Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

Cerca de 282002 frases e pensamentos: Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

⁠Tenho uma alma de vento

Qualquer sopro desalento

Chovem-me palavras e pensamentos

São poetas, jogando versos ao vento



Poemas e poemas me constroem

Versos me formam a brisa

Brisa que sopra nos campos

Campos de rosas e prosas



Esvai-se-me a alma

Com a brisa que sopra

Os versos me caem num tempo inserto

Semeiam poemas no deserto



Minha’lma, ai de ti se me perdes a pouca vida

Nessa viajem sobre a brisa

Onde o sol não mais radia

Nem sustenta o novo dia

Título: Alma de Vento
Autor: Leontino Gaspar
Inspiração: Gabriela Manuela Chombossi

Inserida por Leontinoadao

⁠"A vida é um sopro, é como uma brisa leve. Cabe a nós, vivê-la intensamente, buscando nos permitir ser feliz!"

Inserida por LigiaNascimento

⁠Somos apenas o fruto do desdenho do tempo...
Reflitam sobre isso aprendam que sopro da vida é uma dádiva que não temos a compreensão.
Nas sombras do tempo somos um suspiro dos céus.

Inserida por celsonadilo

⁠A vida é como um sopro , hoje abraçamos uma pessoa, amanhã ela pode não estar aqui , hoje brigamos com uma pessoa e amanhã ⁠ela pode não estar mais aqui , devemos viver um dia de cada vez , porém , devemos pensar no que cometemos . Às vezes o pensamento pode nos ajudar a diminuir nossos erros , pois seria uma sábia escolha.

Inserida por MariaEdu123

⁠A mulher é como uma flauta: a cada sopro do amor entoa uma melodia nova.

Inserida por ednafrigato

⁠"Em cada sopro há além de uma centelha de vida, uma oportunidade para fazer diferente de antes, pois será sempre sua a escolha entre ferir ou proteger, atacar ou ceder, desprezar ou amar, e assim dar e encontrar um sentido para além de si, nesta extraordinária e singular jornada humana."

Inserida por wandermedeiros

⁠“A vida é como um sopro, como um livro que chegará ao fim e todos os dias são como uma página, cada momento uma vírgula e cada fase um parágrafo diferente.” - I.D

Inserida por isabeladamaris23

⁠Um sopro de ar, uma falta absurda de vento...Um vento que sopra esse ar, em dado momento. Em dado instante, não há como ser forte...Implora uma única chance, talvez, só um pouco de sorte . Uma falta de ar, um sopro de vida, um vazio no olhar... para sempre, desaparecida.

Inserida por jose_cavalcante

⁠"Uma pessoa sem METAS e OBJETIVOS a qualquer momento com sopro do vento, pode se perder pelos caminhos da vida".

Inserida por Anderson_Davidye

⁠A cada novo amanhecer é uma extensão do SOPRO DA VIDA, para todas as pessoas que tiveram a oportunidade de acordar e devem fazer desse dia valer a pena.

Você tem a obrigação de fazer isso.
Tenha coragem, congruência, sabedoria e ATITUDE para fazer esse dia, o dia mais importante da sua vida.

Aproveite através do livre arbítrio para crescer, evoluir e VENCER a cada novo ciclo.

Desperte para a VIDA!!!

Inserida por LucianiCFagundes

⁠Abre-se as portas do outono. A cada sopro da brisa mansa da estação uma folha rodopia com vento como se fosse pétala colorida, formando uma primavera de folhas.

Inserida por ednafrigato

⁠Se a vida é um sopro, seja uma flauta!

Inserida por GuilhermeTheos

⁠A vida é breve, um sopro passageiro E a morte chega como uma certeza sem fim Mas enquanto houver vida em mim, será para te amar.

Inserida por eraldocosta13

⁠"A mãe natureza é uma mentira. O Pai e criador da natureza é o mesmo que nos deu o Sopro de vida"


AuGuStO SoUtO

Inserida por augustosouto

⁠Em cada sopro, um verso que brota,
Um sussurro suave, uma melodia.
Sentir o teu cheiro sobre a brisa leve do vento,
É como navegar em um mar de poesia.
Em cada aroma, uma lembrança a florescer,
Um jardim secreto, onde a alma se entrega.
Em teus braços, a paz que eu quero encontrar,
Em teu perfume, a vida que me rege.
A brisa te traz, como um sonho a bailar,
Em cada pétala, um desejo a pulsar.
Sentir o teu cheiro, é te amar sem igual,
Em cada instante, a eternidade a brilhar.

Inserida por Eltonaron

E de repente novamente o fundo
Não o fundo de uma sensação ou um sopro
O fundo de um turbilhão chamado poço
Em vezes ele te esvai e sem mais
A alma que sai se prepara para sumir
Prepara o amanhã que em breve chega
Nas vidas eternas que o mundo planeja

Outrora com o tempo vai embora
Causando uma espécie de chacoalhão
Da mente consciente favorecendo o agora
E o inconsciente desconhecido até então
É forçado a participar como um aliado irmão
Complementando o sentido se ser
Ressignificando o prazer
E mergulhando no infinito que é você

Quando surgem pegadas de um elefante
Percurso árduo e um tanto predominante
Traçando o rumo nas finas linhas do corpo
Com o destino incerto sempre bondoso
Refinando sensações e adaptando padrões
Transformando o homem e suas ilusões
Num projeto de vida para multidões

E uma essência divina com cheiro morena
Palavras suaves buscando o problema
Dos cachos envoltados brilhando serena
De olhos aquilinos em frente ao menino
Que se vê no passado e busca o destino
Em prol de um dever que vem paulatino
Onde quer que estejamos daqui ao Aquino

Inserida por welbervasques

⁠De repente, um sopro de esperança de poder renascer num amor não vivido;
Uma vontade incandescente de estar em seus braços, sentir seu corpo pulsar e se entregar;
Algo nunca sentido, talvez sonhado e por vezes reprimido;
Sufocada na vontade, comedida pela ânsia e limitada na distância;
A imprecisão de poder estar, dói mais que a probabilidade de nunca mais estar;
Eu só queria uma chance de poder te provar.

