Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Eu cresci e ouvi você dizer coisas que jamais vou esquecer...
“Pouco com Deus é muito”
“Ser homem não está no tamanho e sim na qualidade”
“Quem sabe de mim sou eu”
“Seu amigo sou eu”
“Ruim comigo, pior sem eu”
Sim, é muito pior sem você
Você não sabe a falta que faz não te ver
Dirigir por aí, parar em uma padaria e comer
Ouvi tudo que você tem pra dizer
Pai, um dia já é uma eternidade sem você
Um ano é angustiador
As vezes dá vontade de morrer, só pra poder te ver.

Inserida por brunoleitao

O HOMEM DE UMA MULHER SÓ

Quem será o homem de uma mulher só? Quem será a sortuda de encontrar o dito cujo?

O homem de uma mulher só é um cara muito bem vestido e perfumado, usa roupas e relógios caros. O homem de uma mulher só, gosta de festas, badaladas, raves. O homem de uma mulher só, adora ver gente, ama sair com as amigas e curtir a noite. O homem de uma mulher só, anda de boates em boates. O homem de uma mulher só, experimenta os melhores vinhos e uísques da melhor qualidade. O homem de uma mulher só, é o homem mais feliz do mundo – não reclama de nada.
O homem de uma mulher só chama sua mulher para sair com ele, mas ela sempre diz não quero, não gosto, não vou, não saio, não! Pronto já falei que não! Eles se amam – apenas ela é uma mulher só. Não têm amigas, não conversa, não usa redes sociais, não sai, não faz nada.
Ela tem certezas que ele nunca teria a coragem de traí-la, ele só faz isso pra se diverte pelos dois. Ele não insiste em chamá-la para nenhum lugar. Ela? Bom, ela vive com


uma vassoura na mão, cabelo enrolado feito coque – vestida numa camisa velha que era dele, com meias no pé o dia todo. Quando ela não está no dormindo está deitada no sofá com o controle da Tevê na mão dizendo, eu me sinto uma mulher tão só!

Inserida por johnnyorlando

A flor rara no planalto central
No momento crucial esse homem descia a avenida em busca dos olhos do outro que não eram os olhos do observador , sentiu o retirar da tampa de sua cerveja com suas mãos suadas e trêmulas, ao esperar de um som rasante, um tilintar que não vinha em sua mente, pensando no passado e nos momentos vivenciados a um tempo, e olhava para si mesmo procurando no outro a sua identidade , ou qualquer naco de um tempo de uma pulsar que se explode do nada e do outro, na aurora de um dia que nunca existiu na sua plenitude, mas sempre com um alvorecer voraz de mostrar o mesmo, enquanto o outro objetado na sua absorção das nuances que se encontravam naquele mesmo momento, a ideia de sobejar e fazer um alvoroço voraz, as siluetas dos olhos amargos cravos nas constelações perdidas, na fugaz lembrança de um poeta morto por seu próprio eu que não era o outro, cantante pelas pradarias de um novo orvalho nessa selva de pedra que fulmina no final quando se curva pela idade e pelo tempo atomizado, na penalidade das tristezas que geram penumbras, de sonhos em espirais cantantes de um sonho noturno, que fragrâncias surgiam gritantes, criva na alma e no corpo rente a um poste claro na cidade, com os perfumes, com todos os matizes de cores e tudo mais que se possa acontecer em uma noite em que o melhor seria não deixar que outro existisse, pois a condição do mesmo já não era melhor do que o mundo que se via lá onde as impressões passavam soltas, havia um certo de entendimentos sobre o que busca a luz quando alcança as trevas, em superação ao mesmo que se encontrava perdido e se encontrava no outro que não era mais o mesmo, de antes de passar por tantas provações do seu ser em si que a si não mais se pertencia, quando o sonho não podia mais ser pronunciado pela penumbra do amanhecer, que ainda tarda em quedar e vir a ser o que não é mais que uma noite com seus perfumes fugazes, de uma busca de um quero mais da noite que ainda pra alguns parece estar apenas por um triz de um sobejo maior, ainda sentindo entre os dedos um prazer de sentir até a ultima gota daquela que seria a primeira e ultima cerveja, mas não tão simples e perdida como seria para o outro, que ainda não conhecia o múltiplo no único que devassava os prazeres de muitas noites incessantes, por não ter tido o outro mais que muitas replicas do que já existia, e não se comprometia mais com a razão do que com o motivo do ser e estar de muitas replicas que não levavam os pés soltos no ar dançantes daquele que olhava por todos os lados, os mortos que caminhavam bebiam e dirigiam seus carros como filas de uma grande minhoca bestial, os olhos do observador não era mais o mesmo, mais o outro que ainda com sua cerveja olhava como tantos bebem e morrem e tantos outros dirigem seus carros e morrem e como os que ainda ali se alimentavam como animais em um grande curral onde a eficácia e eficiência maquinal anulava o outro, que nunca existiu ou vai existir pois o momento não era propicio para a busca do eu e nem tampouco do outro que mudava constantemente de análise, para todos buscarem o seu eu mais próximo do que um outro que morria a cada segundo, lento num maçante e repetitivo momento de ter sempre a presença do que a eficácia e a mecanização dos que ali comiam como vermes putrefatos, perdidos na noite em um almíscar de tudo que mudou no sentido de não mais buscar o momento certo, mas sim qualquer fosse o prazer enfadonho do perder de suas vidas tolas, por motivos imbecis e ineficientes para deixa-los por um outro lado do universo, onde não teria mais nada de novo ou de perpendicular ou paralelo, mas sim de um desfecho de perdida de uma vida toda nos olhos fundos que se apresentavam no momento de não ser mais o que deveria ter sido, por toda uma vida de perda, de um outro que não é mais o mesmo que já havia no olhar de um

