Tolerância
Eita
Que falta de respeito
Querer que o mundo enxerga com os olhos da gente
Veja
Que desgosto
Você não entende?
Não precisamos ter o mesmo gosto
Eita
Como é elegante
Vestir o respeito
E parar de ser arrogante
Falo alto, me irrito fácil, explodo como uma bomba, cuido como posso.
Me atiro, me doou, me entrego mas quando eu recuo eu não volto.
Falo oque penso, sinto demais para poder colocar em palavras escritas ou ditas.
Quando eu sinto, eu sinto de verdade! Meio 8 ou 80.
Quando eu amo eu protejo, quando me irrito é como se fosse a revolta do mar ou dos ventos, derrubou tudo e faço grande estrago.
Eu sofro, eu grito, eu choro, eu berro, eu abraço eu dou carinho, eu dou incontáveis risadas de perder o ar e doer a barriga.
Sou intensa demais para viver no raso, intensa demais para coisas superficiais.
Sejam tolerante.
No percurso da minha vida tive várias experiências de reconhecer pessoas que me amam de verdade. “Talvez” não por ter sido inútil, mas por passar muitos momentos de extremas dificuldades (e colocá-los também em extremas dificuldades), onde não deixaram de me amar, tolerar e cuidar a minha pessoa.
Não sei a palavra a usar, mas o obrigado é muito pouco.
Rejane Mara Prati
Será que as pessoas que assistem e veem alguém famoso, ainda que este sendo superficial, percebem que são tão insignificantes seus comentários ao ponto de perceberem que a crítica de ninguém incomoda a quem brilha?
"Porque só quem nos conhece de verdade sabe o valor que temos. Porque isso tudo é essência e nada nos faz mudar se não somente os que não nos conhecem ou desaprenderam sobre nós, sabem ao nosso respeito. O famoso superficial, também tem essência."
Reflitam mais, senhores e senhoritas Universitários do Brasil. De suas bocas não saem mais do superficialidades das quais vocês tendem a viver e querer esconder.
E tenho dito. Douglas Melo, este que vos fala!
Já odiei por algum tempo tanta gente nesse mundo que só de lembrar me dar até medo de mim mesmo. Mas o que me alegra é que amadureci tanto que hoje no máximo o que sinto por essas pessoas que despertaram um dia esse sentimento tão asqueroso, é compreensão e tolerância, afinal isso é a base para seguir a vida sem carregar o árduo peso do rancor, do ódio...
O maior amor é o amor que cuida sem discriminação, porque o cuidado com o outro exige doação voluntária e tolerância às fragilidades do outro.
Não são as falas que dizem o significado de amar, até mesmo o abraço, tão necessário, por vezes não tem a capacidade de revelar esse verbo.
Mas a tolerância, e o ato de doar dignidade, podem trazer luz ao mistério de amar um outro alguém verdadeiramente.
Só fica ao nosso lado quem realmente nos ama.Isso é uma verdade, é só a gente olhar para quem está ao nosso lado e perceber o quanto de paciência e tolerância existe. Só fica quem realmente nos ama, pois as vezes somos muito difícil de engolir não é?
As ideologias não foram criadas para serem idolatradas, mas sim um norte para formular outra pergunta e uma nova hipótese. Sempre quando for ameaçado, pense no bem e na tolerância entre as idéias divergentes. Pois somente com a diferença haverá a aprendizagem.
Essa é apenas mais uma idéia...
Não é de agora que tenho me preocupado com a falta de paciência que assola o mundo. Tenho me exercitado bastante mas, ainda, não o suficiente, confesso.
Não há fórmulas mas, quando estava na Estação Rodoviária de [...], tive um "insiggt" e, o curioso, é que ele emergiu da falta de paciência. Não dá pra descrever com exatidão mas, quando me vi: tendo que me sentar no chão pra esperar o ônibus (que não entrou na estação e ficou do lado de fora (como adivinhar que era o tal?); sendo obrigada a entrar num sanitário com condições precárias; vendo lixo espalhado pelo chão; um rapaz varrendo as mesas do "fast food" da Rodoviária com a mesma vassoura que estava varrendo o chão; pessoas comendo com as mãos sujas etc, fiquei a pensar que situações como estas, que não dependem de quem está vendo (não é a sua cultura), fazem com que você respire fundo, se recolha e peça iluminação para ser paciente e tolerante. Nesta viagem, observei tantas outras situações difíceis, como mulheres fazendo o trabalho pesado de construção civil junto aos seus filhos em processo de amamentação...
