Textos sobre Deus
A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.
Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.
Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.
Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.
Cristo é suficiente. Sempre foi. Sempre será.
E quem prova da Sua graça descobre que não precisa mais correr atrás do que o mundo oferece, porque encontrou o que realmente importa: a presença de Deus.
Quando a alma encontra Cristo, ela entende:
não é sobre ter tudo,
é sobre ter Aquele que é tudo.
José teve arma forjada.
Davi teve arma forjada.
O próprio Cristo teve arma forjada.
Mas o plano do céu sempre prevaleceu.
Forjar é humano.
Prosperar é decisão divina.
Se Deus não autoriza, não avança.
Então descanse.
Nem tudo que se levanta contra você tem permissão para permanecer.
miriamleal
Quem conhece verdadeiramente a Cristo aprende que a pergunta nunca é: Quem merece ser perdoado?, mas sim: Quem pode ser alcançado pela graça? E a resposta do Evangelho é: todo aquele que se arrepende e crê em Jesus Cristo.
É isso que torna a mensagem da cruz tão extraordinária: ela humilha o orgulho humano e exalta a infinita misericórdia de Deus.
miriamleal
A grande mensagem da cruz é esta: o pecador que estava longe foi aproximado pelo sangue de Cristo, o perdido foi encontrado, o morto recebeu vida, o que caiu foi restaurado e o inimigo foi reconciliado com Deus tudo pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo.
Efésios 2:13; Lucas 15:24; Efésios 2:4-5; Gálatas 6:1;Romanos 5:10
A síntese de O Cristo Nu pode ser entendida como uma narrativa poética que aproxima a figura de Cristo da realidade cotidiana e social contemporânea.
Síntese
O poema apresenta Cristo despindo-se da glória divina para caminhar entre os homens, tornando-se humano e próximo dos marginalizados. Ele é visto nos trabalhadores comuns, nos diaristas, catadores, ambulantes e nos que carregam cruzes invisíveis. O texto denuncia as injustiças sociais, comparando o sofrimento moderno às imagens bíblicas da Paixão: boletos como chicotes, preços como lanças, mercado como calvário.
As “trinta moedas de pratas” simbolizam a corrupção e a ganância que ainda vendem destinos e silenciam vidas. Cristo chora junto aos Lázaros de hoje — os pobres, os esquecidos, os que dormem sob marquises e disputam restos. Ao mesmo tempo, o poema afirma que não virá salvador externo: cada pessoa é chamada a ser “seu próprio Cristo”, a assumir compaixão, esperança e resistência.
A ressurreição é apresentada como experiência diária, nos gestos simples e na sobrevivência diante da violência. O legado do Cristo nu é a força da humanidade que, mesmo abatida, renasce todos os dias.
Em resumo, O Cristo Nu é um manifesto poético que une espiritualidade, crítica social e filosofia existencial, mostrando que o divino se revela no humano e que a redenção se dá na luta cotidiana pela dignidade e pela esperança.
O Cristo Nu
I – Abertura e cotidiano
Olhai, olhai os pássaros em seus voos misteriosos,
Olhai as flores em seu desabrochar livre.
Vede os lírios nos verdes campos: se vestem tão belos e trazem os aromas pela manhã, espalhando perfumes pelo ar.
Portanto, eu aqui, ao olhar com clareza, avisto: quão formosos são, assim como a alma dos que labutam suas lutas diárias.
Pois, se a alma brilha sob o peso do fardo,
o homem exala em si a rara fragrância da nobreza — o aroma sagrado de quem constrói o mundo.
E quando o Verbo habitou entre nós, revelou-se: Ele, o filho do carpinteiro,
moldou como artífice a madeira e os pregos que o sistema, um dia, usaria contra Ele.
Assim como o construtor de hoje, que ergue o prédio onde jamais terá morada,
Ele se ajusta agora em meio a rostos cansados, a operários e à multidão das ruas.