Inserida por Cleison-Melo

É lamentável viver nesta sociedade. O homem é o lobo do homem. Corrupção é a face do país. Opressores são vangloriados. E a população alienada não se manifesta. Sentados em seus sofás, vendo o globo girar. E a ética é esquecida. Não existe pessoa, lei ou estado que seja capaz de limitar a liberdade de expressão. Será possível que não podemos aprender com o passado?? Não existe mais democracia??
Lembre-se pra toda ação existe uma reação. O que fizeram é um golpe, e uma hora ou outra, surgirá alguém. Talvez um ditador, ou um redentor do povo. Mas lembre-se, sobretudo, que por esta ação criarão um monstro, se é que ele já não existe entre nós.

Inserida por Frases348

Nossas notas
Do, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si
Você é a mulher Fá,
Eu sou o homem Sol.
Por vezes estou Lá,
Por vezes vem você de Ré.
E juntos estamos
Na dor, no amor e na fé,
Sem "si", sem dó,
Sem mi mi mi,
Com lá lá lá,
Mudamos de lugar.
Você é clave de Fá,
Eu sou clave de Sol.(Maykira/16)

Inserida por Maykira

O dito "homem civilizado", na sua ânsia pelo poder...
Briga por coisas mais ínfimas como se disso dependesse
toda a sua existência. A necessidade de estar à frente de todos;
o sentimento de que é melhor, mais bonito, mais esperto, mais especial,
ser aquele mais bem equipado tecnologicamente...
não lhe permite encarar a realidade dos fatos: Somos
seres que precisam melhorar infinitamente como pessoas,
ninguém é melhor que ninguém; todos os objetos, por mais
modernos que sejam, ficam obsoletos, envelhecem, perdem
a beleza - exatamente como cada um de nós.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Virtudes Inconscientes
Todas as qualidades pessoais de que um homem tem consciência - sobretudo quando supõe que os que o rodeiam as vêem, que saltam aos olhos dos outros -, estão submetidas a leis da evolução completamente diferentes daquelas que regem as qualidades que ele conhece mal ou não conhece, as qualidades que a sua finura dissimula ao observador mais subtil e que parecem entrincheirar-se atrás da cortina do nada. Assim como a delicada gravura que esculpe a escama da serpente: seria um erro ver nela ou uma arma ou um ornamento, porque só é possível descobri-la ao microscópio, por consequência com um olho cuja potência é devida a tais artifícios que os animais para os quais ela teria por sua vez servido de arma ou de ornamento não possuem semelhante!
As nossas qualidade morais visíveis e, nomeadamente, aquelas que nós acreditamos serem tais, seguem o seu caminho; e as do mesmo nome que se não vêem, que não podem portanto servir-nos de arma ou de ornamento, seguem assim o seu caminho, provavelmente completamente diferente, decoradas de linhas, de finuras e de esculturas que poderiam talvez dar prazer a um deus munido com um microscópio divino. Eis por exemplo o nosso zelo, a nossa ambição, a nossa perspicácia: temo-los, toda a gente os conhece; mas não possuímos além disso o nosso zelo, a nossa ambição, a nossa perspicácia, escamas de réptil para as quais ainda se não encontrou nenhum microscópio? E eis os amigos da moralidade instintiva a gritar: «Bravo! Ao menos admite a possibilidade de virtudes instintivas!... Isso não basta!» Oh! como vos basta pouco!

