Tratamento

Cerca de 418 frases e pensamentos: Tratamento

Antes de sentir-se injustiçado, considere a hipótese de que a forma como você foi tratado tenha mais haver com reciprocidade do que com indelicadeza.

Há tratamentos árduos!
Não precisa diretamente expôr o pior, basta conduzir para o melhor e deixar a análise acontecer.

Inserida por RaphaelBlock

ARSENAL CONTRA O ALCOOLISMO – SÓ NÃO TRATA QUEM NÃO QUER

Por Fernando Vieira Filho (1)

Mães e esposas aflitas muitas vezes me procuram solicitando apoio profissional para seus filhos e maridos alcoólatras, e grande parte vem ao meu consultório desacompanhada do familiar doente. Pergunto o porquê da ausência do marido ou filho em questão. Elas respondem que eles não estão interessados ou não quiseram vir. Então, digo a elas que não posso fazer nada por eles, pois para tratar o alcoolismo é preciso que o próprio doente se comprometa e queira sair do “pântano sedutor” da autopiedade, da autocomiseração. É necessário que ele aceite iniciar uma luta para o resto de sua vida, que se responsabilize 100% por seu próprio destino. O que faço com essas mães e esposas é ensiná-las a lidar com o doente, orientando-as no sentido de estimulá-lo, de forma bem sutil, na decisão de buscar seu próprio tratamento.
Em minha vivência profissional percebo que a maioria dos alcoóis-dependentes não quer deixar o vício, pois estão “viciados” nos ganhos secundários que advêm da doença, como atenção e cuidados de parentes e amigos. Por exemplo, quando uma mãe ou esposa se refere ao filho ou marido alcoólatra dizendo: “Meu filho é muito bonzinho, coitado, sofreu muita decepção na vida”; “Meu filho, ‘tadinho’, não deixo faltar nada para ele, dou comida, lavo as roupas e se for preciso dou até banho. Eu o trato com carinho; “Meu marido bebe todo dia, mas é trabalhador, é bonzinho com a família, o coitado sofreu muito e não sabe falar ‘não’ para os amigos”; e por aí vai, eu afirmo o seguinte: enquanto as mães e esposas e, também, os amigos continuarem a “passar a mão na cabeça” do dependente alcoólico, ele dificilmente tomará a decisão de sair desta “zona de conforto. ” É sempre bom lembrar que o amor tem que ser exigente.
Infelizmente, até hoje, é expressivo o número de pessoas que desconhecem a existência de medicamentos seguros e eficientes e, bem antigos, que são de grande valor no tratamento do alcoolismo. Então, vamos falar de dois deles:
O clordiazepóxido, que no Brasil é conhecido como Psicosedin, foi o primeiro benzodiazepínico (ansiolítico) sintetizado no mundo, em 1957, e, três anos depois, começou a ser comercializado nos Estados Unidos e Europa com o nome comercial Librium. Com o tempo se revelou uma medicação de primeira linha para interromper o uso da bebida alcoólica. No caso do alcoólatra, sabemos que não se deve interromper, de supetão, o uso contínuo de álcool, assim o Psicosedin (clordiazepóxido) é uma ótima escolha para a substituição do álcool. A interrupção do álcool sem nenhum suporte de medicamento psicotrópico pode trazer mais problemas do que a continuidade do vício, por causa da síndrome de abstinência. Esta medicação – o Psicosedin - deve ser mantida pelo tempo que for necessário até que se constate o término do período de abstinência alcoólica. A síndrome de abstinência constitui-se no conjunto de sinais e sintomas observado nas pessoas que interrompem o uso de álcool, de uma só vez, após longo e intenso uso. As formas mais leves de síndrome de abstinência se apresentam com tremores, aumento da sudorese, aceleração do pulso, insônia, náuseas e vômitos, ansiedade depois de 6 a 48 horas desde a última bebida, e, na forma mais violenta, o Delirium Tremens.
Em 1920 foi descoberto, o dissulfiram que é comercializado com o nome de Antietanol (Brasil), Antabuse (USA) e Antabus (Europa). É outro medicamento para ser usado no tratamento do alcoolismo, que atua de forma a provocar desagradáveis efeitos colaterais quando na presença de álcool. O dissulfiram, uma substância sem atividade psicotrópica inibe uma das enzimas de metabolização do álcool, provocando acúmulo desse metabólito no organismo e consequentemente forte mal estar mesmo para doses pequenas de álcool. O dissulfiram deve ser usado junto a um apoio psicoterapêutico.
Temos outros medicamentos mais modernos como a naltrexone, conhecida como Revia, e o acamprosato (evita a recaída alcoólica), conhecido como Campral, que podem ser associados aos mais antigos.
Enfim, existe um verdadeiro “arsenal” medicamentoso para ajudar o álcool-dependente na “guerra” que irá empreender contra o vício-doença. O doente vai precisar do apoio da família, do médico psiquiatra (totalmente necessário) e do psicoterapeuta. E a religiosidade deve ser estimulada por amigos e familiares, pois é de grande valia no fortalecimento da fé, bem como é importante frequentar as reuniões dos Alcoólicos Anônimos (A.A. – www. alcoolicosanonimos.org.br)
No meu trabalho psicoterapêutico, depois do comprometimento do doente alcoólico com o seu tratamento, inicio com uma investigação das possíveis causas emocionais, muitas inconscientes, que o levaram a buscar na bebida uma forma de se autopunir. A autopunição - de forma absolutamente inconsciente - é uma consequência do remorso que advém da culpa. Mas o que o levou a sentir culpa? A mágoa (ódio) por si mesmo ou por alguém? Por ter, tempos atrás, julgado, criticado, humilhado algum parente, amigo, um pai ou mãe alcoólatra?
Aos poucos, o doente começa a entender e a se conscientizar das causas que o levaram a se submeter à droga. A partir daí a pessoa adquire o controle sobre si mesma e, então, a oriento na utilização das “ferramentas” e técnicas necessárias para o início de sua luta, que é manter a doença sob seu controle para o resto de sua existência. Como diz o psicólogo Cel. Edson Ferrarini, que trabalha gratuitamente há mais de trinta anos na prevenção, orientação e recuperação de dependentes do álcool, tabagismo e das drogas, na cidade de São Paulo, o vício é um “leão” dentro da pessoa, e, até hoje, não foi descoberta uma forma de matar esse “leão”, portanto, a recuperação consiste em manter o “leão” adormecido por toda a vida. Para entrar em contato com o Centro de Recuperação, acesse http://coroneledsonferrarini.net.br/, ou ligue: (11) 5058-0726.
E, finalizando, é bom que se diga que para qualquer tipo de dependência química - e não só o alcoolismo - é fundamental que o dependente queira se tratar, com verdadeiro comprometimento, persistência e disciplina.

