Trecho sobre Mães
..."Mudaste a minha vida, ganhaste o meu coração, o brilho do teu olho, o som da tua voz, me tira do eixo não para de pensar em nós..."
Conhecendo O Amor
Tão inexperiente na arte de amar, nunca imaginei um dia me apaixonar
Tantas vezes em silencio no meu canto eu chorei, pensando por que nunca encontrei alguém
Naquele papo com Deus, recebi um sinal, e a certeza de que seria especial
E De repente o nosso caminho cruzou, só de te olhar coração disparou
Olhos nos olhos e eu me perdi
O que esta acontecendo aqui?
Vindo dos céus você chegou e me apresentou o tal do amor
Refrão:
O bem que me fez eu não sei descrever
Só quero estar junto de você
Um segundo, um minuto, um dia, um mês e se topar
A vida inteira talvez
Naquele papo com Deus, recebi um sinal, e a certeza de que seria especial
E De repente o nosso caminho cruzou, só de te olhar coração disparou
Olhos nos olhos e eu me perdi
O que esta acontecendo aqui?
Vindo dos céus você chegou e me apresentou o tal do amor
Refrão:
O bem que me fez eu não sei descrever
Só quero estar junto de você
Um segundo, um minuto, um dia, um mês e se topar
A vida inteira talvez
Ter histórias pra quando os filhos crescer
E contar que essa canção fiz pra você.
"Vindo dos céus você chegou e me apresentou o tal do amor
O bem que me fez eu não sei descrever
Só quero estar junto de você
Um segundo, um minuto, um dia, um mês e se topar
A vida inteira talvez..."
Penso em você, em seu olhar
Penso em fugir e te levar
Sonho pra nunca acordar
Eu nunca fui de acreditar
Mas me perdi ao te encontrar
Amor que veio pra ficar
Vou confessar, que era eu
Aquele azul sem fim, que você mergulhou
Me disfarcei de mar, pra ganhar seu amor.
A momentos em que as palavras não resolvem.
Mais o gesto de Jesus demostra amor por nós foi no calvário
que Ele sem falar mostrou ao mundo inteiro o que é o amar.
Aqui no mundo as desilusões são tantas mais existe uma esperança de que Ele vai voltar.
Mineiro é o tipo de brasileiro, com um exagero no tempero. É o tipo de gente, que melhor hospeda parente, da-lhe logo um abraço, um pão de queijo e um beijo.
OBRA-PRIMA
Todo mundo é uma casa.
Onde já se viu entrar em alguma
e sair deixando a porta entreaberta?
Todo mundo é uma casa.
Você não deveria quebrar uma
achando que a cidade encoberta.
Todo mundo é uma casa.
Você não deveria bagunçar
e colocar a culpa em quem
desarrumou a sua.
Todo mundo é uma casa!
Você não deveria pregar um quadro novo
se tem dívidas lá fora
ou algo que o torne: falcatrua.
Todo mundo é uma casa.
Por isso nunca é simples
essa coisa de ir embora.
Fica sua digital na porta,
fica o que todos vão saber na rua,
fica um rastro seu que mora.
Todo mundo é uma casa.
Não se pode reformar um pedaço
e querer voltar atrás
exatamente igual.
Todo mundo é uma casa.
Casa sente a diferença
se o açúcar for posto
no lugar do sal.
Ela é uma casa.
Se você não trancou direito,
nem sinto muito se um ladrão
adentrar.
Se você quebra a parede,
é pelo buraco que a luz vai entrar.
Eu sou uma casa.
Eu sou minha casa.
Eu ganho uma nova sala
toda vez que outra casa
vem me visitar.
Fico melhor quando quebram um cômodo...
isso é só espaço pr’outro maior chegar.
Todo mundo é uma casa.
E se você tenta destruir as colunas
é sim em cima de você que ela deve desmoronar.
Porque do que outra casa está criando por causa da sua
é preciso também cuidar.
Se você colocou uma ponte entre as duas
era óbvio que se uma desfaz,
a outra vai balançar.
E se a mesa de canto quebrou,
fica um vazio ou uma oportunidade.
Depende de como vai enxergar.
Todo mundo é uma casa.
É preciso criar expectativas, sim.
Nenhuma revista séria vai inspirar decoração duvidosa
– e sem expectativas não há criações reais.
Todo mundo é uma casa.
É preciso esperar que o sofá confortável da propaganda
funcione para o minuto de paz.
Expectativa é diferente de ilusão.
Ilusão é coisa que a casa cria sozinha.
É o barulho que ninguém explica,
é o que pensa da vizinha.
Mas você não deveria colocar um tapete na porta
se ninguém pode colocar os pés nele.
Se fulano vive estacionando lá o carro,
quando empatar uma garagem, vão reclamar é dele.
Entende? É sempre óbvio quando se está
gerando expectativas no outro.
Não entender é como não ver
que sem rede, janela não está segura.
É tão simples perceber quando está sujo.
