Trança

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TRANÇA-ME, NÊGA




Os dedos da preta que trança meus fios de cabelo crespo (diante de uma vida dura)
ao mesmo tempo que puxa,
fazem um cafuné.
Os dedos sambam sobre o embaraço/ os cachos.
Os dedos correm como o Pelé.
Sua mão é delicada, me sinto cuidado. (Adupé)
Ela tira o nó com maior amô,
Não me prende. Não raspe!
É uma tecelã.
Rir, faz massagem, conta histórias...
Seu timbre de voz cheira hortelã.
A oralidade nos seus lábios, precede à escrita no papel (todos a escutam).
Ela lava meu cabelo com água misturada com mel,
fulô e maçã.


O caminho de volta é a ancestralidade, baiano.
Que até Caminha, Cabral se perdeu numa manhã.
A caravela do seu navio não achou um só fio da minha juba,
Ficou boiando!
Salve, Zumbi dos Palmares!!!
Na minha terra tem palmeiras,
favela, quilombo, roça, aldeia, ribeirinho
Onde canta o povo brasileiro afligidos.
Os pombos daqui gorjeiam o Estados Unidos.
A Beatriz Nascimento, daí ouvidos!


A nêga faz traça para comunicar várias coisas: avisar a época da colheita, quantos filhos a outra tem,
E quando quer casar também.
Salve! Minha preta nagô!
Salve! Minha nêga nagô!
Os pretos estão se amando!
Daria um filme...


Caetaniando:
“Quando essa preta começa a tratar do cabelo
É de se olhar toda a trama da trança, trança do cabelo
Conchas do mar, ela manda buscar pra botar no cabelo
Toda minúcia, toda delícia”.

Não foi prematuramente que as portas se fecharam para mim, acho que nunca se abriram, estão trancadas e não há chaves que sirvam nas fechaduras. Eu queria sair dessa prisão que me impossibilitava de ver meus sonhos realizados. As portas não abriam, quebrei as paredes e fui, fui já realizando um sonho, o de sair de um pensamento medíocre de achar que não iria conseguir.

Na história, seu nome é esperança! Um olhar que encanta, uma pureza de trança, seu olhar de criança brilhando Perseverança, valor a identidade é sua herança, sorrir com altivez e autoconfiança.

O Véu da Incredulidade


Frágil humano, de carne e de medo,
Que tranca o mistério em baú de segredo,
Como podes andar sob o manto da lua
E negar a presença que a noite acentua?
​Tu ergues cidades de vidro e de aço,
Medindo o vazio, ocupando o espaço,
Mas fechas os olhos quando o vento murmura
E ignora o que foge de qualquer moldura.
​Como podes não crer?
​Se a erva no pote ainda cura a ferida,
Se o círculo traça o sentido da vida,
Se há uma força que a mente não doma,
Perdida no tempo, num antigo aroma.
​Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão,
É o pulso da terra na palma da mão.
É a voz que sussurra quando o fogo se apaga,
A força ancestral que em teu sangue propaga.
​És frágil, pequeno, num mundo de espanto,
E ainda assim negas o peso do encanto?
Pois saiba que o místico não pede licença:
Ele existe, humano, apesar da tua descrença.
​Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.

A pretensa teimosia é o inverno que a alma escolhe; ela tranca as janelas do ser e empobrece o olhar. Quem não se permite mudar com o vento, acaba seco, enquanto a vida lá fora insiste em florescer.

Oportunidades não batem na porta de quem se tranca no quarto da autopiedade dizendo que "nasceu assim".

"Obedecer a Deus é abrir portas, não trancá-las. Aquele que seleciona quem 'pode' vencer na vida está tentando ocupar o lugar de Juiz, esquecendo-se de que todos somos servos dependentes da mesma graça."

"A sua soberba é o seu cárcere. Você se tranca num castelo de desprezo e não percebe que ficou sozinho com a própria maldade."

O Eco do Punhal de Vidro




​Há perguntas que nascem com dentes,
Criaturas pálidas trancadas no sótão da mente.
Não as soltamos porque o silêncio é um cobertor,
E a verdade, nua, tem o hálito podre do terror.
Pois saber o "porquê" é, muitas vezes, aceitar
Que o castelo de cartas nunca foi feito para habitar.
​Vale a pena o risco?
Questionar o destino é como polir o fio da navalha;
Se o corte mudar a vida, o que resta na batalha?
Uma alma nova, talvez, mas banhada em sangue e frio,
Pois certas respostas transformam o oceano em um rio vazio.
É o luxo da ignorância combatendo o vício de ver,
Enquanto o relógio mastiga o que nos resta de ser.
​Temer a morte é o maior dos contrassensos,
Um ensaio fúnebre em nossos dias mais densos.
Se o fim é o ponto final já posto pela mão do tempo,
Por que tremer diante do sopro de um vento atento?
A resposta final já está escrita na pele e no osso:
Ela virá nos buscar, quer o abismo seja raso ou fosso.
​Mas escute o sussurro que você insiste em abafar,
Aquela verdade que o peito não ousa confessar.
E se a resposta que você guarda, trancada e sombria,
For a única chave que encerra essa agonia?
Talvez o horror não seja o fim que a morte traz,
Mas viver uma mentira e chamar o cárcere de paz.
​"A verdade é um monstro que preferimos manter faminto, sem perceber que, ao final, somos nós o seu único alimento."

