Textos sobre Deus
O próprio Cristo, mesmo diante de seus discípulos, que posteriormente se tornaram apóstolos, vivenciou a maioria dos atos só com Deus! Só com o Espírito Santo! Desde os momentos de profunda oração no jardim do Getsêmani, onde suou sangue em agonia, até sua tentação no deserto, onde enfrentou o maligno sozinho, Jesus demonstrou sua íntima conexão com Deus Pai e o Espírito Santo. Mesmo em sua crucificação, ele enfrentou a agonia do abandono divino, exclamando 'Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?' Esses momentos solitários e impactantes revelam a plenitude da relação divina que Jesus compartilhava, tanto como Deus encarnado quanto como homem.
O que precisamos é procurar viver em um relacionamento próximo de Cristo,isso significa submeter diariamente a vida á sua vontade,revelada na sua palavra e pela obra do espirito santo em nossa vida,não importa que sua condição moral esteja mergulhada em pecados e falhas,Cristo nos conhece independente de sua religião ou etnia vale lembrar que conhecimento é importante mas sem relacionamento não passa de uma ilusão...''
Aprendi que a nossa consciência é tanto quanto mais alinhada com o caráter de Cristo, quanto mais compreendemos que as Suas parábolas e o Seu jeito simples de falar das coisas do cotidiano das pessoas - recorrendo à Sua pedagogia, atemporal, transformadora de vidas - destina-se a nortear as ações humanas.
O Padre tem a missão de nos guiar até Cristo, compartilhar conosco os ensinamentos divinos, conclamar a esperança, dar alento, aliviar as dores e acalmar os ânimos, o sacerdote representa um mediador entre Deus e os seres humanos, aquele que oferece os sacrifícios e intercede pelo povo, ele é a referência na comunidade, aquele que orienta,nos ensina, nos mostra o caminho da salvação... Isto envolve a consagração direta de um homem a Cristo, através do sacramento da ordem. Pela história, isto começou na Última Ceia, quando Jesus Cristo instituiu a Eucaristia na presença dos doze Apóstolos, ordenando-lhes assim: "fazei isto em memória de mim". Esta é a importância da figura de um Padre para nós Cristãos católicos, por isto a tristeza e a decepção em ver alguns deles se envolvendo em política, em brigas e discussões, dando a sua opinião pessoal de forma errônea, defendendo o indefensável, levando milhares de pessoas ao nada, a um pensamento contraditório a fé e a caridade, Padres assim não conhecem aquele que representam, o próprio CRISTO!
Quando focamos o nosso olhar em Cristo e somente no que significa a Santa Missa, fazemos uma comunhão com Deus, deste modo, tudo ao nosso redor se torna secundário, pois cada um de nós em seu íntimo, se encontra com Cristo de forma única. Por isso, quando nos desviamos desta comunhão única e maravilhosa, para observar o que há de errado ou não, talvez algo que esteja acontecendo ao lado, imediatamente perdemos este momento sagrado com Deus!
O Cristo não cabe em nossas concepções ou construções teóricas, não se limita as nossas tentativas em desenhá-lo, nossa tela é insuficiente para conter sua beleza, nossos pincéis incapazes de defini-lo, o que temos é apenas uma visão turva de seu tamanho e significância, Ele é O Cristo.
A fé verdadeira em Cristo é a confiança sem limites de um coração convencido do pecado e que tem a Cristo como seu todo suficiente salvador; é a combinação da cabeça, da consciência, do coração e da vontade humana. Essa confiança é geralmente tão fraca que aquele que a tem, não é convencido disso. Ainda assim, como a vida na criança recém-nascida, sua crença pode ser real, genuína, redentora e verdadeira. Esse momento em que a consciência se convence do pecado, a cabeça olha para Cristo como o único que pode salvá-la e o coração e a vontade seguram a mão que Cristo conserva, é o momento em que há uma fé salvífica. Nesse momento, o homem crê.
A EFICÁCIA da expiação de Cristo é atemporal (Graça Preveniente: cordeiro morto antes da fundação do mundo: 1ª Pedro 1.20; Apocalipse 13.8) e universal (Cristo morreu por Todos: João 3.16, 1ª Timóteo 2.4). Já, a sua APLICAÇÃO é temporal (no dia chamado hoje: Romanos 13.11; 2ª Coríntios 6.1-2) e condicional (pela fé: João 1.12; João 3.15; João 3.36; Atos 16.30-31).
Cristo sofreu e proporcionou salvação a toda raça humana. Devemos, agora, ver de que modo nos tornamos possuidores das bênçãos que Deus concedeu ao seu filho unigênito, não para uso particular, mas para enriquecer o pobre e o necessitado. E a primeira coisa em que devemos prestar atenção é que, enquanto estamos sem Cristo e separados dEle, nada do que Ele sofreu e fez pela salvação da raça humana é de mínimo beneficio para nós. Calvino, Institutas 3.1.1.
