Trechos Românticos
Se observarmos tudo que existe, do que está em nós até o universo conhecido, perceberemos que tudo é composto de fases, sem exceções. Tudo está em movimento constante, nada é realmente, tudo está. Assim, uma certeza podemos ter, que seja o que for, ele não é, ele está, pois trata-se de uma fase.
Existem perguntas que são difíceis de responder, porém se me perguntarem se ainda amo você, direi com todas as letras,
Sim ainda a amo, mas ultimamente estou me amando muito mais.
HOMEM PERFEITO
Ah nessa vida homem é cavaleiro ou nada , se não for?! Deus que lhe ajude.
Poesia não é meu ditado más o meu caminho eu fixei ao seu lado meu sorriso eu coloquei de bandeja e meu coração ? Eu lhe entreguei princesa.
Ver esse sorriso da melhor pessoa é uma hipnose ver esse jeito devastando minha mente eu realmente fico paralisado.
Não desanime por trás das câmeras existe um grande diretor, ele tem o melhor roteiro da vida e está escrevendo nossa história de amor ! M.M
Acorda cedo e sai feliz
lá não sei se vou conseguir chegar a tempo de sorrir...
mas se no caminho o sol se abrir, vai se abrir por que tem que ser, vai completar, vai fazer o dia acontecer...
Pra voltar a ser como se deve ser...
Se você ao menos suspeitasse o quanto é bom,
o quanto te deixaria nas nuvens,
o quanto é ao mesmo tempo romântico, selvagem, e delicioso,
você não perderia teu tempo lendo mais nenhuma palavra
e viria agora, mesmo, fazer amor comigo. <3
Ela é perfeita... É sim, eu acho!
É tudo aquilo que sempre quis e desejei. Seu senso de humor me faz pular carneirinhos em plena luz do dia.
Fico eufórico, completamente bobo.
Na boa, ela é demais.
Tá, sei que exagerei um pouco. É que essa “tonta” me deixa assim. Perco a noção de raciocínio e fico só elogiando-a.
Que coisa!
Estou em suas mãos, em seus pés, braços... Sei lá, sou dela... Hoje, amanhã, ou na porcaria do dia e do ano que for.
Aliás, ela foi esperta. Lógico que irá murmurar e salientar que não. Mas cai entre nós...
“Cê ganhou um presentão hein garota”?
Tirou-me de minha mãe e nem se quer agradeceu... Sem embrulho, sem laço e muito bem educado. Um tremendo Chefe de Cozinha. Especialista em saladas sem tempero, arroz insonso e café fraco.
É... prontinho... Não precisou nem gastar dinheiro com pilha ou bateria.
Tá vai, sei que tenho defeitos. E não adianta ficar escondida com esse sorriso bobo e com esse olhar sacana.
Quer que eu diga né?
Então tá, vai zombando...
Vou contar pra vocês...
Ela vive reclamando. Deve achar que sou um robô ou um “Power Ranger”... Salienta que vim com defeito de fábrica. Sem aquela porcaria de “botão de liga e desliga”.
Veja só, viram como sofro né?
E além de tudo tenho que ficar aturando essa “bobona”, zombando, “tirando uma palhinha da minha cara de besta”.
Ah, querem realmente saber o que penso sobre ela?
Então tá, senta aí, vou lhe dizer.
Nossa casa vive bagunçada, de “pernas pro ar”. Eu tento arrumar ( Tá... é ela quem arruma tudo, haha), porém cinco minutinhos pós-brilho, coberta dobrada e roupas arrumadas, tudo vira uma “zona” que “cê” nem imagina. Uma tremenda loucura. Divertimo-nos feitos loucos ( os vizinhos não aguentam mais, pobre sindico, passa por apuros conosco. Um beijo seu João! ).
Ah, ela vive derretendo chocolate. Até hoje não entendi direito o motivo. Sempre pensei que fosse por causa da TPM, mas não é não. Deve estar querendo virar uma bola charmosa e elegante só pra desfilar nesse tal evento de moda famoso; São Paulo Fashion Week, deve ser isso, sei lá. Porém, sou eu sempre quem “pago o pato”. Fico com o rosto todo “melecado” com esse açúcar nojento e ainda tenho que esfregar a panela que ela faz questão de deixar suja na pia e com o chocolate derretido seco... Ó CÉUS, eu mereço!
Se eu amo ela?
Eu até queria responder, mas não vou não.
Preciso ir...
Preparei algo especial.
Não conta pra ninguém tá?
É hoje...
Vou pedir essa doida em casamento.
(Eí, garçom... prepara a mesa, as velas e o pianista. “Tô chegando, sô!”).
Psiu, depois te conto tudo... Não saia daí...
Ter você por perto é como cobrir-se com o cobertor em um dia extremamente frio, é como sentir o sol depois de uma semana de chuva intensa, é como receber um abraço profundo em momentos de perdas, é como ouvir a música mais romântica tocada pelo rádio na madrugada, aquelas antigas e apaixonantes, do estilo que sempre se tornam internacionais traduzidas por vozes marcantes. Ter você por perto é o suficiente, é aquele instante maravilhoso que dispensa qualquer outro fator para poder proporcionar ao meu ser a mais veemente felicidade.
