Tomar Decisões

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Tomar decisões é um tratamento que na maioria das vezes requer superdosagens de coragem.

⁠Quando você escolher tomar decisões por outra pessoa não suponha que é o certo a fazer, pergunte antes. Argumente, exponha seu ponto de vista e convença. O seu certo pode estar errado.

As decisões que você tomar serão recompensadas em um futuro próximo. Mas você ainda precisa tomá-los, e ainda não está certo."

Faço por ti...


Procuro sempre tomar as decisões certas, para obter respostas que tragam ao meu corpo e ao meu espírito, mais intensidade e profundidade.
O cruzamento dos meus pensamentos com os meus sentimentos, não por acaso, recebe um filtro que separa as consequências existentes entre a razão e a emoção, isso me da ponderação nas minhas ações.
O aprendizado sobre, a saudade, as frustrações e as tentativas erradas são aperfeiçoadas através dos ensinamentos gratuitos oferecidos pelo tempo.
Deixo bem guardado no cantinho do esquecimento, a irá, o negativismo e tudo que já me fez mal um dia.
Carrego minha bússola da felicidade, para não perder a direção nas minhas idas e vindas entre o mundo dos sonhos e o mundo real.
Tudo o que eu fiz ou que eu fizer, só terá sentido e continuidade, se eu tocar teu coração.

Enganar a si mesmo tomando decisões precipitadas e depois pedir a Deus que abençoe o erro, é zombar da Sua santidade. No entanto, esta tem sido a trágica religiosidade de muitos: vivem como querem e tratam a graça de Deus como uma manta para encobrir a irresponsabilidade.

Tomar decisões desalinhadas com a soberania de Deus para depois exigir d’Ele um milagre de reparação revela uma espiritualidade utilitarista. Essa tentativa de usar a oração como um amuleto para anular a nossa irresponsabilidade — seja na esfera pública, eclesial ou conjugal — expõe a grande ilusão do coração humano: a de que podemos contornar a sabedoria divina e ainda assim desfrutar de Sua graça protetora.

Recebes o poder de tomar decisões logo na primeira hora do dia; tais escolhas conduzem-te a uma única direção.


Se forem determinadas com um objetivo em mente, certamente te trarão sucesso. Contudo, se tomares decisões precipitadas ou sem pensar, essas levar-te-ão a caminhos tortuosos e sombrios.


Como está a tua caminhada?

Fatos do presente e planos do futuro, são resultados de decisões tomadas ou negligenciadas.

Meu ego às vezes me faz tomar decisões que reduzem minhas opções futuras para satisfazer uma necessidade psicológica presente.

As vezes é preciso tomar decisões firmes e apertar o botão do DELETE!

As vezes caminhos se abrem e decisões precisam ser tomadas com agilidade, pois o tempo não perdoa indecisões. ⁠

Não adianta voltar atrás de decisões já tomadas sem antes ouvir quem também faz parte delas.

Antecipar é um hábito. Tomar decisões, uma rotina.

Planejar o futuro é tomar hoje decisões capazes de fortalecer os negócios amanhã.




— Pedro Daniel Magalhães

Não te aprece a tomar decisões importantes da tua vida por causa da pressão social
porque quando tudo der errado,
a sociedade não estará com sigo

Toda regra altera o ambiente em que as pessoas tomam decisões.

Governar é assumir responsabilidade pelas consequências das decisões tomadas em nome de muitos.

“Existe uma biografia que ninguém lê: aquela escrita pelas decisões que quase tomamos, pelas palavras que não dissemos e pelos caminhos que não percorremos.”

PENSAMENTO CRÍTICO É SUFICIENTE PARA TOMAR BOAS DECISÕES?

Aprendemos corretamente que é necessário desenvolver pensamento crítico.

Questionar fontes, comparar argumentos, procurar evidências, identificar contradições e reconhecer vieses são competências fundamentais.

Mas existe uma pergunta desconfortável:

O que acontece quando conseguimos criticar o pensamento dos outros, mas não percebemos a autoridade que concedemos ao nosso próprio pensamento?

Uma pessoa pode conhecer vieses cognitivos e continuar enviesada. Pode reconhecer manipulação nos outros e não perceber aquilo que mobiliza sua própria atenção. Pode identificar argumentos frágeis e continuar defendendo uma crença porque ela lhe oferece pertencimento, segurança ou confirmação.

Conhecer o erro não nos imuniza contra ele.

É por isso que pensar criticamente talvez seja necessário sem ser suficiente.

Precisamos também observar como distribuímos confiança entre aquilo que pensamos, sentimos, lembramos, recebemos e desejamos acreditar.

Esse segundo movimento não pergunta apenas se determinada afirmação é verdadeira ou falsa. Pergunta qual função ela está exercendo em nosso julgamento e se merece continuar exercendo essa função.

É nesse ponto que situo o discernimento como uma operação de segunda ordem.

Não basta possuir pensamentos.

Não basta pensar sobre eles.

Em determinadas situações, precisamos decidir quanto peso nossos próprios pensamentos merecem receber.

Essa perspectiva está presente no METADISCERN e se desdobra na Pedagogia do Discernimento e na Alfabetização do Discernimento Consciente. A proposta não substitui pensamento crítico, metacognição ou autorregulação. Procura investigar uma região específica que atravessa essas capacidades: a ponderação funcional daquilo que participa do julgamento.

Talvez uma educação voltada à autonomia precise ensinar algo aparentemente paradoxal:

Pensar por si mesmo também significa aprender a desconfiar de si mesmo sem deixar de ser autor do próprio pensamento.

Porque a liberdade de pensar não termina quando ninguém nos obriga a acreditar.

Ela começa quando descobrimos que nem nós mesmos deveríamos receber autoridade automática sobre tudo aquilo que pensamos.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

POR QUE PESSOAS INTELIGENTES TAMBÉM TOMAM DECISÕES RUINS?

Inteligência ajuda a resolver problemas.

Mas existe um problema que a inteligência, sozinha, não resolve: o que fazemos com a própria inteligência.

Uma pessoa cognitivamente sofisticada pode analisar cenários complexos, compreender argumentos difíceis e construir justificativas extremamente elaboradas.

Essa capacidade pode ajudá-la a encontrar a verdade. Também pode ajudá-la a defender aquilo em que deseja acreditar.

Quanto maior a capacidade argumentativa, maior pode ser a capacidade de racionalização.

Não usamos nossa inteligência apenas para revisar crenças. Também podemos usá-la para protegê-las.

Por isso, inteligência e discernimento não são sinônimos.

Uma pessoa pode possuir enorme capacidade de processamento e atribuir pesos inadequados às informações que processa. Pode compreender perfeitamente um argumento e recusá-lo por razões identitárias. Pode reconhecer probabilidades e agir impulsivamente.

A pergunta, portanto, não é apenas quanto conseguimos pensar.

É como regulamos aquilo que participa do pensamento.

Discernimento não compete com inteligência. Opera sobre outra dimensão.

Ele pergunta quais elementos devem participar de uma decisão, quanto devem pesar e quando uma interpretação precisa perder autoridade.

Talvez por isso pessoas extremamente inteligentes também consigam cometer erros extremamente sofisticados.

A inteligência pode construir caminhos. Mas não determina, sozinha, qual caminho merece ser seguido.

Pensar muito não garante pensar bem. E pensar bem não garante discernir o que deve governar a decisão.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador