Textos sobre Tempo

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O tempo.
Dizem que o tempo é o nosso melhor amigo, eu acredito que sim, mas é também aquele que te faz enxergar claramente as coisas. O tempo dá e retira. Alerta e se esquiva a ajudar. De alguma maneira ele pode vir a atormentar ou a apaziguar. Você pode correr ou permanecer sentado, não importa o que você quer, enquanto ele não determinar e vir de encontro a você, nada irá acontecer. Paciência, sabedoria e calma, andam ao seu lado, são as suas companheiras. Reconheça que tudo o que possuímos, adquirimos ou mesmo perdemos é por causa da espontânea vontade e lealdade do que tem que ser, vindos trazidos pelo TEMPO.
(Thaís Fernanda)

É tempo de refletir, é tempo da autotransformação, de refletir sobre a nossa relação interna e externa. Permita que o perdão e o desapego façam morada em seu ser. O tempo é contínuo, e sempre é momento de reflexões. Que suas escolhas tenham te impulsionado para a renovação da sua própria vida. Busque sua melhor versão.
Escolhas fazem tanta diferença. Escolha ser feliz, escolha ser grata, escolha o seu sorriso.
Você entrega o melhor de si e ultrapassa os próprios limites, alcançando lugares que nunca imaginou ser possível, e chega exatamente onde deveria estar.
Você enfim voou, livre e sem amarras, descobrindo que não há mais volta. Esse voo era a liberdade que sempre foi sua, apenas esperando pelo momento certo. E agora, você encontrou seu lugar, onde pode voar sem limites.
Viva um dia de cada vez. Tenha seu próprio equilíbrio. Confie em si mesmo, sem ser egoísta ou egocêntrica demais.


Reflexões para um dia melhor.


LIVRO: UM DIA DE CADA VEZ!
AUTORA: ELIANA BATISTA

"Perdemos tempo com tantas coisas
que as vezes, as pequenas delicadezas
que a vida passa despercebido e nem
vemos. Perca tempo no simples e verá
como a vida fica mais bela. Perca tempo
sentindo a chuva que cai em seu rosto.
Olhe o brilho da Lua, e veja como ela
te olha sorrindo. Olhe o nascer do Sol,
que da um beijo na Lua quando ela sai
de mansinho. olha eu aqui tentando te chamar
a atenção e te fazendo perder tempo... È
você já aprendeu um pouquinho do seu
tempo comigo, já me fez feliz, pelo simples
fato, de fazer parte de minha vida"

❝ ...Já tem muito tempo que estou
tentando ser forte, não demostro
meus problemas. Mas ninguém
consegue ser forte o tempo todo.
Já fiz de forte para não chorar
na frente das pessoas que amo.
Já engoli minha lagrimas, para dar
lugar ao sorriso e dizer amigo estou
aqui pode desabafar.Hoje
eu é que preciso de um sorriso amigo...❞

Se você fica na ponta dos pés, não permanece de pé por muito tempo;
Se dá passos muito largos, não pode caminhar bem;
Se se mostra a si mesmo, não pode ser bem-visto;
Se se autojustifica, não pode ser respeitado; Se bajula a si mesmo, não pode ter credibilidade;
Se se orgulha muito, não pode atingir a excelência.
Todos estes comportamentos são excrescências e tumores,
Coisas desagradáveis evitadas pelos virtuosos". (Tao Te Ching)

Cuide do interior. Erotize a alma. Enriqueça seu tempo com uma nova receita culinária, boas conversas, um curso de canto ou dança. Leia, medite, cultive um jardim. Sinta o sol no rosto e por um instante não se preocupe com o envelhecimento cutâneo. Alongue-se, experimente o prazer que seu corpo ainda pode lhe proporcionar. Não se ressinta das novas dores, da pouca agilidade, dos novos vincos. Descubra enfim que a alegria rejuvenesce mais que o botox.
E não se esqueça: em vez de se concentrar no lustre da maçã, trate de aproveitar o sabor que ela ainda é capaz de proporcionar...
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Páscoa com Cristo é cheia de Esperança

Poucos terão tempo de ler esta singela MSN; afinal é feriadão, compras de “ovos de chocolates” Etc... Para alguns, a Páscoa será sempre uma oportunidade para comemorar ao lado da família e amigos. Mais foi num período como este que aconteceu a possibilidade concreta da humanidade poder assegurar a eternidade com o Pai celestial. Noutras palavras para nós significa “morte o pegado e ressurreição em Jesus Cristo.” O próprio Cristo proferiu essas palavras cheias de esperança: "Disse-lhe Jesus: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá'" João 11:25
Enfim, se você colocar a sua fé em Cristo, então a Páscoa trará ao seu coração esperança de viver para sempre na presença de Deus.