Fui a inúmeros lugares, conheci várias pessoas, provei incontáveis sabores, senti as mais intensas fragrâncias, mas nada foi como estar ao seu lado, conhecer-te, saborear-te, exalar o teu perfume. Nada, absolutamente nada, me fizera ter a junção aguçada de todos os sentidos simultaneamente como fora o momento em que senti o teu corpo unir-se ao meu.
Me beije sem motivos, me abrace sem pretextos, me envolva sem que haja frio, me acaricie sem que eu esteja carente, pergunte-me sobre o meu estado mesmo que eu aparente estar bem. Não quero apenas juras de amor e promessas de sentimentos grandiosos, quero atitude e gestos naturais vindos de ti sem que eu venha solicitá-los para que estes sejam executados.
Bom mesmo dever ser o sol que te aquece frequentemente. Tão satisfatório dever ser o vento que te toca a todo o momento. Quão bom deve ser a terra revestida de grama que tu deitas à sombra quando o sol te esquenta com mais intensidade, terra que te conforta e aconchega toda a extensão do seu corpo. Exageradamente completa, abundantemente alegre e totalmente realizada é a chuva que quando aparece, depois de muito tempo de predomínio do calor do sol, te banha, percorre cada milímetro do seu corpo. A chuva que ao encontrar com a terra te traz um aroma exorbitante. A chuva que apenas com seu toque e existência é capaz de te fazer extremamente feliz.
Acho que errei na dose - Por Hermes C. Fernandes
Quando te encontrei, parecia hipnose
Não via outra coisa senão você
Acho mesmo que errei na dose
Pois meu dia recusou-se a anoitecer
O amor contagiou-me feito virose
Que remédio poderia me curar?
Não percebe o quanto errei a dose?
Estou doente de tanto te amar
Você é a causa da minha neurose
Seu colo o divã onde o ser se desnuda
Seja linho, seja lã, seja viscose
Nada impede que minh’alma se iluda
O que espero é que haja simbiose
Não te peço mais que eu possa oferecer
Mas paixão não se pega por osmose
Tem que se abrir, se entregar, tem que querer
Quando velhos e já cheios de artrose
Vou te amar sem pressa, por lazer
Deste amor quero morrer de overdose
De mãos dadas assistir ao entardecer
Não desejo apenas teu dedo, mas tampouco teu braço ou apenas teu corpo. Desejo apenas a tua mão, hoje e sempre.
O difícil é acreditar. Quando se desacredita, algo te diz para não ser tão cético, algo te diz que vale a pena acreditar mais uma vez. Acreditando de novo e desacreditando em seguida... Percebo que não tem cura. Palavras são extremamente banalizadas e facilmente pronunciadas, para um romântico sem cura, acreditar nelas e depois, por elas próprias, ser desacreditado, já é rotina. Uma rotina que, no momento, não me faz bem.
EU FINGINDO?
Seus sorrisos não são tão belos;
Seu perfil não é dos melhores.
Mas, o tamanho de seus seios
Até podem me tapear.
Seu perfume não me atrai
Seu corpo não me leva ao delírio
Mas, pelos dígitos de sua conta
Posso aprender a simular
Nossa cama não pega fogo
O sino não toca com nossos beijos
Mas, mostro-me insaciável
Fingindo te desejar.
Se um vestido não te cai bem
Digo que gosto para te agradar
Falar que te amo, raríssimas vezes
Sair de mãos dadas queria evitar.
Salada? Odeio!
Bife acebolado me faz vomitar
Engulo tudo isso com muito esforço
Somente para te impressionar
Seu “papo” é fraco.
Seus assuntos não me interessam
Mostro-me atencioso
E você se sente amada.
Eu fingindo?
Apenas Um Oi
O tempo passa, e leva algumas ilusões, trás outras...
Talvez isso seja a vida, a relação de contras e prós, em favor de algo que o universo conspira para acontecer.
Li Aristóteles, Sócrates, Platão, Piaget, e alguns mais, teorias completamente diferentes, até opostas, mas todas se encontram quando falam de sentimentos, de paixão e de afetividade. O coração é uma arma que tenta matar a razão, e na maioria das vezes obtém sucesso em suas tentativas. Aproxima e afasta pessoas de um jeito que só ele sabe fazer.
Estabeleci critérios rígidos através da razão, ultrapassando o querer do coração, mas não adiantou nada. Foi como construir um castelo na ribanceira de um rio, com apenas um “oi” seu, o castelo desmoronou, e água que regava nossa paixão veio átona, mais uma vez me afogar.
A maior verdade é que eu já acostumei com isso, quem fica diante de um rio, sabe que alguma hora a maré vai molhar. No meu caso, sempre saio ensopada. Leva muito tempo para que o vento consiga me secar, e quando penso que finalmente estou seca, uma avalanche me molha outra vez, meu castelo desaba novamente no mesmo rio, e assim vou vivendo.
Foram tantos os tombos nesse rio, que eu e a água já estamos nos misturando, por isso alerto, que eu sou uma maré viva, cuidado para não se afogar.
"Não sou tão racional ao ponto de parar de gostar dela. As vezes eu ainda sou primitivo.
-desenhadinho.
A ÚLTIMA DOSE
Por ventura
E aventura
Sentirei a bala terebrando-me
Por ternura
E loucura
Amar-te-ei até a última dose
