Todo Amor Precisa ser Alimentado
Como dói viver com ela...😦
Anseio por nossa separação
Me angústia, martiriza, e derrete todo dia,
o meu pobre coração
Silenciosa, chegou sem avisar
E eu tao despercebido não pude evitar
Desejada por muitos que não sabem o quer
Fez do leito minha rotina, e foi mantando a minha fé
Homens cansados do casório na oportunidade pra dar um "tomé"
Trocaram à sedutora, por sua própria mulher
Coitados, infelizes entraram pra lista da repetitiva sedução
Sem chance de retroceder do orgulho o aguilhão, casaram-se com ela, a famosa solidão.
(Vinícius de Morais JUSTINO)
AMIZADE VERDADEIRA
Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão. —Provérbios 17:17
O escritor de faroestes Stephen Bly diz que nos tempos do Velho Oeste americano havia dois tipos de amigos (e cavalos): os que fogem e os que permanecem ao seu lado. Ao primeiro sinal de perigo, aqueles que fogem, desapareceriam — abandonando-o diante de qualquer perigo que você enfrentasse. No entanto, aqueles que permanecem, ficariam com você sob quaisquer circunstâncias. Infelizmente, você não saberia que tipo de amigo seriam os seus, até que as dificuldades chegassem. E já seria tarde demais — a não ser que seu amigo fosse um daqueles que permanecesse ao seu lado.
Ao invés de nos preocuparmos com que tipo de amigos temos, devemos considerar que tipo de amigo somos. Nos dias finais do ministério de Paulo, enquanto ele aguardava a morte, alguns dos que haviam ministrado com ele, fugiram e o abandonaram, deixando-o para que enfrentasse sua execução sozinho. Em sua última carta, Paulo listou alguns que haviam fugido (Dimas, por exemplo), depois simplesmente afirmou: “Somente Lucas está comigo” (2 Timóteo 4:11). Lucas foi um amigo que permaneceu ao lado de Paulo. Mesmo indubitavelmente desapontado com aqueles que o haviam abandonado, Paulo deve ter se sentido profundamente confortado em saber que não estava sozinho.
Provérbios nos diz que “em todo tempo ama o amigo” (17:17). Em momentos de adversidade, precisamos de amigos em quem podemos confiar. Quando as pessoas que conhecemos enfrentarem dificuldades, que tipo de amigos seremos — alguém que foge ou aquele que permanece? —WEC
Um verdadeiro amigo permanece conosco em tempos de provações. Bill Crowder
sistere
Sou todo inverno
As horas passam
Sou primavera
As horas passam
Sou verão
As horas passam
Sou outono
Os dias passam
Não quero ser mais ser estação.
DUAS MOEDINHAS
[…] ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento. —Marcos 12:44
Jesus sentou-se perto do gazofilácio e observou as pessoas enquanto elas passavam e depositavam as suas ofertas para o templo (Marcos 12). Alguns se exibiam, talvez para que outros pudessem ver o quanto eles davam. Neste momento, uma pobre mulher passou por ali e jogou duas “moedinhas.”
As moedas eram do menor valor em circulação. Portanto, a oferta da viúva foi bem pequena, insignificante aos olhos da maioria das pessoas. Mas o nosso Senhor enxergou o que os outros não viram. Ela entregara “tudo quanto possuía” (Marcos 12:44). A viúva não estava tentando chamar atenção para si. Ela estava simplesmente fazendo o que podia. E Jesus percebeu isso!
Não devemos nos esquecer de que nosso Senhor vê tudo que fazemos, apesar de parecer insignificante. Pode ser mostrar uma expressão feliz em momentos difíceis ou um ato de amor e bondade em favor de alguém que passa por você ao acaso. Pode ser uma oração curta e silenciosa por um vizinho com necessidades.
Jesus disse: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste […] Tu, porém, ao dares a esmola […] fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6:1-4). —DHR
Deus olha para o coração, não para a mão; para o ofertante e não para a oferta. David H. Roper
GUERRA…E DEPOIS PAZ
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus. —Filipenses 4:7
No dia 7 de dezembro de 1941, um avião de guerra japonês pilotado por Mitsuo Fuchida levantou voo do porta-avião Akagi. Fuchida liderou o ataque-surpresa à frota americana do Pacífico em Pearl Harbor, no Havaí.
