Textos sobre Medo
"Não ande com medo de punições. Não seja por medo. Se é para temer alguma coisa, tema o cinismo de quem finge que vê, mas é cego, a amargura de quem se resignou na própria loucura e não permite que os outros enxerguem, que se agarra à alguma teoria somente por temer ser punido. Não tenha medo, mas tenha fé."
Você é forte, todo o resto é só a mão do costume sobre o seu ombro. Você é forte, tudo além é só medo do que ainda é desconhecido. Você é forte, ainda que ache que não precise ser. Você é mais forte e maior do que consegue medir em sua sombra. Não é preciso ir tão longe para entender isso. A verdade não pode ser comprada, ela pede para ser colhida.
Anseio pela verdade oculta, aquela que a parede do medo e da euforia geralmente esconde, aquela que os sentimentos reprimem, anseio para ver seus olhos, sua lágrima escorrendo quando mostrar-me o que esconde, quero ver seus lábios trêmulos e esbranquiçados dizendo-me tudo aquilo que escondeu por tanto tempo, quero ver a verdadeira pessoa que és, quero saber porque se esconde, porque mentes para mim? qual é seu plano? qual sua culpa? o que queres? nega-me a verdade acima de tudo, mas, não resistes as torturas, eu sei que não, posso ver isso, sua mão treme, sua pele sua, você mente, todos mentimos, mas você acha que é bom nisso, mostra-me a verdade e direi quem és, mostra-me a verdade e mostrarei-me quem sou, sei que mente, você mente.....
A pluralidade melódica não necessita ser justificada porque se justifica em si; em seu grande valor. A melodia é consequência de uma bela construção harmônica e involuntária. Na cadência, algumas melodias necessitam de resolução, outras não. Essas variações advém do motivo. Brahms sabia disto. Brahms sabia encher a cabeça do Schumann de galhos. Brahms explorava continuamente suas harmonizações e o significado de cada acorde no âmbito melódico e harmônico. Mesmo com sua mente avançada e barba de bode, Brahms sentia o medo de ser incoerente.
Quando eu morrer ñ quero ninguem chorando só quero que lembrem de mim, quero que guardem um pedaço de mim em suas lembranças, quero que se lembrem do meu jeito estranho de rir, do meu jeitinho de menina ignorante, das minhas ridiculas caretas,lembre da minha cara amassada, da minha linguagem, meu jeito de ser simpatica, de quando eu saia falando com todos, quero que sintam minha falta pelo que eu fui, uma menina que queria se aventurar, sempre buscou a liberdade mas nunca a teve, queria sentir o poder do amor da amizade verdadeira, queria ter um belo futuro, a menina que queria aprontar e ser lembrada por suas merdas, a menina que queria poder cuidar dos seus pais, que quando pequena sempre sonhou em ser uma linda medica e dar orgulho pra sua familia, ela nunca teve pensamentos negativos até o dia da separação dos seus pais, a partir desse dia ela virou rebelde, e aprendeu a fazer historia aonde passasse... é isso que eu quero que se lembrem
O desejo de felicidade é algo inato no ser humano! No entanto, num mundo de novidades infinitas, o ser humano parece não se sentir feliz. Há algo que o inquieta, mas que não consegue identificar. A consequência dessa situação é a sensação de medo. Sacrifica-se a liberdade em favor de maior segurança. Ora, segurança e liberdade são valores fundamentais para a dignidade humana. Segurança sem liberdade é submissão, escravidão. Liberdade sem segurança expressa uma deficiência. Como encontrar um equilíbrio entre tais aspectos do humano?
Me sinto órfão de mim mesmo. Distante de mim sinto o frio e o calor me tocar concomitantemente. A solidão me dá calafrios e a expectativa do acerto sem êxito me consome. Amanhã é minha esperança. Não estou triste e sim com medo. Sei de minha idade, contudo não passo de um menino brincando de ser adulto.
Um dia quando era criança ousava, corria sérios perigos, e no meio disso tudo me divertia. Podendo hoje expressar que tive uma infância magnífica, por ter vivido tantas coisas. E depois de uma certa idade até me questiono como ainda estou viva por inúmeros perigos que corri sem saber. Andei pensando e acho que o erro do adulto é saber demasiadamente das coisas e das suas consequências, e com isso descobrir o medo e viver em torno dele.
Dizem que é o medo da morte, e do que vem depois da morte, que leva os homens a voltar-se para a religião à medida que os anos se acumulam. (...) Sim, voltamo-nos inevitavelmente para Deus, pois esse sentimento religioso é por natureza tão puro, tão delicado para a alma que o experimenta, que compensa todas as nossas outras perdas.
O medo é a maior doença, a mais difícil de ser curada. O medo, ele mesmo, é quem pode nos adoecer e até matar. Esquecemos que a natureza humana é divina, e estamos fadados a nos comportarmos como deuses. Desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente a um deus podemos nos colocar enfermos. Essa é a realidade. Se o medo faz parte da realidade, essa mesma realidade esclarecida pode nos conduzir a uma vida mais plena.
Medo, palavra forte com várias significado mas para mim uma única definição, não querer enfrentar aquilo que no fundo você quer tentar mas tem algo que te impede, que atire a primeira pedra quem não tem medo, eu tenho medo, você tem medo, todo mundo tem medo, eu tenho medo de parar de sonhar, conheço gente que tem medo de borboletas ou baratas, ou pessoas que tem medo de viver a vida por ter que seguir tradições, ou medo de enfrentar as pessoas que amam por não querer magoa-las,não tenho experiência de vida mais acho melhor dizer aquilo que você quer sem medo de magoar alguém, nada que uma boa e longa conversa possa resolver depois, bem melhor do que ferir a você mesmo com uma ferida incurável por não te dito aquilo que queria no momento certo.