São os cristos diários, batendo ponto em fábricas e escritórios, sob as luzes das lanchonetes e o óleo das mecânicas.
Cristos na diarista, nos postos, no catador de lixo, no vendedor de água e nos trens com seus ambulantes.
Almas de mão de obra erguidas para construir presentes e futuros,
nos alojamentos distantes e no suor do asfalto.
Eis o corpo: o vigor entregue às máquinas e aos balcões.
Eis o sangue: o fluido que move a economia do cansaço.
O sagrado se transmuta no suor das batalhas, onde cada gota de lágrima é o vinho de uma nova aliança com a vida.
A simplicidade resiste ao ego insano.
Resta um Cristo nu, de braços abertos,
folheando páginas do tempo e da história.
Moedas ainda compram vidas; esperança ainda se esconde nos cantos da alma.
II – O Cristo que desceu patamares
Um Cristo que desceu patamares:
primeiro, despiu-se de sua glória celestial
e caminhou entre os homens;
depois, desceu da cruz para mostrar o caminho —
não de forma divina, mas humana —
o caminho da compaixão, da esperança,
da expiação que se revela no cotidiano.
III – O Cristo chora
Periférico caminha pelas ruas,
a compartilhar o pão vivo da esperança
com os largados nos corredores de hospitais,
com os espremidos nos ônibus e trens
das manhãs de segunda-feira.
São os Lázaros de agora:
os que dormem sob marquises,
disputam restos com ratos nas ruas,
caminham como almas perdidas,
envoltos em sua dura realidade ambígua,
carregando cruzes sem nome,
à espera de um milagre que não vem.
Seu Getsemani é o travesseiro nas noites traiçoeiras.
O traidor que o vende por trinta moedas
é a cegueira diante do enredo criado.
Sua Via Crucis é feita de congestionamentos,
lotações e filas intermináveis.
Um Cristo que não sorri, não reclama;
guarda uma vaga esperança de dias melhores, mesmo desajeitado na cruz.
Uma cruz herdada, uma cruz que nasceu com ele.
Sem saber, grita ao Pai:
“Perdoe, eles não sabem o que fazem.”
Num desses dias, o Cristo calou-se e começou a chorar,
não pelo amigo Lázaro, mas pelo leite azedo que puseram à mesa.
Ali, não teve o bom vinho; fizeram do leite, coalhada.
A esponja de vinagre veio em forma de luz cortada pelo dinheiro que faltou.
Houve quem, como o centurião,
agarrando-se ao seu manto escarlate, surtou;
mas aqui, o manto é a pele no sol a sol,
e o escarlate é o suor e o sangue deixado.
Houve um certo Cirineu que se juntou para arrastar o madeiro,
simpatizando com seu choro e sua dor.
IV – As moedas de pratas
Trinta moedas de pratas
ainda vendem destinos,
ainda compram silêncios,
ainda pesam na balança da injustiça.
São vendidas por um sistema caótico,
num banquete de ganância, prepotência e luxúrias,
onde vidas se tornam mercadorias
e esperanças se desfazem em pó.
V – O Cristo político-social
Eu vi meu Cristo sorrir quando chegaram
com pão e leite frescos, e no mesmo instante soou algo estranho na TV:
falavam dos dois ladrões — o capitalismo à direita, o socialismo à esquerda.
E surgia o terceiro, chamado Barrabás:
um mecanismo chamado governo,
eloquente e audaz, prometendo o céu
já que o paraíso não tinha dado certo.
O pão nosso é a labuta do cotidiano,
o templo se ergue no seio da família,
e o sagrado é a força motriz de quem tece dias melhores.
Meu Cristo Nu habita em cada alma que expia sua existência em dias tempestivos;
pois o sagrado não ocupa palácios majestosos, nem habita catedrais de pedra,
vindo Ele de uma manjedoura para brilhar na resiliência de quem não se dobra ao fardo
e na resistência de quem sustenta o mundo com as próprias mãos.
