Textos sobre o ser Humano
...e a maior guerra de um ser humano é enfrentar a si mesmo. É saber que ir adiante nem sempre o levará à vitória, porem, ficar parado na mesma trincheira nunca permitirá que ele saiba se era capaz ou não! Nesta guerra o único sentido é o motivo pelo qual se luta: a paz e a consciência tranquila!
Sim, “irmã morte”. Irmã difícil de ser compreendida e integrada ao convívio humano. Ela está sempre nos recordando que podemos tanto, mas não podemos tudo! Do tanto que é nos dado na origem, a morte vai recolhendo, pouco a pouco, tudo. Uma coisa, porém, ela não nos tira: a saudade. Saudade diz de uma dor que fica entalada na garganta. Uma dor que faz o peito doer. A saudade é coisa bonita, mas dói. É a expressão de um querer bem, de amor... Nós sabemos: o amor é mais forte que a morte!
Maldito instinto humano, só ele é capaz de manipular amizades e destrui-las. Hoje em dia não da pra confiar absolutamente em ninguém. Amigos são amigos, e que as confissões e segredos fique para o imaginário. Dividir um segredo com um ser humano é o mesmo que assinar sua sentença de morte. Simplesmente não da pra confiar.
“As mais nobres atitudes humanas são as que levam um ser humano a estender as mãos ao outro em momentos de grandes dificuldades, se dispondo a ajudar, certo de que dessa forma não está apenas praticando o bem, mas ensinando pelo exemplo que solidariedade não é caridade, mas a maneira mais sensata de minimizar desigualdades e obter assim, uma sociedade mais justa.”
🤔Boa tarde! Sabe, estou aqui pensando... Existe uma verdadeira riqueza de dons em cada ser humano, possibilidades que desconhecem fim. Os momentos se eternizam, quando é dado o devido valor e atenção ao outro. Valorizar as pessoas unicamente por interesse é distanciar-se da ética e negligenciar o amor. Sim, as pessoas vêm e vão, mas nada é em vão. Yes! SolSorte
O ser humano pode ser interação entre mãe e pai, reações quando não se dão afetos, a criança fica aflita, gesticula chora, fica rebelde e quando a mão reage e torna a dar afetos, a criança volta a ter alegria, nunca demonstração de amor. A criança pode não saber ainda falar, mas sabe muito bem o que são afetos ou mostrar má cara e consoante o que vê reage, porque sabe distinguir muito bem um sorriso de uma cara zangada. Assim se aprende a ler os comportamentos da criança.
O luto é uma das experiências mais dolorosas e intensas que qualquer ser humano pode vivenciar e testemunhar. No entanto, quando não couber mais no coração e a lembrança escorrer pelos seus olhos, o tempo se encarregará de transformar essa dor em saudade e assim, perpetuará a memória de quem se foi. O amor nunca morrerá.
Será que os sacerdotes desconhecem que todo o ser humano carrega dentro de si dois lados: o lado negativo e o positivo? Somos formados por matéria e essa matéria contem os nervos o que faz com que a humanidade aja da forma mais estranha possível, principalmente quando se deparam com situações complicadas. Se pararmos para pensar um pouco, cada um de nós já se viu numa destas situações.
O amor humano autêntico é uma entrega total da própria pessoa: alma, coração, corpo, toda a própria vida, presente e futuro. Quando duas pessoas se amam, sabem que vão compartilhar toda a sua vida. O casal é isto: um com uma para sempre, em tudo, para terminar nos filhos. Já não são dois, mas uma só carne e uma só vida. Antes eram duas vidas independentes que, de vez em quando, coincidiam. Agora estão intimamente ligados, a vida de um é inseparável da do outro. Até nas coisas mais concretas.
Uma das maiores aventuras e ambições do ser humano é viajar. Alguns reservam 30 dias do ano pra isto, economizam até o que não podem; tudo para que no fim, no meio ou no início do ano partam para alguma praia, algum hotel fazenda, um chalé na montanha, uma aventura de pesca esportiva... Mas existe uma viagem que poucos fazem... é a viagem para dentro de nós mesmos. Tentar nos conhecer é doloroso, sombrio, angustiante. É difícil visitar as trilhas escorregadias dos nossos desejos, percorrer as correntezas perigosas de nossas emoções, subir as montanhas pontiagudas das nossas dúvidas e ansiedades, entrar nas cavernas escuras de nossos traumas, medos, complexos. É complicado mergulhar nas águas turvas da nossa vontade de falar tudo que pensamos e sentimos, pois isto, certamente, ferirá alguém. Mas, se você não fizer esta viagem interna, jamais será você mesmo. Sempre viverá pelos outros, sob comandos do que os outros esperam que seja. Boa viagem.
Despojado de máscaras, o ser humano cresce em individualidade e passa a expressar-se de modo mais autêntico. Sincronicamente uma presença luminosa - espírito da vida - emerge de sua essência, projetando-se nas telas vitais por ele matizadas... É essa presença que o torna único e especial, imprimindo em nossos corações as marcas de sua passagem.
