Textos sobre Mulher e Homem
O homem moderno é um homem cansado. Nunca se soube tanto como agora, e no entanto, nunca se precisou de remédios, terapias, psicólogos como atualmente. Já não se crê nos mitos, os deuses foram dispensados, ou melhor, substituídos. Confia-se na ciência, no progresso e na tecnologia. O homem do século XXI não precisa que lhe digam o que fazer, ele é senhor de si. Livrou-se das amarras que possuía e agora não sabe o que fazer com essa liberdade. Está cheio de explicações mas destituído de ilusões e vazio de significados.
Werther, o primeiro herói romântico, mostra-se mais humano que o super-homem de Nietzsche. Goethe trouxe à luz muitas verdades da condição humana em seu livro "Os sofrimentos do jovem Werther" baseado em suas próprias experiências. Nietzsche construiu uma filosofia de ilusões inspirada em si projetando no seu conceito algo que ele nunca foi. Encontramos mais honestidade num escritor sentimental do que num filósofo fantasioso que não viveu o que ensinou.
Quando Deus fez o homem , fez também um jardim para ele trabalhar , fez todas as flores e deu para Adão cultivar , ao ver o jardim florido e bem tratado , viu Deus que era bom e acertado e que podia confiar , fez então a flor Mulher e deu para o Homem amar , com o mesmo amor , carinho e atenção dedicada a todas as flores por ele já cultivadas.
Deus fez o Homem e as flores do paraíso, sendo Deus de bom siso viu que fazer algo mais era preciso, e não ficou indeciso: vou fazer a mulher de uma costela qualquer, falou para o doador; você não vai sentir nenhuma dor, vai dormir Adão porque não quero a sua opinião, não palpita, eu já fiz a flor e vou fazer mais coisa bonita; sensível, incrível e querida, vai gerar a vida,com delicadeza e bravura,com a doçura do amor e a beleza da flor.
"O homem chora, o homem também se emociona, homens também sofrem e ele só precisa de um abraço especial e um tô aqui viu? Para abastecer todos os seus tanques e dar a ele motivos de sobra pra levantar e ir a luta, por isso, escolha bem suas parceiras ela pode tando edificar quando desconstruir tudo"
Questionar se Deus existe ou não existe, se o aparecer do homem convence mais pelo Gênesis ou pela teoria da evolução das espécies, e até se a terra é produto do Big Bang ou de uma decisão divina é perfeitamente razoável, independente do viés dogmático ou científico, já que não se possuem elementos concretos e incontestáveis para fundamentar qualquer dessas possibilidades. Mas daí a se propagar certas “filosofias” construídas sobre aspectos que a ciência já demonstrou há séculos, a que estudiosos como Galileu e Copérnico dedicaram suas vidas a comprová-lo, e a própria experiência humana revela no cotidiano mais simplório de que eles sempre estiveram certos, que me perdoem seus defensores, mas até os dogmas para embasar qualquer doutrina requerem um resquício de lógica que seja! Aquele tipo de fé que aposta num “surpreendente ineditismo” que contraria a inteligência até mesmo do que se tem diante dos olhos, não só deixa de ser uma hipótese a ser provada como expressa a mais autêntica burrice, pois que até pra ser ignorante há que se ter um limite!
O fundamentalismo - o primeiro entre tantos "ismos" que o homem inventa para emprestar um título à sua ignorância - é degradante não só por cegá-lo para a mais simplória das lógicas, mas também por extirpar de seu cérebro uma tênue esperança que seja de reverter o câncer mais temível que já se instalou na mente humana.
À religião e à ciência é difícil aceitar algum tipo de vida superior à do homem, tida como obra prima da criação. Então a negarão à luz das leis que criaram para si mesmas, antes de admitir qualquer coisa que não se coloque submetida a elas. E, contrariamente ao defendido, isso se deve bem menos às premissas dos institutos do que à arrogância dos que os conduzem.
Habitualmente confundidos, um homem maduro não será, necessariamente, uma pessoa madura. Esta se refere a um estágio mental avançado, enquanto o primeiro diz respeito apenas ao passar do tempo, em seu sentido cronológico. O que difere uma condição da outra? A pessoa madura desponta no momento em que o homem circunstancial cede lugar ao homem de consciência.
Enquanto prevalecer a ideia de que o homem deve ser o único responsável por satisfazer os desejos da mulher, continuaremos a ter muitas mulheres emocionalmente negligenciadas e mentalmente dependentes. A verdadeira emancipação exige autonomia, reciprocidade e responsabilidade partilhada na relação.
