Trecho sobre Mães

Cerca de 2531 frases e pensamentos: Trecho sobre Mães

⁠“A saudade que inventei para não esquecer você” — Análise de um poema de Leandro Flores

“Senti saudade do que nunca existiu.
Beijei bocas que sabiam seu sabor.
Num entardecer calado, fui canção sem ouvinte.
Era amor, mas era ausência — e eu provei.
O vento trouxe teu nome, mas não tua voz.
E a tarde morreu com um verso engasgado.”

Fonte: Leandro Flores – site Pensador e canal Café com Flores

Sobre mim
Oi, eu sou a Valkíria, professora e pesquisadora, e hoje trago um poema de Leandro Flores com um título belíssimo, original e poético:

“A saudade que inventei para não esquecer você | Te amando antes da primeira página...”

Agora minha análise
O poema de Leandro Flores é uma confissão breve, mas intensa, construída sobre a ausência. Logo no início, o paradoxo “Senti saudade do que nunca existiu” traduz a falta como presença imaginada, diálogo direto com Cecília Meireles: “Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença...” (Crônicas de Educação, 1954).

Cada verso revela a impossibilidade do amor: beijos que não preenchem, a canção sem ouvinte, a dor provada como sabor. O desfecho, com o nome sem voz e o verso engasgado, sela a incompletude — o amor que não pôde nascer.

É um poema curto, mas que carrega a densidade de um romance inteiro. Ele mostra que a poesia pode surgir do que não se viveu, transformando o vazio em palavra. Afinal, quem nunca sentiu saudade do que não viveu?

Era uma vez um casal apaixonado, cheio de presentes, e pouco de futuros incertos. É, foi assim como um conto de fadas e, ela me apareceu de vestido azul ou seria branco. Sempre tive problemas com cores, mas de algum jeito ela me fez ver todas as cores que o mundo proporciona. O mundo poderia ter gosto naquele exato momento que derrubou o seu café em minha roupa, seria um suco de maracujá, no fim foi um café para despertar.
A vida surpreende o infeliz com a felicidade, daquela surpresa que tive assim como as desculpas que me esperavam no esbarrar, vi os olhos castanhos "enormes" pareciam encher a própria vida e tomar da luz do sol, era estonteante. No dia que não chovia, no dia em que não nos beijamos, pedi ao mundo que me jogasse todo café novamente ( era um clássico) se o beijo tivesse acontecido o seu desastre seria ruim, mas, com toda organização das desculpas vi que seria tão gostoso quanto o café desperdiçado. Logo quando me pediu perdão por se atrapalhar, partiu e nunca mais a vi. No domingo enquanto rasgava jornais para montar caça-palavras, observei que as palavras conversavam entre si, era algo tão diferente. Me senti um louco por pensar em mulher no fazer da rotina. Sempre fui muito intelectual, disperso de coisas que me ocupariam o tempo sem agregar. Depois de organizar mais de cem palavras no sentar das horas, enxerguei uma intrigante "passado" bem, não fez sentido algum, afinal, já passou. Levantei assim que terminei meu rotineiro montar de histórias. Observei enquanto passava café toda aquelas letras misturadas, certamente tinha motivo toda a mistura. Era, ainda são, sempre serão necessárias as misturas para formar um sequer história.
Além da história, o café estava horrível. A água queimou demais o pó, ou, o pó sujou demais a água . As palavras estavam paradas, minhas risadas solitárias na cozinha, tudo se completava em total sintonia. Talvez, faça algum tempo que não saiu com alguém. O mundo é o mesmo, as pessoas o remedam de forma tão tola que desinteressa. Não queria um amor, mas, o passado me perguntava naquela sala: -Kissmann, o tempo que leva os olhos, os olhos levam o momento. Ali, bem ali, onde bebi o café horrendo, a pingueira chorando na infiltração, percebi tudo. Assim que percebi o significado do que é ser feliz, me veio um único nome: Elenny.

