Textos sobre Mar
- Mar de ilusões, abismos, e trevas, oceano de rosas, chuva de novembro, o amor da rosa e o beijar-flor o perfume doce de uma mulher que vem e me exita sinto falta da vida do campo onde eu era feliz todas as noites a gente cantava, e sorria eramos tão alegres e extrovertidos mais como nada na vida é eterno, e tudo que é bom dura o tempo bastante para se tornar lembranças, boas que um dia você era feliz eu tento me encontrar tomar um rumo na vida que faça sentido. mais sempre me perco em depressões e tristezas, tem vezes que a solidão machuca, a saudade aperta no peito é um sentimento que aos poucos foi tomando seu espaço... e dominando meu coração, é nessa que você percebe que tudo não passa apenas de ilusões e uma peça de teatro ela sempre começa no espetáculo mais tem hora pra começar, e tem hora pra acabar o sentimento cada vez mais forte você percebe que não esta mais nesse mundo você já se foi sua alma se foi para um mundo onde não tem guerras, e destruição tudo na vida a gente tem aprender, ter paciência não se abalar por coisas bobas, não deixar o orgulho tomar conta, não deixar que nada domine você seja você mesmo não mude por ninguém seja você.''
Profundo são os pensamentos de um homem bom semelhante á um mar no oceano. Homem ou uma mulher que caí no abismo e fica lá presa é por obrigação os homens da lei resgatar imediatamente e não importa como. O mentir o prevaricar isso Deus abomina seja das autoridades seja de quem for diz a verdade, porque é covardia mentir e colocar a vida de pessoas em risco máximo.
As palavras ditas em momentos inoportunos ou carregadas de sentimentos ruins são como as ondas do mar num dia de forte ressaca, elas vêm com força total e causam estragos devastadores. As perdas advindas de tais "palavras", senão flechas embebidas de veneno mortal, são incontestáveis, porém contornáveis. As ondas do mar destroem tudo o que vem pela frente, mas com o tempo, a maior parte é reconstruída, não como antes, mas refeita com os colaterais da inexorável pancada. Assim somos: atingidos pelas palavras ruins, nós sofremos, choramos, nos deleitamos no amargor, entretanto, com tempo nos reconstruímos, e cheios de cicatrizes seguimos em frente sem perder a Fé em tempos melhores.
Decerto, eu vejo um cenário deslumbrante, as curvas das ondas com as do teu corpo, traços provocantes, uma abundância estonteante de detalhes formosos, o mar e a tua pele iluminados e aquecidos pelo sol, por sentimentos veementes, amor em demasia, paixão ardente, arte majestosa em um dia ensolarado, naturalmente, um regalo para os olhos, um afetuoso impacto.
Cruzar um oceano em um veleiro pode parecer um objetivo sem sentido para quem apenas deseja chegar do outro lado. Velejar é lento, muitas vezes é desconfortável e pode parecer glamuroso, mas, definitivamente, não é. Agora, quando você está lá, no meio do NADA e, ao mesmo tempo, tão preenchido por TUDO, sentido na pele o poder da natureza, você se dá conta de que a definição de "sentido" é algo que não importa para mais ninguém, além de você mesmo.
Ò mar da minha vida.
Revolto do meu coração.
Traz e leva saudades.
De alguém que deixou a paixão.
Nas suas ondas empoladas.
Quisera eu mergulhar.
Encontrar minha sereia encantada.
E com ela pra sempre estar.
O mar da minha vida.
Revolto do meu coração.
Espero a cada manhã.
Tuas ondas entregue em minhas mãos.
O coração que outrora foi embora.
Dizendo não mais voltar.
Mas a minha alma te implora.
Traz minha amada de volta , pois a ela eu quero amar.
O mar da minha vida.
Revolto do meu coração.
Sou apenas um naufrago perdido.
Esperando alguém me encontrar.
Não consigo conter minhas lágrimas, e nem ouvir a razão.
È como um fardo pesado, querendo minhas forças tirar.
Ah se algum vento me levasse, ao porto que quero chegar.
Para encontrar minha amada, no cais desse imenso azul do mar.