Ninguém foi salvo ou teve sua divida removida quando Cristo morreu pelos pecados de todos. O perdão dos pecados acontece quando os benefícios da expiação de Cristo são aplicados no crente (naquele que crê). A aplicação da obra da salvação depende da fé (crer) individual. Logo, não faz nenhum sentido perguntar: “se Cristo já expiou os pecados dos não salvos, como poderão eles ser condenados ao inferno por pecados que já foram pagos”? Embora eles tenham sido pagos (provisionados), os que se perdem não cumprem a condição estabelecida para a concessão dos benefícios da expiação, que é crer. E sendo assim, sua condenação é justa.
Se, então, você diz que Cristo chama aqueles que não podem vir; aqueles que Ele sabe ser incapazes de vir; aqueles que Ele pode capacitá-los a vir, mas não os capacitará; como é possível descrever maior insinceridade? Você representa Cristo como zombando de suas criaturas desamparadas, oferecendo o que Ele nunca pretende dar.
Assim, quando alguém diz: “Não sou nem Arminiano e nem calvinista, mas sou de Cristo ou bíblico!” O tal deve então a partir de hoje não dizer mais: “eu sou Metodista”, “eu sou Batista”, “eu sou Pentecostal”, “eu sou Evangélico” ou “eu sou Cristão”, pois todos esses são títulos humanos distintivos dentro do Cristianismo, só para ficar claro.
Devemos ter em mente que somente Cristo vai permanecer fiel conosco até o fim. Os homens vão falhar, trair e nos abandonar em algum momento da vida. Dito isto, não permita que isso te transforme em um fariseu ou um hipócrita, mas em uma lição de vida, para que você entenda onde suas expectativas devem estar ancoradas.
Quando um Arminiano diz que Cristo morreu por todos, ele não está dizendo que todas as pessoas terão seus pecados perdoados e serão salvas; pelo contrário, ele está dizendo que Cristo pagou o preço pelo pecado de absolutamente todas as pessoas do mundo (1º João 2:2; 1º Timóteo 2:6; Hebreus 2:9; João 6:33; João 1:29; 2º Coríntios 5:15), mas que somente aquelas que crerem é que serão perdoadas e salvas (João 3:16; Hebreus 10:38; 1º João 5:12; Efésios 2:8; Atos 16:30-31). Caso contrário, isto é, se não crerem em Jesus Cristo, continuarão em seus pecados (João 3:36; 1º Coríntios 15:17) e, obviamente, não serão salvas, porque não creem no nome do Filho de Deus (João 3:18; 3:36).
A controversa conversão de Constantino foi o propulsor da degradação da igreja de Cristo. Foi Constantino que promoveu a união da igreja com estado, inserindo nela todo tipo de paganismo e politicagens que com o passar dos anos acabaram deturpando a mensagem de Cristo numa igreja completamente descaracterizada da Igreja Bíblica.
Calvinistas insistem em afirmar que as passagens onde afirmam a morte de Cristo POR TODOS, POR MUITOS E PELO MUNDO devem ser interpretadas somente PELOS ELEITOS. Se essa gambiara exegética estiver certa, então a declaração Paulina em Romanos 5.15-19: “porque, se pela ofensa de um [Adão] muitos morreram [...], pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores”, etc., indica que apenas um número limitado de pessoas foram feitas pecadoras e morreram por causa da desobediência de Adão.
O Espírito Santo procura corpos santos para cooperarem com a unidade da igreja de Cristo, andarem sob Sua direção e conservarem a santidade do Senhor, homens aprovados por Deus para falarem como convém à Sã Doutrina e pregarem a salvação à sociedade, servos com dons espirituais para treinarem outros para o crescimento e a edificação do Seu corpo e servos, fiéis, tementes e sábios para representarem a Deus em suas funções e em seus ministérios, atendendo aos interesses e às necessidades de sua família e da comunidade evangélica.
Oxalá que as igrejas de Cristo, que tanto frequentam e voltam vazias para suas casas, saiam testemunhando pelo mundo, a unção, o temor, a sabedoria e o conhecimento e aos corações que sofrem, às almas oprimidas e aos desprezados da sociedade a plenitude e o poder do Espírito Santo para que o Renovo de Deus continue sendo conhecido pela Sua glória e Sua beleza, pela Sua salvação e Sua esperança e que todos exaltem o poder e o eterno propósito do Seu sangue derramado na cruz do Calvário.
A cultura de Cristo veio para destruir as obras de Satanás, as crenças, tradições, filosofias e rudimentos dos homens, as doutrinas de falsos fundadores do cristianismo, as vozes da heresia e de espíritos enganadores, desvendar as mentiras, o misticismo, a erraticidade de vãs religiões pagãs, oriundas de pecadores, transgressores e escarnecedores que nunca aceitaram obedecer as leis da sagrada aliança, os quais prometem riquezas, atraem adeptos sem santificação e negam a verdadeira glória em Seu nome, a força do Seu poder, a adoração devida as Suas obras e o controle de Sua exclusiva, única, eterna, suprema e infalível autoridade, dadas por Deus.
A Era de Satanás já era: veio Cristo, o Anjo da igreja; a Era das Trevas já era: veio a Luz do Mundo; a Era da Ignorância já era: veio a Sabedoria; a Era do Mundo dos Homens já era: chegou o Eterno Reino dos Céus e a Era dos Incultos já era: vieram os Sábios e quem não viu ou não sentiu nada disso acontecer ainda está na Era da Cegueira e da Escravidão Espiritual.
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