Textos sobre Tempo
Tempo de amar
Verdade, a vida é um sopro, não avisa o seu fim,não nos prepara nem avisa quem vamos perder. Entre um espaço e outro da batida dos nossos corações existe um breve intervalo de tempo o qual determina a nossa existência. Em um compasso absoluto de harmonia nos impulsiona a evoluir e a buscar nossos sonhos e correr atrás de sentimentos. Então viva, mas viva marcando cada milésimo de segundos com o dom do amor, da fé e do perdão. Pois Nunca saberemos quando não haverá mais espaços entre as batidas do coração.
o tempo está passando e já se foram anos e sabe de uma coisa querido tudo continua igual, as mesmas feridas, os mesmos medos, eu tentei durante todo esse tempo fugir de mim mais fracassei, pra onde eu e a lá estava você tatuado em meu peito.
Tem dias que parecem que não passa a saudade me pega feito criança e nao tem jeito as lágrimas são teimosa elas escorre em meu rosto e encharca meu travesseiro , eu fico pensando, se você não tivesse me magoado tanto talvez não doece dessa maneira me rasgando em tantos pedaços que tá dando trabalho acha-lo.
SOBREVIVENTE
Tempo de travessia, quantas ocorrências impactantes que não se desprende do coração, coisas, pessoas, situações tudo com seu peso de dor sem mensuração.
Abatido na dor singular tenta se levantar e do seu jeito superar, a vida chama a continuar.
Amparados unicamente pela força maior e o auxílio dos que ainda espalham a empatia, o processo de travessia inusitado vai pisando, imprimindo profundas marcas na vida de quem sofreu percas, como também no sensível ao sentimento alheio.
Vai passar tempo sombrio, mas a destruição do tempo arteiro em tempo de corações vazios jamais passará.
CONCEIÇÃO PEARCE
O Inverso e o Universo estão no tempo linear, em que o universo segue linear, o inverso do vazio inverte tudo que existe...
No tempo Vertical, o passado não é visitado para ser invertido ele é visitado para ser Refletido, então a linha do tempo vertical é o quadrante da relatividade: O Espaço Reflexo, que é o passado que recepciona um terceiro indivíduo, a interrupção a linha do tempo que saiu do núcleo e que fez uma interrupção moveu-se para baixo. O Espaço-Reflexo é o movimento da empatologia que o indivíduo não possuí empatia, pois a empatia é ser bonzinho, a empatotologia não é ser piedoso, mas sim empata... quem busca emergir na realidade do outro sem ter nenhum viés de influências externas, nem mesmo usa da empatia... seria como um mediador que não pode demonstrar nenhuma sugestão de inclinação da sua opinião à nenhumas das partes... seria quase como atingir um estado aquoso, ou seja um ser: insípto, incolor e inodoro... talvés também como uma ameba, totalmente assexuada: As amebas são amplamente conhecidas por se reproduzirem de forma assexuada, principalmente por um processo chamado fissão binária (ou cissiparidade), onde uma única célula se divide em duas células-filhas geneticamente idênticas.
O tempo aí se constroi em um Espaço Diverso, em que o tempo é não é linear, ele é nuclear, ele desliza para cima, e não no tempo linear que corre para os lados. no Universo e no Inverso...
No Tempo Evoluto, que parte do Núcleo não é relativo, pois ele não é editado, ele anda no Espaço Reflexo que amortiza todo o passado do indivíduo, parte para o Espaço Diverso... Ele revisita o que passou no tempo dentro do Espaço Reflexo, levando em conta dois observadores diversos. E para assexualizar seu posicionamento ele habita a posição de Onibservador, emergindo Um tempo Insipto, incolor e inodoro que se reproduz de forma assexuada, em que ele considera o todo, e se separa em dois tempos geneticamente identícos para construir uma única linha de Tempo zigota... onde dois Tempo homólogos viram uma só linha de tempo diplóide (2n). Ou seja, uma linha do Tempo em sobreposição das linhas de tempo do indivíduo um e do indivíduo dois; e o Tempo Diplóide é o tempo sobreposto... Tempo em sobreposisão é o Espaço-Diverso a linha do tempo nuclear em que o tempo forma uma erupção que se desloca para cima a partir do minuto = 0:00h/2n (Tempo Diplóide, o tempo que deixa de ser relativo, pois é visto a partir da sobre posição dos tempos de cada indivíduo) Tempo Evoluto= Tempo que considera o conjunto = o meu, o teu e o nosso. Tempo que a evolução é do todo e não relativo as partes, o se torna um Tempo de Evolução Absoluto.
No encontro das nossas metades, o tempo perde a pressa e o mundo silencia.
Não é apenas a paz de duas almas que se reconhecem, mas a febre de dois corpos que nasceram para colidir. No primeiro toque, a eletricidade acorda; na respiração dividida, o desejo se declara.