Durante os anos de guerra que se seguiram, Fuchida continuou a voar — sempre escapando por pouco da morte. Ao término da guerra, ele estava amargo e desiludido.
Poucos anos depois, ouviu uma história que aguçou sua curiosidade espiritual: Uma jovem mulher cristã cujos pais haviam sido mortos pelos japoneses durante a guerra decidiu ajudar prisioneiros japoneses. Impressionado, Fuchida começou a ler a Bíblia.
Quando ele leu as palavras de Jesus na cruz, “[…] Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34), compreendeu como aquela mulher podia mostrar bondade a seus inimigos. Naquele dia Fuchida deu seu coração a Cristo.
Este homem tornou-se um pregador leigo e evangelista aos seus compatriotas, e dessa maneira esse antigo guerreiro demonstrou “[…] a paz de Deus, que excede todo o entendimento” (Filipenses 4:7) — uma paz que experimentam todos os que confiaram em Jesus, e cujas petições são “[…] conhecidas, diante de Deus” (v.6).
Você já encontrou esta paz? Não importa o que tenha acontecido em sua vida, Deus a oferece a você. —HDF
A verdadeira paz não é a ausência de guerra; mas é a presença de Deus. —Loveless Dennis Fisher
SINAIS DE ALERTA
[…] diz o Senhor: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. —Joel 2:12
Não desconfiei que a leve falha no motor do meu carro e que aquela luz amarela, alertando: “verificar o motor” no painel, precisasse realmente da minha atenção imediata. Deixei a questão para lá, dizendo que no dia seguinte pensaria nisso. No entanto, ao ligar meu carro na manhã seguinte, ele não dava partida. Minha primeira reação foi de frustração, sabendo que isso significaria dinheiro, tempo e inconveniência. Meu segundo pensamento foi, na verdade, uma resolução: “Preciso prestar atenção aos sinais de alerta que chamam a minha atenção —, pois eles significam que algo está errado.”
Em Joel 2:12-17, lemos que Deus usou o profeta para encorajar Seu povo a prestar atenção ao sinal de alerta no seu painel espiritual. A prosperidade os havia deixado complacentes e negligentes em seu compromisso com o Senhor. Sua fé se degenerara em formalismo vazio, e suas vidas, em fracasso moral. Deus então mandou uma praga de gafanhotos para arruinar as plantações, e assim chamar a atenção do Seu povo, fazendo-os mudar seu comportamento e voltar-se para Ele de todo o seu coração.
Que sinal de alerta está piscando em sua vida? Que necessidades precisam de reajustes ou reparos através de confissão e arrependimento? —MLW
A convicção interior é um sinal de alerta enviado por Deus. Marvin Williams
Todo mundo jovem.
Escolhendo mal, vivendo mal. E esquecendo que a velhice sem saúde, pessoas que nos amam e valorizam... torna a vida indesejada.
Quando se é jovem, o corpo pede a vida. Quando se envelhece, o corpo pede a morte.
Ignoramos o que realmente importa... sentimentos, pessoas.
Vivemos como imortais...sendo que a qualquer instante tudo, tudo mesmo pode se tornar luto, memória, esquecimento.
"Amar como se não houvesse o amanhã"🌻
Ah tia! Minha mãe fala todo dia: tu não tem futuro,tu não serás nada na vida, tu não serve pra nada....
Desde quando tua mãe é vidente? Meu bem,acorda! O teu futuro pertence a Deus; Tu serás exatamente um instrumento nas mãos de Deus; Servir ao Senhor Jesus,basta!
Não é necessário dizer,mas tu tens o livre arbítrio para escolher ser como Deus a escolheu ou satisfazer o desejo daquele que almeja teu fim. Jesus te ama e nada a atingirá se deixares Deus na tua frente.
Conte tudo
Confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio. —Salmo 62:8
Um vendedor que me ajudou a comprar um pequeno gravador de voz digital, disse-me que quando trabalhava na Califórnia, tinha um gravador igual ao meu em seu carro. “No caminho de volta para casa depois do trabalho eu o ligava,” disse ele, “e falava sobre tudo que acontecera no trabalho naquele dia, bom ou ruim. Quando chegava à entrada da garagem, eu o desligava.” Então ele sorriu. Após contar tudo ao seu gravador, aparentemente ele não sentia a necessidade de comentar os problemas do dia com a esposa ou família.