Passou o tempo em que eu sentia raiva das amantes, pra falar a verdade era uma quase odiar. Antes eu pensava que amantes eram criaturas frias, seres em busca de um pouco de diversão sem compromisso. Pensava que eram fúlteis e vazias e que a sua capacidade de raciocínio não estava no cérebro, mas um pouco abaixo da cintura.

Bem, tenho que dizer que o meu conceito em relação as amantes mudou totalmente quando tornei-me uma, isso mesmo, acho que levei a sério demais isso de me colocar no lugar do outro, quer dizer, da outra.

O mais engraçado de tudo é que, somente uma semana depois do primeiro encontro dei-me conta do meu novo rótulo, pois é, tinha me tornado aquele ser do primeiro parágrafo e mais engraçado, não me sentia próxima de nenhum daqueles adjetivos descritos pelo meu antes.

Confesso que essa idéia muito me incomodava, logo eu, que sempre fui tão combatente, eu que me jugava tão politicamente correta, agora estava marcada por essa minha atitude nada racional. Nesse momento descobri algo em nunca tinha pensado antes: amantes são seres dotados de uma proporção bem maior de emoção do que de razão, são seres apaixonadados demais para refletir na direção do seus passos.

Me descobri fora do ar, submersa em pensamentos, gastando meu tempo em imaginar como seria o próximo encontro, minha cabeça rodava sem parar e voltar a vê-lo parecia ser a única coisa capaz de colocar meus pensamentos no lugar.

Percebi que amantes alimentam muitas ilusões, a pior delas é crer que um dia terão um "the end" feliz com seu amado. Ao contrário do que imaginava, amantes sonham com coisas simples: passeio de mãos dadas na sorveteria da esquina, um dia inteiro juntos...

Amantes são seres pela metade, fragéis, acreditam que sua felicidade depende da presença de outra pessoa. Nos momentos de racionalidade chegam a jurar que a próxima será a última vez, embora saibam que isso não é verdade, a menos que realmente queiram.

Amantes sentem inveja das esposas, muitas até gostariam de estar no lugar delas, mas esquecem que 98% de chance é de que continuem a ser o que são, válvulas de escape, loucura passageira, ou coisas do tipo.

Deixar de ser amante é como deixar de ser alcóolatra, apesar de difícil, é necessário evitar o primeiro gole.

⁠Houve um tempo em que o lugar de primeiro violino
me seduzia.
Qualquer preço por um lugar de destaque
em meu pequeno mundo...
Louvado sejas, Senhor, pelos dias que se fizeram
meses,
pelos meses que se fizeram anos,
trazendo-me um pouco da sabedoria Tua
que faz ver o mundo do Teu ponto-de-vista,
como um todo onde não importa o lugar na
orquestra,
mas o fazer parte dela,
de tal maneira que tua música encha a terra
e o coração dos homens...
Porque nas horas de provação,
de testes supremos,
de escolhas definitivas,
só uma coisa é absolutamente indispensável,
insubstituível:
a certeza de estar nas mãos de Deus:
nas Tuas mãos, Senhor!
Pode-se compará-la à pérola de grande preço,
que bem vale vender tudo quanto se ajuntou
para possuir...
Com tão preciosa provisão no coração,
levem-me os caminhos da vida aonde lhes aprouver,
apontem-me e aprontem-me o que lhes parecer
necessário,
e eu estarei tranquila,
aqui no meu 7°, 12° lugar...
Podem até apontar-me como alguém
que o regente desclassificou.
Mas que importa o que fazem as mãos dos homens
quando dentro do coração reina a certeza bendita
de estar nas mãos de Deus,
em tuas mãos, Senhor?

