Textos sobre Mar

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Ó, mar!

⁠Ó, mar, suas ondas se movem

E seu mover é magnético, assim sendo frenético, afastando as opressões.

Ó, mar, a sua onda tem um mistério, onde me vejo e me supero, com seus barulhos e cores, assim como louvores, que edificam minhas emoções.

Ó, mar, sua batida é bem vinda e, assim como uma linda rima, vem de encontro ao meu corpo, mente, alma e coração.

17/10/2023

Inserida por danielantoniosp

Você pode escolher não sentir a brisa do mar, mas isso não quer dizer que as ondas não estejam batendo.
Você pode não querer ver o sol nascer, mas isso não afirma que ele não raiou sobre as montanhas.
Você pode ter desistido de algo, mas isso não necessariamente resulta na sua derrota.
Você pode ter cometido erros, mas isso não determina quem você é.
Você pode não ver Deus, mas isso não anula o fato de que Ele exista.
Uma realidade atual não anula uma realidade absoluta.

Inserida por edymarcs

A Paz.

A paz pode ser apenas olhar o céu.
Pode ser o som do mar no quebrar das ondas,
pode ser o voo do pássaro,
pode ser a gota da chuva que cai e brinca ao desenhar no chão seco...

A paz pode ser um ombro abrigo,
o calor de um abraço, o contágio de um sorriso,
uma palavra amiga, aquela se ouve bem na hora certa...

A paz pode ser ficar, pode ser partir, pode ser um aceno de adeus
ou um agitar de mãos que querem dizer: Olha, cheguei, estou aqui!
A paz pode ser o caminhar inseguro de uma criança
ou o andar apressado que quer chegar ao momento certo.

A paz pode estar no tempo, pode estar no espaço,
pode estar na convivência ou mesmo na ausência.
A paz pode ser branca, ou colorida quem sabe?
Pode estar vindo do sul, do leste, do alto
ou bem do fundo, talvez do fundo da alma.

A paz pode estar no sim, ou não?
O “talvez”, talvez nos dê mais tempo para encontrar a paz.
é... talvez sim, talvez não.
A paz pode estar na esperança de vida
ou na espera da morte.
Pode estar na sorte, pode até ser forte
ou sempre apontar para o norte... Quem pode saber?

A paz pode conter, pode estar contida,
pode ser indolor ou pode até ser doída,
mas se for paz, ser desejada, querida...
Pode ser um caminho ou mesmo um fim,
pode estar em você, pode estar em mim.

Pode fugir, correr, se esconder,
tal qual o menino que brinca nas ruas,
pode ser de alguém, pode ser sua,
pode ser tudo ou até nada ser.

Pode ser encontrada, pode ser perdida.
Pode ser odiada, amada, desejada ou mesmo desprezada,
só não pode quando se tem,
deixar de ser vivida... ⁠

Inserida por JRUnder

⁠
Além das Ondas

Em horizontes distantes, busco abrigo,
O vento sopra, acariciando o mar,
Entre lembranças e suspiros antigos,
Um vazio que persiste em me acompanhar.

Planos tecidos com fios de ilusão,
Olhares compartilhados na mesma direção,
No silêncio, o eco daquela conexão,
Um sentimento etéreo, uma eterna recordação.

Os passos do tempo, em descompasso,
Deixando marcas de saudade e desalento,
Mas em cada brisa que toca meu rosto,
Encontro força para seguir adiante, no momento.

Cuidar de mim, em meio às lembranças,
Encontrar a paz no abraço do horizonte,
Uma ausência silente que enlaça esperanças,
Enquanto a vida segue seu curso, passo a passo, monte a monte.

Assim, nas entrelinhas desse poema escrito,
A dor de uma perda, palavras não ditas,
Aos olhos sensíveis, o significado é descoberto,
Uma história de amor eterno, onde a presença se agita.

Inserida por francisco_dantas

⁠Mar

Nessa casa ao lado do mar,
O som ensurdecedor das ondas
silenciam meus pensamentos.

Consigo sentir a água me
sufocando aos poucos,
Estou perdido em meio esta
escuridão, velejando as cegas
Nesse mar escuro.

Não sei onde as ondas irão me
levar.
Espero que direto a você.

Mesmo com tanto barulho,
Mesmo com medo,
Mesmo no escuro,
Só vem você em minha mente.

Quando penso em terra firme,
Penso em você.

