Textos sobre Deus
SOBRE ADÃO E CRISTO, A ESCOLHA E A REGENERAÇÃO
O teólogo Jalison Santos disse:
"Assim como estávamos em Adão e por ele ter pecado, todos os homens pecaram. Jesus foi o Segundo Adão, perfeito em tudo. Assim como Adão teve a livre escolha de comer o fruto proibido e pecar, nós temos a livre decisão de sermos regenerados em Cristo Jesus."
"Nós não fomos regenerados automaticamente na cruz. Pois temos a decisão livre de escolher a Deus, mediante a graça que nos é dada e a fé que nós mesmos exercitamos no coração."
"Deus nunca tira o livre arbítrio do ser humano. A cruz conquistou a salvação, abriu o caminho e enviou a graça — mas a regeneração, o nascimento de novo, depende da nossa vontade e da nossa escolha de aceitar e receber o que Ele preparou."
"Deixe a fonte da essência de Cristo fluir, transbordar em você ao ponto que você vai deixando de ESTAR sendo o que você era e passa SER o que Cristo é em ti. O "estar" é questão de momento, enquanto o "ser" é eterno,( jamais dependerá das circuntâncias para ser o que de fato nasceu pra ser.)
—By Coelhinha
Sonho sobre volta de Cristo
(Revelação divina, da volta de Cristo em 11 de outubro de 2023 às 06:32 da manhã)
"Acabei de acordar em meio a um sonho lindo, magnífico onde eu via um banner sobrevoando o céu, com o nome "Jesus está voltando" com o logo de duas asas, abaixo desse nome.
Eu olhava aquilo e ficava maravilhada, ele sobrevoava apenas o lugar onde eu estava.
Ia e voltava, descia e eu corria com medo de bater em mim, até observar que quando batia a ponta dele, no teto da casa onde eu estava, era uma batida leve, como um balão e novamente voltava para o céu, para sobrevoar, indo para a direita e para a esquerda.
Quando ele subia, eu voltava novamente para fora.
Eu olhava e quanto mais eu olhava mais sentia alegria, eu não sentia mais nada além disso.
Eu gritava em frenesi "gente, saiam, Jesus está voltando."
Mas, ninguém saia e eu me preocupava com meu irmão, que ainda estava de shorts, brincando com meu chinelo e de cócoras, com a cabeça baixa.
Eu novamente, entrei e quando cheguei na porta da casa, visualizei um homem alto e negro, me dizendo "venha, está escrito que o exército de Cristo, vai se apresentar para 200 milhões de pessoas."
Ele estava lendo no céu, esse recado.
Mas, quando olhei, já havia sumido a mensagem escrita.
No entanto, vi as nuvens bem diferentes e um círculo gigante com bordas reluzentes, na cor lilás.
E ao meio, havia uma luz circular redonda, branca, muito reluzente, ela brilhava muito.
Eu parei de observar e saí em busca do meu chinelo, mas meu irmão havia destruído um pé, porque era um material que se desintegrava e ele só puxava e o meu chinelo esquerdo já não existia, só o pé direito.
Então, nesse meio tempo, eu ainda o vi de cócoras e dizia: "menino, tú ainda está de short? Vai te vestir, Jesus está descendo."
Então, peguei meu chinelo direito mesmo com vergonha de estar apenas com um único pé calçado, e saí andando pela rua, olhando para cima, então eu acordei."
Declaração do teólogo Jalison Santos sobre a Trindade
Ao conversar com um irmão em Cristo, ele vem a dizer:
Meu irmão, vem cá que eu quero lhe explicar com toda a calma o que eu tenho entendido sobre esse assunto tão importante: a Trindade.
Primeiro: a palavra "Trindade" não aparece escrita na Bíblia, não. Ela foi usada pela primeira vez por Teófilo e Tertuliano, por volta do ano 200 D.C. Vem de trinitas, ou seja, significa "três". É só o nome que os homens deram para explicar o que as Escrituras já mostram: as três Pessoas da Divindade.
E quando falamos de "Pessoas", não pense que são três corpos separados, não. Somente Jesus possui corpo humano — na teologia nós chamamos isso de doutrina triantrópica. A palavra "Pessoa" aqui quer dizer que o Pai, o Filho e o Espírito Santo têm personalidade, vontade, sentimento... é desse jeito que são Pessoas distintas.
E a Palavra confirma isso claramente:
✅ O Pai é chamado de Deus (João 6:27)
✅ O Filho, Jesus, é chamado de Deus (João 1:1; Romanos 9:5)
✅ O Espírito Santo é chamado de Deus (Atos 5:3-4)
Meu irmão, eu sei: a Trindade é um dos mistérios mais difíceis de compreender no meio cristão. Por isso existem tantas heresias, tantos ensinos errados contra o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Lembre-se bem disso: as Pessoas da Trindade são a Divindade — não é que elas "estão dentro" da Divindade. Elas mesmas são a Divindade.
