Textos sobre Mulher e Homem

Cerca de 13352 textos sobre Mulher e Homem

O ÔNIBUS

Um Homem, uma Ruiva, uma Morena e uma Loira dialogavam sobre a história de um Ônibus.

A Morena perguntou:

– Se você estivesse saindo em uma viagem pela estrada, quem você gostaria que fosse o motorista? Qualquer um ou alguém informado a respeito das necessidades envolvidas em dirigir um Ônibus?

– O último, é claro! – respondeu a Loira.

O Homem olhou nos olhos das três belas mulheres e perguntou:

– Então por que eles continuavam a pensar que qualquer pessoa podia ser capaz de escolher quem seria o líder de um Ônibus?

– Tudo indica que a democracia no Ônibus era o último estágio antes da tirania – respondeu a Ruiva.

A Morena, carinhosamente, disse:

– Não houve mais tirania, nem democracia depois da iluminação que faltava no Ônibus.

_______Sim__

Inserida por marcelio912

O HOMEM E A GAROTINHA

Um homem estava passando em frente a um parque. Ele parou para observar uma garotinha que estava brincando com sua mãe. Ele então se aproximou das duas e perguntou:

— Ela é sua filha?

— A mãe respondeu:

— Sim, ela é um pedaço de mim, posso dizer que ela é meu coração fora do peito.

Ele começou a lacrimejar, dizendo:

— Sua filha é uma garotinha muito bonita, não consigo ver nada mais bonito do que a inocência dela.

A mãe olhou fixamente nos olhos do homem e perguntou:

— O que é Deus pra você? Como você o ver?

O homem respondeu com a ênfase com que o fez parar para observar aquela garotinha, dizendo:

— Deus para mim é aquilo que leva uma mulher a ser uma boa mãe.

Ela abraçou sua filha, deu um sorriso autêntico de afeto e disse:

— Meu Deus me deu você como presente, eu não conseguiria viver bem sem você, minha filha, te amo.

O homem se alegrou com a forma com que a mãe tratava sua filha. Sem que elas percebessem, ele desapareceu.

Inserida por marcelio912

Boa noite!

O homem que vive sem o apoio de uma família, pode ser comparado, a uma árvore no meio de um pasto, onde a sua volta foram arrancadas as outras árvores, sente os ventos das intempéries, as chuvas caem direto sobre suas folhas, sem ter proteção e as barreiras que nos trazem a nossa família, mesmo que alguns dos nossos vivam um pouco mais distantes, mas sabemos que barram os ventos das dores, e nos protegem das chuvas das inverdades...

(Zildo de Oliveira Barros) 17/06/15

Inserida por poetazildo

Quando você dorme ao lado do seu homem, acorda, olha pro lado e lá está ele... No telefone, vendo vídeos e fotos de mulheres... Você perde a mão, o tom, o som da sua voz que te fazia dizer bom dia sorrindo, seguido do eu te amo... E o impulso que te leva ao amor, aos poucos vai apagando...
Quando você passa anos ecoando um eu te amo, e o outro lado se esquivando, seu amor vai se apagando, seca do, caducando ...
Quando você se apaixona, com palavras, esperanças, sorrisos, sonhos e se deixa levar como criança, e quando tudo isso se torna zombaria, chacota, no meio da roda, e vai cê nota que seu par tá lá fazendo parte da retórica, seja com palavras, risos entre os dentes ou até mesmo caretas que te fazem passar como loca, seu rosto desfigurado, é como levar uma pedrada bem no meio da fuça e não saber onde está seu chão...
Quando você olha pro lado e não reconhece mais por quem se posicionou, a quem se entregou, e que tudo que acreditou não passou de um jogo de palavras ao vento, e não te resta mais com tento, a não ser ouvir que o esforço para estar ali é grande, o deixar acontecer é deixar todos os dias, o dia passar, a distância selar, uma ausência regada de palavras vazias, que às vezes até vinha quando interesse existia de alguma forma te conquistar.
Mas tudo passa quando na verdade nunca esteve no lugar, quando na verdade você nunca esteve lá, quando você recorda que muitas vezes precisou forçar estar lá, precisou esforçar para mais que três palavras trocar...
E o que resta é desapegar, dos anos que investiu, acreditou, se entregou, se esforçou para acreditar, se entregar, sonhar em alguém que nunca na verdade quis estar...
Aí você percebe o quanto cansa, foi e é perigoso amar...