ENTÃO ME PERGUNTEI: "Como não agradecer pelo que somos e pelo que temos? Concluí que, infelizmente, assim como aprendemos com o processo de dor, este é um excelente exercício (embora doloroso) para aprendermos a ser pacientes e tolerantes, ou seja, a ver e, ao não poder interferir, recolher-se no silêncio, aquietar o coração E AGRADECER pelo que conseguimos!
Enfim, quando viajamos, aprendemos muito, talvez porque ficamos mais em silêncio do que quando estamos em "casa".
Um pagão que acreditava em Zeus e chegava num país em que o deus principal era Osíris não chamava o deus egípcio de falso ou um demônio disfarçado, mas afirmava que se tratava de uma mesma deidade com nomes diferentes.
A vida nos leva de forma apertada às vezes, nos carrega no bolso, nos embala em desgosto e no entanto, corremos afoitos em busca do sol de cada dia, da esperança de cada momento, da prosperidade de cada instante, da rotina que faz falta, do riso incontido, da vivacidade que inunda a alma nos dias de glória e dessa beleza tamanha que mora no coração de muita gente.
Por isso a gente se ofega tanto, se precipita tanto, se entristece e se alegra tanto e mais um tanto...
Somos uma geração "vida" e toleramos os dissabores por qualquer toque de sensibilidade, amor e acima de tudo, buscamos o futuro, mesmo que o presente seja dolorido e persistente. Por mais sofrido, ele carrega nosso aprendizado e somos um espelho dentro dele.
O círculo de ódio, de coisas negativas e pessimistas,
são interrompidos quando batem de frente com a tolerância, com o perdão e com o amor.
Se de algum modo, entramos num desses círculos, somente com tolerância, disposição ao perdão e com amor terá um fim.
Ao livrarmo-nos de julgamentos desnecessários, de nós mesmos e dos outros, passamos a viver com o que, de fato, nos é vital. A tolerância e o amor.
Somos intolerantes quando entramos em uma argumentação ou conflito com ideias preestabelecidas e com o desejo de “ganhar o debate” ou mudar o outro. Somos intolerantes quando rotulamos e diminuímos pessoas porque elas são ou desejam algo diferente de nós.
O Outro
Não sou eu que penso nem sou eu que falo;
É a minha história;
Não é o outro que pensa, nem é ele que fala;
É a sua história;
Assim sendo, o outro é o mesmo que eu;
O outro não existe;
Outra é somente a história.
Bem-vinda(o)
Bem-vindo ó nórdico
Bem-vindo ó sulista
Bem-vindo ó branco
Bem-vindo ó negro
A porta está aberta!
Bem-vindo ó oriental
Bem-vindo ó ocidental
Bem-vindo ó pensador
Bem-vindo ó sábio
A porta está aberta!
Bem-vindo ó ancião
Bem-vindo ó jovem
Bem-vinda ó mulher
Bem-vindo ó homem
A porta está aberta!
Bem-vindo ó monge
Bem-vindo ó mago
Bem-vindo ó amante
Bem-vindo ó solitário
A porta está aberta!
Bem-vindo ó farto
Bem-vindo ó necessitado
Bem-vindo ó cooperador
Bem-vindo ó benéfico
A porta está aberta!
Ela somente fecha àqueles que não sabem dizer:
Bem-vindo!
O inimigo se apresenta como tal no momento em que nos parece diferente de nossa auto projeção ilusória de quem somos. Neste momento também passa ser ilusória a noção de inimigo. O inimigo está no avesso de um espelho, na antítese de Narciso, na nossa frustração de o outro não parecer nosso próprio reflexo. O inimigo é um delírio que insistimos em dar-lhe forma, assim mesmo carregando a culpa por ser diferente, como nós mesmos o somos. E neste ponto não somos senão iguais.