E não se deixe enganar por quem diz: "não pode falar Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, senão está criando vários deuses". Isso é um engano! Ao dizer isso, nós não criamos deuses novos — nós é que estamos reforçando a divindade de cada um deles.
Veja os erros que muitos cometem:
❌ Sabelianismo: Diz que Deus é um só que usa máscaras, que hoje é Pai, amanhã é Filho, depois é Espírito. Isso é mentira! Eles são distintos, não são a mesma pessoa mudando de forma. Essa heresia já foi condenada há muito tempo.
❌ Triteísmo: Diz que são três deuses separados. Também está errado! A Bíblia ensina um só Deus.
❌ Unicismo: Diz que Jesus não é Deus, que é menor que o Pai, e que o Espírito Santo é só uma força, não uma Pessoa. Isso também vai contra toda a Escritura.
A verdade é essa, irmão: a Bíblia diz que existe um só Deus, isso é certo! Mas esse "um" se refere à essência. A essência de Deus é uma só, e nessa única essência eterna existem o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Que Deus nos ajude a guardar essa verdade no coração!
DECLARAÇÃO DE FÉ DO TEÓLOGO JALISON SANTOS.
Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.
Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.
Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.
Não é vitrine — é serviço.
E nem é trono — é cruz.
O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.
Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.
Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.
Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.
E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.
Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.
Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.
Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.
É menos disputa por razão e mais entrega por amor.
Menos bandeiras e mais cruz.
Muito menos autopreservação e mais conversão diária.
Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…
Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.
Cristo não fugiu da vergonha, mas a desprezou, porque o Seu amor olhava além: via você, eu, e todos os que seriam alcançados.
A maior revelação é que Ele transformou a vergonha em glória:
O que era sinal de maldição, tornou-se o sinal da nossa salvação.
O que era vergonha diante dos homens, é hoje a nossa esperança diante de Deus.
A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.
Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.
Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.
Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.
Cristo é suficiente. Sempre foi. Sempre será.
E quem prova da Sua graça descobre que não precisa mais correr atrás do que o mundo oferece, porque encontrou o que realmente importa: a presença de Deus.
Quando a alma encontra Cristo, ela entende:
não é sobre ter tudo,
é sobre ter Aquele que é tudo.
José teve arma forjada.
Davi teve arma forjada.
O próprio Cristo teve arma forjada.
Mas o plano do céu sempre prevaleceu.
Forjar é humano.
Prosperar é decisão divina.
Se Deus não autoriza, não avança.
Então descanse.
Nem tudo que se levanta contra você tem permissão para permanecer.
miriamleal
Quem conhece verdadeiramente a Cristo aprende que a pergunta nunca é: Quem merece ser perdoado?, mas sim: Quem pode ser alcançado pela graça? E a resposta do Evangelho é: todo aquele que se arrepende e crê em Jesus Cristo.
É isso que torna a mensagem da cruz tão extraordinária: ela humilha o orgulho humano e exalta a infinita misericórdia de Deus.
miriamleal
NO JARDIM DO EVANGELHO.
No jardim do Evangelho, cada palavra do Cristo assemelha-se a uma semente lançada sobre a terra fatigada da alma humana. Algumas germinam entre lágrimas silenciosas. Outras florescem apenas depois de longos invernos interiores. Contudo, nenhuma delas perece diante da Eternidade, porque a verdade espiritual possui raízes mais profundas do que os abismos da dor humana.
Os homens edificaram impérios de pedra e orgulho. Levantaram muralhas para proteger os próprios interesses e coroaram a inteligência sem compaixão. Entretanto, sob a claridade serena do Evangelho, toda soberba transforma-se em pó transitório. Apenas o amor permanece incorruptível diante das eras.
O jardim do Cristo não é cultivado com triunfos mundanos. Suas flores crescem na renúncia silenciosa da mãe que sofre. No perdão do homem humilhado. Na oração daquele que chora sozinho durante a madrugada. Na mão estendida ao miserável quando ninguém mais deseja vê-lo. Cada virtude é um lírio invisível brotando sobre os escombros morais da humanidade.
Muitos procuram Deus nos estrondos exteriores da glória humana, mas o Evangelho continua florescendo em regiões discretas do espírito. Ele vive na consciência que desperta para o dever. Na lágrima que se converte em entendimento. Na dor que educa sem destruir. E na esperança que permanece acesa mesmo quando o mundo inteiro parece coberto pela noite.