O cálice deste Cristo é o sistema corrompido, entre ternos, carros de luxo e vida boa.
O chicote que o açoita são os boletos diários e impostos extravagantes.
As carnes continuam rasgadas, sem esforço,
pelo braço forte da indiferença.
VI – O Cristo interior
A lança transpassada
é o anúncio na alta dos preços,
e o mercado é o calvário.
Não virá salvador algum
para fazer o que só você pode fazer.
Tu és o teu próprio Cristo.
O Divino já disse:
“Vós sois deuses.”
E, por isso, como pequenos cristos,
somos levados — dia após dia — cativos,
como ovelhas ao matadouro,
como cordeiros mudos ao abate.
VII – Paixão e ressurreição cotidiana
A Paixão de Cristo são os regalos dos passeios;
o piquenique no parque da esquina,
o vão das coisas ditas nos olhares cheios de ternura,
nos momentos simples.
A ressurreição é o mote diário,
equilíbrio entre estar vivo ou morto nas trevas da violência.
Num domingo qualquer verei o Cristo descansar.
O dia é dele.
E sagrou-se senhor do seu dia.
Um dia tranquilo, movido a cheiro de mirra e aloés:
a fragrância final de quem, enfim, cumpriu sua jornada.
Todos os dias nascem novos cristos.
E quando eu me for, matarão esses novos cristos que vieram à terra.
Só não matarão o legado do Cristo nu.
Nossa ressurreição é diária dentro deste ciclo.
Autor: Israel Soler
Não há nada mais poderoso que o Evangelho de Cristo.
O Evangelho de Cristo não é apenas uma promessa para depois da vida; é a Palavra de Deus para transformar a vida enquanto ela acontece.
O amanhã pertence a Deus. A nós foi dado o agora — um presente que não deve ser desperdiçado vivendo com medo daquilo que pertence somente ao amanhã.
Não há nada mais forte que o Evangelho de Cristo.
Creia. Viva. Transforme sua vida agora.
"Deixe a fonte da essência de Cristo fluir, transbordar em você ao ponto que você vai deixando de ESTAR sendo o que você era e passa SER o que Cristo é em ti. O "estar" é questão de momento, enquanto o "ser" é eterno,( jamais dependerá das circuntâncias para ser o que de fato nasceu pra ser.)
—By Coelhinha
Alma de Cristo
"Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Do inimigo maligno defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
Mandai-me ir para Vós,
Para que Vos louve com os Vossos Santos
Pelos séculos dos séculos."
Ámen!
Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.
Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.
Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.
Não é vitrine — é serviço.
E nem é trono — é cruz.
O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.
Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.
Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.
Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.
E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.
Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.
Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.
Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.
É menos disputa por razão e mais entrega por amor.
Menos bandeiras e mais cruz.
Muito menos autopreservação e mais conversão diária.
Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…
Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.
"Daqui a alguns dias, o Mundo celebra o Natal: nascimento de Cristo e congraçamento entre famílias. Apesar de Os-de-Sempre insistirem e repetirem na conversa de que a data é só comercio e que acabou o Espírito Cristão da data. HeuHein!"
Texto Meu No.1052, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Cristo com voz amorosa
Chama-te p'ra Sua luz,
Torna tua alma ditosa
Se carregares a cruz.
Coro
Ouve Sua voz a chamar!
Cristo te quer libertar;
Fala com voz amorosa:
"Paz hoje quero te dar".
Por que voltar não procuras,
Do mau caminho em que estás?
No fim do qual amarguras,
E eterna dor sofrerás.
Mui breve irás encontrar-te
Perante a morte, que atroz
Vai, sem piedades, levar-te
Onde não ouças Sua voz!
Ouve Sua voz amorosa
Como persiste a chamar;
Com Sua mão poderosa
Cristo te quer libertar.
