Trechos de Livros
A história não se faz somente com os grandes heróis dos livros, mas com os escritores que indelevelmente escreveram nas páginas dos corações
Na vida assim como nos livros existe uma grande aventura, onde o acreditar se torna a chave para os possíveis momentos.
Versos Impressos
Se eu morrer novo sem poder publicar livros algum ou ver os meus versos em folhas impressas, ou quanto me retirar as rodas, não tinha que ter esperanças, tinha apenas que ter rodas, tinha que ter apenas uma velhice mas não ter rugas ou cabelos brancos, quando eu já não servia, me retiraram as rodas e me deixaram no fundo de uma passeata que se arrasta.
As nossas tragédias são sempre de uma profunda banalidade para os outros, pois o homem é feito de banalidade, e nomeia o hábito à sua ama. Na maior parte das vezes, uma ideia nova não passa de uma banalidade, velha como o mundo, de cuja realidade nos apercebemos subitamente.
O saber e a que ter acho curioso usar-se a noção de 'banal' para analisar alguém que deixou clara, em suas provocações, a hipocrisia desse termo, posto que é no viver "banal" que estão os profundos espelhos da nossa formação coletiva e particular, e já não cabe mais fazer diferenciação entre tal e o "não-banal", pois são uma coisa só, exceto para os que se arrogam mais limpos e mais treinados cognitivamente, estes, os mais perdidos nas suas supostas certezas e, ironicamente, os mais fiéis ao conceito de banalidade.
A banalidade é antiquada mas fugir da banalidade é moda que passou a ser banal, a poesia pode ser muito perigosa. Ela subverte a banalidade da vida.
Dai livros de doutrina humana e social as Crianças hoje, para livrar-lhes de doutrinas religiosas amanhã.
Sei de nada, por isso tudo que li nos livros eu não sei se é. Até imaginei e senti, mas não vi. Assim mesmo se ver não sei o que é.
Nada sei bem o que é.
Nada, sei bem o que é.
No passado os livros foram queimados por dizerem verdades, no futuro serão queimados por dizerem mentiras.
Literatura é vida
Livros são portais para mundos distintos
Cada livro, uma história
Cada linha, uma memória
Mundos novos a descobrir
A leitura nos faz evoluir
Evoluir para um estado de êxtase
Mental e espiritual
A literatura é um bem da humanidade
Devemos cuidar dela como tal
É a nossa fonte de conhecimento
Que deve ser valorizada, afinal
Com um livro nas mãos
Sou forte como um leão
E confiante como um gavião
Páginas vivas é o nome da equipe
Somos a realeza da gincana
Com o nosso esforço e dedicação
Campeões, é a nossa vocação
Os livros tornam sonhos realidade
Cada história uma oportunidade
Conhecer um mundo novo
É resultado, meu povo!
A cada página lida os livros ganham vida
As histórias imaginadas nos fazem embarcar numa jornada espetacular
Para lindas histórias apreciar
A medida que lemos
Com os livros aprendemos
A lutar e enfrentar cada dificuldade
Que a vida venha nos emplacar
Criando laços com a vitória, o objetivo é a glória. Páginas vivas!!!
Todos somos portadores de mediunidade, não se está em livros, seu desenvolvimento, nestes você conhece os porquês e princípios básicos, mas o crescer na doutrina vem do intimo do mesmo e do seu trabalho para com seu semelhante, dia a dia...sempre tem algo novo a se conhecer!
Eu sou aquela que não está nas fotografias, nos livros, nas músicas e muito menos nas tatuagens. Mas fui alguém que sempre esteve presente, nos momentos mais difíceis, na vida dos hipócritas.
“Eu tenho sete livros publicados sobre os milagres. Para o povo, culto ou inculto, qualquer bobagem é milagre. Ora, o milagre é enormemente superior, não dá para medir com régua. São milhões de milagres de todo tipo. Há sempre algum “parapsicólogo” que diz que isso é religião. Isso não é religião, são fatos do nosso mundo. Religião é doutrina sobrenatural e inobservável e os milagres são fatos do nosso mundo.”
Que aquele que rouba livros ou não devolve livros emprestados tenha o livro em sua mão transformado numa serpente voraz. Que ele sofra um ataque apoplético que paralise todos os seus membros. Que, aos gritos e gemidos, implore por piedade, e seu tormento não seja mitigado até que entre em estado de putrefação. Que as traças corroam suas entranhas como o verme que nunca morre. E que no dia do juízo final seja condenado a arder para sempre no fogo do inferno.
Ainda que sejam ou busquem ser discretos, naturalmente, os olhos são livros abertos, onde a verdade é exposta, o sentimento que transmitem é sincero, não importa se perturba ou se renova, refletem o que há por dentro, parte de uma história, da felicidade à angústia, da gratidão ao lamento.
Brilham alegres com gratas surpresas, diante de pessoas benquistas, da beleza de vários lugares, mas também se contraem, até se fecham pelo medo ou instigados pela raiva, portanto, reagem às emoções autênticas com espontaneidade e a falsidade é claramente revelada.
O jeito que tu olhas é tão confiante que ilustra muito bem as minhas palavras, que com certeza, não são de uma realidade absoluta, porém, por ser espontâneo, dificilmente, um olhar engana como o faz uma fala, que exulta com muita facilidade uma confiança falsa.
Bem provável que em um mundo pós apocalíptico, os livros sejam evidenciados como um grande tesouro, uma espécie de abrigo, refúgio e conforto entre as páginas, emoções distintas, cenas impactantes, belas, inquietantes, cheias de vitalidade, frases expressivas, parágrafos significantes, que predem a atenção, satisfazem e provocam a curiosidade, da racionalidade à imaginação, uma exímia fuga de uma realidade caótica, palavras se vestem de sentidos e de emoções, que mexem coma mente e conversam com a alma, estranhezas, afinidades, inspirações, dessarte, uma situação detalhada de um contexto atípico, um sincronismo notável do que é real com o que é lúdico, que em partes, é possível, mas desta vez imaginado a partir da minha visão poética diante de um lindo quadro, uma arte profunda, traços sabiamente unidos, cores sóbrias, um estímulo adequado para se fazer uma reflexão, ser transportado em pensamentos, uma aprazível interação para todos que estiverem atento.
