Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
"Eu poderia facilmente te elogiar de grandes formas com todas as palavras que tenho em meu vocabulário, porém elas jamais seriam o suficiente para tamanha grandeza."
Meu único alvo de museu, foi uma menina esperta
Do qual eu sabia que seria a única
A entender meus traços
Minhas conjunções e versos
Aquela cujo sangue é de tinta
E que nos lábios falaria sobre artes
Marcaria seu nome no verso das folhas
Com uma letra estranha
Imitando Descartes
Poeminha dedicado aos riscantes bizarros, em especial ao meu primeiro alvo de museu. Abril, 22.
Eu creio, com toda a força do meu coração, que toda a maldade, seja em forma de pensamento ou ação, há de se transformar em paz, saúde e felicidade no instante que for dirigida a mim.
hoje quero que meu subconsciente trabalha de forma positiva a meu favor , adquirindo harmonia , paz e amor .
"Você disse que me amava
Mas o pior é que todas elas disseram o mesmo
Prometeu não quebrar meu coração
E como sempre eu estou juntando os cacos aqui no chão
Só queria que você segurasse a minha mão
E para os meus problemas você ser a solução
Pena que você mentiu, partiu meu coração
E como sempre eu estou jogado aqui no chão"
E do nada as coisas começam acontecer, começam à da certo, ai agente se pergunta.. meu Deus porque só agora?? Porque não era no seu tempo e sim no tempo de Deus.
Você me falaste de amor,
Tu me falaste de paixão...
Você não sabe a dor
Que senti em meu coração.
Risonha disse que de mim gostava,
Falou-me de coisas que dão vazão.
De meus sentimentos caçoava
E não me dava razão.
Agora eu sei quem tu és,
Não donzela e nem bela!
Nada mais de tu requeres,
Vá para casa, olhe pela janela!
Me olhe passar querida
Com meu bem querer.
Acabou filha, aquela paixão sofrida,
Nas páginas da vida nem quero reler
Só quero uma coisa te falar:
Não quero mais te ver!
Mais tarde vais querer chorar,
Porque me fez te esquecer.
O meu mundo era
Só eu e apenas eu
Até que a Quimera
Apareceu...
Mistura tal
De olhar sedutor,
Com um charme letal
Encantando o gladiador
Dono do coração
Quanto te vejo
Prendo a respiração
E só te desejo...
Desejos.
Aqui no meu silêncio....
Quieto em minha varanda...
Na janela...
Apenas uma grade de ferro que me faz prisioneiro...
E um portão com cadeados que me segura....
Na calada da tarde...
O Sol se faz presente...
Raios coloridos espalham ao além...
E eu....
Mesmo quieto...
Sinto o perfume doce no ar....
Embriagado....
Deito em minha Rede....
E sinto a paz exalar...
Algo muito doce me faz salivar....
Deitado em meu ninho...
E me ponho a chorar...
Calor aquecido do sol...
Mas nada adianta...
Se não tenho aquilo que sonho...
A Alma fica trêmula desejando um horizonte...
Desejo que invade meus instintos e me faz até adoecer...
Coração ferido...
Maltratado segue em seu pulsar...
O que me enlouquece eu não sei...
No balcão...
Ou no chão....
Cheio de erros e razões...
E assim sofro eu...
Querendo escrever...
A próxima inspiração...
Enlouquecido....
Com o coração na mão...
Fico ocioso...
Querendo terminar uma escrita...
Para começar outra de imediato...
E fico Jogado....
Como lixo no chão....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Melhor versão
Os dias se passam e sinto mudar
Meu sorriso, minhas lagrimas, meu olhar.
As cenas do cotidiano para contemplar “Destino”
As vezes novas, as vezes as mesmas, mas irão ficar.
Essa versão de vida
As vezes cega, as vezes viva
Demonstram onde irá chegar
De enxergar o dia de reencontrar “Fé”
Cotidianamente a expressão dos tempos
Conotam uma versão antiquada dos ventos
Que sopram para o destino nem sempre conhecido
Estará a deriva do acontecido. “Naufrago”
Nascerá todo dia
Não estará escondida, nem oprimida
Será sempre vista como água límpida
Minha melhor versão. “Vida”
Sousa,PB 10:02 - 10/02/2021 Silveira, Osnildo
Sra RAM com memória aleatória não nego o meu ego escrevo sua história
por 30 anos ou mais,
contraditórias Jamais, as tais memorias pois é Somente Zé Inglórias as lia.
Enquanto RAM as escrevia Todo dia nesse mesmo apreço que Zé lia desconheço as vezes derrisórias, nesse afã minhas memórias somente eu e Zé as lia . Num belo dia Resolvi que caberia dar um basta no arquivo desta pasta.
RAM cá pra nós minha senhora com esta memória 4 giga mas veloz que as lombriga reverte peço toda história. Hoje eu vivo de memória e todo dia a bendita placa genitora, ação do verbo soar na mesma conjuntura soares me deixa tristonho ma cedo já suponho Zé lia as memorias com aquele mesmo apreço que já disse no começo Igual eu mesmo desconheço
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