Inserida por RogeriaCardealHta

'VASO'

Ruidoso, feito com as mãos,
Industrializado.
Sou natureza.
Ferro.
Do homem estraçalhado.
Cheiro/argila, cerâmica, madeira, polietileno, resina, palha, sintético.
Castiço...

Quando bem trabalhado, sou admirado, beleza, suspiros.
Decoro, adorno, alinho, ornamento, aformoseio.
Enfeito o imperfeito.
Sitio povoados, vidros temperados...
Sou dos cantos.
Dos lados.
Artificial.
Nas paredes pendurados...

Sou do arcaico, do homem abstrato, sarcástico, quadrado, redondo.
Aromo onde passo.
Encanto com minhas formas diferenciadas.
Tenho sabor tateado.
Expressão do humano: transparente, engraçado, pintado em infinitas cores.
Cristalizado ou inexpressivo.
Sem desígnios ou escritos, serei intuito,
Vaso qUeBrAdO...

Inserida por risomarsilva

⁠_O homem pode ter "sucesso" com as mulheres, com o dinheiro, com a sua vida profissional ou até mesmo com a fama, não obstante, se ele perder a sua família, indubitavelmente será um homem fracassado._
_Anderson Silva_

Inserida por AndersonSilva777

a Onipotência
O sistema mais complexo verbalizado pelo homem, - “a Onipotência”. Sustentado por um espírito; “plano clérigo”. O pecado é a maior invenção do homem depois da onipotência. Porém o pecado é “clemente” pelo plano divino, criado pela clerical e sustentado pelo populacho. A Sé vem massacrando a mulher a milhares de ano, por uma cultura machista e impostora, impregnado em cruzes e simbologia comercial, um viés da fé. A Sé é detentora das verdades incontestáveis. Sendo o maior massacre da humanidade: a inquisição, imposta por um sistema religioso da cristandade. O homem é naturalmente um renegador de suas teses contextuais dogmáticas, verdades explicitadas apenas no trancafiado pensamento, separados por uma leve e transparente cortina de medo. Quem dera uma virtude pela antiga certeza de que a compaixão traduzisse as verdades, sem necessidades de sustentar-se prostrados por um plano clérigo. Eis o mistério da fé e a simbologia da Onipotência. (A. VALIM).

Inserida por amaurivalim

A maior criação do homem é o Pecado “depois de Deus”. O homem criou também o Diabo e fez dele o maior “parceiro de Deus”. O homem flagela a si, pelo pecado, corrupção e traição. Para si o homem tem o Diabo com boa estratégia para castigar quando não agradar a Deus.
Em vez da criação de tudo isso, o homem deveria criar mais sabores de sorvetes, pizzas e chicletes, e, alguns prazeres da carne para satisfazer o próprio corpo, livre de todo castigo. Para a salvação da alma o espírito que paire ao céu, nalguma estrela, no uivado do lobo e no encantamento do lobisomem mal amado em noite de lua cheia quando desta escafeder-me.

A. Valim

Inserida por amaurivalim

O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte de sua genética; está no sangue.
Para toda a verdade absoluta: um Deus e que acuda. Para toda a transgressão: um castigo diabólico e que salve se puder. O pior entre os homens de bem são os desgraçados que atribuem à nobreza a um inferno pelos seus feitos.
Depois o homem criou um Cristo, o filho da onipotência, dotado de pecado e de poderes, aliando tanto a Deus quanto ao Diabo, foi posto a diversas provas inclusive a de não se salvar das maldades do homem; foi morto e crucificado; o homem tornou capaz de ressuscita-lo.
O homem exerce poder superior sobre tudo o que há na terra, destrói o corpo do cristo e consegue manter viva a alma enigmática dele e assim continua criando alienações. A alienação é capaz de ameaçar a consciência humana e por falta de autonomia há uma perda de identidade em que o homem perde seus próprios valores forçado a assumir necessidade de consumo religioso.
O homem é uma pecinha de engrenagem movida pelo espírito religioso já orbitado por forças enigmáticas entre Deuses e Demônios, e, para dar forma: um êxtase religioso. Na sociedade materialista criam-se Deuses, Demônios, Cristos propiciados pelo homem que produz efeitos espirituais para dar forma ao julgamento e a condenação. Sendo para o homem a concepção de Deus; o seu próprio domínio.