CARLA
​Olhe nos olhos dele e deixe o tempo sangrar
Diga ao Bruno que o amor mais verdadeiro não é o que se revela mas o que se imola no silêncio
​CARLA diga que a entrega que ele planeja é um incêndio em campo de vidro
Inocentes não têm pele para esse calor
​O que existe entre vocês o que é real habita esse vazio fértil
É uma anatomia de segredos que nunca precisará de voz
Fazer amor com a realidade é aceitar que o nada é a substância mais densa que existe
​Diga a ele BRUNO seja o frio que preserva
A água que cai não é chuva é a destilação de tudo o que não precisamos dizer para sermos inteiros
​CARLA mostre a ele que a maior prova de existência é a coragem de ser invisível
Nada de mãos dadas com o perigo
Nada de entregas ao abismo
​O mistério é o nosso útero
Se ele nascer agora ele morre
Deixe o submerso
Deixe o sagrado
​Simplesmente permaneça


DeBrunoParaCarla

O tempo em Itaipuaçu tinha um pacto com a gente e todo dia às 18:18 o universo pedia licença para o desfile começar. O barulho das ondas era a única música que interessava e a escuridão da praia era o nosso cobertor mais quente porque ali nada de ruim nos achava. Carla era o brilho que competia com o céu e a gente ficava ali horas a fio dividindo o vinho e o silêncio enquanto as estrelas cruzavam o alto de um lado para o outro. A luz delas era a única lanterna permitida e o resto do mundo sumia no horizonte como se nunca tivesse existido. Ela era o meu alívio no meio do nada e a salvação de qualquer cansaço porque naquele quadrado de areia o perigo não tinha vez e o amor era a única regra. Sinto o cheiro da fogueira toda vez que fecho os olhos e o 18:18 ainda bate no meu pulso como se o desfile nunca tivesse terminado.


DeBrunoParaCarla

A.Q.N.S.M. é o meu porto seguro, onde o carinho não cabe em nenhuma fita métrica e o tempo parece que resolveu caminhar mais devagar. A.Q.N.S.P. é o segredo que a gente guarda no peito, um amor que é dado de graça, sem cobrar nada em troca, leve como uma brisa de verão. São as nossas marcas na pele, os versos que a alma não cansa de cantar.


DeBrunoParaCarla

A Oficina dos Dias

Somos retalhos de vivências
alinhavados pelo tempo, sem pressa.
Cada um carrega no avesso do pano
o mapa de uma guerra, o sal de uma promessa.

Não nascemos inteiros. Fomos feitos
na oficina de perdas e achados.
Um pedaço veio do primeiro tombo;
outro, do beijo que ficou calado.

Buscamos sinais no passado
como arqueólogos de nós mesmos.
Escavamos a argila da memória
para entender o molde do que tememos.

E o que achamos? Um baú sem chave,
onde o riso dorme ao lado do pranto;
onde o nome que não dissemos
ainda ecoa num quarto.

Reciclamos paixões, sim.
Somos mestres em alquimia tardia.
Pegamos a cinza de um amor que não vingou
e fazemos dela nova poesia.

Tiramos do mar do esquecimento
náufragos que julgávamos mortos:
uma carta, um cheiro, uma música antiga,
e o peito vira cais, vira porto.

Nos deleitamos com as lembranças
não por fraqueza de quem não anda,
mas porque toda raiz precisa
da água escura que a expande.

Guardadas na alma, elas fermentam:
são vinho velho em pipa de osso.
Quando a vida aperta a garganta,
um gole de ontem desfaz o nó grosso.

Injetamos vida no que foi
com a agulha da insistência.
Ressuscitamos instantes banais
e os coroamos de transcendência.

Porque viver não é linha reta:
é espiral que volta e avança.
O menino que fomos nos olha
e cobra do homem a mesma esperança.

Somos feitos de fins que viraram meio,
de adeuses que aprenderam a voltar.
Cada cicatriz é uma costura
onde a luz resolveu morar.

E se alguém perguntar do tecido
que veste a nossa humanidade,
responde: é colcha de mil histórias,
remendada com dor, com fé, com saudade.

No fim, quando o corpo cansar
e a linha da vida se romper,
que nos enterrem com essa colcha:
pois fomos tudo o que deu para ser.

A Demora
O amor nos condena:
demoras
mesmo quando chegas antes.
Porque não é no tempo que eu te espero.

Espero-te antes de haver vida
e és tu quem faz nascer os dias.

Quando chegas
já não sou senão saudade
e as flores
tombam-me dos braços
para dar cor ao chão em que te ergues.

Perdido o lugar
em que te aguardo,
só me resta água no lábio
para aplacar a tua sede.