Inserida por Passalini

A cada sopro de ar, posso sentir uma sútil e incômoda ardência, que acompanha a sensação do oxigênio preenchendo meus pulmões. A dor, vêm consumindo as cores que costumam pintar, em tons de expectativa, sonhos distantes da realidade, as apagando, os transformando em pesadelos, melancólicos e obscuros.⁠

Inserida por Vinagreete


A JUDITE
Tinha um nome, uma história e sonhos que flutuavam como borboletas ao sopro suave do entardecer. Mas a violência, esse monstro devorador que se esconde nas sombras da sociedade, não conhece nomes nem sonhos, devora vidas, destroça esperanças, deixando apenas cicatrizes na alma dos que ficam para contar a história.

Inserida por Bissueque

“O Espelho de Infinitos e o Sopro das Raízes Ocultas”
Nas profundezas de uma floresta sem nome, onde as árvores entrelaçam suas raízes em um murmúrio ancestral, repousa o limiar de um mundo onde o visível e o invisível se dissolvem. Os troncos milenares, como guardiões de um saber esquecido, sustentam a abóbada etérea onde dançam os reflexos de um céu fragmentado — um céu que, por sua vez, se desdobra em incontáveis realidades. Nessa penumbra sublime, o vento carrega o eco de verdades sutis, os sussurros de uma ciência anterior à própria história, um saber que paira entre os véus do ser e do não ser.
O Arvoricionismo revela que a natureza é um espelho do inconsciente coletivo: as árvores são símbolos do eixo que conecta os mundos, os dragões, arquétipos do desejo reprimido e da força primordial. Eles dormem sob a crosta terrestre, como impulsos ocultos sob a camada frágil do ego. As fadas e os duendes, seres que vibram em frequências que os olhos humanos esqueceram de enxergar, representam os fragmentos do Eu que renegamos — lampejos da psique que escapam à lógica cartesiana e dançam nas brechas das realidades paralelas.
Entre as folhas, há unicórnios de luz prateada que surgem como símbolos da pureza perdida, da potência criadora que jaz esquecida no âmago da alma. Eles caminham sobre um fio tênue entre o espaço e o tempo, portando a verdade de que o momento presente é apenas uma interseção de ondas colapsadas, conforme ensina o espectro quântico. É o paradoxo do Ser e do Não-Ser, como o felino aprisionado em uma caixa que nunca foi apenas uma.
No coração desta floresta, um portal se ergue. Ele não é feito de pedra ou madeira, mas de vibração e silêncio. As raízes profundas, como neurônios na mente cósmica, estendem-se sob os pés do viajante, conduzindo-o ao abismo do Self. Ali, o tempo perde seu compasso e o espírito se funde ao todo. São os segredos que outrora os Atlantes contemplaram, quando o homem ainda dançava sob as estrelas em comunhão com a terra.
Os escritos ocultos, que repousam em bibliotecas esquecidas, murmuram sobre um deus que sussurrava em silêncio através da geometria do universo, e sobre um rei que buscou a imortalidade nos confins do tempo. As epopeias antigas falam de civilizações que ascenderam e caíram, porque não compreenderam que a existência é um fluxo, um pulsar entre mundos.
Na percepção do Arvoricionismo, cada folha é uma página de um livro escrito com a linguagem original, o Sopro Divino que se esconde no mais profundo silêncio. Seus símbolos ressoam na mente do iniciado como ecos das palavras gravadas em pedra, nas areias intemporais. Os hieróglifos, os cânticos apócrifos, os tratados esquecidos — todos são fragmentos de um conhecimento sem origem, que pulsa no âmago da criação.
Então, o viajante percebe: as realidades não são binárias, elas se multiplicam como reflexos em infinitos espelhos. Cada decisão, cada pensamento, cada emoção cria um desdobramento, um universo que se expande e respira. Nesse intrincado jogo de possibilidades, somos o sonho e o sonhador, o observador e o observado. É a dança quântica das probabilidades, onde o mundo se revela como uma tapeçaria viva, tecida com fios invisíveis.
Por fim, no cerne do silêncio, o mistério se revela: não há separação entre o céu e a terra, entre o ser humano e o cosmos, entre a mente e a matéria. Tudo é Uno, pulsando em diferentes frequências, dançando em ritmos que apenas o coração aberto pode escutar. O Arvoricionismo não é um caminho para o conhecer, mas para o lembrar.
Pois ao contemplar a natureza, ao ouvir os sussurros das árvores e ao perceber os dragões adormecidos sob os pés, somos convidados a mergulhar no espelho das infinitas realidades. É ali, nesse vazio pleno, que encontramos a chave para a expansão do Ser. O mistério não está fora, mas dentro — aguardando apenas que os véus se dissolvam no sopro das raízes ocultas.

Inserida por Arvoricionismo_real