Inserida por NunesLucas

Noites tempestuosas

Esses dias atormentados que se passam são entediantes
Cada homem, cada mulher e cada criança vivem na mesmice
E nenhuma diferença é feita pois no mundo cinza que estamos a cor é um crime.
Só uma mudança forte o suficiente é capaz de deixar as rotinas mais abençoadas
Porém ela não irá acontecer tão cedo assim.
Enquanto esperamos sobrevivendo as noites tempestuosas
Enquanto a Arte se baseia somente na arquitetura e tecnologia
Enquanto o exato é o que importa e o imaginário é apenas subestimado
Sobreviveremos a mesmice que nos assola.

Por enquanto contentam aqueles às belezas da natureza
Ao mundo que ainda não foi totalmente poluído
Somente aqueles que não se influenciam pelo que vêem
Que não escutam o padronismo igualitário do ser humano
Que sabem o verdadeiro significado da diferença e da mudança
Podem mudar o mundo.
Eles se escondem por causa da nossa opressão e egocêntrica crença.

Somos animais acorrentados pelas nossas próprias mãos.
Somos árvores que se cortaram.
Somos peixes que se afogaram
E artes que se mancharam.
Somos humanos que não sabem o que é ser humano.
E por isso sobrevivemos as noites tempestuosas e solitárias que nos assombram.
É por causa da nossa força de vontade que nós não enjaulamos nossa alma.

Inserida por Narom

O mundo tem sido duro com o homem pois o homem tem sido duro com o mundo. Assim o mesmo efeito se aplica a vida. Mas tudo isso também deriva do fato de que o próprio homem é duro consigo mesmo.
Vive num conflito externo e interno, mas neste ultimo tipo de conflito há de surgir tudo aquilo que torna duro o que o homem vivencia e transforma através de suas ações e pensamentos perante o mundo e a si mesmo.
A tragédia não transcende o ser, mas esta contido em si próprio, este cria sua própria realidade e sua própria desgraça. O fim do homem é a própria forma deste agir, pensar e viver.
O fim em si mesmo.

Inserida por 2Math2

“Uma mulher inteligente, quando faz perguntas a um homem, já sabe todas as respostas. Quando um homem lhe mente, ela finge, apenas finge que acredita, porque a mulher é uma fingidora, finge tão completamente, que chega a fingir amor, sabendo que o amor lhe mente (…) Mas porque é dor o que deveras sente, a cada mentira que finge, apenas finge acreditar, torna-se mais seca, cada vez mais seca, até que um dia morre por dentro como morrem as plantas.”
[In: Diário dos Imperfeitos]

Inserida por CarinaPina

A noite ensina o poder da escuridão.
Ela impõe e pede respeito.
O homem a desdenhou.
Iluminou as cidades, as casas e as estradas e nunca mais olhou as estrelas como dantes.
Morreram os vaga-lumes.
Os animais foram afastados para nichos longínquos.
Agora, a ciência aponta que o câncer se alastra, índices assustadores.
A iluminação excessiva pode estar no fundo.
"- Xuxu, apaga a Luz!"