Sujeira guardada, inclusive, aparece como mofo:
na casa, na fatura.
Todo mundo é uma casa!
Todo objeto posto gera uma ação.
Tudo gera alguma espera,
casa vive a (des)esperar.
Coloque um prato na mesa,
vão usar pro pão.
Não existe isso de calma para o que está parado.
Parado largado está.
Tudo o que você coloca ali, precisa e vai ter uma utilidade…
seja para outra visita usar ou para te assombrar mais tarde.
Todo mundo é uma (c)a-sa!
Bate asa é pra cá. Bate asa pra ficar.
Você não pode julgar a decoração dela
e não pode querer assim que ela te deixe entrar
se não viu as reformas anteriores.
Toda casa é mal-assombrada
pelos visitantes, pelos que já morreram ali
e pelos moradores.
Todo mundo é uma casa.
A construção é constante,
mas para reformar é preciso
gastar tudo o que desgastava.
Todo mundo é uma
ca
sa.
Queda é o que dá.
O resto tira ou faz perceber o que já estava.
Se não sabe se entra ou sai,
bata a porta de vez com força
ou o vento vai chegando pra bater.
A cada demora para ficar na casa,
os arredores vão levando ela de você.
Todo mundo é uma casa.
E se eu preciso ficar te lembrando disso
e de não sujar os seus pés na rua
– porque aí eles sujam também aqui dentro –,
vejo logo que cê é só ponte
pra reformar algo do centro.
Que ótimo, vejo logo que você não merece
conhecer o andar de cima...
Vamos logo, se apresse,
porque minha casa está em obra
-prima.
Minha maior vingança
é que tudo o que
me irrita no outro,
aperfeiçôo em mim.
Se você me rasga, vou dar
curativos a outros
e a você, só o fim.
Tudo o que eu queria
que fosse diferente,
revoluciono em como sou.
Mando embora o que machuca,
mas machuco de volta somente
virando cada vez mais o oposto
do que me sufocou.
E sufoco nem sempre
é sobre gente que aperta:
às vezes é sobre gente
que não soube segurar.
É seguindo em frente
que a lição foi dada,
é melhorando para quem chegar.
(...) Viver intensamente não é sair por aí "não ligando". É ir podendo voltar. É lembrar que o mundo é gigante! Mas só para quem pode voar sabendo que tem ninho de aterrissagem. Só para quem se preocupa em escolher, abdicar do trivial, manter promessas. Porque para os maus, analise, o mundo é pequeno.
Será que dai de cima cê tá me escutando?
Será que quando me escuta, tá se orgulhando?
Queria saber de tanto, mas cê foi embora
E desde então a minha alma chora
Lembro de cada momento de quando disse que me amava
Mas tenho medo porque já esqueci o som da sua risada
Se você tá me escutando vê se dá pra voltar
Por favor, eu to te implorando, eu tenho tanta coisa pra te contar
Desespero
Dukravitz
O fim precisa demorar para ser fim. Precisa analisar para ser fim. Precisar permear o fim para ser fim. Precisa mais do tempo sendo fim, do que do fim para ser fim. O fim de um relacionamento não é fim porque acabou. É fim porque continuou acabando enquanto continuava, enquanto andava pelo fim sem saber se poderia ser recomeço. Fora a isso, os outros tipos de fim, não são finais. São desculpas para chamar a atenção, para conversar o que não teve coragem, ou para mostrar que, quiçá, nunca teve sequer começo (e, assim, mal teve fim, teve apenas a informação de que jamais existiu), que é a sensação que fica quando há uma traição, uma quebra qualquer de promessas voltadas aos valores.
Porque, como não esgoto por ratificar, o amor é feito de cinco pilares principais. A lealdade, o respeito (de cuidar dos limites como se fosse o outro – como gostaria que o outro cuidasse), a amizade (que confidencia e vai além da consideração, incorporando a indispensabilidade de estar disponível/alcançável e à par das miudezas e tsunamis diárias), o espelho (de fazer pelo outro como por si – assumir coragens para praticar os feitos que gostaria que o outro fizesse como soma por você) e o verbo, que põe tudo em prática. E lealdade é responder todas as perguntas, mesmo as mais gratuitas. Não há pergunta ruim, e sim resposta medrosa. Quem não esclarece, não é leal. Quem reclama de uma pergunta para esquivar, não é leal. Quem é leal, responde até as indagações mais repetidas. O leal pode até soltar uma reclamação célere e respirar fundo, mas clareia qualquer neblina sem atrasos, mesmo as que parecem nem existir. E enquanto está tirando a dúvida, faz sem braços cruzados, sem birra e com tenacidade. O resto, não depende de saber o que é lealdade, é questão mesmo de não merecer os créditos. Quem não é leal, não é franco, digno, comprovado, legítimo. Quem não é legítimo, não conhece afundo os próprios princípios e vai sempre causar neblina, mesmo onde não tem. E isso já é suficiente para ser embaçado, dificultoso e não válido dirigir. Neblinado.
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