Um Beijo para Ti
Que todos os dias sejam dias felizes repleto de sorrisos pra ti... E que assim possa festejar todos os dias a alegria de sorrir!
De um jeito bem especial, envio um abraço caloroso a ti, guerreiro silencioso, que enfrentas batalhas internas sem que o mundo perceba.
Em breve, a paz que tanto anseias chegará para envolver-te.
Há algo em ti que puxa-me
mesmo quando tento fugir.
A tua presença cerca toda a minha alma, prende-me, incendeia-me.
E quando penso em ti — é o corpo quem responde. O resto dissolve-se,
até o ar tem o teu sabor.
Não há distância que baste.
O teu nome vibra na minha pele, como se o som trouxesse a tua pele para perto da minha boca.
Fecho os olhos
e o mundo curva-se em mim.
Tudo pulsa — lento, quente —
como se o tempo respirasse ao teu ritmo.
Existe um magnetismo em ti que chama o meu caos, um gesto, um quase sorriso,
uma promessa escondida na respiração.
Fico à beira — de ti, de mim, do abismo — e é ali que o desejo cresce, lento, inevitável.
Cada palavra tua é um fio de fogo que me atravessa em silêncio. E quando te calas,
tudo em mim escuta. E nesse inédito silêncio: deixo queimar, não o corpo — mas a alma, essa parte que insiste em te reconhecer.
Quando entro no fundo de ti,
o mundo afina
o seu próprio silêncio,
como quem encosta a alma
a um grito no precipício
para ouvir se ainda ecoa.
Há instantes que nos escolhem
antes de sabermos o nome deles
e tu és esse instante:
a forma mais suave
que o destino encontrou
de me tocar.
Há encontros epidérmicos
que não passam,
ficam suspensos,
como lua cheia
a reconhecer o próprio destino
no rosto de alguém.
P(R)O(B)(L)EMA
Este poema encosta‑se
a ti devagar,
como quem sabe
a melodia
da tua respiração.
Fica ali, no espaço pequeno
entre o teu peito e o silêncio,
onde guardas o que não dizes.
E quando o lês,
ele abre uma porta
dentro de ti:
toca-te sem tocar,
acende-te sem lume,
e fica a respirar
no lugar onde
a tua alma o guardou.
Idioma da Pele
Aproximo-me.
Não de ti.
Do abismo que existe entre a tua pele e a minha.
E caio.
A tua pele não me chama.
Arrasta-me.
Como a noite arrasta o último clarão do dia.
Há um fogo
entre a carne e a alma.
Nenhuma sabe onde termina.
A minha pele.
A tua sede.
Entre ambas,
o mistério.
O resto
é silêncio.
O teu corpo.
O meu.
Dois limites.
O desejo:
a tentativa impossível
de os afastar.
Aos que perseveraram em fazer mal a ti
E boicotaram pra você não ser feliz
Olha para eles e sinta estão perdoados
Mas daqui pra frente cada um pro seu lado
Mesmo quando o vento sopra a favor ele vira-se contra ti quanto percorres um vale. Continua em frente, a resistência será temporária.
"Amanhã reuno grupo de amigos para um 'Café Misturado com Almoço'. Não entenderam? Se eu tivesse dito 'Brunch' teriam entendido? Tem Sido Assim, não tem?"
Texto Meu No.1011, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