Inserida por amaurivalim

Pensamento Niilista
Por Amauri Valim
Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência.
Norteado pela supremacia dogmática cristã o ser humano é geneticamente submisso sob uma concepção divina. Desprovido de privilégio pelo êxtase da fé e da promessa de salvação também adota o estado de pobreza como prova de fé. A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns. A ética religiosa parece cuidar bem da moral dos defensores de uma perspectiva de vida melhor para o futuro; após a morte.
A morte é um plano de Deus. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem corrompido, como recompensa o milagre ou a vida eterna.

Inserida por amaurivalim

A religião possui formas práticas de apoio ao homem desamparado e de segurança ao vulnerável, nas situações que o homem possa sofrer ameaça de perda de controle, Freud possui vasta visão sobre os efeitos e das condições humanas e a relação do homem com a religião.
Os efeitos da religião são devastadores sobre a desvalorização da vida na terra. Tão difícil é avaliar o papel da religião na sociedade tanto quanto o papel do individuo na religião, indivíduos religiosos possuem juízo subjetivo em relação ao advento e o fim de tudo na terra, passando para uma perspectiva de vida abundante transcendental/cósmica perdem-se a relação dos eventos do hoje.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
É muito difícil contestar um plano religioso por sua grandiosidade e poder de convencimento por possuir tão grande significado cultural, para todo o plano religioso o homem possui limitações intelectuais para uma nova compreensão numa visão crítica sobre o subjetivo.
A cultura religiosa impõe privações ao individuo o qual se conserva pelos sacrifícios, oferendas e angústia fervorosa, em uma vida de restrições o indivíduo tem como meio essa estética. São ideias originalmente atribuídas aos deuses capazes de torná-lo sustentáveis.

Inserida por amaurivalim

Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza
Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses.
A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados.
Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo.
Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder.
O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião

Inserida por amaurivalim

"Amém Crucifica-o.
A crucificação é uma desgraça dada a um homem, o fanatismo imprudente desperta a necessidade de se reproduzir constantemente essa desgraça atribuindo a um conceito de bondade, como uma prova do mal praticado sem limites e sem regras. Os humanos cristianistas acham a crucificação uma graça de deus, mas não percebem a desgraça causada a um homem em nome de um deus. Quanta negligência de um deus todo salvador que permite a morte de um filho "bom" na maior crueldade já atribuída a um ser humano, apenas em benefício de uma nação fanática pecadora e condenada. Justa é a causa porque ele o todo poderoso chefão assiste de camarote com toda sua onipotência. Alguém morre por alguns é isso e bom, como prova comemoram a mais de 2 mil anos. Jesus, pobre Jesus! É o fruto do egoísmo de deus e do ser humano, porque a sua bondade não salvou a si mesmo nem a humanidade. Portanto Jesus não doou a vida a ninguém, mas foi assassinado pela tirania do prefeito Pôncio Pilatos. Por ter mandado matar a Jesus de Nazaré. "padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado...".

Inserida por amaurivalim

Há enorme capacidade no homem de associar uma catástrofe qualquer da natureza a um grande feito de maldade e castigo do criador, e também qualquer evento do cotidiano a um milagre cedido por ele. A fé é um parâmetro para atender essas necessidades e de consolo da alma. Muitos são convencidos de acreditar pelas escrituras bíblicas e por medos apocalípticos contidos nela que aterrorizam e assombram a consciência do fraco.
O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como: "Quem escreveu, e quando?"; "Como eles sabiam o que escrever?"; "Será que eles, naquela época, realmente queriam dizer o que nós, em nossa época, entendemos que eles estão dizendo?"; "Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda que influenciava seus escritos?". (DAWKINS, R. p. 104)
Os evangelhos do cristianismo primitivo revelam a natureza de deus e os ensinamentos de cristo, uma forma criacionista, foi adaptada como novo testamento da bíblia, após a passagem de cristo para uma adequação a evolução da humanidade (um passo). Mesmo assim o cristão precisa da ira, julgo e castigo de Deus e de todas as circunstâncias em torno de Cristo e de todos os eventos do cotidiano para se valer dos evangelhos. As ações da natureza e eventos do cotidiano são utilizadas para justificar toda e qualquer maldade ou benignidade sempre em nome de um Deus.
Dizia Pascal “Acreditar não é uma coisa que eu possa decidir, (...) Mas nada disso pode realmente me fazer acreditar se eu não acreditar”. (Dawkins R. p 116).