Inserida por NiravaGulaboBeth

Arcano Humano

Lá vem o homem que diz
Ser o dono da razão
Mas esconde segredos da alma
E guarda no fundo do coração
Lá vem o homem que diz
Ser o dono da verdade
Mas esconde segredos da alma
E guarda na palma da mão
Com medo de um furacão
Ou pra nunca perder a amizade

O homem quando chora
É porque não sabe sorrir
Quando o desejo insistir
E o amor for embora
O homem quando morre
É porque já cansou de viver
E ele só lamenta
Não saber o que fazer
Com tanto amor que sobra
E pela veia se escorre.

O homem quando reza
É porque não sabe xingar
Por isso ele despreza
Quem nasceu pra vingar
O homem conhece a tristeza
E encara sempre de perto
Mas nunca veste a frieza
E espera tudo dar certo.

Inserida por valdenirdelimaolivei

O orgulho leva o homem à autossuficiência e ao endeusamento de si próprio, falsificando sua condição fundamental de criatura. A consequência social é grave: a injustiça se multiplica, criando relações de desigualdade e opressão. Deus, porém, não fica indiferente: ele inverte a situação, reconduzindo o povo ao seu projeto de partilha e fraternidade.
(nota de rodapé)

Inserida por pensandogrande

Sendo variável o nosso “eu”, que é dependente das circunstâncias, um homem jamais deve supor que conhece outro. Pode somente afirmar que, não variando as circunstâncias, o procedimento do indivíduo observado não mudará. O chefe de escritório que já redige há vinte anos honestos relatórios, continuará sem dúvida a redigi-los com a mesma honestidade, mas cumpre não o afirmar em demasia. Se surgirem novas circunstâncias, se uma paixão forte lhe invadir a mente, se um perigo lhe ameaçar o lar, o insignificante burocrata poderá tornar-se um celerado ou um herói.

As grandes oscilações da personalidade observam-se quase exclusivamente na esfera dos sentimentos. Na da inteligência, elas são muito fracas. Um imbecil permanecerá sempre imbecil.

As possíveis variações da personalidade, que impedem de conhecer a fundo os nossos semelhantes, também obstam a que cada qual conheça a si próprio. O adágio “Nosce te ipsum” dos antigos filósofos constitui um conselho irrealizável. O “eu” exteriorizado representa habitualmente uma personalidade de empréstimo, mentirosa. Assim é, não só porque atribuímos a nós mesmos muitas qualidades e não reconhecemos absolutamente os nossos defeitos, como também porque o seu “eu” contém uma pequena porção de elementos conscientes, conhecíveis em rigor, e, em grande parte, elementos inconscientes, quase inacessíveis à observação

O único meio de descobrir o seu “eu” real é a ação. Cada qual só se conhece um pouco depois de ter observado a sua maneira de agir em circunstâncias determinadas. Pretender adivinhar como procederemos numa situação dada é muito quimérico.

O marechal Ney, quando jurou a Luis XVIII que lhe traria Napoleão numa gaiola de ferro, estava de muito boa fé, mas não se conhecia; um simples olhar do Imperador bastou para mudar a sua resolução; o infortunado marechal pagou com a vida a ignorância da sua própria personalidade. Se estivesse mais familiarizado com as leis da psicologia, Luiz XVIII lhe teria provavelmente perdoado.

Inserida por mangialardobr

HOMEM FORTE

Homem também chora...
Você deve se lembrar disso
Um beijo ainda é um beijo
Um suspiro é ainda um suspiro
As coisas fundamentais se aplicam
Conforme o tempo passa.

Homem também Tem medo...
Quando dois amantes
Ainda dizem eu te amo,
É que você pode confiar.
Não importa o que o futuro destine
Chegará, conforme o tempo passa.

Homem também sofre...
Luar e canções de amor
Nunca estão fora da data
O coração cheio de paixão
Mulher encontra o homem
E o homem deve ter sua companheira
Isso ninguém pode negar.