O Cristo jamais prometeu caminhos adornados de facilidades. Sua voz, porém, atravessou os séculos oferecendo ao homem algo infinitamente maior do que o conforto terrestre. Ofereceu sentido. Ofereceu redenção moral. Ofereceu a possibilidade sublime de o espírito transformar as próprias sombras em claridade.
No jardim do Evangelho não florescem apenas rosas. Também existem oliveiras antigas de sofrimento, ciprestes de saudade e espinhos necessários ao aprendizado da consciência. Ainda assim, sobre cada dor sincera repousa a luz educadora da Providência Divina, conduzindo lentamente a criatura para estados superiores de entendimento e sensibilidade.
Feliz daquele que aprende a caminhar entre essas flores invisíveis da alma. Porque o mundo poderá retirar-lhe os bens passageiros, as honrarias efêmeras e até os afetos terrenos. Porém, jamais conseguirá arrancar do espírito humano a fragrância eterna do Evangelho vivido em profundidade.
Quando os séculos consumirem os monumentos da vaidade humana, ainda permanecerá intacta a voz do Cristo ecoando entre os jardins silenciosos da consciência, chamando cada criatura para a grande ascensão moral do espírito imortal.
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ENTRE O ABISMO E A LUZ.
O CRISTO VITORIOSO NO LABIRINTO DO MUNDO.
( “Tenho-vos dito isto para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo.” João 16:33. )
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Existe algo profundamente semelhante entre a humanidade contemporânea e uma alma perdida dentro de um labirinto fantástico. Como em uma travessia onírica semelhante à de Alice no País das Maravilhas, muitos homens caminham por corredores psicológicos absurdos, escutando vozes contraditórias, perseguindo relógios invisíveis, fugindo de medos sem rosto e tentando compreender um mundo que frequentemente perdeu coerência moral.
A diferença é que, no mundo moderno, o delírio não está apenas na fantasia. Está na própria realidade humana.
Vivemos em uma civilização onde multidões sorriem enquanto adoecem emocionalmente. Onde pessoas se comunicam incessantemente sem jamais verdadeiramente se encontrar. Onde indivíduos são valorizados mais por aparência do que por caráter. O espetáculo substituiu a essência. A velocidade destruiu a contemplação. O excesso de informação atrofiou a sabedoria.
Nesse cenário, a advertência de Jesus ressurge com intensidade quase cirúrgica:
“Vivei no mundo, mas não sejais do mundo.”
É como se o Cristo dissesse ao espírito humano:
“Atravessai o labirinto sem permitir que o labirinto entre em vós.”
Em muitos aspectos, a sociedade contemporânea assemelha-se ao chá interminável do Chapeleiro Maluco. Conversas incessantes sem profundidade. Movimento constante sem direção. Ansiedade coletiva mascarada de normalidade. Todos parecem ocupados, mas poucos sabem verdadeiramente para onde caminham.
Há também rainhas modernas exigindo perfeição absoluta. Sistemas sociais que decapitam simbolicamente os diferentes. Ambientes digitais que condenam sensibilidades. Culturas que ridicularizam silêncio, introspecção e espiritualidade.
E então surge a figura humana contemporânea. Cansada. Ansiosa. Fragmentada. Psicologicamente dispersa.
Não é coincidência que transtornos emocionais cresçam em escala global. A alma humana foi submetida a um excesso de estímulos sem estrutura espiritual suficiente para absorvê-los. Muitos vivem como Alice após atravessar a toca do coelho. Não reconhecem mais as proporções da realidade. Ora sentem-se gigantes diante do ego. Ora minúsculos diante das pressões sociais.
O homem perdeu seu eixo interior.
Entretanto, enquanto no universo fantástico de Alice predominava o enigma, no Evangelho surge uma diferença absoluta e decisiva:
Cristo conhece a saída do labirinto.
Jesus não é apenas um personagem dentro do caos humano. Ele é a consciência lúcida que atravessa intacta todas as distorções do mundo. Enquanto os homens enlouquecem pelo orgulho, Ele permanece humilde. Enquanto a multidão responde violência com violência, Ele responde com firmeza serena. Enquanto impérios utilizam medo como instrumento de domínio, Ele utiliza amor como instrumento de transformação.
Sua vitória não foi política. Foi espiritual.
“Tenho-vos dito isto para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo.” João 16:33.
Essa declaração possui força colossal quando analisada psicologicamente.
Jesus não nega o sofrimento humano. Não cria ilusões escapistas. Não promete ausência de dor. Pelo contrário. Ele reconhece explicitamente as aflições da existência terrestre. Contudo apresenta algo que nenhuma filosofia materialista conseguiu oferecer plenamente:
Sentido transcendente para o sofrimento.