COMO CRISTO (Almany - 01/05/2012)
Tim, tim!
Um brinde ao amor,
que não cabe
entre você
e a mim.
Sou poeta comum,
na conexão,
Almany sol,
vivo de redenção,
na rima.
Se você me ver,
como adversário,
me chamando de aliado,
pensando
que sou otário,
feito alienado,
pelos conceitos
do fuso.
Ra ra rá,
faz-me rir.
Não sou Cristo,
mas respondo,
como ele Respondeu
ao diabo,
quando foi ironizado
ao pé da santa cruz.
FODA-SEEEE !!!
joão escreveu as palavras de Cristo em 15:12 "o meu mandamento é este, que vocês amem uns aos outros, assim como eu amei vocês."
e salomão escreveu as palavras do Mesmo no provérbio 17 do cap. 8 "Eu amo os que me amam; os que me procuram me acham."
amor não falta, e para encontrá-lo como nunca se viu em canto nenhum, só é preciso procurar no lugar certo. igreja? congresso? show? pff. isso vem depois. o amor está dentro de nós e nem sabemos disso.
"Ser Um Cristão é andar na direção contrária do mundo. Porém, o mundo e Pecado, Cristo Perdoa. O mundo e Uma Doença contagiosa, Deus cura. O mundo é Uma Luta armada, Senhor é a paz. O mundo é Corrompido, Cristo o Tornar Puro. O mundo é negligência, Jesus absolve. O mundo é inimizade, Deus é reconciliação. O mundo é tristeza, Deus é Felicidade. O mundo é Dor, Deus é Alivio. O caminho da Humanidade é espaçoso e leva pro despenhadeiro. O caminho do Pai tem pouca largura, mas leva à imortalidade. Ser Cristão é ser Fiel, e se entregar de corpo inteiro."
Paz e Vida!
CRISTO REINA PELO TESTEMUNHO DA VERDADE
O último domingo do ano litúrgico é a festa de Cristo, Rei do Universo. Cristo reina. Reinar ou governar não significa mandar arbitrariamente, mas exercer a responsabilidade da decisão última num projeto de sociedade.
Interrogado por Pôncio Pilatos, Jesus diz que seu reinado não é deste mundo (evangelho). Não deve seu reinado a nenhuma instância deste mundo. Ele não é como os reis locais, no Oriente, que eram nomeados pelo Imperador de Roma; nem como o Imperador, cujo poder dependia de seus generais, os quais por sua vez dependiam do poder de... quem? de uma estrutura que se chama “este mundo”. Como hoje. Os governantes deste mundo – estabelecidos por “este mundo” – dependem de toda uma constelação de poderes, influências e trâmites escusos. Devem pactuar, conchavar, corromper. E, no fim, caem de podres. Pensam que são donos do mundo enquanto, na realidade, o mundo é dono deles.
O que são os reinos deste mundo aparece bem na 1ª leitura: quatro feras que tomam conta do mundo e se digladiam entre si. Mas então aparece uma figura com rosto humano, um “como que filho do homem”, que desce do céu, de junto de Deus, e que representa o reinado de Deus que domina as quatro feras, os reinos deste mundo. Jesus na sua pregação se autointitula “filho do homem” no sentido de ser aquele que traz esse reinado de Deus ao mundo.
O reinar de Jesus não pertence a este mundo, nem lhe é concedido por este mundo. É reinado de Deus, Deus é seu dono. Mas, embora não sendo deste mundo, este reino não está fora do mundo. Está bem dentro do mundo, mas não depende deste por uma relação de pertença, nem procura impor-se ao mundo por aqueles laços que o prenderiam: força bruta, astúcia, diplomacia, mentira... Jesus ganha o mundo para Deus pela palavra da verdade.
