Transtorno
Acerca da limpeza.
O toc - transtorno obsessivo compulsivo - é a intensa mania de limpeza.
Exprime-se no fato de uma compulsão exacerbada e exagerada em relação ao comportamento social e ante o convívio com os objetos.
Lavam-se as mãos, após TUDO em que se toca. E existe uma outra faceta de uma mania de limpeza.
Como por exemplo, a mania de limpar objetos que já estão limpos.
Arrumação da casa que já está arrumada - isto ligado ao perfeccionismo.
Entrar com os sapatos nos pés - JAMAIS!!!
Passar pano com produtos que exalam um bom perfume, em ritmo constante e frenético.
Ou ainda, sempre tirar a poeira de um objeto, à presença de uma única partícula de poeira etc.
Em relação a tudo isto, permito-me tecer o cometário - pois autoriza-me minha consciência -, sobre NÃO a prejudicialidade do TOC, mas, sim, seu BENEFÍCIO.
É que a limpeza, traz uma sensação boa na alma da organização.
E olhar para as coisas que para a mente estão organizadas, traz à ela, um estado de ATARAXIA.
Como a droga!
Como o vício.
Quanto mais se usa o objeto do vício, mais tranquilidade se sente, na mente do viciado.
Assim, em nome da tranquilidade de espírito que a limpeza proporciona, justifica-se a presença ativa de uma limpeza frenética e exacerbada!
Com isto, mantém-se em ordem, as devidas organizações das coisas que, à pessoa, são fáceis de organizar.
É como que uma transferência à estas coisas fáceis, das coisas que gostaríamos de tê-las em ordem, mas não se podem.
Se isto é bom - e agora falarei aos "limpos"- , então limpemos as coisas com mais frequência...
10 de agosto de 2012 às 12:30 h
No Brasil, a quantidade exata de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Austista (TEA) ainda é incerta. Estima-se que haja dois milhões de pessoas com esse diagnóstico. O TEA, é definido como um transtorno do neurodesenvolvimento, que afeta de forma persistente a comunicação e a interação social do indivíduo, associado a padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. É fundamental, desmistificar a exigência de características específicas para que uma pessoa seja considerada plenamente humana. Nesse contexto, a mobilização social e a compreensão da diversidade corporal são fundamentais para enfrentar os desafios da inclusão de pessoas autistas na sociedade. Dessa forma, essas ações podem contribuir para a redução da desigualdade social que recai sobre essas pessoas.
Primeiramente, a mobilização social em torno do autismo é importante para promover uma mudança de mentalidade coletiva, possibilitando o reconhecimento da pluralidade e do respeito que devem ser conferidos a cada pessoa, incluindo aquelas que estão dentro do espectro autista. Compreender que essas pessoas são capazes de produzir, amar e se sentir desejado é um passo importante para a redução da discriminação. Ao valorizar a individualidade e os direitos de cada um, independentemente de suas limitações, criamos um ambiente mais inclusivo.
Além disso, a compreensão da diversidade corporal também desempenha um papel significativo na diminuição do preconceito, que muitas vezes se baseia na ideia de que existe uma norma a ser seguida em relação à aparência e ao funcionamento do corpo humano. Essa visão restritiva gera barreiras que dificultam a aproximação de pessoas com TEA, aumentando o isolamento social e perpetuando o estigma. Embora a linguagem e os movimentos das pessoas com TEA exijam uma sensibilidade maior, isso não altera o valor pertencente de cada ser humano.
Logo, a inclusão de pessoas com o Transtorno do Espectro Autista no Brasil representa um desafio que exige a desmistificação do que é necessário para que alguém seja considerado humano, além de uma mobilização social efetiva. Ao adotar essas medidas, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade inclusiva, na qual o diagnóstico de TEA não seja motivo para julgamento, mas sim um ato de empatia e um reconhecimento das potencialidades de cada indivíduo, com suas particularidades.
Crianças com Transtorno do Espectro Autista -TEA não precisam apenas de espaço na escola, precisam de vínculos, escuta e oportunidades reais de pertencimento. Incluir é reconhecer que cada modo de ser também é um modo de aprender.
Sou pura emoção (TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR)
Como manter um relacionamento com alguém como eu (bipolar)?
Somos pessoas singular. Temos problemas que ninguém entende. Eu já entendi que não posso me casar porque a pessoa não vai me aceitar como sou. Estaria eu enganada?
Só posso ter um relacionamento se achar quem vai me entender eu não espero e nem aposto em ninguém pra não sofrer todo dia.
Eu entendo que tenho limitações. Nos dias atuais as pessoas são muito egoístas para querer uma vida onde ela tem que amar incondicionalmente.
Pare de procurar alguém pra ser feliz, procure sua felicidade em outras coisas.
Eu estou tentando MUITO.
Espero que tenham entendido... o que quiz te dizer...
o apostolo Paulo disse: De sorte que, o que a dá em casamento faz bem; mas o que não a dá em casamento faz melhor.