Cristo venceu o mundo porque o mundo não conseguiu deformar Sua essência. Nem o ódio romano. Nem a traição. Nem a humilhação pública. Nem a violência. Nem a morte.
Sua consciência permaneceu íntegra.
Essa talvez seja a maior necessidade do homem atual. Não apenas sobreviver socialmente, mas preservar integridade interior dentro de uma civilização adoecida moralmente.
A proposta do Evangelho jamais foi abandonar responsabilidades terrenas. Jesus nunca incentivou alienação. Trabalhou entre homens comuns. Conviveu com pescadores, mulheres marginalizadas, doentes, cobradores de impostos e autoridades políticas. Sua espiritualidade era prática, encarnada e profundamente humana.
O ensinamento central sempre foi outro:
Não permitir que a corrupção coletiva se torne corrupção íntima.
A Doutrina Espírita aprofunda magnificamente esse entendimento ao esclarecer que a Terra constitui escola transitória do espírito. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, aprende-se que o homem encontra-se temporariamente submetido às provas materiais para desenvolver virtudes permanentes. O sofrimento deixa de ser mero castigo e passa a ser mecanismo educativo da consciência.
Sob essa ótica, até mesmo as angústias modernas adquirem significado diferente.
A ansiedade contemporânea. O vazio existencial. O medo coletivo. A solidão emocional. A agorafobia. O esgotamento psíquico.
Tudo isso revela uma humanidade espiritualmente desorientada, tentando preencher o infinito da alma com elementos finitos do mundo.
Entretanto, nenhuma estrutura material consegue substituir transcendência.
O homem necessita de sentido. Necessita de direção moral. Necessita de esperança superior.
Sem isso, transforma-se em viajante perdido dentro de um País das Maravilhas sombrio, onde tudo muda constantemente, mas nada verdadeiramente preenche.
E então o Cristo ressurge.
Não como figura ornamental da religião. Não como símbolo distante da história. Mas como arquétipo máximo da consciência equilibrada.
Enquanto o mundo grita, Ele silencia. Enquanto o mundo acelera, Ele contempla. Enquanto o mundo adoece pelo excesso, Ele ensina simplicidade. Enquanto o mundo enlouquece pelo ego, Ele ensina serviço.
Sua vitória continua sendo atual porque o problema humano continua essencialmente o mesmo.
O orgulho ainda destrói relações. A vaidade ainda corrompe consciências. O egoísmo ainda produz guerras. A superficialidade ainda adoece almas.
Por isso Jesus permanece contemporâneo em qualquer século.
“Vivei no mundo, mas não sejais do mundo” significa atravessar corredores escuros sem absorver sua escuridão. Significa tocar dores humanas sem perder delicadeza espiritual. Significa existir entre multidões sem abandonar autenticidade.
É possível trabalhar sem tornar-se escravo do poder. É possível prosperar sem idolatrar riqueza. É possível sofrer sem transformar-se em amargura. É possível enfrentar o caos sem permitir que o caos governe o espírito.
Cristo demonstrou isso até o Calvário.
Ali, diante da brutalidade humana máxima, revelou a maior vitória da história espiritual da humanidade. Não venceu destruindo inimigos. Venceu permanecendo fiel ao amor quando o mundo inteiro celebrava violência.
Essa é a verdadeira superação do mundo.
Nos dias atuais, onde tantas consciências vivem aprisionadas em labirintos emocionais, ideológicos e psicológicos, Jesus continua sendo a única figura histórica que atravessou completamente a dor humana sem perder pureza moral.
Ele entrou no mundo. Caminhou entre suas trevas. Conheceu rejeição, perseguição e sofrimento. Mas saiu vitorioso.
E continua convidando cada espírito cansado a fazer o mesmo.
FONTES.
Bíblia Sagrada. Evangelho de João 16:33 e João. 17:15-16.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Livro dos Espíritos. Questão 625.
Alice no País das Maravilhas.
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AVE, CRISTO.
A DRAMÁTICA ASCENSÃO DA ALMA SOB O PESO DO IMPÉRIO.
A obra Ave, Cristo inscreve-se entre os mais elevados testemunhos literários da tradição espiritualista, oferecendo não apenas um romance histórico, mas uma verdadeira meditação moral sobre o destino humano à luz das leis divinas. Ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado em 1975, o livro transporta o leitor ao século III da era cristã, período marcado por intensas convulsões sociais e pela sistemática perseguição aos seguidores do Cristo sob a égide do Império Romano.
Neste cenário de tensão e brutalidade institucionalizada, emerge a figura de Quinto Varro, patrício romano cuja trajetória transcende os limites da mera ficção para converter-se em arquétipo do espírito em transição. Seu filho, Taciano, representa a continuidade evolutiva, não apenas no sentido biológico, mas sobretudo na dimensão moral, onde se evidenciam os conflitos entre herança cultural, consciência e despertar espiritual.
