Textos sobre Tempo

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Quem pede um tempo, assume o risco. Por que e um tempo, muita coisa acontece. Quem pede um tempo, guarde em si a presunçosa certeza, de que o outro, vai estar ali, sempre ao alcance da mão, e esquece que o tempo também guarda deliciosas surpresas. Enquanto você dá um tempo, muitas coisas acontecem, belos e coloridos jardins florescem, chuva cai, e borboletas despertam e saem de seus casulos para enfeitarem os nossos dias. Porque o tempo é o mágico da vida, tudo muda tudo transforma. E é isso que faz valer a pena cada segundo da vida. Então, nunca esqueça que, quem pede um tempo, assume o risco da perda e não poderá lamentar depois. Quem dá um tempo, não pode esquecer que deixou a porta aberta e cadeira vazia.
-Mery de Almeida.

Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)

Inserida por MerydeAlmeida

Nosso amor é para sempre...

Amar quieta no silêncio do tempo... É sobreviver por um momento

É beijar-te apenas na ilusão com a alma desnuda... Movida pela paixão!


Os poemas que te escrevo é a parte mais bonita de mim...

Nas sombras das noites no silêncio doído em meus ouvidos

Sussurros que me falam de ti...


Os meus dias felizes me parecem tão longínquos... Meu sorriso

Perdeu-se nos sonhos que tinha sonhado contigo... Mas...

Se você pensar em mim... Suspire no vento e nele me envie este sentimento!

Minha alma estará sempre aberta para teus anseios mais intensos...

Afasta-me da solidão... Suaviza meu vazio...

Com tuas carícias... Com os teus abraços... Assim

Volto a pensar que não existe distancias entre nós... Nem mesmo
O tempo que passou... Nosso amor é para sempre!

Inserida por celinavasques

“5 ANOS” DETRÁS

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (21/04/2014).

Preito à: Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Eu me causei a ruína, na ocasião
em que topei
com você.
Tive noção
do mal que altera
o raciocínio,
a memória e a
atividade motora
e causa
sensação de fadiga
constante,
fiz ideia da dificuldade em dormir, o desvio mórbido da razão
em virtude
do qual o indivíduo
se afasta
cada vez mais
da realidade,
a irrupção.

Andei solitário, golpeado, dominado
pela paixão
e desiludido.

Se tomar de paixão
não era
o meu
intento.
E eu outrossim
notei,
que a afeição não tem a
possibilidade de estar à espera, ou seja,
o objeto amado não é uma posse.

E o desengano, não possui posição rancorosa, por entre períodos
depois de, você murmurar:
porventura
de aqui
à
5 anos.

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/5-anos-detras.html

Inserida por OficialECF

DECADÊNCIA

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (23/04/2014).

Preito à: Bíblia | Lamentações 1:1 (Rbi8-T) | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Como ela chegou a permanecer assentada decorrida em solidão, a urbe que transbordava em povoação!
Como ela se manifestou semelhante a uma mulher a quem morreu o marido, aquela que era muito povoada entre as pátrias!
Como ocorreu a ser transferida para atividade humana subjugada aquela que era membra de família reinante entre as divisões territoriais competentes!

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/decadencia.html

Inserida por OficialECF

PERFÍDIA

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (23/04/2014).

Preito à: Bíblia | Lamentações 1:2 (Rbi8-T) | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Ela pranteia em grande intensidade durante o crepúsculo vespertino ao matutino, e seus choros persistem destinados aos seus rostos.
Não há nenhuma pessoa que a conforte, do meio de cada um dos seus apreciadores.
Cada um dos seus literais amásios procederam perfidiosamente com ela. Transformaram-se adversários dela.

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/perfidia.html

Inserida por OficialECF

Devemos ter cuidado e sabedoria ao mesmo tempo. Cuidado ao nos depararmos com farsas e heresias no meio "gospel", mas sabedoria para examinar tudo e reter somente o que é bom. (1 Tessalonicenses 5:21)
O ideal é tirar uma lição de todas as situações, quer elas sejam boas ou ruins, mas acima de tudo, se posicionar com a verdade (as Escrituras).

Inserida por PensadorBiblico

O Tempo Brinca Em Nos Separar
Emiliano Lima de Araújo

E se o tempo brinca em nos separar,
E se o vento insiste em nos guiar
Sem hora pra te devolver
Nem ares pra te perder.

