Tô Plantando Meu Jardim
Senhor, faz do meu coração um jardim consagrado. Planta em mim Tuas Promessas, rega-me com Teu Amor Eterno, e colhe, em cada gesto meu, os frutos da fé que Te honra. Que minha alma seja terra fértil para Tua Vontade, e que cada batida do meu coração seja louvor silencioso ao Teu Santo Nome. Habita em mim, Senhor, e transforma-me em altar vivo da Tua Presença.
Amém.
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A maciez da tua alma é ternura plantada em meu jardim, Ela veio com a alvorada, E faz de mim completamente apaixonada...
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O teu sorriso é um punhado de estrelas que como um clarão ilumina as trevas de todo e qualquer coração.
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Não me importo quando não me notas, pois sei que é esse momento que me sentes. É como um regozijo de saudade feito poeticamente.
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O amor vem como a manhã repleta de primavera, Suave, perfumada e faz a alma aconchegada amar com a largueza do mundo e pôr os pés na terra.
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A noite silente traduz poeticamente com a força de uma constelação que os caminhos irão se tornar o caminho. Perfumes, virtudes e destino.
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Garimpei entre versos a poesia da estrela, Amo-te com a força da luz de uma constelação inteira, O teu rastro é chama que me faz faceira.
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Contemplo os teus olhos que são candidamente luz, Na pia universal verdade do teu eu, Sinto a cada dia o seu coração mais próximo do meu.
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É doce a severidade que abriga esse teu sorriso, Sensual esse corpo estremecido, Não abro mão de mantê-lo enternecido.
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Sabes que és o meu amado, Vinho que jamais será esgotado, Loucura que faz da minha boca carmim, Tenho a certeza de que estás apaixonado por mim.
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Iluminada por essa dádiva que é o teu amor, A espera me faz pantera, A música mantém o jardim sempre em flor...
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Com doses místicas de serenidade, Toda a mulher que ama, Não deixa apagar a chama, Presenteia com os doces desassossegos e feminilidades.
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Na proteção das brumas, Surge a estrela, Que com seu amor silente transforma o que sente em reverberação e faz verso com paixão.
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A noite vem como uma dama enfeitada de luar, Ela não engana, Ela é um convite para a gente se amar.
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Provoca-me, Devoro-te, Contemplo-te, O teu sorriso é chama que ilumina todo o Universo.
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Que venhas macio como o sol da manhã, Com esses lábios sabor de maçã, Não me importo nem um pouco o que será de nós dois amanhã.
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A chave é o teu pensamento, É com ele que será aberta a porta do teu sentimento. Doce tormento.
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Fui até meu jardim secreto; me armei de pá, ancinho, adubos e sementes.
Fui plantar cataventos. Por quê? O nome já diz; para que ventos os levem.
Meu jardim estava um pouco triste, a chuva da insegurança abatera-se sobre ele. Então sentei-me ali naquela pedra e esperei que a chuva passasse.
Enquanto esperava, imaginava meus cataventos, e eles giravam, giravam, e o vento divertia-se com seus rodopios que eram tantos, que dissipou a chuva. E as nuvens se abriram; um sorridente Sol se mostrou entre elas. E numa parceria inesperada, vento e sol secaram meu jardim.
Peguei minha pazinha, meu ancinho e trabalhei minha terra, esperançosa pelos cataventos. Lançara minhas sementes de verdes cataventos.
E esperei por eles, dias e dias, regados pela chuva da paciência e aquecidos pelo Sol da esperança. Finalmente nasceram, bonitos, perfeitos, rodopiantes bailarinos. Sorri de satisfação. Eram cataventos de montão.
Enfim cresceram. Para quê tanto catavento? Oras, porque só um não basta pro meu intento.
Então, escrevi uma mensagem em cada um deles. Eu pedi a sua volta. Fiz um mapa também, para o caso de você se perder, para não perderes o rumo.
Sou homem da terra, cultivo jardim secreto. Não sei nada sobre plantar garrafas no mar. Depois me explique o projeto.
Tudo pronto para o grande desfecho. Aguardo que o grande vento conciliador se aproxime e Zás! Liberto meus catadores de respostas. Um a um eles se vão em sua busca. Olhe para cima, eles estão à sua procura. Encontre-os. Encontre-nos!
