tempo para parar, refletir e homenagear. —WEC
As preciosas memórias da vida podem acalmar as profundas tristezas da morte. Bill Crowder
Você,
Meu Irmão, Minha Irmã...
Não está vivendo para para erguer um monumento à sua vida vivida, mas para dignificar o resto de vida que terá que viver, então que seja vivida com gratidão, alegria e nobreza!
- Portanto não encare o dia de hoje, como se fosse o último dia de sua vida;
Mas a partir de agora, considere-o como o primeiro dia de vida que você tem pela frente a cada amanhecer... E, perceberá o quanto você é especial!
Tenha um excelente dia hoje e sempre, pois o mercado é do tamanho da sua capacidade, influência e imaginação!
EU ACREDITO EM VOCÊ...Paulo Silveira
Magia
Falar de você,
Meu irmão querido,
É como descrever um grande amigo,
Tu és a força do meu grito,
Uma sabedoria do infinito.
Você meu irmão,
É o cara da velha infância,
Onde brincavamos com devoção,
Tempo bom sem muita ganância.
Fomos muito bem criados,
Apanhamos quando necessário,
Nem por isso fomos mal educados,
A dor faz parte de um bom berçário.
Eu o acho o cara mais legal,
Quisera eu ter a sua alegria,
Nesse mundo tão desigual,
Tu tens a força da magia.
Magia da essência de uma criança,
Que nunca guarda a maldade,
Teu olhar traz a esperança,
Fostes moldado no caminho da verdade.
Eu muito o amo,
É um prazer ser teu irmão,
Ao meu Deus, eu nunca reclamo,
Sou grato pela honra de carregar-lhe no coração.
Obrigado por você existir,
Pela grandeza de todo o teu ser,
Eu jamais irei omitir,
Esse amor que me faz crescer.
Tu és um grande pai,
Tu és um grande irmão,
Tu és um grande filho,
Tu nunca fostes empecilho,
Sempre fostes a solução.
Obrigado meu Deus,
Obrigado minha mãe e ao Luiz,
Obrigado Lania,luz dos olhos teus,
Tu és o irmão que eu sempre quis.
Lourival Alves
Só te digo isto abre a pestana,
porque estou a curtir um som com Nirvana.
Pegua lá meu irmão um saco marijuana,
mas não te preocupes com a grana.
Nos dias de glória facilmente um amigo bate em seu ombro te dá aquele abraço e te chama de meu irmão camarada. Mas é diante das tribulações que descobrimos aqueles com os quais verdadeiramente podemos contar.
Islene Souza Leite
“Eu não sabia que tinha amigos até dar adeus, aprendi amar um garoto que se tornara meu irmão e eu não sabia que um novo caminho estava se abrindo para mim e que mudaria completamente a minha vida e minha forma de ver o mundo”.
Um dia conheci, através do meu irmão, uma moça bem confusa, mas de grande coração. Tinha sonhos, gostos, meio fora do normal, começando com um pastel do seu homem ideal. Era linda, era astuta, e meio louca. A linda moça era tudo e muito mais, só não era nada fofa.
Me mostrava lindos textos, lindos versos que escrevia, ria das minhas piadas, uma bela companhia.
Como viram, cativou minha pessoa em pouco tempo, tão menina, mas madura, em paixão e pensamento. Um carinho tão bonito que a vida testemunha, minha flor, minha pequena, minha linda, minha cunha.
As pérolas de meu irmão Jadeilson
Meu irmão, Jadeilson, é um homem simples, mas vez por outra me manda uma pérola filosófica. Outro dia, ouvi de sua boca algo espantoso, para um homem que tem como ofício, ser pedreiro e criador de galinhas.
Disse-me ele em uma conversa sobre política e corrupção: "Prefiro conviver com Leão saciado a ter que viver com um Cão faminto. Fazia ele analogia simples ao político rico e ao político pobre. Hoje, todavia, em outra conversa, me disse meu irmão: "Evan, você sabia que a persistência é a mãe da prosperidade?"
Nos dois casos, disse pra ele que são conceitos, contudo, vindo dele, de quem eu sei que não leu em livro algum, disse que sim era um pensamento original de muita relevância, uma vez que lhe veio à mente pela observação e não por estudo meticuloso, também a ideia do cão faminto nos reporta ao livro de "Eclesiastes", mas sei que ele não tem a maldade intelectual para plagiar o ora dito Clássico Bíblico. Disse a ele, meu irmão você um verdadeiro filósofo, à moda de Sócrates, que não escrevera nada.
Nao caia meu irmão
Nao caia meu irmão
Aqui fora terá varios amigos
Em um mundo de solidão
Lute, ore
não deixe mundo lhe vencer
Na organização tem os irmãos,
os anjos, torcendo por você...
Aqui fora o mundo é cruel todos querem te derrubar, satanás e os demonios so irão de ti zombar...
Não caia meu irmão pense em Jeová, na sua família por favor,
pois nao encontrará no mundo
outro lugar, onde receba tanto amor!
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