A narrativa desenvolve-se como um mosaico de destinos interligados, nos quais cada personagem encarna uma faceta da experiência humana diante da dor, da injustiça e da esperança. Não se trata de uma sucessão de eventos fortuitos, mas de um encadeamento rigoroso regido pela lei de causa e efeito, conforme amplamente elucidado na literatura espírita clássica. Cada encontro, cada perda e cada redenção obedecem a uma lógica superior, invisível aos olhos imediatistas, mas perfeitamente inteligível à razão iluminada pela fé.
A perseguição aos cristãos, longe de ser apenas um pano de fundo histórico, assume papel pedagógico. As arenas, os cárceres e os suplícios convertem-se em laboratórios da alma, onde o espírito, submetido à prova extrema, revela sua verdadeira estatura moral. A fé, nesse contexto, não é um conceito abstrato, mas uma força viva, capaz de sustentar o indivíduo diante da morte e de elevá-lo acima das circunstâncias mais adversas.
A abnegação, tema recorrente na obra, é apresentada não como renúncia passiva, mas como escolha consciente de subordinar o ego às leis superiores do amor. A humildade, por sua vez, surge como condição indispensável ao aprendizado espiritual, despojando o indivíduo das ilusões de poder e conduzindo-o ao reconhecimento de sua condição transitória.
Um dos aspectos mais notáveis do romance reside na forma como ele articula a doutrina das vidas sucessivas. A reencarnação não é tratada como hipótese, mas como mecanismo divino de justiça e misericórdia. Os vínculos que unem os personagens transcendem a existência atual, revelando reencontros necessários à reparação de débitos pretéritos e à consolidação de afetos genuínos. Assim, o sofrimento deixa de ser absurdo e passa a ser compreendido como instrumento de reajuste e crescimento.
A liberdade, conceito central na obra, não se confunde com autonomia irrestrita. Ela é apresentada como conquista gradual, resultante da harmonização da vontade individual com a lei divina. O verdadeiro livre-arbítrio manifesta-se quando o espírito, consciente de suas responsabilidades, escolhe o bem mesmo diante das tentações do poder, da vingança ou do desespero.
A construção narrativa é densa, marcada por descrições minuciosas do ambiente romano, das estruturas sociais e das tensões religiosas da época. Essa riqueza de detalhes não tem finalidade meramente estética, mas contribui para a imersão do leitor em um contexto histórico que serve de palco para profundas reflexões existenciais.
Ao final, o desfecho surpreende não por reviravoltas artificiais, mas pela revelação gradual de uma ordem moral subjacente a todos os acontecimentos. O leitor é conduzido a reconhecer que não há espaço para o acaso em um universo regido por leis sábias e imutáveis. Tudo converge para a restauração da harmonia, ainda que por caminhos dolorosos.
Recomendar a leitura de Ave, Cristo é, portanto, mais do que indicar um bom livro. É convidar o espírito à introspecção, ao exame de consciência e ao reconhecimento de que cada experiência vivida, por mais árdua que pareça, está integrada a um projeto maior de evolução.
Porque, no silêncio das provações e no clamor das arenas, a alma que compreende a lei do amor já não teme o destino. Ela o constrói com a dignidade de quem finalmente despertou para a verdade espiritual.
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DA CENTELHA AO CRISTO INTERIOR.
A TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.
O entendimento espírita acerca da vida não se limita ao instante biológico do nascer. Ele amplia-se para além da matéria, alcançando as causas profundas que precedem e sucedem a existência corpórea. Assim, ao tratar do “filho de Deus”, não se fala de privilégio exclusivo, mas da condição universal do Espírito criado simples e ignorante, destinado à perfectibilidade.
O nascimento, sob essa perspectiva, não constitui um começo absoluto, mas a continuidade de uma jornada. Segundo a codificação de Allan Kardec, na questão 344 de O Livro dos Espíritos, a união da alma ao corpo inicia-se na concepção. A fecundação, portanto, não é mero fenômeno orgânico, mas um ponto de convergência entre o plano espiritual e o físico, onde o perispírito se liga gradualmente ao embrião em formação.
A reencarnação surge como lei indispensável ao progresso. Não há aprendizado completo em uma única existência. Cada retorno ao corpo físico representa uma oportunidade de reajuste, de quitação de débitos morais e de aquisição de novas virtudes. A pluralidade das existências, longe de ser punição, constitui mecanismo pedagógico da justiça divina.