Lindo como o azul do mar.
Chamativo, perigoso e misterioso.

Tudo isso, me faz querer
Velejar a ti.

Uma viagem com vista bonita,
Correntes turbulentas e
Calmaria.
Isso tudo é você para mim.

Inserida por Rezew

METAFISICA HUMANA:
(Nicola Vital)
Meu coração bate!
Porque bate às ondas do mar,
Minha liberdade é transparente
E confluente.
Mas às vezes, é preciso sofrer
Para ser natural,
Em outras, é preciso fingir
Para ser real.
Todo dia, toda hora, a todo instante,
Deixamos cair cada máscara! ...
E o sonho de ser feliz
Flui, quão nossos intrínsecos
Personagens cotidianos,
Esta é a metafisica humana!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠As Ondas do Silêncio
Por Diane Leite

Era como estar diante do mar, onde as ondas vêm e vão, imprevisíveis e incontroláveis. Algumas são suaves, quase imperceptíveis, como se apenas acariciassem a areia; outras são intensas, revoltas, carregando pedaços de nós para longe. Assim são as emoções humanas: um oceano interno que ninguém controla por completo.

Existem momentos em que o silêncio é mais eloquente do que as palavras. Ele guarda aquilo que não se diz, o que talvez nunca seja dito. Há olhares que antes mergulhavam fundo, mas que agora apenas tocam a superfície, hesitantes. O que antes era um rio de interesse e curiosidade transformou-se em um riacho tímido, talvez por medo de transbordar.

E então surge a lição aprendida a duras penas: não insistir em ser uma ilha visitada por barcos que vêm e vão ao sabor do vento. O que é destinado a aportar encontra o caminho. O que não é, parte e se perde no horizonte. Essa aceitação não é resignação, mas um ato de amor-próprio. É compreender que o coração é como uma casa: não se abre a porta para quem não bate.

Nos tempos de tempestade, aprender a ficar só é um presente. Porque, no final, quem busca preencher o vazio nos outros não percebe que já é suficiente para si. E essa descoberta transforma tudo: o peso do olhar alheio deixa de ser um fardo; a ausência não é mais um buraco a ser preenchido, e a paz se instala.

E assim, o oceano continua seu movimento. Não há mais ansiedade em esperar a onda perfeita, porque o que chega, chega no tempo certo. O que não vem, nunca foi necessário. Nesse mar de emoções, a escolha mais sábia é sempre construir barcos fortes, mas deixar as velas livres para o vento decidir o curso.

E quando o silêncio permanece, não há mais dor nele. Apenas a certeza de que o universo trabalha em ciclos, e o que é verdadeiro sempre encontra o caminho. O coração, agora calmo, entende: o que fica, pertence. O que vai, liberta. E, acima de tudo, o que não se insiste, floresce.

Inserida por dianeleite

⁠QUANDO TE SONHO

Quando me aposso da noite do sonho,
Os pés do mar correm em ondas,
E querem se aformosear em teus passos.
Tornam-se seixos encravados em tua espera.

Na terra os braços do vento te acariciam.
Matizam-se de cores para ornar teu ventre.
Tua boca me incita,
Ao não desver o querer imaginado.

Não desperto. Cubro-me de ousadia.
Continuo te inventando,
Antes que desenleie o dia da saudade,
Entre uma e outra possível eternidade.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠O MAR ENLUARADO

Contam que as ondas do mar queriam esvoaçar,
Por isso chamaram o vento para lhe moldar gotas de ar.

O mar também pretendeu se alargar,
Ir-se mais além do seu findar,

Então se fez água pela terra, a se adentrar.
Foi quando o mar se encantou com um luar,

E banhou as estrelas para poder lhe alumiar.
O mar desse encanto almejou ser maior,

Que a onda que lhe faz voejar.
O mar, desejoso de ser, quis fazer-se amar.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Você
Em teus cachos vejo o mar,
Ondas leves a me levar,
Em cada curva, um sussurrar,
Um doce convite pra me apaixonar.
Teus olhos são mel em fim de tarde,
Brilhando suaves, aquecendo a alma,
Um brilho sereno, uma doce saudade,
Que acalma, envolve e rouba a calma.
Há no teu olhar um mistério suave,
Um porto seguro, um lar, um abrigo,
E me perco inteiro nesse mar de coragem,
Onde o amor é brisa e me faz teu amigo.
Cabelos que dançam, olhos que encantam,
E no silêncio, te sinto tão perto,
És o poema que o coração canta,
E o meu querer sempre tão certo.
Te declaro em versos, sem medo, sem fim,
Com palavras que ecoam dentro de mim,
És a beleza simples, o encanto fiel,
Menino de cachos e olhos de mel.