“Para isto eu nasci e vim ao mundo: para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). Jesus é a palavra da verdade em pessoa. Nele a verdade é levada à fala. E que verdade? A verdade lógica, científica? Não. Na Bíblia, verdade significa firmeza, confiabilidade, fidelidade. Jesus é a palavra “cheia de graça e verdade” (Jo 1,14), a palavra em que o amor leal e fiel de Deus vem à tona e se dirige a nós: amor e fidelidade em palavras e atos. É Deus se manifestando. Essa “verdade”, Jesus a revela dando sua vida até o fim. Esse é o sentido desta declaração, feita três horas antes de sua morte, ao ser interrogado por Pôncio Pilatos, que não entende...
Jesus é o reino de Deus em pessoa. Não reino de opressão, mas reino de amor fiel, reino de rosto humano – o amor humano de Deus por nós, manifestado no dom da vida de Jesus, que reina desde a cruz. A opressão exercida pelos reinos deste mundo, Jesus a venceu definitivamente pela veracidade do amor fiel de Deus. Ora, quem faz existir o amor fiel de Deus no mundo de hoje somos nós. Por isso Jesus nos convida: “Quem é da verdade escuta a minha voz”.
(O Roteiro Homilético é elaborado pelo Pe. Johan Konings SJ – Teólogo, doutor em exegese bíblica, Professor da FAJE. Autor do livro "Liturgia Dominical", Vozes, Petrópolis, 2003. Entre outras obras, coordenou a tradução da "Bíblia Ecumênica" – TEB e a tradução da "Bíblia Sagrada" – CNBB. Konings é Colunista do Dom Total. A produção do Roteiro Homilético é de responsabilidade direta do Pe. Jaldemir Vitório SJ, Reitor e Professor da FAJE.)
CONHECIMENTO DA VERDADE -
E por falar no mundo cristão, disse o Cristo - "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (São João 8:32);
Entendo que nada pode substituir a verdade. E a verdade para ser verdade, não há necessidade de grande agitação. Ela é em si mesma;
Como é bom conhecer a verdade, sim, porque ela nos liberta de pretensões, inclusive;
Quem nunca imaginou situações e prospecções para o presente e futuro, envolvendo diversas áreas da vida?;
Depois, ao chegar perto, em contato com a realidade, com a verdade, entendeu que não era nada, pois só com a verdade foi possível saber?;
Sou apaixonado pelo Cristo por ele ser, pra mim, cristão interdenominacional, Deus conosco, Filósofo, Antropólogo, Psicanalista, Profeta...;
Podemos entender essas palavras dele, não somente de maneira espiritual, como as recebem os cristãos em todo o mundo;
Mas, também, psicologicamente para serem aplicadas na forma do nosso entendimento das pessoas e das coisas com as quais interagimos;
É sabido por todos os cristãos, e assim aceitamos e acreditamos que o próprio Cristo aplicou a palavra verdade, primeiro à pessoa dele;
Dizendo – “EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA; ninguém vem ao PAI, senão, por mim.” (São João 14:6);
E por ser cristão, por minha fé se basear na sua pessoa como Salvador da humanidade, exercido no Seu sacrifício na Cruz, mesmo com essa imperfeição humana em mim é assim que eu creio;
Mas agora, quero pensar na verdade como algo que descobrimos após certa atitude ou descoberta sobre fatos, coisas e pessoas;
Ex.: Trabalhamos numa Empresa, somos informados que seremos promovidos em tal data e quando chega a tal data, descobrimos que essa possibilidade não existira;
Ou quando ficamos preocupados com alguém, pensando estar doente, sofrendo muito por algum infortúnio, porém, descobrimos que está bem em todos os sentidos;
Ou que estamos sem dinheiro para cumprirmos com algum compromisso e descobrimos que há dinheiro de sobra para os pagamentos e diversões;
Ou que fomos informados por um exame errado de sermos portadores de alguma deficiência e descobrimos que tudo foi apenas um erro;
Ou que não seria possível alcançarmos certa condição, mas a alcançamos por ser nossa capacidade acima das nossas expectativas;
Ou de estarmos dentro de casa, sermos informados por alguém que não devemos sair na rua, devido a grande tumultuo, vez que, ao sairmos na rua, percebemos que jamais ocorrera tal fato;
Ou que somos pobres, miseráveis e acabamos descobrindo que na verdade somos ricos por causa de certa condição ou herança deixada a nós;
Ou quando investimos incansavelmente numa área da nossa vida e acabamos percebendo que o alvo deve ser redirecionado... E por aí, vai.