A vida é como um barco em alto mar. Durante as tempestades o marinheiro procura equilibrar o barco. Nem sempre consegue, pois, as ondas tentam derrubá-lo. Para manter a embarcação em equilíbrio, ele dá o melhor de si mesmo cansado e esgotado de lutar, mas jamais desiste. Com a nossa vida é a mesma coisa. Temos o dever de dar o nosso melhor.
Neste instante oportuno, adentro numa fascinação hipnotizante por sua venustidade de cor calorosa, natureza exuberante, a suavidade de belas curvas, ondas exultantes de um mar veemente, um banho aprazível de ternura através da sua desenvoltura que é bastante atraente e em certos momentos, misteriosa, de qualquer forma, sempre avivada por seu fervor incessante, uma paixão ardente que se renova com um lindo florescer ainda mais impactante, assim, sua presença é maravilhosa, fortemente, emocionante.
Somos sufocados com informações, vivemos uma era de rapidez consolidada e temos milésimos de segundos para as decisões. Tudo está agitado, parecemos ondas de ressaca indo ao encontro de rochas gigantes. Sabemos o destino mas não procuramos alterá-lo, nos matamos todos os dias e isso vai se tornando cada vez mais natural.
Tenho lágrimas ancoradas no solitário cais do meu olhar. Em dias sombrios de procela, são empurradas bruscamente para o alto mar dos meus tormentos, formando ondas gigantescas de aflição. Num embate violento chocam-se contra os rochedos intransponíveis que há em mim. Só depois de os fustigarem cruelmente se espraiam mansas na solitude de um suspiro demorado.
O fascínio demasiado de uma rara venustidade de cabelos cacheados, livres e charmosos, que refletem a sua espontânea expressividade, a superfície entusiasmante de um lindo mar de muitas ondas, influenciado pelos ventos que não podem ser controlados, da brisa à ventania, sujeito a algumas mudanças, parte da essência do seu coração, emoção em abundância, superando a tristeza e abraçando a euforia de um amor que constrói lembranças, passo a passo, amando fortemente, sendo uma poesia de belos cachos e trechos atraentes, linhas de muitos significados, parágrafos surpreendentes, mulher admirável, notável inspiração que se faz presente.
Se o vento soprar quero estar no mar, se a chuva cair não quero do canto sair, se o sol chegar quero minha pele queimar, se o mundo girar quero o horizonte florir e não me preocupo se o ponteiro do relógio não para. Sou de ficar onde meu coração se acalma. Eu sou alma lavada com água doce e salgada.
Desacelerar o tempo em um lugar incrível é uma grande oportunidade que não merece ser desprezada, já que não aparece facilmente, porém, é preciso aproveitar de verdade cada momento, evitando o máximo pensar nos compromissos da rotina, pensamentos que possam atrapalhar o divertimento tão esperado como estar em um dia agradável na praia, sob um céu azul e vasto, lindamente, iluminado pelo sol, tocando as águas de um mar calmo em constantes movimentos, dentro de uma simplicidade memorável, um banho de bons sentimentos.
Afeição verdadeira, grandiosa, gerada a partir do amor, alegria rara de um dia ensolarado, emoção intensa, infância maravilhosa, corações são agraciados, de fato, benção calorosa em demasia, a simplicidade de uma criança "amorosa" que deixa momentos marcados como caminhar pela areia da praia, sob o sol profusamente iluminado e aos poucos, a cada passo, os pés sendo molhados pelas águas do mar no vaivém da sua expressividade, quando a realidade vira brevemente um conto de fadas, uma grande felicidade, a dádiva de um presente felizmente vivido que no futuro será vivas saudades.
As vezes me fecho em ostra e fico vendo a vida passar no fundo do mar... Fico pensando como tudo é tão misterioso e instigante, tão imenso tão intenso e penso ser uma personagem do filme Matrix e observo as algas e peixes do oceano acenando pra mim e nessas oscilações introspectivas em que brincam na cordinha de luz, sinto- me como uma marionete do tempo..