Inserida por Karmaoupoetisa

⁠Jericoacoara...
Final de tarde em jeri! O tempo passa ligeiro! As ondas são calmas, o mar se exibe ! Os pássaros cantam ! Os cachorros correm! A contemplação das pessoas é inânime ! Difícil olhar algo que desagrade ! Uma paz invade nosso ser na certeza de que Deus foi grandioso quando criou este lugar ! Difícil se despedir ! Difícil não agradecer ! Digicil não sentir a presença de Deus..

Inserida por iara_rosires

⁠O Mar
Azul ou verde no reflexo do Sol ao amanhecer.
Espuma branca das ondas a se espalhar nas praias.
Os movimentos das ondas e a temperatura das águas dos oceanos que regula o clima na terra são quase inexplicáveis.
Suas marés reguladas pela lua são a prova da ligação com o universo.
Ditam as leis aos pescadores e avisa quando haverá os cardumes.
Suas areias massageiam os pés de quem vai ao encontro das ondas, para revigorar-se e limpar o corpo de todas as impurezas.
Quem observa o mar pela primeira vez:
Fica em estado de encanto e deslumbramento
Com as águas que vai além do horizonte se confundindo com o azul do céu.
O mar também é mágico e encantado!
Que vislumbra em encontros com os rios das fontes, uma magia de amor e contemplação...

Inserida por isaiasribeiro

“” Sereia mutilada pelo flamo Del mar
Gavita perfeita, iluminando
As ondas lastimais, incensos astrais
Alfas atraem pseudos pecadores, predadores.
Com suas redes não mais

Um ser entre seres no fundo do altar
Onde pétalas redimem o acaso
Multi formas, sereis cantar

Sereias nas areias
A casar acasalar
A casa lar com quem
Com o sol, poeta da luz
Que irradia guelras

Serei o fã de mutada contemplação
Numa ação de descoberta, coberta de paixão
Que sereias são reais... “”

Inserida por OscarKlemz

A atenção

Em um mar de palavras não ditas,
Navegávamos em ondas conflitas,
Teus olhos, vagos, perdidos no horizonte,
Enquanto eu buscava em ti o que era fonte.

Um namoro marcado pelo vazio,
Onde a sua ausência era verdadeiro desafio,
Eu gritava em silêncio por tua atenção,
Enquanto tu, distante, seguias na tua confusão.

Cada demonstração era uma prece não ouvida,
Cada suspiro meu, uma agonia vivida,
Mas você seguia adiante, indiferente,
Deixando meu coração em chamas ardente.

Tentei colher teu amor como uma flor,
Mas não te tinha de perto…
Assim, nosso namoro se tornou dor,
Impassível, fechaste a porta de tudo que almejo,
Onde seu amor era um mero desejo


Esperava teu abraço, teu sorriso, tua atenção,e por dias… tudo que recebia eram mensagens frias,ainda que sem intenção,
E ao fim, restou apenas a triste constatação,
Que um amor sem atenção é mera ilusão.

Inserida por Fannaly

Tu és a estrela, a única que brilha ao luar.
Encontro-te nas ondas do mar
Imagino-te no topo da montanha
Sinto o teu perfume numa singela flor
Dá-me um sinal da tua presença
Deixa o meu amor percorrer-te de mansinho
Queria ouvir a tua voz sussurrando "amo-te"
Entrelaçados para sempre meu amor.

Inserida por MariliaMasgalos

⁠Sobre as ondas do vasto mar a refluir,
O pensamento vagueia sem rumo,
Como eu, sonhador, a contemplar sem fim,
O mistério do oceano profundo.

Reflexões sobre a vida e sua maré,
Como águas a se entrelaçarem em dança,
Sinto-me pequeno diante da imensidão,
E mergulho na busca pela esperança.

Oh, mar, tu és o espelho da minha alma,
Revelando segredos e incertezas,
Assim como eu, cheio de contradições,
Nas tuas águas encontro minhas grandezas.

Refletindo como as ondas que quebram,
E se espalham em espumas ao vento,
Assim são meus pensamentos dispersos,
Buscando significado no sofrimento.