Descobrir a verdade nunca será ruim, mesmo que a verdade aparentemente traga prejuízo a nós ela será mais que especial.
Pois, é na verdade que nos redescobrimos e redimensionamos os nossos propósitos de vida.
Com ela poderemos seguir sem medo de errar porque ela estará norteando nossa existência como que uma proteção invisível.
Eu gosto da verdade porque às vezes ela aparece como um adorno que embeleza nossa alma e nos faz melhor do que somos.
Não quero pensar naquela verdade que se tem que lutar com um leão para que ela apareça.
Quero pensar naquela verdade que surge de um modo meigo, singelo, respeitoso, livre, amoroso, indicativo, que finaliza e reinicia ao mesmo tempo.
A verdade é linda e maravilhosa, é ela quem preenche com clareza nossa virtude e nos dá destreza para compreendermos o que antes não compreendíamos.
É na verdade, que os nossos olhos brilham mais e nosso coração bate quatro por quatro, mas com mais vigor e contentamento.
E assim, na verdade, podemos viver em paz; no dia a dia, trabalhando, estudando, compartilhando ou não fazendo nada na vida.
A verdade é doce e requerida, quem não quer viver sob a libertação do conhecimento da verdade?
A verdade é um luxo que nos inspira à civilidade e compaixão, à dignidade e prontidão, ao amor e ao respeito numa consideração ímpar.
Tirem-me o que quiserem, mas não me tirem o conhecimento da verdade, pois sem ela eu seria apenas um andarilho na escuridão.
O Papai Noel não deve roubar a cena do Cristo, mas talvez ele represente aquilo que o Cristo é para muitos, um genuíno doador de esperança. Se Papai Noel não existe, nós existimos e esse é o desafio do natal, sermos presentes ao mundo, sermos promotores da paz, sermos pequenos cristos para grandes esperanças.
[Crônica com Música, Natal Infinito]
Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus.
Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra.
Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.
Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com ele na glória.
Mortificai, pois, os vossos membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria.
Dessas coisas provém a ira de Deus sobre os descrentes.
Outrora também vós assim vivíeis, mergulhados como estáveis nesses vícios.
Agora, porém, deixai de lado todas estas coisas: ira, animosidade, maledicência, maldade, palavras torpes da vossa boca,
nem vos enganeis uns aos outros. Vós vos despistes do homem velho com os seus vícios,
e vos revestistes do novo, que se vai restaurando constantemente à imagem daquele que o criou, até atingir o perfeito conhecimento.
Aí não haverá mais grego nem judeu, nem bárbaro nem cita, nem escravo nem livre, mas somente Cristo, que será tudo em todos.
Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência.
Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós.
Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição.
Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos.
A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza, de sorte que com toda a sabedoria vos possais instruir e exortar mutuamente. Sob a inspiração da graça cantai a Deus de todo o coração salmos, hinos e cânticos espirituais.
Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.
ALMA NO SANGUE DE CRISTO
(02.11.2018)
Meu coração busca a santidade!
Fruto do amor e do chamado de Deus.
Ó Cordeiro Santo de tantas alegrais,
Quero permanecer fiel ao teu desejo.
Bem-aventurada alma que sabe crer!
E na Palavra do Senhor, põe a esperança...
Alcançando a verdadeira felicidade,
Pois purificada foi no sangue de Cristo.
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