Amor é quando você se torna um alvo, tranca todas as portas e ainda assim não está salvo.

O passado é uma casa velha que insiste em ranger quando o vento da lembrança passa. Podemos trancar portas, entulhar janelas, mas o eco do que vivemos sempre encontra um jeito de entrar. E talvez não seja para ferir, mas para lembrar que o sobrevivente ainda habita aqui. E isso já é vitória demais para quem quase não existiu.

Exitem garotas que tranca foto no Facebook, tranca postagens no Twitter tudo isso pra ninguém ver ou "saber da vida dela" .. Tranca tudo! Mais as pernas abrem facil.. rsrs Coloquem cadiado, no que realmente tem que ser trancado!

Inserida por RayanneSol

É legal ver o mundo abrir as portas pra todos que só querem aproveitar, e tranca-las para que só quer ajudar!

Inserida por felipewatter

Tem gente que ao passar por uma decepção se tranca em casa. Se alimenta de sofrimento por dias e repete orgulhoso: “de hoje em diante eu não confio em ninguém”. Comigo acontece o inverso. Primeiro porque, se tem uma atitude que eu escolhi pra minha vida é: eu não vou ser vítima de história alguma. Tomo as rédeas nas mãos: são minhas e pronto. Confiei, e me decepcionaram: paciência, ACONTECE. Acontece desde que a gente é criança, quando a enfermeira disse que não ia doer. Quando meu pai disse que na volta comprava. Pensando bem, há momentos na vida em que uma mentira é fundamental. Sem certas ilusões fica difícil seguir em frente. Não vamos colocar a mentira como o pior dos pecados, quando este, é a falta de amor! O caso é, todo mundo mente. Alguns mais, outros menos. Enfim, em cada decepção eu aprendi a me dar mais. A amar, entregar e confiar de corpo, alma e coração. Só assim eu fico em paz, e sei que o erro não foi meu. E continuo abrindo meu coração para o mundo. A gente colhe o que plante, dizem. O meu lugar encantado há de estar por aí.

Inserida por tamylimao

Só entra por uma porta aberta aquele que possui a chave para trancá-la por dentro.

Inserida por AndreAnacoreta

A vida, a arte, a loucura, o prazer e a morte.
São doses de êxtase... Uma trança eterna, cruel e necessária. Uma coisa complementa a outra. Não existe vida sem morte, prazer ou arte sem loucura, nem mesmo vida sem arte. Mesmo sem a praticar, você a sente. Mesmo sem querer, as coisas morrem, as pessoas, os pensamentos... tudo morre!! Aí a loucura assume a sua vida, então cabe a ti transformá-la em prazer ou arte, continuando assim o eterno ciclo. Até que você morra.

Inserida por APriscila

Alma trançada

E minh’alma trança e destrança-se
Uma dualidade que não tem fim
Enfim
Me tranço novamente

Inserida por KauanC

Sentia necessidade do meu cone de sombra, da minha tranca na porta, da minha intimidade, nem que fosse só para ficar em silêncio.

Inserida por pensador

MENINA DE SAIA
Menina de saia, menina de trança; contumaz esperança de dias risonhos; de sonhos, de sonhos.
Menina de saia que brinca na praia, estrela do mar á rodar sua saia, na praia, na areia; menina sereia.
Menina moleca, olhar de boneca, daquela que chora. Ciranda cirandinha, brinca de senhora, mulher de mentirinha.
Menina tão linda, que deseja ser mais linda; e ainda que fosse nada mais me encantaria.
Criança mimada, faz beiço por nada e se alegra com tudo; e do mundo sisudo acha graça. Que graça, menina; o teu nada e o teu tudo.
Menina que cresce e a ninfa aparece, menina de saia não mais inocente, de andar cativante e moldura atraente; engodo de incautos machos adolescentes.
Mocinha atrevida que vai pela vida, mulher decidida. Desejos concretos, paixões, desafetos, na estrada que trilha.
Menina senhora, desperta e agora percebe que o tempo não faz convenções, não poupa ninguém, não ama ninguém; ah menina, não chora!
Menina de vestido, de olhar comovido em findas primaveras, nostálgicas eras, de um verão que termina.
Menina formosa com lábios de rosa, imortal beleza, imorredouro viço. Teu sorriso aniquila a sentença de “Chronos”; afinal, após cada amanhecer serás sempre mais, menina.

Inserida por edditavares

"Aquieta vosso coração menina de trança. Saiba que Eu Sou Deus. Você sabe em Quem tem crido. E Eu nunca abandono meus filhos!" (J.Dhany)

Inserida por joycedhany