Quanto aos casamentos que não deram certo imagina uma pessoa que fica do seu lado se ela não tiver as expectativas dela a contento ela não vai ficar com você porque ela não aguenta seu ritmo é muito difícil pra quem está com você e você tem que ter espaço largo pra outra pessoa. Você precisa dedicar 24 horas a pessoa e só depois você pensa em você.
Você está fazendo isso ou está encaixando a pessoa nas horas vagas? Eu não consigo.
casamento é viver para o outro. Fazer o outro feliz
depois você receberá o que tanto espera.
Se não está disposto a isso, esqueça...
Viva solteiro e procure sua felicidade em outras coisas.
Entendo que viver com transtorno bipolar pode ser um desafio diário. A montanha-russa de emoções e a oscilação entre momentos de euforia e fases de depressão podem tornar a experiência de vida intensa e, muitas vezes, confusa. No entanto, é importante lembrar que, com o tratamento certo, como acompanhamento psicológico, psiquiátrico e o apoio de familiares e amigos, é possível levar uma vida equilibrada.
O transtorno bipolar é caracterizado por episódios de mania ou hipomania, onde há uma elevação de humor, energia e atividade, seguidos por episódios de depressão, com sentimentos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia. Esses altos e baixos podem interferir nas relações, no trabalho e no autocuidado. No entanto, o reconhecimento da condição é um passo importante para o autocuidado, permitindo que você busque os recursos necessários para gerenciar os sintomas.
Uma vida com bipolaridade também pode trazer momentos de autoconhecimento. Cada desafio pode se transformar em uma oportunidade de entender mais sobre suas emoções, limites e necessidades. Com o tempo, muitas pessoas aprendem a identificar os gatilhos, a regular suas emoções e a viver com mais harmonia.
O caminho de uma pessoa com transtorno mental é bem solitário. A gente segue em frente sem saber como. Se arrastando como se tivesse o Monte Everest nas costas.
Transtorno do Espectro Autista
Há desafio na comunicação
E para expressar emoção
Com sons, têm sensibilidade
Na vida, sinceridade
Não sabem demonstrar empatia
São cheios de estereotipias
A objetos, têm apego
E falta a noção para o medo
Mostram falha na interação
Por vezes, na locomoção
Vê-se desvio do olhar
E seletividade alimentar
Metáfora, não entendem
Sarcasmo, não compreendem
Há confusão nos sentimentos
E diferenças no comportamento
O TEA é a condição
Precisam de carinho e atenção
Meninos, são maioria
Desconhecem ironia
Como símbolo, azul é a cor
E quebra-cabeça multicor
Tem fita de conscientização
E um girassol no cordão
Uma data então surgiu
Escolhido o 2 de abril
Cada ação é uma conquista
Em favor de todo autista
Em homenagem ao meu menino autista Márcio Júnior
"A Estresse, o deficit de atenção,os impulsos do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), baixa auto estima entre outros, devem ser driblados com a nossa perseverança e muita vontade de vencer este jogo da vida."
Tudo que você diz no momento da raiva, lhe causa transtorno e após vergonha. Então! Pense muito, mantenha a calma. Aprenda a agir em equilíbrio nos seus dias de conflitos.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Prefiro ter transtorno narcisista com pessoas arrogantes do que ser um pseudo-humilde com gente simples.
Desculpa o transtorno ... ainda tem um pouco "dele " aqui dentro ... o adeus é inevitável, eu sei... mas eu estou em reformas...
Num abismo sombrio de desespero,
O transtorno de Borderline se abriga,
Um mar de melancolia, vazio e austero,
O amor e a intensidade numa dança intriga.
Na alma, um vendaval de emoções devastadoras,
Amor intenso, mas fugaz como a madrugada,
A valorização se esvai como sombras fugidias,
Enquanto a desvalorização inflama a ferida.
A autoestima se esvai em fragmentos dispersos,
Como um espelho partido, cacos em agonia,
A busca incessante por uma identidade.
Mas na melancolia, há um chamado de esperança,
Na aceitação e compreensão do sofrimento,
A luz tênue brilha na busca da bonança.
O Transtorno de Personalidade Paranoide (TPP) é um problema de saúde mental que se caracteriza por uma desconfiança generalizada e injustificada em relação aos outros.
Os pensamentos conturbam a “alma” (psique); a sequência é ilógica, a velocidade é incalculável, a ânsia pelos resultados sejam eles qual for, esconde ou destorce as verdadeiras imagens. O corpo avança e atropela as paradas obrigatórias, na vontade de sentir ou de deixar de sentir; o encontro aos sentimentos é irresistível; o coração palpita descompassado e os comportamentos compulsivos tornam-se o refúgio e ou alivio da “alma” atormentada.
Todo Ato Banal
Mania, mas não a de você,
Mania de mania, maníaca,
Que explica a intensidade,
A energia e a sua falta.
Mania de querer se entender,
De abraçar as antíteses,
Ser desvairado, louco,
Perdido em suas certezas.
Talvez tudo não passe de hipérbole,
Pois está para nascer um sujeito "normal".
O mundo é abrigo de insanos,
Um lar de almas em desatino.