(1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
É autor dos E-Books:
PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz.
PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book.
Para saber sobre o atendimento psicoterapêutico presencial ou online, via Skype. Entre em contato comigo através de meu site https://www.harmoniacomflorais.com/agende-uma-consulta.php ou entre em contato pelo fone: (34) 9 9972-4096.
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Inserida por fernando_vieira_filho

" Tudo o que acontece conosco, de bom ou ruim em nossas vidas, tem a nossa própria e única autorização. Seja por consequência dos nossos atos, ou porque de alguma forma demos o aval pra alguém nos tratar da maneira como está nos tratando. Somos 100% responsáveis por nós mesmos. "

Inserida por Allberx

Quando vou tratar alguém, deixo de ser eu; me torno a pessoa a quem estou tratando, fazendo por ela exatamente o melhor que eu desejaria que alguém fizesse por mim se fosse eu o necessitado. Não se trata de bondade. É empatia com uma boa dose de inteligência.

Inserida por admiradoresdotony

Eu já nem te amo mais
Comecei a me tratar de você, e quer saber?
Te esqueci há uma semana atrás

Inserida por pensador

Está sangrando ?

Não desista
seja forte
todo corte
vira cicatriz.

Inserida por joablim

O único modo de lidar com um assunto extremamente sério é tratá-lo com um pouco mais de leveza.

Inserida por pensador

Somos nós mesmo que dizemos ao mundo como queremos ser tratados por ele.

Inserida por carlos_alberto_hang

Podemos e devemos viver com direitos, deveres e tratamentos dentro de uma mesma medida, mesmo nos mantendo diferentes uns doutros.

Inserida por carlos_alberto_hang

Quer ser tratado como homem, porte-se como homem. Quer ser tratada como mulher, porte-se como mulher. Se quiser correr o risco da inversão de valores e der errado, não reclame depois. Foi escolha.

Inserida por swamipaatrashankara

A Igreja, apesar de aliviar muitas dores, não deve ser usada como analgésico, que só se toma na hora da dor... A Igreja é um lugar de vida, de convivência, de amizade e amor, onde, nas diferenças, somos submetidos a um intenso tratamento para a comunhão perfeita, quem não entende isso, não cresce...

Inserida por VALubas

Tratando no esquecimento, aos seus pés, as raízes surgiram buscando água.

Inserida por Arkaikahn

A forma que tratamos a quem não tem nada a nos oferecer, revela nosso caráter!

Inserida por gilson_bastos

Não trate como universo quem te trata como vácuo.

Inserida por danilohenrique

Incline-se demais as tentações e vaidades e o destino te mostrará o real resultado!

Inserida por valdirventuri

Trate quem te vê
apenas pelo que tens,
justamente, pelo
que ela é.

Inserida por mariopires

Me trancaram em um quarto escuro, dia e noite, noite e dia, pra matar mais de mil demônios, pra caçar mais de mil demônios, e então quando a luz do dia apareceu, contra o espelho eu percebi que o demônio era eu.

Inserida por bodhy

Os corredores dos hospitais públicos continuam aplicando seus
“ótimos” tratamentos de habilitação de Pernas-fracas.

Inserida por sidineiOak

A escuridão insistirá contra uma alma que não reage com a Verdade.

Inserida por Edusiqueirafilho