Chega a ser patético a forma com que o ser humano erra propositalmente, e mais patético ainda fingir que nada aconteceu depois ou simplesmente achar que um vago pedido de desculpas sem meras explicações pode apagar a insatisfação que outrora ele mesmo causou. E se é perdoado uma vez, acha que repetidas vezes será. Oras, a tolerância tem limites
O ser humano é o único animal que contesta sua existência, o único que se suicida e o único que tem consciência. Não mate, seja prestativo, não minta... São benefícios nossos. Eu sofro, porque penso. O que é mais válido? Não ter consciência de sua própria existência, sendo assim não se importando com o fim do mundo ou o próprio fim, ou estar constantemente amaldiçoado por ter essa consciência, mas alerta para toda beleza de ser e de saber? Não consigo expressar em palavras a gratidão de sofrer mas ter consciência de mim mesmo. Aos animais, também os invejo, afinal insatisfação também é uma "dádiva" estritamente humana.
O ser humano é realmente um oportunista. Quando precisou de consolo, criou anjos; quando teve medo, criou deuses; seres perfeitos... Quando tiveram que colocar a culpa em alguém, criaram Lucifer, por diversos nomes conhecido, outrora "o traidor", esse nasceu anjo, tornou senhor e há quem diga ser deus. Ás vezes tento imaginar... O que será mais que podemos inventar?
O ser humano só Enxerga o que ele que ver, só ouve o que ele quer ouvir! São habilidades facultativas que a maioria das pessoas usa, mas depois de muito tempos, nos enxergamos pela osmose dos faros e temos duas escolhas: Continuar numa CEGUEIRA e SURDEZ que não produz VIDA ou caminhar em direção à LIBERDADE!
Eu acredito na bondade do ser humano, acredito que existam pessoas como eu, com coração de carne, pessoas que possuam sentimentos nobres, e que entendam que por trás dessa Mayara bonitinha (feia arrumada xD), metida a patricinha, que ama a cor rosa, que tem medo de sapos, que trabalha, que é responsável, inteligente... Existe uma menina frágil, com o coração cheio de sentimentos, sonhadora, que ainda não sabe muita coisa, que vive consertando seus erros e chora com a cabeça no travesseiro. Que existe uma menina frágil, somente.
A pobreza maior do ser humano não consiste em ter pouco ou nenhum dinheiro, mas, sim, em não ter respeito pelos sentimentos alheios e não acreditar que todos nós precisamos uns dos outros. O apego às futilidades, essa vaidade distorcida que enfeia o mundo e a nossa extrema falta de caráter humanitário, faz tornar realidade, bem diante bem diante do nosso espanto, a mais triste das misérias: a miséria do espírito. Seja mais essência e menos matéria. Eleve-se com humildade”.
"O ser humano não é absoluto, ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela ouve, para e olha, e não desiste até enxergar, desveste-se do seu egoísmo e narcisismo, se entrega e luta pela verdade, afinal verdade e viver dentro da LEALDADE, SINCERIDADE E HONESTIDADE, pilares que são insubstituível dentro de uma relação quando se gosta e desejar viver um amor verdadeiro e único, não e abrir mãos dos seus sonhos, mas passar a poder sonhar dobrado, ser feliz duas vezes quando faz a pessoa amada feliz, não deixar dúvidas e medos engolirem suas certezas que está com alguém único e inigualável... Medos e receios fazem parte da formação e conquista da CONFIANÇA, mas seu caráter será decisivo para sua busca e dedicação não ficar apenas nos sonhos, mas passar a ser sonhos, sonhados e junto da sua amada realizados, quando CERTEZAS substituem as dúvidas e os medos, quando á LEALDADE, SINCERIDADE E HONESTIDADE tomam conta dos amantes, a CONFIANÇA nasce de forma limpa, justa e transparente e esses cinco pilares produzem algo inexplicável conhecido, desejado, sonhado, almejado e apetecido por todos nós, "VIVER O AMOR".
Algum ser humano é capaz de conhecer por inteiro a bondade de Deus? Nunca. Portanto o conhecimento que temos dela não é percepção de um objeto e sim apreensão repetida e cada vez mais intensa de uma QUALIDADE infinita, como numa assíntota, a curva que vai se aproximando de uma reta sem jamais chegar a tocá-la. Não apreendemos jamais o Bem absoluto, só o Bem MAIOR. Maior e maior. O Mário Ferreira deu a essa capacidade de apreensão progressiva o nome de "tímese parabólica". É o único meio pelo qual conhecemos a bondade divina. O amor a Deus, portanto, é escalar e progressivo, a revelação crescente e infindável de um Bem infinito, "superior a todo entendimento". Ora, se o amor a Deus, sendo a raiz de todas as virtudes e de todo conhecimento, é de tipo escalar, toda e qualquer compreensão que possamos ter do bem e do mal, das virtudes e dos vícios, dos pecados e castigos é também necessariamente escalar.
Para mim, a capacidade de sorrir é uma das mais belas características do ser humano. É algo que nenhum animal é capaz de fazer. Cães, baleias ou golfinhos, seres muito inteligentes e dotados de notória afinidade com os homens, não conseguem sorrir como nós. Pessoalmente, sempre fico um pouco curioso quando sorrio para alguém e a pessoa permanece séria e impassível. Por outro lado, meu coração se alegra quando me retribuem o sorriso. Mesmo quando se trata de alguém com quem nada tenho a ver, se a pessoa sorri para mim, aquilo me enternece. Por que? A resposta é que um sorriso sincero toca algo de fundamental em nós: o apreço natural pela bondade.
