Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida
Voltaire era o pseudônimo (apelido) de François-Marie Arouet. Foi um importante ensaísta, escritor e filósofo iluminista francês. Nasceu na cidade de Paris, em 21 de novembro de 1694 e morreu, na mesma cidade, em 30 de maio de 1778 (aos 83 anos).
Meu coração dói com a ausência e o silêncio do meu senhor. Um vazio toma conta de todo o meu ser e sinto o mundo coberto por uma espessa camada de névoa que me impede de caminhar em segurança.
Todavia o sol ressurge em meio ao céu cinzento e dissipa toda treva e sombra, iluminando o caminho para que eu possa enxergar as mãos firmes do Dom que me conduz em segurança rumo a um novo e belo horizonte. Todo meu ser se aquece com o seu calor e a vida pulsa em minhas veias renovando o ânimo e devolvendo-me o viço na face. Os sorrisos são fáceis e fartos dispensando razões para a expressão de tranquilidade e felicidade estampada na feição daquela que sabe que pertence a alguém. Esse alguém que mostra toda leveza e simplicidade de todas as coisas com suas palavras e gestos de cuidado por vezes é duro em seus ensinamentos mas demonstra carinho e proteção em todos os momentos.
Estou segura nas mãos do meu Dom.
Sou grata por pertencer ao meu senhor.
Senhor de tudo em mim!
Um sonho tenho! Luto por ele ? Na maioria das vezes. Esse sonho me pertence ? Não me imagino , mas pelo o padrão sim , ele me pertence. Queria viajar pelos corredores da vida , sei lá por ai , andar na avenida Paulista, conhecer pessoas ,tirar retrato , acaraciar um dog ,tomar um belo açaí, pagar um almoço a quem precise , tentar corrigir o "sonho"! mas tudo bem posso deixar isso para daqui alguns mêses ou anos , tenho que ir atrás do "padrãO" ..
Tu és um guerreiro, um lutador
Mesmo no meio da escuridão
Pensa positivo e contamina
Todas as pessoas ao teu redor 🍀
Pois dentro de ti existe um lobo feroz
Que luta e vive ferozmente em liberdade
No mesmo ato em que apontamos um dedo
para gritar ou falar mal de alguém,
outros três, da mesma mão, mas, em silêncio,
direcionam para nós.
Perdido por amar.
"Tudo que temos hoje é um desejo, desejo que nos tornam iguais, que nos tornam impar.
Mas por que temos perdido tanto tempo?
Será que o medo de se atirar é maior que o de não tentar?
Há, sei não hein, não sei se posso esperar.
Diferente de ti, eu sinto, e sinto muito;
Sinto, pois dizem que jamais poderemos ser nossos.
E eu, apelidando esse sentimento de energia; o absorvo como a terra puxa a luz para manter-se aquecida, assim são tuas palavras aquecendo minha alma, ao se manifestarem trazendo-me vida.
Há meu amor, esse teu cabelo encaracolado, olhos escuros e salientes, com pele morena e quente trouxeram perda a meu oriente.
E mesmo que venhas refutar o porquê de tanto lhe amar, pois és inverídica e imperfeita, irei te ouvir, mas não sentirei de recuar.
Não considerarei teu lado imperfeito, mas o lado que esta a me moldar.
E assim, perco-me, pois também não sou perfeito.
E meu maior defeito, é não ter peito.
Com falta de forças para encarar tua placidez, vivo me perdendo de vez, pois tu queres a calma e eu insensatez"
Com base nas análises de Kierkegaard a angústia tem um papel muito importante na essência do ser humano, pois através dela, é que há a redenção e a reflexão da própria consciência.
Pecado
É como um vício, me leva nas noites.
Gotas de insanidade ardendo na veia,
que sem um toque me tira o controle.
Fogo apagado que ainda incendeia.
É um paraiso de indagações.
Beleza insensata, intensa e vulgar.
Perfeito momento de imperfeições.
Meu Édem; lugar proibido de entrar.
"Feliz é a mulher que confunde os pensamentos de um homem com seu amor. Feliz é a mulher que aquece seu coração sabendo que tem alguém que a ama acima de tudo. Amor que por vezes ela não consegue imaginar, mas que está ali... Mesmo que ela nem ele saibam explicar."
"Quero um amanhã melhor do que hoje. E como o amanhã chega a cada segundo, continuo no hoje, acreditando ser o que me pertence."
Um dos privilégios da existência, é poder estar com pessoas das quais nos orgulhamos e daríamos tudo para vê-las bem.
TIROS NA NOITE
Nunca tive dificuldade em andar a noite. Isso é um fato.
Me acostumei a fazer o mesmo trajeto a pé. De casa para o trabalho e do trabalho para casa.
O mal tempo nunca foi problema.
Naquela noite, caia uma leve chuva, por esse motivo tive que usar a capa para não me molhar.
Já passava das 19h. Sempre tive ao alcance da mão uma pistola do tipo sig sauer P320RX carry optic. Para envituais necessidades.
Depois de vestir a capa de chuva, botei o chapéu de abas largas, acendi o cicarro de palha, costume antigo. Sair e chegar em casa fumando.
Ajustei a pistola no bolso, ao alcance da mão. Caminhei lentamente até a saída do portão. Sem pressa segui rua afora.
Entre minha casa, e a empresa tinha uma distância aproximadamente de cinco quilômetros, trajeto que eu fazia em quarenta e cinco minutos.
Depois de vinte minutos de caminhada, cheguei a um terreno baldio, aonde sempre passava.
De repente, ouvir um estranho gemido, parei, avistei a uns três metros um corpo estendido, pude perceber que era uma mulher.
Nesse exato momento, eu já estava com a pistola colada na palma da mão, de tal forma que não fosse vista, se por acaso houvesse mais alguém nos vendo.
Quando fiz menção de me aproximar do corpo, sentir o cano frio de uma arma, encotada em minha nuca, e uma voz que dizia que eu me virasse devagar.
Contrair todos os meus nervos, e usando o fator surpresa, virei-me com rapidez, à minha mão direita, apertava firme o cabo da pistola, ergui o braço esquerdo, batendo com violência no braço armado do meliante. simultaneamente, atirei, acertando acima do umbigo do sujeito a minha frente.
Nesse exato momento, pecebi, que a mulher, que até então, se fingia está morta, caminhava para o meu lado, com um pedaço de ferro na mão. Ela estava a menos de um metro. Usando a mesma agilidade do início, deflaguei dois tiros, atingindo-a com violência acima do queixo. Ela caiu em câmara lenta.
Voltei minha atenção para o sujeito que tinha me encurralado, bem a tempo de vê-lo tentando se levantar. Me aproximei, e providencie que ele desse o último suspiro, acertando-lhe um tiro na testa.
Não tinha mais nada à fazer naquele lugar.
Continue caminhando, em passos lentos.
Chegando em casa bem mais tarde.
Naquela noite não consegui dormir, pois ao sentir a arma na nuca, fui forçado a abrir a boca, e não foi possível evitar que o cigarro caísse na lama.
E pela primeira vez eu chegava em casa sem ele.
Ao invés de apontar os dedos, se cada um os entrelaçar com o seu próximo, concerteza o mundo irá mudar; ah, irá sim!
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