Somos o encaixe exato e voraz, onde o amor se escreve na linguagem da pele, do suor e dos suspiros. Uma entrega sem freios, um incêndio particular que queima a madrugada até desaguar na mais doce calmaria.
Como areia fina entre os dedos,
o tempo escorre, leve e sem fim.
O que foi sonho, agora é lembrança, o que foi dia, já é saudade em mim.
As estações mudam, o céu se refaz, cada instante deixa a sua marca:
um sorriso guardado, um sol que se pôs, e a vida inteira bela e em eterna partida.
E lá se vai metade do ano…
Não como perda, mas como colheita:
de tudo que fomos, aprendemos, amamos,
e na outra metade a promessa de mais.
A vida é feita de ciclos, passos e mudanças.
Nada permanece igual para sempre: o tempo gira, os caminhos se renovam e, com cada volta, nasce a oportunidade de recomeçar. Às vezes, é preciso deixar ir o que já cumpriu seu propósito para abrir espaço ao novo. Porque viver também é se transformar, florescer e permitir que cada movimento da vida nos leve para onde precisamos estar.
Entre Nós e o Tempo
O tempo passou…
e não passou leve.
Passou pesado,
arrastando aos poucos
tudo aquilo que um dia fomos.
Trouxe a distância —
não só dos corpos,
mas das almas.
A tristeza de deitar ao lado
e ainda assim sentir falta.
A dor de estender a mão
e tocar apenas o vazio.
Trouxe diferenças
que cresceram como muros silenciosos.
Palavras que já não encontram abrigo,
sentimentos que falam sozinhos.
E a indiferença…
ah, a indiferença é a mais cruel.
Ela não grita,
não quebra nada —
ela apaga.
Apaga o brilho do olhar,
apaga o cuidado,
apaga o “eu te vejo”.
A falta de afago machuca.
Machuca porque o corpo lembra
do carinho que existia.
Machuca porque o coração
ainda espera o abraço
que já não vem.
O que era riso virou silêncio.
O que era conversa virou obrigação.
O que era amor virou hábito.
Já não somos encontro de almas —
somos rotina compartilhada.
Somos dois caminhos
que insistem em andar lado a lado
mesmo sabendo
que já não se cruzam por dentro.
E existe uma tristeza funda,
daquelas que não fazem barulho,
mas pesam no peito.
A tristeza de saber
que ainda estamos aqui…
mas já não estamos um no outro.
E dói.
Dói porque foi verdadeiro.
Dói porque um dia foi amor —
e hoje é apenas permanência.
E depois de um tempo curto,
que para meu coração pareceu uma longa eternidade
a Lua voltou.
Voltou ainda mais brilhante,
Mais bonita
Mais estravagante
E divertida.
Ela brinca todas as tardes com meus sentimentos
Ela trouxe consigo toda a cor que tinha levado embora,
Trouxe consigo meu sorrisos
Que em sua ausência se escondiam sem um porquê
E eu sinto tanto arrependimento
Em não ter lhe pedido para voltar antes.
Mesmo que para os outros ela só brilhe à noite
A minha Lua não,
Ela brilha em todos os momentos,
Ela sorri de um jeito que é mais radiante que o sol,
É um caos maior que uma ventania de verão
Mas sua confusão e seu temperamento acariciam todos os sentimentos em meu coração.
A VITORIA DE UM ESCRITOR
Por muito tempo tive medo das críticas,
nos dedos das pessoas o receio
de que minhas palavras fossem vazias.
Hoje eu mudei: sou escritor medíocre, sim.
Prefiro ser um escritor medíocre
do que um escritor que não escreve.
Por muito tempo fui um escritor que não escrevia,
então não sinto mais o julgamento.
Desfrute das palavras deste autor,
porque enfim chegou a vitória
de um escritor.
Campo Grande 23.09.2026
Minha noção psicológica de tempo e espaço
transcende a linha temporal,
criando cenários iluminados, escuros ou fragmentados
que se condensam numa realidade aceitável.
Não tenho a visão do todo pelo todo —
apenas fragmentos temporais distintos do grande contínuo.
No tempo, contamos histórias que atravessam a imaginação.
Através da alta cognição, a síntese torna-se evidência aparente,
e nas conexões da história
vemos os contornos do espaço e do tempo
se distorcerem na massa do contínuo.
A transcendência da relatividade se expressa no trem ou no metrô:
uma viagem temporal e astral
onde variáveis espelhadas no subconsciente
traduzem o sentimento pragmático na esfera politizada.
Achamos sentido no cubismo político
e na profundidade das estruturas dimensionais.
As flores do jardim são lindas, velhas e secas ao mesmo tempo,
enquanto a distorção temporal envolve o estabilizador da cognição.