Envelhecida a palavra,
tomo a lua por minha boca
e a noite, já sem voz
se vai despindo em ti.

O teu vestido tomba
e é uma nuvem.
O teu corpo se deita no meu,
um rio se vai aguando até ser mar.

,

Por todo tempo esperei pelo amor e pacientemente vivi a procura do mesmo.
A perseverança deu as mãos com a esperança e uniu-se com a confiança.
Hoje tenho coragem e o direito de propagar meus sentimentos.
Quero amar e ser amado e não mais dá espaço a frustração.
Faço-me feliz para que meu coração pulse suavemente.

Os sintomas adquiridos da carência de um coração esperançoso e punido busca um tempo perdido exaltando um caminho feliz porem desvalorizado.
As perspectivas de um gesto carinhoso trazem-me a certeza de um sentimento verdadeiro.
As indiferenças destacam-se inúmeras decepções e frustrações despedaçando um coração justo e ferido.
Pois meus ensinamentos são para o amoré o carinho trazendo a paz.

Eu vou embora porque chegou a hora, vou embora porque chegou o tempo, nada mais me cabe, nem a espera, só o cansaço, vou embora porque tudo que eu fui é só lembrança


sem cartas, sem retorno,
deixo o peso, deixo os nomes,
levo apenas o silêncio que me resta.
Sou ausência em movimento,
sou memória se apagando devagar.

A Mente em Foco na Floresta do Tempo


Na floresta densa da vida, onde o tempo se mistura como galhos velhos, a mente em foco brilha com originalidade. Ela ignora caminhos confusos e corta direto para o agora, transformando a saudade em força para o futuro. A originalidade nasce assim: não no passado triste, nem no futuro distante, mas no agora vivo.
Na floresta do tempo, a mente em foco usa a saudade como luz, guiando para um futuro novo e fresco. O agora é a porta; o futuro, o reflexo.
Assim, ela cria algo único, livre das sombras do tempo.

"A Flor que Esqueceu de Chorar"

Trabalhar tanto
que não dá tempo de sentir as próprias dores.


A rotina me mantém de pé,
mas talvez seja justamente ela
que não me deixa perceber
o quanto estou cansado de permanecer.


Dizem que água faz a flor crescer,
mas se uma flor recebe água demais,
ela não fica mais bonita.
Ela morre.


E talvez eu esteja assim:
recebendo demais,
fazendo demais,
carregando demais,
sem nunca ter tempo
de simplesmente ser.


Não sentir minhas dores
me tira a oportunidade de chorar,
de gritar,
de colocar para fora
tudo aquilo que ficou preso
no fundo de mim.


Porque a dor não desaparece
só porque tenho compromissos.


Ela continua aqui,
quieta,
me corroendo por dentro,
enquanto eu respondo mensagens,
cumpro horários,
trabalho,
sorrio
e digo que está tudo bem.


Mas não está.


E talvez tudo que eu precise
seja um momento sem obrigações,
sem pressa,
sem precisar ser forte.


Um momento para parar,
respirar,
chorar tudo aquilo
que eu não tive tempo de sentir.


Porque até uma flor precisa de tempo
sem receber água
para continuar viva.


E talvez eu também precise
de um pouco de silêncio
antes que todo esse excesso
me faça morrer por dentro.

Passei tanto tempo colocando a dor no bolso, escondendo meus próprios problemas, porque os meus nunca pareciam prioridade. As circunstâncias sempre faziam da necessidade do outro algo maior, mais urgente, mais digno de atenção.


Até que veio o acúmulo. E com ele, a implosão
silenciosa, mas devastadora, causando danos profundos.


Agora estou aprendendo qual é o meu lugar de prioridade dentro da minha própria vida. Aprendendo a dar passos que antes nunca me foram permitidos.


Mas hoje surge um novo dilema nas circunstâncias da vida: minha dor já não cabe mais no bolso. Ela transborda, aparece até no silêncio. Tento guardá-la em uma gaveta, mas até essa gaveta está quebrada. E, ainda assim, a prioridade segue sendo cuidar de uma dor física, visível, aquela que todos conseguem enxergar.


E a que ficou em mim?
A que implodiu por dentro?


Existe forma de impedir que os danos ultrapassem os limites do aceitável, quando se viveu tanto tempo sem saber se colocar no próprio lugar?