Homem também é frágil...
É ainda a mesma velha história
Uma luta por amor e glória
Um caso de fazer ou morrer
O mundo vai sempre dar boas vindas aos amantes
Conforme o tempo passa ...
_______________ Norma Baker

Inserida por NormaBaker

"O homem é prisioneiro da ignorância.
Nesse sentido, mister se faz a busca pelo conhecimento o qual, por sua vez, conduzirá aquele a libertar-se de velhos hábitos; rever seus paradigmas, pensamentos e/ou sentimentos inúteis, bem como proporcionará o encontro com a verdade existente dentro de si próprio, possibilitando-o assim, desmistificar e quebrar todas as correntes que o prender à ignorância, frente ao até então desconhecido e dúbiu mundo das coisas."

(Charles Silva)

Inserida por CharlesSF3

Direito à Solteirice

Todo homem nasce livre
até que a morte o obstrua.
Se você escolheu se compromissar,
a culpa é sua!

Os casados e namorados
vivem uma liberdade condicional,
ou seja, continuam ainda condenados.
Enquanto os solteiros
vivem uma liberdade assistida
por aqueles que estiverem interessados.

Porém, às vezes,
por mais que o “compromisso” nos atice,
é sempre legítimo o direito à solteirice
em todas as idades e ocasiões,
em todas as fragilidades e corações.
É cabível a todos sem prescrições.

Mas tudo é opcional.
Ninguém é obrigado
a ser igual.
Obrigado mesmo
a quem respeita
o desigual.

O direito à solteirice
origina-se
do direito à liberdade.
Este consiste em ir, vir e permanecer
onde quiser.
E aquele consiste em estar, ficar
ou permanecer solteiro
onde der.

Solteiro
vem da palavra solto.
E solto
vem da palavra Sol.
Então, o sol-teiro
veio pra brilhar
por inteiro.
Veio pra se sol-tar
de verdade.
Sol-teirar
à vontade.
Só inteirar
sua metade.

Contudo, no fim,
o solteiro fica com quem
e pra quem
ele se rendeu.
Se eu ficar pra titia…
é direito meu.
Ou é problema meu?
Bom… não sei, só sei
que a conclusão que se faz
é que ser solteiro é mais
que um estado civil,
é um estado de paz.

Inserida por RafaelClodomiro

Os maus conselhos que me perdoem
Serei o homem de uma só mulher
E toda poesia que a amando fizer
Será para eternizá-la unica e intensamente.

Caso a volúpia aos alheios mais forte for
Desculpem-me, serei fiel ao meu amor
Minha bela musa será muito honrada
De maneira feliz e poética ela será amada.

Inserida por leandrade

Em 20 de Julho de 1969, o homem chegava a lua e o médico argentino Enrique Ernesto Febbraro considerou esse momento como "um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis".
Milhares de pessoas passarão pelas nossas vidas, centenas deixarão alguma contribuição marcante, dezenas te seguirão por algum tempo, mas apenas alguns te acompanharão para sempre.

Inserida por lucasotavio

O Velho Indio Sábio Do Rio

O velho índio sábio
Tantas vezes um homem sério
Hoje finalmente ele sorriu
Pois ele é quem guarda e conhece
Todos os segredos
E mistérios do rio
E como a palma da sua mão
Conhece também
O profundo vazio
Que cerca e invade
O seu coração

O teu sorriso vivia esquecido
Até que um dia ele se abriu
Foi como de novo ele ter nascido
E tudo que é anjo do jardim saiu

Muita história ele tem pra contar
Algumas até são de arrepiar
O indio sabia de tudo
Mas não queria falar
Por isso fingia de cego
E outras vezes de mudo
Pois tinha medo do abismo
E de ser jogado no fim do mundo

O indio sabia demais
De todos os Mistérios
E segredos do rio
Desde ali até o cais
E até dentro do navio

O indio conhecia
A alma de cada pescador
Como quem conhece a cara
Que silencia um pecador
Ele sabia onde o seu calo apertava
E quem te causava essa dor
Quem botava a lenha na fogueira
E acendia a chama do amor.

Inserida por valdenirdelimaolivei