O livre-arbítrio é a ferramenta que confere dignidade ao Espírito. Ele escolhe, dentro de suas possibilidades evolutivas, os caminhos que deseja trilhar. Contudo, essa liberdade não é absoluta em seus efeitos. A lei de ação e reação, ou causa e efeito, regula o universo moral. Cada ato gera consequências proporcionais, conforme ensina a questão 964 da mesma obra, estabelecendo que a felicidade ou o sofrimento decorrem das próprias escolhas.
Na sociedade, o Espírito encontra o campo de provas mais fecundo. É no convívio com outros que se revelam as imperfeições ainda latentes. As dificuldades sociais, familiares e íntimas não são castigos arbitrários, mas instrumentos de educação da alma. A dor, muitas vezes, é o recurso extremo que a consciência utiliza para despertar-se.
A resignação, nesse contexto, não significa passividade, mas compreensão ativa das leis divinas. Conforme exposto no capítulo V de O Evangelho Segundo o Espiritismo, “bem-aventurados os aflitos”, pois a aflição, quando compreendida, converte-se em alavanca de elevação moral.
O perdão, por sua vez, constitui uma das mais altas expressões de libertação interior. Perdoar é romper os grilhões invisíveis que prendem o Espírito às correntes do passado. Não se trata de esquecer mecanicamente, mas de ressignificar, dissolvendo o vínculo de ódio que perpetua o sofrimento.
A felicidade, na visão espírita, não é um estado permanente nas esferas inferiores da existência. Ela é relativa ao grau de evolução do Espírito. Contudo, pode ser antecipada na Terra por meio da consciência tranquila, do dever cumprido e da prática do bem. A verdadeira felicidade é interior e independe das circunstâncias externas.
A evolução é a lei maior que rege todos os seres. Desde os estágios mais rudimentares até a angelitude, o Espírito progride incessantemente. Não há retrocesso no princípio inteligente, apenas estacionamentos momentâneos causados pelo uso indevido da liberdade.
As influências encarnadas e desencarnadas exercem papel constante na vida humana. Pensamentos, emoções e intenções criam sintonia. Espíritos afins aproximam-se por afinidade vibratória. Assim, tanto podemos ser auxiliados por benfeitores espirituais quanto perturbados por entidades ainda presas às sombras do ressentimento. A vigilância moral e a elevação do pensamento funcionam como filtros protetores.
A proteção espiritual não se dá por privilégio, mas por merecimento e afinidade. Os chamados “mentores” acompanham o Espírito em sua jornada, inspirando, intuindo e, dentro das leis, auxiliando. Entretanto, jamais substituem o esforço individual. A assistência espiritual respeita o livre-arbítrio e atua de forma discreta, sem violar a autonomia da consciência.
E, por fim, chegamos à figura de Jesus. Não como exceção inacessível, mas como modelo e guia da humanidade. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele é apresentado como o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem. Sua vida sintetiza todas as leis anteriormente expostas. Ele exemplifica o uso pleno do livre-arbítrio em harmonia com a vontade divina, demonstra a resignação consciente diante do sofrimento, ensina o perdão irrestrito e revela a felicidade que nasce da união com o bem.
Ser “filho de Deus”, portanto, é reconhecer-se parte desse processo grandioso. Não é um título estático, mas uma vocação dinâmica. Cada Espírito carrega em si o germe da luz que, um dia, há de florescer em plenitude.
E assim, entre quedas e reerguimentos, entre sombras e claridades, o ser avança, silenciosamente, rumo à sua mais alta destinação, onde a consciência, enfim harmonizada, deixa de apenas existir e passa a compreender.
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A síntese de O Cristo Nu pode ser entendida como uma narrativa poética que aproxima a figura de Cristo da realidade cotidiana e social contemporânea.
Síntese
O poema apresenta Cristo despindo-se da glória divina para caminhar entre os homens, tornando-se humano e próximo dos marginalizados. Ele é visto nos trabalhadores comuns, nos diaristas, catadores, ambulantes e nos que carregam cruzes invisíveis. O texto denuncia as injustiças sociais, comparando o sofrimento moderno às imagens bíblicas da Paixão: boletos como chicotes, preços como lanças, mercado como calvário.
As “trinta moedas de pratas” simbolizam a corrupção e a ganância que ainda vendem destinos e silenciam vidas. Cristo chora junto aos Lázaros de hoje — os pobres, os esquecidos, os que dormem sob marquises e disputam restos. Ao mesmo tempo, o poema afirma que não virá salvador externo: cada pessoa é chamada a ser “seu próprio Cristo”, a assumir compaixão, esperança e resistência.
A ressurreição é apresentada como experiência diária, nos gestos simples e na sobrevivência diante da violência. O legado do Cristo nu é a força da humanidade que, mesmo abatida, renasce todos os dias.
