Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

Cerca de 277300 frases e pensamentos: Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

Eu que poetizo tudo, poetizei você, te transformei em verso.
Verso que carrego comigo para todo lugar.

Inserida por felippe_santana

"Está tudo errado, faz tempo! E e em todo esse tempo fizemos tudo de errado."

Inserida por CCF

Melhor que resolver problemas seria evitar o máximo o problema.Porque todo problema é problema.

Inserida por Cacio01

Posso até passar o dia todo sorrindo,
Mais pela noite,
Eu choro a madrugada todinha.

Inserida por ellys_maia

Não terá muitas instruções mais o melhor professor para os problemas e o tempo e esse tempo e todo nosso.

Inserida por vycthor_jesus_silva

Todo profissional hoje foi um aprendiz ontem,é sempre bom lembrar de onde veio.

Inserida por Cacio01

A arte nos faz criador e criatura o tempo todo portanto, enquanto houver arte, seremos eternamente poesia!

Inserida por almando_xavier

Agradeço ao grande Deus por tudo o que tenho e sou
Agradeço pela vida e também por todo amor
Sou grata por ele ter me dado a capacidade de ser um criador e por ter me feito entender que sou mais que um vencedor.

Inserida por nildinha_freitas

Seja calmo,mesmo que te machuquem com palavras mostre que você é superior,devolva todo o ódio em forma de amor,não sinta dor,não tenha rancor,suas palavras podem curar um ser que se desandou e seguiu o caminho da ignorância misturada com a dor!

Inserida por Bruno1BD

Todo mundo é só a ponta de seu próprio icebergue! .. Por isso, saber meu nome não significa me conhecer!... ✨

Inserida por moniquebr

DANÇARINA DANÇANTE

Porque dança dançarina...
Com seus passos tantos! Todo santo
dia! Parece ródia na qual você rodopia
esboçando sua alegria.
Dançarina... Já que dança aquebrantada
essa dança variada... A dançarina me
ensina? Me ensina a dançar assim com
essa emoção... Com essa poesia cheia,
de cores e de tom.
Essa rima, esse encanto... Me ensina
a dançar esse amor essa dedicação...
Me ensina a dançar essa dança que
você dança, desfilando essa canção...
Me ensina a dançar essa paixão, que
você carrega nesse seu pobre coração.
Me ensina a dançar dançarina!
as coisas do mundo
os trilhos da minha sina.
Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

As vezes o sol abre espaço para q possa nublar e a chuva possa cair nem sempre é dia de sol,nem todo dia é d sofrimento,paciência.

Inserida por Cacio01

Todo mundo fala, alguns escutam e poucos realmente se comunicam.

Falar é prata, ouvir é ouro, mas saber como utilizar a fala e a audição da forma certa é a grande fortuna.

Inserida por EduardoColamego

É mto ruim acordar todo dia sabendo que ninguém está com você para te ajudar, desabafar. Sentir aquele aperto no coração e pensar "uau, mais um dia". Ent lembrar daqueles velhos amigos que te deixaram.

Inserida por giovana_rodrigues_1

Todo ato de bondade, mal intencionado.Logo, é descoberto.

Inserida por realidade5D

Escolha o caminho do bem.Com toda certeza a felicidade estará em todo ele.

Inserida por realidade5D

Todo o amor merece e recebe respeito.

Inserida por realidade5D

Todo amor faz-se respeitar.Simplesmente por ser amor.

Inserida por realidade5D

A VALA

Dos esgotos ao riacho, a água suja levando todo tipo de relaxo humano. Aqui embaixo, no vale dos escrotos, pouco se vê daquela selva de concreto onde a vida abstrata torna a todos os cinzentos viventes robôs, inorgânicos por natureza consumista destrutiva.
Minha pele ferida pelo tempo passado dentro de manilhas ásperas e contaminadas, enfraquecida pela carência do sol, marcada pelo desespero. Considerava-me parte deste submundo de fezes e lixo, entre os ratos e as baratas, partilhava de suas rotinas o mesmo espaço, porém, hoje percebo que sou apenas mais um fruto da desumanidade, um resto inútil que um dia foi descartado.
Pelos canos rastejei buscando abrigo, porém minha presença opressora prejudica a liberdade no esgoto, não sou resto suficiente de algo, talvez seja eu restos de nada, talvez nada. O córrego de merda desperta-me o desejo de navegar, de sair pra ver o céu, respirar um pouco melhor este ar.
Principio de um desejo a jornada rumando junto à corrente, das paredes abissais escorrem desesperança, mas, o trajeto da grande valeta parece me trazer o sentimento de um futuro favorável. Segui-lo hei na minha aventura, embrenhado na pequena mata baldia sigo, e a cada passo que dou me sinto um pouco mais vivo, pelo menos, a sensação de que o coração ainda bate me conforta.
Ruídos, buzinas, freadas, sirenes, latidos, roncos, pancadas, batidas. A cidade é um monstro estranho, não pretendo compreende-lo. Deveria me assustar, apavorar, mas ele já arrancou de mim todo o medo, consumiu-me até não restar bagaço à desfazer, ando por suas entranhas como um fantasma anônimo, perdido, avulso, perambulando leve nulo desumanizado.
Avanço pela fenda cada vez mais larga, distante dos tubos, enquanto acompanho o escorrer do denso regato fétido sou observado pelos habitantes das fossas, um desirmanado só, errando extraviado de todo o resto, perdido. Mas por que julgar de tal modo o olhar curioso das criaturas? Por que estabelecer tais qualidades tão desprezíveis à mim mesmo? Talvez minha imaginação tenha sido arruinada, uma cabeça desprovida de sonhos e esperanças, uma cabeça oprimida e comprimida de forma a servir um propósito alheio não mais pensa livremente para si.
Deparo-me com uma comunidade às margens do riacho, estranhamente sinto pelos que ali vivem o horror de ser humano lixo, descartados como bosta deste monstro conhecido como cidade. O crepúsculo triste de um sol que não se vê, torna aquele lugar mais estranho. Na escuridão vejo uma tímida fogueira, queimando lixo, iluminando e aquecendo rostos anônimos a queimar e fumar a dura pedra da decepção, cravando desilusões na mente já ludibriada pelo desapontamento vívido vivido desde a infância.
Peço-lhes fogo, para atear em minha própria fogueira, longe da desesperança e do lamento, aquecerei meu desejo de seguir adiante e matarei minha sede longe do olhar desconfiado dos que receiam. O cheiro das fezes lançadas pelos tubos empesteia a noite, e não há noia que catingue tanto a ponto de nos fazer esquecer que o vale dos escrotos foi enterrado com esterco e pavimentado com ignorância.
A chuva cai sobre nós lixos, evaporando do solo toda a podridão tornando o fedido cânion um caldeirão infectado, que logo é tomado por uma enxurrada de chorume decomposto lavado das ruas levando indiferente tudo o que havia ou não pela frente.
Fui junto, tornei-me mais um corpo inchado boiando na merda removido com repulsa e enterrado com repugnância, despido de qualquer pingo de empatia tido como resíduo inútil de uma existência desnecessária.
Tornei-me lembrança passageira de alguns ratos de esgoto, o homem que foi lixo do homem, um lixo de homem na vala de lixo.

Inserida por crislambrecht

Todo sujeito que não amadurece, até a puberdade, não valerão os esforços dos Pais coloca-los nos fornos afim de,ensina-los incessantemente; porque pessoas assim, amadurecem somente com a temperatura tépida do inferno...

Inserida por ManuelErnesto