Inserida por amaurivalim

⁠Crianças no lixão é vontade do homem, é permissão de Deus, ou é livre o arbítrio delas mesmas?
A humanidade precisa ir além do conforto da espiritualidade e da virtualidade dos deuses. É preciso ir além da compaixão incondicional diante dos candelabros de ouros, é preciso sair da zona de conforto das orações e do comércio santificado de medalhinhas, é preciso menos demagogia e discursos doutrinários. A humanidade jamais chegará a igualdade, porém a prática do altruísmo seria uma forma de regrar os instintos naturais do egoísmo humano. Deus? Deus continua sendo Deus olhando para as crianças.
A. V.

Inserida por amaurivalim

⁠CONQUISTAS ALTANEIRAS
.
O verdadeiro corajoso
É o homem habilidoso
Que supera a si mesmo
Vencendo suas limitações
Transformando em realizações
O que antes era medo.
.
O verdadeiro altruísta
É o homem que fica
Admirando as flores de jasmim
Sem ousar arrancá-las
Para não condená-las
À morte fora do jardim.
.
O verdadeiro espiritualista
É o homem que acredita
Que a matéria é instrumento
Para a evolução do espírito
E que o aprendizado empírico
Não traz verdades, mas alento.
.
O verdadeiro bem-sucedido
É o homem que traz consigo
A sempre renovável disposição
De valorizar da mesma maneira
As conquistas mais altaneiras
E cada pequena realização.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠O ROUBO DA LUZ
.
A noite rouba a luz do dia
Os jardins perdem a magia
O homem se sente perdido
E ao ver chegar a tempestade
Vê nela a oportunidade
De chorar sem ser percebido.
.
As nuvens quando sobrecarregadas
Choram com gritos de trovoadas
E sinapses de relâmpagos assustadores
E somente a força do carinho do vento
É capaz de abrandar o sofrimento
Das suas indescritíveis dores.
.
Para não expor a dor daquele que chora
O Universo manda a chuva sem demora
Disfarçar as lágrimas que rolam no rosto
Com o calor as faz evaporar
Com a Lua as tinge de prata no ar
E com as estrelas abraça o choroso.
.
No silêncio da noite escura
A brisa afaga com ternura
A criatura que chorou
E de manhã a luz devolve às flores
As exuberantes cores
Que a escuridão da noite roubou.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

TEMPO FAQUEADO
Afiado raio de luz
Faqueando o horizonte
Cutuca o homem pra sina
Picaneia o corpo em sobressalto
Existência diminuta
É preciso andar mais alto
Sem deixar de estar atento
Cada dia vai um tento
No laço vai um couro, nem sempre bem tratado
Não há tempo ... há muita lida
E assim se vai a vida
Que já exige algum remendo
Mas pra nada se tem tempo
Sem saber que é vingativo
Logo ali na encruzilhada
Que não admite mais retorno
O raio perde o fio,
“Amolado” com o que não importa
Vai se fechando uma porta
De chegada ou de saída
Por certo não sei
Deixando aqueles que amei
Estocado pelo mesmo tempo: que “é...rrei”!

Inserida por alfredo_bochi_brum

ALADO ALÍVIO
Iberna à caverna
Volta ao escuro
Homem em apuros
Sossega e reflete
La fora o que fez
Com a beleza da Luz
Será que condiz?
Roupante de mestre
Retorna aprendiz!
Abaixa o nariz
Sede exigente
Ajoelha a mente
Olhando pra cima
Iluminado da Cruz
Poderoso Conduz
Bem aventurados
Esforço e cautela
Pra passar a pinguela
Estreito equilíbrio
Sopesando alívios
Pra voar se preciso!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠CEPA FRATERNAL
Perdido qual escuridão das matas
Eis o homem que aqui ancora
Imperfeições que lhe são natas
Nesse Campo Santo cabe agora
Abrir picadas em busca da clareira
Caminho de Luz, afia bem teu facão
E no topar com alguma aroeira
Benzedura pra evitar uma "grosseira"
Segue firme no rumo da Fronteira
Escuridão e Luz, zona cinzenta
Índio taura não se afugenta
Bimbarreia tua coragem
"Com tudo" pé no chão
Apoia bem a tua base
Na segurança de um Irmão
Evoluir sempre é preciso
Sem andar na contramão
Nada te basta nessa senda
Labuta diária em oferenda
Tanto embaixo quanto em cima
O calor do malho ensina
Do Trabalho não te afastas
Pois assim reforça o cerno
É no exemplo que se arrasta
Para um Pago mais Fraterno.
(Alfredo Bochi Brum)

Inserida por alfredo_bochi_brum