Em resumo, O Cristo Nu é um manifesto poético que une espiritualidade, crítica social e filosofia existencial, mostrando que o divino se revela no humano e que a redenção se dá na luta cotidiana pela dignidade e pela esperança.
O Cristo Nu
I – Abertura e cotidiano
Olhai, olhai os pássaros em seus voos misteriosos,
Olhai as flores em seu desabrochar livre.
Vede os lírios nos verdes campos: se vestem tão belos e trazem os aromas pela manhã, espalhando perfumes pelo ar.
Portanto, eu aqui, ao olhar com clareza, avisto: quão formosos são, assim como a alma dos que labutam suas lutas diárias.
Pois, se a alma brilha sob o peso do fardo,
o homem exala em si a rara fragrância da nobreza — o aroma sagrado de quem constrói o mundo.
E quando o Verbo habitou entre nós, revelou-se: Ele, o filho do carpinteiro,
moldou como artífice a madeira e os pregos que o sistema, um dia, usaria contra Ele.
Assim como o construtor de hoje, que ergue o prédio onde jamais terá morada,
Ele se ajusta agora em meio a rostos cansados, a operários e à multidão das ruas.
São os cristos diários, batendo ponto em fábricas e escritórios, sob as luzes das lanchonetes e o óleo das mecânicas.
Cristos na diarista, nos postos, no catador de lixo, no vendedor de água e nos trens com seus ambulantes.
Almas de mão de obra erguidas para construir presentes e futuros,
nos alojamentos distantes e no suor do asfalto.
Eis o corpo: o vigor entregue às máquinas e aos balcões.
Eis o sangue: o fluido que move a economia do cansaço.
O sagrado se transmuta no suor das batalhas, onde cada gota de lágrima é o vinho de uma nova aliança com a vida.
A simplicidade resiste ao ego insano.
Resta um Cristo nu, de braços abertos,
folheando páginas do tempo e da história.
Moedas ainda compram vidas; esperança ainda se esconde nos cantos da alma.
II – O Cristo que desceu patamares
Um Cristo que desceu patamares:
primeiro, despiu-se de sua glória celestial
e caminhou entre os homens;
depois, desceu da cruz para mostrar o caminho —
não de forma divina, mas humana —
o caminho da compaixão, da esperança,
da expiação que se revela no cotidiano.
III – O Cristo chora
Periférico caminha pelas ruas,
a compartilhar o pão vivo da esperança
com os largados nos corredores de hospitais,
com os espremidos nos ônibus e trens
das manhãs de segunda-feira.
São os Lázaros de agora:
os que dormem sob marquises,
disputam restos com ratos nas ruas,
caminham como almas perdidas,
envoltos em sua dura realidade ambígua,
carregando cruzes sem nome,
à espera de um milagre que não vem.
Seu Getsemani é o travesseiro nas noites traiçoeiras.
O traidor que o vende por trinta moedas
é a cegueira diante do enredo criado.
Sua Via Crucis é feita de congestionamentos,
lotações e filas intermináveis.
Um Cristo que não sorri, não reclama;
guarda uma vaga esperança de dias melhores, mesmo desajeitado na cruz.
Uma cruz herdada, uma cruz que nasceu com ele.
Sem saber, grita ao Pai:
“Perdoe, eles não sabem o que fazem.”
Num desses dias, o Cristo calou-se e começou a chorar,
não pelo amigo Lázaro, mas pelo leite azedo que puseram à mesa.
Ali, não teve o bom vinho; fizeram do leite, coalhada.
A esponja de vinagre veio em forma de luz cortada pelo dinheiro que faltou.
Houve quem, como o centurião,
agarrando-se ao seu manto escarlate, surtou;
mas aqui, o manto é a pele no sol a sol,
e o escarlate é o suor e o sangue deixado.
Houve um certo Cirineu que se juntou para arrastar o madeiro,
simpatizando com seu choro e sua dor.
IV – As moedas de pratas
Trinta moedas de pratas
ainda vendem destinos,
ainda compram silêncios,
ainda pesam na balança da injustiça.
São vendidas por um sistema caótico,
num banquete de ganância, prepotência e luxúrias,
onde vidas se tornam mercadorias
e esperanças se desfazem em pó.
V – O Cristo político-social
Eu vi meu Cristo sorrir quando chegaram
com pão e leite frescos, e no mesmo instante soou algo estranho na TV:
falavam dos dois ladrões — o capitalismo à direita, o socialismo à esquerda.
E surgia o terceiro, chamado Barrabás:
um mecanismo chamado governo,
eloquente e audaz, prometendo o céu
já que o paraíso não tinha dado certo.