O gato na caixa provoca a mente:
por que existir numa caixa?
Maldade com os animais ou ideia doentia
para a genialidade da consciência?
O trem viaja, o relógio quântico voa,
outro na Terra estabelece a verdade do contínuo.
Na estação espacial, o homem sonha com o tempo passado;
seu irmão gêmeo envelheceu noutro ritmo,
pois a viagem alterou a cronologia
no momento em que a luz acendeu e apagou para o universo.
Átomos se dividem no espaço sideral
até a membrana translúcida do universo.
A sonda toca o olho de Deus
e compreende que o contínuo é parte de algo maior,
onde o buraco de minhoca abre passagem para a humanidade.
Meus pensamentos voam,
configurando imagens para a compreensão inata da relatividade emergente.
Fragmentos da humanidade ou partes da minha poesia cósmica —
infinitamente sobrepostas e programadas —,
meus pensamentos ganham formas tridimensionais,
iluminando cenários caóticos com a luz das minhas ideias.
Por Celso Roberto NadiloMinha noção psicológica de tempo e espaço
transcende a linha temporal,
criando cenários iluminados, escuros ou fragmentados
que se condensam numa realidade aceitável.
Não tenho a visão do todo pelo todo —
apenas fragmentos temporais distintos do grande contínuo.
No tempo, contamos histórias que atravessam a imaginação.
Através da alta cognição, a síntese torna-se evidência aparente,
e nas conexões da história
vemos os contornos do espaço e do tempo
se distorcerem na massa do contínuo.
A transcendência da relatividade se expressa no trem ou no metrô:
uma viagem temporal e astral
onde variáveis espelhadas no subconsciente
traduzem o sentimento pragmático na esfera politizada.
Achamos sentido no cubismo político
e na profundidade das estruturas dimensionais.
As flores do jardim são lindas, velhas e secas ao mesmo tempo,
enquanto a distorção temporal envolve o estabilizador da cognição.
O gato na caixa provoca a mente:
por que existir numa caixa?
Maldade com os animais ou ideia doentia
para a genialidade da consciência?
O trem viaja, o relógio quântico voa,
outro na Terra estabelece a verdade do contínuo.
Na estação espacial, o homem sonha com o tempo passado;
seu irmão gêmeo envelheceu noutro ritmo,
pois a viagem alterou a cronologia
no momento em que a luz acendeu e apagou para o universo.
Átomos se dividem no espaço sideral
até a membrana translúcida do universo.
A sonda toca o olho de Deus
e compreende que o contínuo é parte de algo maior,
onde o buraco de minhoca abre passagem para a humanidade.
Meus pensamentos voam,
configurando imagens para a compreensão inata da relatividade emergente.
Fragmentos da humanidade ou partes da minha poesia cósmica —
infinitamente sobrepostas e programadas —,
meus pensamentos ganham formas tridimensionais,
iluminando cenários caóticos com a luz das minhas ideias.
Por Celso Roberto Nadilo
Por que você ainda está aqui? Eu não entendo.
Depois de tanto tempo, pensei que já poderia ter te esquecido, que você não estaria mais aqui.
Por que você insiste em ficar? Eu não quero mais me lembrar.
Talvez eu esteja sendo cruel ao pensar assim, mas você já não faz mais parte da minha vida.
Eu queria que você estivesse, mas foi você quem escolheu partir.
Então por que eu deixo você morar em mim?
Eu, a minha grande razão.
Por muito tempo procurei motivos fora.
Hoje entendo: eu sou o meu maior motivo.
Eu sou a razão de continuar,
de recomeçar,
de me cuidar,
de não desistir.
Não por egoísmo, mas por consciência.
Porque quando eu estou bem, tudo em mim floresce.
Quando eu me escolho, eu me encontro.
Eu sou meu ponto de partida e meu lugar de retorno.
A minha grande razão sempre fui eu.
_Jane Silva
01/10/2026
“Amor verdadeiro não se mede pelo tempo que dura, mas pela marca que deixa na alma. Ele se revela na escolha de cuidar, compreender, respeitar e permanecer, especialmente quando a vida coloca o sentimento à prova. Quem ama de verdade não deixa apenas lembranças: deixa paz no coração, luz no caminho e uma história que o tempo jamais consegue apagar.”
— Roberto Ikeda
Dona do Tempo
Queria ser dona do tempo,
para assim fazê-lo parar,
para assim eu ficar do seu lado e para sempre no seu coração morar.
Eu queria ser dona dos instantes, pra poder viver com você, pra poder te amar sem doer e para ter você para sempre ao meu lado.
Você sabe que você é o meu sol, minha luz e agora o meu ar. Não é que eu não consiga viver ou respirar sem você,
eu só não quero viver e nem respirar em um lugar onde você não exista.