No seu sorriso eu paro
E na sua voz, me acalmo
No seu olhar encontro amparo
Faço de suas lembranças elmo.

Essa paz que você me traz.
Meus motivos pra não deixar de sorrir
Meus versos tocados em cítaras.
Minha vida cantada, botões a florir.

Se penso em você meu coração palpita,
Vêm a mente mil clichês
Fale baixo, você é minha kriptonita
Vou te copiar em papel machê.

Minha aventura começa em você,
Meus caminhos são trilhados a seu contorno.
Esse seu perfume doce
Me entrega de volta pro que é eterno.

Inserida por EmilianoAraujo

Esperando

-O que está fazendo?
-Esperando.
Esperando que o tempo passe
O telefone toque
A chuva pare.
Esperando,
Que minha rima cesse
Pois amar não carece
rimar com chorar.
Esperando,
Que minha música toque.
(Suspiro)
Até que a reza funcione,
eu peço que não se decepcione
pois pra mim, convém esperar.

Inserida por EmilianoAraujo

Maturi tempo verde

estudando as virtudes
arriscando a convivência
esperando o momento justo
seguindo a trilha
dos corações
entendendo melhor maturi
hora perto daqui
horas longe de mim
como vento e meu kin
a saudade das amizades
entre flores cores e oxigênio
controlamos e puxamos
uma reflexão sobre o corpo e a vida

Inserida por tajra

Aconchego

tempo do coração
palpitação
vivo sonhando acordada
intencionada de amor
sentindo proximo
teu cheiro teu sossego
aconchego
antes sabia nem explicar
como esse amor foi chegar
devagar sem atropelar
a respeitar
ilusões

Inserida por tajra

Sentido

com o tempo
passa esse sentimento
amor que vem e fica grudado
sem controle do espaço

suando tremendo
deslizando no desejo
longe e bem perto
prestes a entregar sem pensar
só o tempo vai mostrar
o caminho certo

esperar as estrelas chegarem
e revelar o brilho do teu olhar
amar deve ser simples assim
sem precisar medir para realizar
conseguir controlar
o tempo

Inserida por tajra

Tenha calma é aos poucos que a vida vai dando certo.
Compreenda que a vida leva tempo para acontecer. Deixe a instantaneidade de lado - mesmo que lhe pareça necessária - no presente foque em ser feliz. O tempo não para, por isso, ele não envelhece. Você vai ser nova enquanto manter-se assim, envelhece quem quer. Não cultive aflições, angustias, ansiedades, monte planejamentos, cronogramas ou, simplesmente, tenha um horizonte para deslumbrar. Respire fundo, aproveite o céu e todo o colorido de um dia ensolarado. E nos dias cinzas e tristes aprecie o silêncio e o cair da chuva. É difícil ser feliz todo o dia, mas é primordial sê-lo todos os dias. Cultivar a alegria, bom humor, jovialidade é uma prática diária que muitas vezes deixamos de lado e desaprendemos a ser feliz. Pessoas rancorosas, más e tristes treinam todos os dias, respeite isso, eu as admiro inclusive. Assim como faço com pessoas felizes. Praticar a felicidade é como estudar, trabalhar, um dia você torna rotina, tente, sempre dá certo. Mas há dias que a vida não faz sentido, são dias que você olha para si mesmo sem saber quem você é, o quê você está fazendo ali parado diante do espelho pela manhã. É o dia que o cinza toma conta do seu olhar, mas a pratica da alegria te inspira e você se reinventa. Você busca um sentido, ou muito melhor: você dá um sentido ao seu dia. Você feliz pode desanimar, mas jamais desistir. Você feliz pode chorar, mas jamais cair. Você feliz pode perder, mas jamais deixar de sonhar. Mesmo que canse, chore, desanime, padeça, entristeça, perca haverá sempre um bom motivo para continuar sorrindo. Pois um dia sem sorriso é um dia sem beleza.

Inserida por iiiiiii

DESVENTURA

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (24/04/2014).

Preito à: Bíblia | Lamentações 1:3 (Rbi8-T) | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Judá transitou para o desterro por origem do sofrimento e por princípio da opulência de escravidão.
Ela própria sofreu de habitar no meio das pátrias. Não achou qualquer localidade de repouso.
As totalidades dos que a acossavam a apanharam em condições angustiosas.

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/desventura.html

Inserida por OficialECF

POÉTICA

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (25/04/2014).