Como nos disse Hobbes, “o homem é o lobo do homem”. Uma coisa, pois, que a vida ensina e está sempre nos lembrando é que podemos passar toda a existência nos entregando às pessoas de corpo e alma, mas logo na primeira vez em que se sentem contrariadas elas esquecem tudo o que foi feito, e a única coisa que parecem sentir é de não terem ido com a sua cara desde criancinha.
É lógico que é triste, é algo desolador, ver um homem já com certa idade, sendo conduzido à sua cela, deixando milhões de corações, com dor. Pois não se trata apenas de um homem comum, é um ex-presidente do Brasil, o mesmo em quem votei nos anos anteriores, em quem depositei toda a minha confiança, ver um Brasil melhor, esta era a minha esperança. Mas não foi o que aconteceu, houve sim uma certa melhora, mas tudo se tornou ilusório, o Luiz se corrompeu, traiu a minha confiança na mesma hora, enriqueceu-se, cresceu em fama... Mas aqui a fome ainda continua, muitas famílias vivem este drama. A justiça é lenta, mas ela virá, pode até não ser nesta vida, mas com certeza, da Divina, ninguém escapará!
O maior desafio de um homem na busca pelo sucesso, é exatamente a luta contra si mesmo, pois além de superar suas próprias dúvidas e medos, também precisa ignorar a desconfiança de outros que o observa, de forma simples ou bem elaborada, atrapalha de verdade a sua caminhada, mas ele somente se tornará o vencedor da jornada, quando se livrar definitivamente destas amarras e parar de ouvir os gritos furiosos da torcida contrária...
O diabo é a maior invenção do homem depois de deus, uma versão fracassada onde se ponham culpas por serem infelizes, mal amados, perseguidos, fracassados, desesperados, por terem farinha e não terem saco, por terem panela e não terem a tampa. Creiam que deus dá o céu e o diabo dá o inferno, que estamos bem no meio da linha de fogo já condenados, mas com possibilidades de reversão a subir pro céu ou descer pro inferno. O céu e o inferno são as outras grandes invenções do homem.
Como cão adestrado: o homem convertido, catequizado, doutrinado. Tornado a criação perfeita para a preservação dos rituais como mero costume. O engessado propósito não muda costume, para não desvirtuá-lo no paraíso. A gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e orgulho são concepções natas do ser humano; os sete pecados do sistema são necessários à sobrevivência do ser. Pecado mesmo é a construção da ideia apocalíptica, impregnada na gene, nascem, crescem e se multiplicam. Não há consciência para as verdades novas, e, ouvidos novos para novas músicas. A clerezia é para que a consciência da ideia nova permaneça muda. (A. VALIM).
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
Deus na concepção do homem é o mais poderoso ser vivo para a função da seleção natural de sobrevivência da espécie humana. Para a seletividade de Deus não requer compreensão humana, mas a concordância com um ser onipotente e imutável. A seleção por Deus não é percebida em Darwin, nessa ideia se conota que Deus não é uma espécie como um ser vivo.
Se para o homem a causa da sua existência é Deus, logo para a existência de Deus não tem causa. A ideia de Deus é necessária e obrigatória para dar asas à imaginação. Entende-se que o mais surpreendente no humano são os defeitos, algo tão comum, mas que a milhões de anos a onipotência não da conta, também não conseguiu criar nada melhor que o humano segundo o humano.
O processo dogmático, venerado que condena o próprio homem em seus atos provém do mesmo deus que permite a morte de milhares de filhos por fomes e guerras. As permissões das maldades duram milhares de anos e podem ser infalíveis. Criou-se o ilusionismo e metaforismo em torno de um todo poderoso, tão desumano quanto o humano. Conota-se a ideia de que os filhos sigam os ensinamentos e exemplos do pai. Para toda a lição de moral dada a uma criança se carrega a ideia do castigo de deus, logo deus é bom e mau. ( A. Valim)
Deus não controla o homem nem a transgressão por seus instintos de maldades, nem mesmo anuncia a tragédia dos eventos da natureza. Por tanta força atribuída a deus deveria ele no mínimo conceder a paz depois da maldade ou se fazer presente antes de qualquer tragédia para dar o veredito de sua existência, fazendo jus as súplicas do homem. Não sendo perceptível a sua ação e nem palpável a sua onipresença, desdenho olhar de modo a não crer na sua existência.