Sentarei aqui, nessa pedra de meu jardim secreto e
esperarei.
Até que retorne o último catavento, trazido pela sua mão.
Volte. Dê meia-volta.
Que eu não tenha plantado em vão.
Não cabe tristezas no meu jardim interior,
porque só planto sementes de alegria,
que são regadas por gotas de amor.
Vou plantar novamente meu jardim do amor !
Margaridas, zinia, petúnias, rosas, dálias. Todo tipo de flor.
E no meu jardim quero passear entre as borboletas e beija-flor, com alegria sentindo o cheiro das flores sem me importar com a estação... feliz seguirei com Fé em Deus a minha vida, com um renovado coração
Esse jardim de sentimentos rebentando em meu peito, é seu. Foi você quem plantou, agora podes colher...
"Plantei meu coração junto ao seu e viajo em pensamentos e sonhos para nosso jardim de encanto e amor!"
Só para matar a saudade e nunca ter que te esquecer, plantei uma flor no meu coração de jardim, e dei a ela o teu nome!
Frase de Almany Sol
...] Estava tudo tão normal.. Tinha acabado de plantar as flores no meu jardim, flores estas que estavam machucadas, se recuperando de um amor impossível.
Prometi pra mim mesma que não me apaixonaria novamente, mas cá pra nós este é o juramento mais ''imbecil'' que se pode fazer.
Foi ai que você apareceu, ainda não tinha te visto pessoalmente, uma amiga em comum me apresentou você. Resolvi então te chamar no bate-papo, pra quê?!. Ahh! se soube-se que iria ficar assim, boba, atrapalhada...
Te encontrei em uma festa e como você era lindo,a unica coisa que pensei na hora foi - Ah, moreno do cabelo enroladinho,você ainda vai me matar!. Nem conversamos direito, minha timidez me acorrentou ao meu celular,você estava do meu lado e eu sem poder fazer nada, tem coisa pior do que isso?. Fui embora, levando junto meu coração esperançoso. Tivemos outros encontros casuais, aniversários, esbarrões na rua.. Mas nunca conseguir conversar plenamente com você.
Contei pra uns amigos, eles me perguntam se não tenho medo de te perder, por quê ainda não me declarei, não "dei em cima"... Perder?! Como?, se nem ao menos te tenho. Medo? Sim, como tenho medo, você arranja um novo amor e eu mais uma vez volto a regar minhas flores murchas.
Quero deixar o tempo fazer seus milagres, mas ta cadê vez mais difícil, toda vez que citam seu nome meu estômago embrulha, esfria.. Deve ser essas borboletas, tão citadas em poemas de amor.
- Cê mente -
Plantou desconfiança no meu jardim.
Por descuido nasceu defensiva dentro de mim.
Flor grande e de raiz forte, que cobre a alma e desfaz a sorte.
Semente que alerta, protege e machuca.
Conhecida por “ comigo-ninguém-pode “.
E não pode mesmo !
Impregnada, corrói o peito.
Matando a rosa, o girassol...
e o amor-perfeito.
Que minhas lágrimas não façam murchar as flores que plantei no jardim no íntimo do meu ser desnorteado.
Entre plantas e prantos cultivei meu jardim
com gotas de acalanto vindas do céu
com bromélias e trevos esperei você vir
a demora fez as abelhas não produzirem mais mel.
Entre dias chuvosos e calor escaldante
margaridas morreram, as rosas não tem cor
sua ausências murchou as flores num instante
de todas só restou meu perfeito amor.
A plantinha que eu consumi, não posso plantar no meu jardim... O puliçia sai do meu pé... Quero só muleh,,
Mas elas num me qué... porque só ando a pé.
(MusiquinhadAplantinha)\\\\
Estou cuidando do meu jardim... plantando, regando, cultivando e mantendo por perto apenas aqueles que florescem, aqueles que conquistaram minha admiração e que por sinal merecem. O resto estou efetuando uma poda radical, tiro e arranco toda erva daninha que insiste em estragar a beleza do meu jardim. Estou colocando em prática a velha lei do "desapego", desapengando de tudo aquilo que não provem do bem. Priscilla Rodighiero