Inserida por WesleyNabuco

Aquela sensação de afogamento, de dores más resolvidas, foram superadas
Mas nunca esquecidas.⁠

Inserida por anna_gabryelle

⁠Texto inspirado na música Sozinho de Caetano Veloso

"Às vezes no silêncio da noite", a gente chora, a gente ri, agradece, ora, pensa, repensa…
"Às vezes no silêncio da noite", a gente pensa em desistir. Mas depois de tanta luta, não dá pra largar tudo e dá adeus aos sonhos.
"Às vezes no silêncio da noite…", a gente se decepciona. Lembra das amizades antigas, das novas amizades, das que deram certo, das que nem chegaram a ser amizade… das que pensamos ser amizade.
"Às vezes no silêncio da noite", a gente reconhece os erros. Relembra os acertos e rir de si mesmo pelas mancadas, dos micos que pagou…
"Às vezes no silêncio da noite", conversamos sozinhos: "tá vendo? Eu te falei… Você já disse isso para si mesmo? Eu já.
Ah! Às vezes o silêncio da noite é solitário, frio, melancólico, triste.
Todos temos o nosso momento de silêncio. Basta parar um pouco.
Quer saber? Parece triste. Mas no decorrer de um dia cansado, entre o deitar e o momento em que o sono chega, fique em silêncio. Fale com você mesmo. Fale com Deus. Ore. Agradeça. Peça. Seja forte. Faça o simples, mas o faça com vontade. E quando acordar, bem, aí é com você. Seja feliz. Boa noite.

Inserida por ismaeleduda28

⁠Você vai sentir minha falta
e não vai poder me dizer.

Inserida por Rodeck

⁠Posso não saber quem sou agora
mas eu sei quem não sou mais!

metamorfose.

Inserida por Rodeck

Eu não acho que eu seja bom, mas eu já fui pior.

Teto (rapper)

Nota: Trecho da música M4, em parceria com o cantor Matuê.

Inserida por heusy

⁠Eu gosto mesmo é de quem enxerga arte onde olhos comuns só enxergam caos.

Inserida por jacksondamata

⁠Quer ter bons resultados? Tenha mais resiliência e menos coitadismo. Será de grande proveito pra tudo o que você se propor a fazer.

Inserida por jacksondamata

⁠⁠O paraíso ao teu lado
Foi um amor desperdiçado...

Inserida por DgAgency

⁠Na solidão
encontrar
sem sinal
desconexão forte
desce dúbia
doce e amarga

vazios inteiros
navegam em ondas
por bits e bytes
ser mulher
ser inteira
mesmo só
seu poder
não precisa
de rede
conexão
é o que se faz
dentro do peito

há quem grita
mas eu sussurro
meu valor
é eterno
e seguimos
desconectadas
conectadas
encontrando-nos

Inserida por Umamineira

⁠Pode namorar e postar
Pra tentar tirar a minha paz
Mudar telefone de cidade, vai
Mas esqueça-me se for capaz
Esquece aí, cê não é o bichão?
Nunca esquecerão
Nunca!

Inserida por ericsousa20203847743

⁠Nos corredores secretos do Vaticano, a verdade é uma relíquia perigosa — e há aqueles que matariam para mantê-la oculta.

Inserida por joemarro

⁠Nos corredores ocultos do Vaticano, a verdade não apenas liberta — ela condena.

Inserida por joemarro

⁠Assim como a lua tem dias que a vida está embaçada, mais é só perspectiva de olhar.

Inserida por e_marques

Observando meu próprio caos emocional é que entendi mais uma ferramenta: a dor nos destrói ou nos constrói. A maioria das pessoas usa a dor para se punir, se diminuir, se isolar. Quanto a mim, usei-a como minha doce mestra para procurar o mais importante de todos os endereços, um endereço que poucos encontram: dentro de mim mesmo

Augusto Cury
Sonhos e disciplina: pilotando a aeronave mental. Jandira, SP: Principis, 2021.
Inserida por e_marques

Se a sociedade o(a) abandona, a solidão é surportável; mas, se você mesmo se abandona, ela é intolerável.

Augusto Cury
Sonhos e disciplina: pilotando a aeronave mental. Jandira, SP: Principis, 2021.
Inserida por e_marques

⁠Eu tô crescendo e virando energia
Porque uma vida já é muito curta

Inserida por Thinkpain

⁠No céu tudo se esclarece
um forte brilho aparece
era você e Saturno
esperando por mim

Inserida por Thinkpain

⁠Somente depois que atravessei sozinha os trechos mais escuros da minha vida, foi que descobri que eu era luz.

Inserida por ednafrigato