Sou Oásis… Um aguadeiro andarilho. Viajante de muitas terras e eras. Já vesti muitas peles e já tive vários nomes, mas nenhum deles representa a minha exata profundidade. Fui e ainda sou: Mar, Oceano, Fonte, Represa, Aquarius… É tanta água contida que banha e purifica minha essência que rompi as barreiras do tempo. Tornei-me um fluxo único e contínuo de todas as minhas versões, uma paradoxal existência. Atravesso o caos em uma dança suave criando novas fronteiras por meios das brechas da história. Não mergulhe em meu ser se não souber nadar e muito menos se não tiver fôlego suficiente. O que reflete na minha superfície é só uma nova veste, um outro nome para essa nova era…
O Pacífico é inconstante e versátil como a alma do homem. Às vezes está cinzento como a Mancha, exalando um cheiro pesado, outras encapela-se e cobre-se tumultuosamente de cristas de espuma. Não é com freqüência que se mostra azul e calmo. Mas, em tais ocasiões, o azul chega a ser arrogante. O sol refulge ferozmente num céu sem nuvens. O vento dos trópicos penetra no sangue, enchendo-nos de um anseio impaciente pelo desconhecido. As vagas, rolando majestosamente, estendem-se ao infinito para todos os lados, e nós esquecemos a juventude desaparecida, com as suas memórias doces e cruéis, num irrequieto, torturado desejo de viver.
Obra-prima, claramente, uma inspiração demasiada, traços de uma precisão divina exaltando uma graciosidade farta, coroada com lindos cabelos cacheados, arte de muitas texturas e camadas, entre as quais, a essência de um azul raro se destaca, um equilíbrio abraçado por uma inquietação intensa, um fôlego de liberdade, a serenidade de um vasto oceano nos olhos ou a personalidade veemente de um mar agitado no olhar, peculiaridade atraente, coração grandioso, universo singular, paixão reluzente, uma exposição do verbo amar para se valorizar constantemente.
O amor conta com o mar à vista
O que o amor pode dizer?
Se tão solene não pode ser
Um ser incapaz de viver para sí
Mas que navega a deriva até se achar
O que é o amor a não ser um mar?
Que de surpresas está repleto
Cheio de vidas, um mar aberto.
No infinito do além encontro o que preciso
Amar, viver sem ligar com o prejuízo
Além das correntezas me vejo voltando de volta
As lembranças de um amor que o mar não mostra.
Sigo no sublime e nos altos encantos
Em busca deste amor dispensando versos brancos
Como a baleia que vi tão grande quanto o sentimento
Não deixe o iceberg te gelar, me espere só um momento.
Primeiro Coro de Antígona
Muitas são as coisas estranhas, nada, porém, há de mais estranho do que o homem.
Parte sobre as espumas da préia-mar no meio da tempestade do inverno sulino
e cruza as montanhas de vagas, que abrem abismos de raiva.
Extenua a infatigabilidade indestrutível da mais sublime das deusas, a Terra,
revolvendo-a ano após ano, arrastando com cavalos para lá e para cá os arados.
Sempre astuto, o homem enreda o bando dos pássaros em revoada
e caça os animais da selva e os agitados moradores do mar.
Com astúcia domina o animal, que pernoita e anda pelos montes,
subjuga o dorso de ásperas crinas do corsel
e põe o jugo das cangas de madeiras ao touro não domesticado.
A si mesmo encontrou tanto no soar da palavra e na compreensão,
que, com a rapidez do vento, tudo abarca, como no denodo, com que domina as cidades.
Igualmente pensou, como escapar aos dardos do clima bem como às inclemências do frio.
Pondo-se a caminho em toda parte, desprovido de experiência e em aporia, chega ele ao Nada.
A morte é a única agressão, de que não se pode defender por nenhuma fuga,
embora consiga esquivar-se habilmente às penas da enfermidade.
Garboso muito embora, porque domina, mais do que o esperado, a habilidade inventiva,
cai muitas vezes até na perversidade, outras saem-lhe bem nobres empresas.
Por entre as leis da terra e con-juntura ex-conjurada pelos deuses anda ele. Ao sobrepujar o lugar, o perde, a audácia o faz favorecer o não-ser contra o ser.
Aquele, que põe isso em obras, não se torne familiar de min há lareira
Nem tão pouco o meu saber compartilhe comigo o seu desvairar-se.
(Primeiro Coro de Antígona, peça teatral de autoria de Sófocles (v.332-275) IN: HEIDEGGER, Martin. Introdução à Metafísica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1969, p.170-171)