É duro admitir mas as paredes somos nós mesmos que construímos. Decidi que vou fazer um buraquinho para espiar a depois uma janela... daqui a pouco estarei pronta para ver o horizonte. As vezes a felicidade de uma vez assusta, portanto temos que nos achar merecedores para ver além da nossas paredes.
" Eu poderia contar-lhe todos os segredos ,mas por medo ,deixo a chave dentro de mim. Poderia olhar-te nos olhos e deixar a porta entreaberta e te convidar a entrar . Poderia deixar o meu perfume exalar, todas as vezes que te desejo. Poderia simplesmente tentar, mas prefiro calar e não arriscar deixar de ouvir a tua voz. Tento usar as entrelinhas ,mas as palavras são curtas para expressar. Ensaio , um jeito de talvez de tocar. Fico imaginando ,se eu deveria ousar. Quem sabe ,você não perceba e tropece em mim ,e ai eu não hesitaria em te beijar."
"Ao contemplar a vastidão do universo e a infinitude do tempo, uma verdade inquietante se revela: somos apenas um breve instante, um sopro insignificante na eternidade. Cada decisão, cada passo, molda não apenas nosso destino, mas o eco que deixaremos no vazio cósmico. E, no silêncio absoluto do espaço, surge a terrível possibilidade de que, talvez, nosso grito nunca seja ouvido."
MEDO é o sentimento que existe em todos nós, não há um ser que não tenha sequer algum MEDO que os intimide. No entanto, não interessa de que ponto origine-se, temos que conseguir enfrentá-lo para pudermos eliminá-lo de nossa mente. Isto posto, é pertinente compreender o que está te provocando algum temor, pois existem medos que nos impossibilitam realizar atividades que adoraríamos. Portanto, temos que vencer o MEDO e dispensá-lo de nossas ideias, para desfrutarmos a vida com efetividade.
Os homens demoram a compreender o quanto surpresas encantam. As mais singelas, principalmente. Só que isso requer desprendimento da pose de "eu sou macho". Requer reconhecer o valor de cada gesto enquanto ele importa para quem se ama; depois pode ser muito tarde para pensar "por que eu não fiz mesmo?". Medo, preconceito, "falta de tempo", e por aí se vão as desculpas mais descabidas e causas para fins que eles não imaginam vir. Só queremos amar desmedidamente. Chega desses joguinhos de "vou demorar mais que ele pra responder", "não demonstrar demais, porque ela precisa não ter certeza do quanto a amo". Eu creio que seria melhor ter vivido há alguns anos, onde não se tinha vergonha de amar; onde se ajoelhar, declarar-se, era visto com glória e ternura, numa simultaneidade capaz de sedimentar, ainda mais, o amor. Não queria que isso tudo fosse utopia ou coisa do passado. Eu queria isso tudo sem dimensão. O mundo talvez fosse bem melhor...
Não tenha medo, nada agora pode atingir quem você realmente é. Você é intocável pela sua própria imperfeição, sua luz é finita, mas nada pode apagá-la ou diminuir a intensidade já mortiça. A única coisa que pode limitá-la mais ainda é você mesmo, através de suas crenças de achar-se menos do que é. Não tenha medo do ataque, você já está no chão mesmo, eles apenas se importam com quem está de pé. Isso serve a você: "Nunca sigam a ninguém, sigam apenas a si mesmos. E ainda assim tenham cuidado!" No final, quem se importa com isso? Uma nota de rodapé nalgum obituário ou uma mera inscrição numa lápide? Os bons e os heróis tem a mesma coisa. Não fique triste pelo que você foi, é ou será. No ocaso, os raios luminosos se confundem.
A expansão da consciência, subjaz no retorno a inocência. Nesse nível não dual, não dicotomizado ou polarizado pelas arbitrariedades do bem e do mal reside a celestialidade. Nesse estado de naturalidade, espontaneidade e harmoniosidade com as demandas intrínsecas do ser, nos despojamos de todo condicionamento e nos desnudamos de toda roupagem confeccionada pelo medo e estilizada pela moralidade.
No passado politico brasileiro, a esquerda era comunista ou socialista. Hoje é ilegal, ladra, corrupta e abusiva em nome de uma boa democracia. A falta de instrução, de valores morais e de básicos princípios humanitários distorcem o pluripartidarismo de outrora em justificativa arbitraria para atos criminosos e vergonhosos sem autoria, responsabilidades e punição. E o pior que a justiça, a igreja e a população acovardada se calam. A justiça, por que tínhamos constituição, códigos e judiciário. A Igreja por que ainda somos a maior nação católica do mundo. A população que tinha por porta-voz legitimo da verdade a imprensa falada, escrita e televisiva, amordaçadas por anúncios governamentais ou empréstimos vencidos, não possuem mais liberdade.
Eu não consigo me calar diante do caos. Acho que essa é a minha missão, ainda que sozinho, é preciso gritar, exprimir o que pensa. A palavra é a minha única arma. Questão de sobrevivência. Não sou dos que adotam a violência da bala, nem do medo como discurso... Vou de poesia, de paz, de amor e de consciência, SEMPRE!
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