Se eu pudesse congelar um momento, eu escolheria aquele em que estou nos teus braços, quando os teus lábios estão nos meus e quando o teu calor esquenta o meu corpo e acalma a minha alma.
Sabe...
o nosso beijo é bom.
Até um selinho acende
uma faísca enorme dentro da gente, que se eu pudesse guardar aquele segundo para sempre, tenho certeza:
queimaríamos um planeta inteiro com o nosso amor.
Talvez seja por isso que eu queira tanto ser dona do que vivemos... Porque existem momentos que não deveriam acabar.
Momentos que deveriam ficar suspensos, presos para sempre entre um segundo e outro, como se o relógio tivesse esquecido de andar só para nos deixar ficar.
Eu pararia o mundo no instante em que o teu abraço me encontrasse, no segundo em que o teu olhar dissesse aquilo que a boca ainda não teve coragem de dizer.
E deixaria tudo lá fora continuar... enquanto nós duas permaneceríamos
perdidas naquele pequeno universo que existe somente quando estamos juntas.
Porque talvez a eternidade
não seja feita de infinitos dias.
Talvez ela exista em um único instante que o coração se recusa a esquecer.
E se um dia a vida tentar levar você de mim, eu não vou pedir que ela volte...
vou pedir apenas que deixe comigo aquilo que jamais conseguirá apagar:
o som da sua voz,
o calor do seu abraço,
o gosto dos nossos beijos,
o brilho dos seus olhos e a certeza de que, em algum momento, o universo inteiro pareceu pequeno demais
para caber tudo aquilo que sentimos.
Porque se amar você é desafiar os ponteiros, então que eles corram,
que os dias passem, que as estações mudem...
Eu só quero que, enquanto o mundo continua girando, exista algum lugar dentro de você onde tudo permaneça exatamente como foi:
eu e você, perdidas uma na outra, vivendo um instante que o coração transformou em eternidade.
Nada acontece do dia para a noite. Compreendi que o tempo exige paciência, e hoje o dia amanheceu com rosto de conquista e vitória. Sinto apenas fé, coragem e determinação. Obrigada, meu Deus.
A regra é pegar o que você tem hoje nas mãos e fazer acontecer; o melhor momento sempre será o agora. Sigo evoluindo a cada dia para melhor. Como eu me amo e como amo ser a minha melhor versão!
— Amanda Tamiris da Maia
Poeta de Literatura
A Enfermagem é o coração do SUS...
e o coração está cansado.
E quando o tempo cobrar a fatura, seremos nós...as mesmas que ignoram...quem estarão ali, trocando sus fraldas, curando suas feridas e mostrando mais uma vez que aprendemos a curar mesmo sem remédios.
Somos a base silenciosa que o sistema esqueceu de valorizar.
Tic-tac… o tempo vai passando, implacável. E eu, buscando o conhecimento, amadurecendo a cada dia. A vida segue seu fluxo, e a natureza permanece, uma presença constante e serena. Ah, as paixões! Os amores que me fizeram vibrar. Já me apaixonei algumas vezes, e cada uma deixou sua lição. Mas hoje, é pela música que me apaixono todos os dias. Ela é minha companhia constante, minha liberdade e minha maior descoberta. É um tempo de ser apenas eu mesmo, mergulhado em melodias, aproveitando o presente e o que o futuro guarda.
Alexandre Sefardi
Ah! ... O beijo..., Como se o tempo parasse, e o mundo também, nàquele único momento. Um recomeço, uma despedida...
Às vezes, o beijo mais marcante é aquele que nunca aconteceu. Fica suspenso no ar, como uma promessa não cumprida, um desejo que nunca se materializa. Ele habita os sonhos, os olhares trocados e os quase-encontros. É o beijo que vive na imaginação, perfeito e intocado, sem as imperfeições da realidade. E, talvez, seja justamente por nunca ter existido que ele se torna eterno, um símbolo de tudo o que poderia ter sido, mas nunca foi.
Beijo da Gente
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi
Tem gente que tem cheiro de estrambelhado, respirando os dias que correm com a corda do tempo, e tem gente que sabe o dia em que dá vontade de jogar tudo para o alto. Mas aquilo que faz o seu coração pulsar mais rápido irá guardar onde ninguém poderá tocar. Tem gente que abraça o mundo e ele sorri de volta. Se joga para a vida, devolve flores e amores. Não quer maturidade o tempo todo. E tem gente que dança no chuveiro para lavar a alma e deixa escorrer pelo chão as coisas da vida que não valem a pena. Tem gente Sonha! Acredita que seguir em frente é necessário. Um coração que é capaz de sonhar pode te levar aonde você nunca pode imaginar, ...
Tem essa coisa de Gente
Essa,
Vida de Solteiro,
Alexandre Sefardi
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