Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Meu pai me levou em seus braços quando eu era criança,e um dia vai chegar o meu momento de carrega-lo ♥.
Meu pensamento anda pagando propina para um cocheiro levá-lo numa carruagem ao mundo encantado. Só pode!
Se das mil palavras que falei, você notou o meu olhar, eu saí vencendo! Se de um olhar, você notou minhas mil palavras, não passaremos da cama!
É um olhar profundo. Sim, esse mesmo. O meu. Se olhares bem no fundo dos meus olhos, perceberás. Que é profundo. E que não mente. É preciso muita atenção. Esses olhos aqui não mentem. Posso mentir em um sorriso. Em uma resposta à um “tudo bem?”. Posso mentir na minha forma de falar. Mas nunca no meu olhar. Ah, meu olhar. Esse olhar tem mania de se entregar. Sem que seja preciso sair uma palavra da minha boca.
Ontem tive um choque de realidade, que se estendeu a hoje, e fiquei abalada. Mas meu otimismo sagitariano é tão gigante, que depois de ir à nocaute, levantou-se lentamente, recobrando os sentidos e voltou à luta. Porém, meu corpo sedentário está cansado dele; estou cansada da esperança em tempo integral. Quero que ele tire férias, ao menos de uns dias, para que meu corpo possa se recompor. Um momento de realismo não faz mal a ninguém. Sei que nasci para a ação, mas quero ser passiva agora. Otimismo, vamos dar um tempo? Depois a gente volta a se amar.
Meu paletó jogado na cadeira e um gelo solitário a derreter, to eu a solidão e a madrugada rezando pra vc aparecer!!!
Risquei nos meus lábios um falso sorriso... Um falso sorriso de alegria... Mas as lágrimas do meu coração mostraram a minha verdadeira maquiagem...
O SANTO RETRATO
À minha frente,
Na parede do meu quarto,
Um crucifixo dependurado.
Faz tempo!
Muito tempo...
Numa tremenda data passada,
Que me disseram tê-lo colocado ali,
Tão visível, perceptível,
No entanto, eu ? indiferente ?
Sempre me omiti;
Só agora vi que nem o tinha notado.
Crucificado!
Jesus preso à cruz,
Com os braços abertos,
SEM NUNCA tê-los cruzados.
Jesus em meu quarto,
Há tanto tempo,
Mas, em mim, aqui comigo...?
Ah! Apenas Lhe dei a oportunidade
De estar em meus aposentos,
Pouco me importando
Com os tantos ferimentos
Que Lhe foram aplicados.
As cruéis perfurações da grande maldade,
Os cortes dos profundos machucados.
Jesus crucificado!
A sacra figura, o santificado retrato.
A imagem do grande sofrimento
DAQUELE que só falou do bem
Em seus maravilhosos ensinamentos.
O sangue, a expressão da dor,
Os pregos pontiagudos.
A coroa toda feita de espinhos
E eu, a cada dia,
Reclamando em demasia,
Somente pelo dissabor
De ter que encarar os fatos,
Que se sucedem pelo caminho.
Por ter que suplantar
Miúdas barreiras, diminutos degraus,
Pequenos obstáculos.
Jesus que eu esqueci!
Que o descaso fez com que
Eu tanto O deixasse de lado!
Não acatei as suas inigualáveis vantagens.
Não estive ?nem aí? ? e daí? - com Você
E com suas pregações, suas mensagens.
Com as divinas palavras,
Que se fazem presentes.
Que vão sendo apregoadas
Há mais de vinte séculos,
Por todos aqueles que sempre
Olham-te de frente e continuamente se salvam.
Jesus,
consciente, eu admito!
Não fui além de ter-me entregue
À insignificância, ao nada praticamente;
Permanecendo estático, inerte, distante,
Sem saldar tantas dívidas de meus tamanhos débitos.
Por isso, abro-Lhe agora,
Ainda robusto, forte, vivo,
As portas desse meu coração desamparado
Que não soube estimar
O quanto Você era e é
Indispensável, necessário, preciso.
Contudo, mesmo assim,
Talvez, só isso seja insuficiente,
Pois, quando eu tocar os vitrais do céu,
Pode ser que se ouça alguém dizer:
?Contente-se em ir a outro local
- Lá bem diferente, quente e tumultuado -.
Ao mal que você fez por merecer.
Não há como permiti-lo entrar,
Visto que seu nome não consta, aqui relacionado!?
Meu pai... Ah, meu pai. Meu pai era assim: um homem deitado numa pilha de travesseiros. Lembro-me ainda de que ele era uma imensa pessoa, vermelha e inchada, espirrando sangue e chamando pela neném. Jeruza tinha dez meses e então traziam-na para o quarto. Mal via papai, a menina abria a boca no mundo e os dois enchiam o quarto de choro e sangue até quase se afogarem. Era um rio de borbulhas quentes e fétidas. uma vez, fui surpreendido pelas suas águas e só não me afoguei porque alguém me puxou pelos cabelos e soprou-me os lábios. Duvida? Não tem problema, livro aceita tudo. E que importância tem se, quase trinta anos depois, resolvo passar um rio de águas e borbulhas vermelhas bem no quarto de papai?! O tempo faz-nos perder coisas, mas dá-nos obter outras". (Estranhos na noite, romance, 1988)
Dormindo o unico momemto em que tudo que eu quero é meu, que eu faço oque quero. Será que um dia isso vai deixar de ser considerado só um sonho?
De mãos dadas com um desconhecido íntimo
Percebi que a solidão é a saudade de quem caminha ao meu lado.
Teus braços de amor, de paz, esperança, que o meu louvor e minha adoração suba aos céus, e exale um cheiro suave, que eu possa, ser sua amiga e estar perto de Ti, em tudo em minha vida.
Um sopro de vento leva meus pensamentos, flutuam com a brisa, choram com a tempestade, Suspira meu coração... será sonho ou realidade?
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