O pão nosso é a labuta do cotidiano,
o templo se ergue no seio da família,
e o sagrado é a força motriz de quem tece dias melhores.
Meu Cristo Nu habita em cada alma que expia sua existência em dias tempestivos;
pois o sagrado não ocupa palácios majestosos, nem habita catedrais de pedra,
vindo Ele de uma manjedoura para brilhar na resiliência de quem não se dobra ao fardo
e na resistência de quem sustenta o mundo com as próprias mãos.
O cálice deste Cristo é o sistema corrompido, entre ternos, carros de luxo e vida boa.
O chicote que o açoita são os boletos diários e impostos extravagantes.
As carnes continuam rasgadas, sem esforço,
pelo braço forte da indiferença.
VI – O Cristo interior
A lança transpassada
é o anúncio na alta dos preços,
e o mercado é o calvário.
Não virá salvador algum
para fazer o que só você pode fazer.
Tu és o teu próprio Cristo.
O Divino já disse:
“Vós sois deuses.”
E, por isso, como pequenos cristos,
somos levados — dia após dia — cativos,
como ovelhas ao matadouro,
como cordeiros mudos ao abate.
VII – Paixão e ressurreição cotidiana
A Paixão de Cristo são os regalos dos passeios;
o piquenique no parque da esquina,
o vão das coisas ditas nos olhares cheios de ternura,
nos momentos simples.
A ressurreição é o mote diário,
equilíbrio entre estar vivo ou morto nas trevas da violência.
Num domingo qualquer verei o Cristo descansar.
O dia é dele.
E sagrou-se senhor do seu dia.
Um dia tranquilo, movido a cheiro de mirra e aloés:
a fragrância final de quem, enfim, cumpriu sua jornada.
Todos os dias nascem novos cristos.
E quando eu me for, matarão esses novos cristos que vieram à terra.
Só não matarão o legado do Cristo nu.
Nossa ressurreição é diária dentro deste ciclo.
Autor: Israel Soler
"Daqui a alguns dias, o Mundo celebra o Natal: nascimento de Cristo e congraçamento entre famílias. Apesar de Os-de-Sempre insistirem e repetirem na conversa de que a data é só comercio e que acabou o Espírito Cristão da data. HeuHein!"
Texto Meu No.1052, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Cristo com voz amorosa
Chama-te p'ra Sua luz,
Torna tua alma ditosa
Se carregares a cruz.
Coro
Ouve Sua voz a chamar!
Cristo te quer libertar;
Fala com voz amorosa:
"Paz hoje quero te dar".
Por que voltar não procuras,
Do mau caminho em que estás?
No fim do qual amarguras,
E eterna dor sofrerás.
Mui breve irás encontrar-te
Perante a morte, que atroz
Vai, sem piedades, levar-te
Onde não ouças Sua voz!
Ouve Sua voz amorosa
Como persiste a chamar;
Com Sua mão poderosa
Cristo te quer libertar.
COMO CRISTO (Almany - 01/05/2012)
Tim, tim!
Um brinde ao amor,
que não cabe
entre você
e a mim.
Sou poeta comum,
na conexão,
Almany sol,
vivo de redenção,
na rima.
Se você me ver,
como adversário,
me chamando de aliado,
pensando
que sou otário,
feito alienado,
pelos conceitos
do fuso.
Ra ra rá,
faz-me rir.
Não sou Cristo,
mas respondo,
como ele Respondeu
ao diabo,
quando foi ironizado
ao pé da santa cruz.
FODA-SEEEE !!!
joão escreveu as palavras de Cristo em 15:12 "o meu mandamento é este, que vocês amem uns aos outros, assim como eu amei vocês."
e salomão escreveu as palavras do Mesmo no provérbio 17 do cap. 8 "Eu amo os que me amam; os que me procuram me acham."
amor não falta, e para encontrá-lo como nunca se viu em canto nenhum, só é preciso procurar no lugar certo. igreja? congresso? show? pff. isso vem depois. o amor está dentro de nós e nem sabemos disso.
"Ser Um Cristão é andar na direção contrária do mundo. Porém, o mundo e Pecado, Cristo Perdoa. O mundo e Uma Doença contagiosa, Deus cura. O mundo é Uma Luta armada, Senhor é a paz. O mundo é Corrompido, Cristo o Tornar Puro. O mundo é negligência, Jesus absolve. O mundo é inimizade, Deus é reconciliação. O mundo é tristeza, Deus é Felicidade. O mundo é Dor, Deus é Alivio. O caminho da Humanidade é espaçoso e leva pro despenhadeiro. O caminho do Pai tem pouca largura, mas leva à imortalidade. Ser Cristão é ser Fiel, e se entregar de corpo inteiro."
Paz e Vida!
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