Isso me fez lembrar quantas vezes, desnecessariamente, relatei meus problemas e decepções aos outros ao invés de contá-los a Deus. O salmista escreveu: “Confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio” (Salmo 62:8). Ele menciona duas vezes a questão de esperar em Deus, sua rocha e salvação (Salmo 62:1-2,5-7).
Embora seja tremendamente reconfortante compartilhar nossas dificuldades com um amigo, perdemos a maior ajuda se deixarmos de levá-las ao Senhor. Joseph Scriven expressou isso tão bem:
Em Jesus amigo temos mais chegado que um irmão.
Ele manda que levemos tudo a Deus em oração.
Oh! Que paz perdemos sempre.
Oh! Que dor no coração.
Só porque nós não levamos tudo a Deus em oração.
Onde quer que estejamos Jesus está apenas a uma oração de distância. David C. McCasland
Sob novas ordens
…Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. —Mateus 22:37
O empolgante romance de Herman Wouk sobre a Segunda Guerra Mundial A Corte Marcial do Motim Caine (1964, Editora Teatro) contém uma excelente ilustração sobre o que acontece quando alguém se torna seguidor de Cristo.
No romance, um jovem, de família influente, alistou-se na Marinha. No dia da sua apresentação, sua mãe o leva em seu carro luxuoso e lhe dá um beijo de despedida. Ele cumprimenta o guarda enquanto entra no prédio e a porta se fecha atrás dele.
A mãe, repentinamente preocupa-se com a possibilidade do filho não ter dinheiro suficiente e corre até a porta. Porém, ela é educadamente barrada pelo guarda. Quando ela exige entrar, ele recusa-se a permitir sua entrada. Ela consegue ver o filho lá dentro, e tenta alcançar a maçaneta. “Ele é meu filho!” grita ela. O guarda retira gentilmente a mão dela da maçaneta e diz com delicadeza: “Eu sei senhora, mas agora ele pertence à pátria. Ele é um marinheiro.”
Quando cremos em Jesus Cristo e nos tornamos Seus seguidores, estamos sob nova autoridade. Estamos sujeitos a novas ordens. Agora pertencemos a Ele. Aquilo que algum dia considerávamos importante perde seu significado. Avaliamos as coisas de maneira diferente. O nosso novo desejo é amar e servir ao Senhor de todo nosso coração (Deuteronômio 6:5-6). Você já juntou-se ao Seu exército?
Os seguidores de Cristo recebem dele as ordens para marchar. David C. Egner
A política, como a hipocrisia, é um mal necessário para a existência da sociedade – e em todo caso, um mal.
Olhei as estrelas, as ondas, os sentidos da vida, e ao mesmo tempo percebi que em todo lugar só havia seu sorriso em meu coração.
Está tudo bem?
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. —Filipenses 4:7
Quando o coral da escola se preparava para cantar o clássico hino de Horatio G. Spafford, “Sou Feliz com Jesus”, um adolescente se adiantou para contar a familiar história deste cântico. Spafford escreveu esse cântico quando estava em um navio que passava perto do local, no mar, onde suas quatro filhas haviam perecido.
Enquanto escutava essa introdução, e depois as palavras cantadas pelos adolescentes, eu senti um turbilhão de emoções. “Onde suas quatro filhas haviam perecido” eram palavras duras de entender, enquanto escutava novamente as palavras de fé de Spafford. Tendo perdido uma filha subitamente, acho inconcebível a ideia de perder quatro.
Como tudo podia estar “bem” com Spafford em sua dor? Ouço as palavras “Se paz a mais doce me deres gozar” e me lembro do lugar onde posso encontrar paz. Paulo diz em Filipenses 4 que ela pode ser encontrada quando expressamos nossas orações mais íntimas diante de Deus (v.6). Através da oração confiante, aliviamos nossos corações, despojamo-nos de nossas ansiedades e entregamos a nossa dor. E então podemos conseguir “a paz de Deus” (v.7) — uma calma de espírito, divina, inexplicável. Essa paz vai além da nossa habilidade em compreender as circunstâncias (v.7), é uma sentinela em nosso coração, através de Jesus, que nos protege e permite que sussurremos mesmo em meio a dor: “Sou Feliz com Jesus”.
Jesus nunca comete qualquer engano. Dave Branon