Preito à: George Cerqueira Felix | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Homem valente, #GeorgeCerqueiraFelix psicologicamente, sujeito aos laços, dos enlevos de aços.
A afeição pranteia em situação difícil, na grandeza da mata espessa que guarda escondido, um amante escolhido.
A separação, o desdém do estado social, expurga por baixo da forração, os olvidados, os negados, os negrados.

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/poetica.html

Inserida por OficialECF

a vida e curta e mais curta ainda quando disperdiçamos nosso tempo.
todos nós sonhamos , mas cadê a atitude pra corre atrás do sonho na verdade oque você faz a respeito do seu sonho? Melhor do que o sonho não e vivelo mas o que você faz? Nada seria a resposta
vejo pessoas que si deixam leva pelo que se chamam de Destino na verdade não existi. Isso esta referente ao que você faz agora ir o agora ti interfere no futuro.
RESUMINDO: vai depender do seu esforço agora.

Inserida por williamsousa400

Pranto para o homem que não sabia chorar

Havia quitandas naquele tempo. Vendiam verduras, legumes, ovos, algumas chegavam a vender galinhas em pé, quer dizer, vivas, mas eram poucas, pois todas as casas tinham quintal e todos os quintais tinham galinhas. Ia esquecendo: as quitandas mais sortidas tinham à porta, bem visíveis aos passantes, um feixe de varas de marmelo.
Para que serviam? Fica difícil explicar, mas serviam para os pais comprarem uma delas e a guardarem em casa, num lugar à mão e bem visível aos filhos. Quem nunca tomou uma surra de vara de marmelo não pode saber o que é a vida, de que ela é feita, de suas ciladas e enigmas. Há aquela frase: "Quem nunca passou pela rua tal às cinco da tarde não sabe o que é a vida". A frase não é bem essa, mas o sentido é esse.

Uma surra de vara de marmelo era o recurso mais eficaz para colocar a prole em bom estado de moralidade e bom comportamento. Acima dela, só havia o recurso capital de ameaçar o filho com um colégio interno da época: Caraça! Ir para o Caraça, a possibilidade de ir para o Caraça era uma pena de morte, uma condenação ao inferno, um atestado de que o guri não tinha jeito nem futuro.
Houve a tarde em que o irmão mais velho fez uma lambança com umas tintas que o pai comprara para pintar a casa de Segredo, o cachorro, que era solto à noite para evitar que os amigos do alheio pulassem para o quintal e roubassem as galinhas -repito, todas as casas tinham galinhas.

E "amigos do alheio" era uma expressão, uma metáfora civilizada que os jornais usavam para se referirem aos ladrões de qualquer coisa, inclusive de galinhas.

Pois o irmão foi surrado com vara de marmelo e chorou. O pai então proferiu a sentença que ele jamais esqueceria:
Homem não chora!

Em surras seguintes e sucessivas, com a mesma vara de marmelo (ela nunca se quebrava, por mais violenta que tivesse sido a surra anterior), o irmão tinha o direito de gritar, de urrar, de grunhir como um leitão na hora em que entra na faca, mas não de chorar.
Por isso, mesmo sem nunca ter tomado uma surra daquelas, ele sabia que um homem não pode chorar, nem mesmo quando açoitado por vara de marmelo. O vizinho do Lins, que tinha um filho considerado perdido, percebendo que a vara de marmelo era ineficaz como um remédio com data de validade vencida, adotou uma tira de borracha que servira de pneu a um velocípede desativado. Tal como a vara de marmelo, era maleável mas inquebrável, deixava lanhos nas pernas do filho -que mais tarde chegaria a ser capitão-do-mar-e-guerra, medalhado não em guerra nem em mar, mas por tempo de serviço.
Homem não chora e, por isso, ele decidiu que seria um homem e jamais choraria. O irmão, sim, era um bezerro desmamado, chorava à toa, nem precisava de vara de marmelo. Chorou no dia em que Segredo morreu envenenado -um amigo do alheio, antes de pular no quintal, jogou-lhe um pedaço de carne com arsênico.

Chorou mais tarde, quase homem feito. Esquecido de que homem não chora, ele chorou quando o Brasil perdeu para o Uruguai no final da Copa do Mundo de 1950. Não era homem. Atrás do gol, viu quando Gighia chutou e o estádio emudeceu e logo depois chorava, seguramente o maior pranto coletivo da história da humanidade, 200 mil pessoas que não eram homens, chorando sem vergonha de não serem homens.

Ele não podia ou não sabia chorar? Essa era a questão. Volta e meia forçava a barra, lembrava as coisas tristes que lhe aconteceram, o dia em que o pai o colocou de castigo, atribuindo-lhe a quebra de uma moringa. A perda da medalhinha de Nossa Senhora de Lourdes que a madrinha lhe dera, uma medalhinha de ouro que, segundo a madrinha, o livraria de todo o mal, amém. Não chorou nem mesmo quando, naquela primeira noite após a morte de sua mãe, ele se sentiu sozinho na vida e perdido no mundo.
Daí lhe veio a certeza. Poder chorar até que podia. O diabo é que ele não sabia mesmo chorar. Chorar é como o samba que não se aprende na escola: ou se nasce sabendo, ou nunca se sabe. Bem verdade que ele desconfiou de que os outros chorassem errado, misturando motivos. Por exemplo: o irmão, que era um Phd na matéria, quando chorava, fazia um embrulho de coisas e desditas, um mix de quebrações de cara e obtinha um pranto copioso, sincero, lágrima puxando lágrima, soluço puxando soluço.
Quando perdeu uma bolada num cassino de Montevidéu, foi para o quarto do hotel, bebeu meia garrafa de uísque e, tarde da noite, telefonou dizendo que, passados 40 e tantos anos, ainda estava chorando pela morte de Segredo.

Tivera ele essa virtude, aquilo que os ascetas chamam de "dom das lágrimas"! José, vendido por seus irmãos ao faraó do Egito, tornou-se poderoso e um dia recebeu os irmãos que o procuraram para matar a fome. Os irmãos não o reconheceram. José perguntou-lhes sobre o pai e retirou-se a um canto para chorar. Depois, sim, deu-se a conhecer e matou a fome dos irmãos que o venderam.

Jesus chorou quando soube da morte de Lázaro e o ressuscitou. A lágrima é um dom, e ele não mereceu esse dom nem mesmo quando Débora foi embora de seus sonhos e, como nos tangos, nunca mais voltou.

Inserida por mathiasportugues

Adoro saber que o tempo passa e melhor: não me espera...

Adoro estar ficando velho...
Adoro saber que a juventude esta partindo sem culpa...
Adoro saber que posso sorrir de todos os meus erros passados e escovar meus dentes para sorrir dos erros futuros...
Adoro saber que a saudade é a maior prova de que o passado valeu a pena.
Adoro saber que depois de tanto tempo ainda irrito você.
Adoro saber que antes mesmo de me despedir já deixo um cheiro de saudade em você...

Inserida por ProfGlaucoMarques

Meu bem te conheço a tanto tempo que nem lembro se é dia ou noite, se é frio ou calor, se é dor ou amor, me lembro de ser feliz jovem e revoltado ou bicho e cão condenado a pilastra e condenando a canastra de pura raça e loucura, meu bem te conheço a tanto tempo que não sei o que é verdade ou mentira dentro de mim, meu bem foi e voltou e a tua dor como ficou, despedaçada, fria e escassa.
Inútil como a vida dos pobres miserável.

Inserida por BruninhoSanchez

Amigos?

Eu queria ser como o vento,
Que toca seu rosto e te faz sorrir,
Poder parar o tempo,
Somente para te ouvir.
Fazer as palavras terem sentidos,
Podendo falar de seu sorriso,
Me apresentando seu fiel amigo.
Aquele que estará ali.
Mesmo que o ali seja um outro mundo,
Mesmo que já não faça sentido,
Só para dizer que seu nada á mim é tudo.
Assim você saberá sua importância,
Mesmo que resolva não dar importância a, mim,
Ainda sim estarei aqui,
E se sentir aquela falta de alguém,
Por favor que seja de mim.

Inserida por alexsanjeri

AFÃ

Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (25/04/2014).

Preito à: Lais Silva | Literatura Brasileira | Poesia Brasileira | Sarau Poético de Manguinhos.

Eu me deixo fugir no momento em que me acho, no tempo em que me acho, acho-me divisando alguém.
Lhe entrego um ósculo fictício, de carecimento, sob firmamento.
Numa espécie de sofá de folhas está. Galga, dando saltos moça elegante e bonita, em cima das elevações de terrenos, da terra.

http://suavidadedeestilo.blogspot.com.br/2014/04/afa.html

Inserida por OficialECF