O mar, testemunha silenciosa do tempo,
Ecoa em mim as vozes do meu ser,
Revelando as múltiplas faces da existência,
E o eterno questionar do que é viver.

Nas areias da praia, caminho sozinho,
Refletindo sobre o fluir dos instantes,
Como a maré que sobe e logo recua,
Assim são meus momentos tão distantes.

Oh, mar salgado, meu reflexo no teu espelho,
Como as palavras que Fernando Pessoa fez,
Na tua vastidão, encontro a mim mesmo,
E na tua imensidão, encontro minha vez.

Nas tuas águas, mergulho minhas dúvidas,
E nelas encontro respostas fugidias,
Como as palavras do poeta incerto,
No reflexo do mar, surge a poesia.

Assim como Pessoa, reflito sobre este mar,
E nele encontro meu próprio labirinto,
Navegando entre ondas de incompreensão,
Buscando descobrir meu próprio instinto.

Em cada reflexão, encontro um enigma,
E como as palavras do mestre lusitano,
Na imensidão do mar me vejo refletido,
E descubro que meu ser é soberano.

Pois assim como o mar, sou feito de mistério,
E nas minhas ondas ocultas reside a verdade,
Refletindo sobre a vida e o seu sentido,
Entrego-me à imensidão da minha liberdade.

Oh, mar, tu és meu confidente e meu guia,
Nas tuas águas eu descubro minha voz,
Refletindo como as estrelas no céu noturno,
Descubro o universo dentro de mim, atroz.

Assim como Pessoa, mergulho na vastidão,
E encontro nas ondas a minha inspiração,
Refletindo sobre a vida e sua efemeridade,
Descubro que sou parte da eternidade.

Inserida por Nunonebel

A BEIRA MAR

De mãos dadas caminhávamos calmamente a beira mar, apreciando o balanço das ondas, suave como o flutuar das nuvens.
A água toca nossos pés, remexendo na areia que nos sustenta, apagando nossos rastros.
As gaivotas sobrevoam rasante a água para apanhar seu sustento, não sabem elas o quanto nos maravilhou com seus movimentos.
O sol aquece nossa pele, mas a brisa do mar refresca nossa alma. Sentimos esta troca de energia com este lindo oceano, onde descarregamos nossas angustias e retiramos força e paz, para uma nova fase, após esta noite, um novo dia vai começar.
Chegando ao fim da praia, temos belas pedras a escalar, apoiamo-nos nas menores , vamos subindo, até o topo da maior e mais alta de todas as que ali se acomodam.
Lá do alto avistamos um barco navegando, com sua vela balançando ao vento, procurando um porto, um alento, um recanto. E o barco vai seguindo sua viagem, até chegar à margem e nossos olhos vêem que ele encontrou no vento forças para chegar ao seu destino.
Ao fundo contemplamos o horizonte, os pássaros voando frente ao sol, num bailar encantador, mexendo suas asas suavemente.
O sol se esconde, deixando somente alguns raios iluminando parte do céu. Deixamos para trás as pedras, o barco e o horizonte. Voltando a caminhar na areia.
De volta para a casa que fica de frente para este encantador mar. Deitamos numa rede na varanda e ficamos escutando as ondas quebrarem, o vento sopra e entoa seu canto, assoviando em nossos ouvidos uma suave melodia.
A noite cai e a brisa fresca arrepia nossos corpos.
Eu te abraço, te aqueço, tenho-a bem perto de mim. Sinta meus braços cobrindo você, te aconchegando junto ao meu corpo.
Assim ficamos juntinhos sentindo este supremo momento, aonde aos poucos vamos conhecendo-nos. O coração bate mais forte, a respiração ofega, as mãos gelam, as pernas tremem.
De onde estávamos podíamos ver as estrelas e o mar, com suas ondas a dançar. Ali ficamos, namoramos, nos amamos, confidenciamos.
E tudo foi tão maravilhoso, encantador, divinamente encantador, sentimos em cada momento que foi Deus quem preparou tudo isso, desde o menor grão de areia que naquela praia estava passando pela rocha da qual apreciamos o barco navegar, até a oportunidade de nos encontrar e viver este momento, que não me sai do pensamento, e para sempre eu vou lembrar.

Inserida por nivajoaquim

⁠Um barquinho de esperança...
num mar de incertezas...
a vida ao sabor das ondas...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...

Dia e noite, noite e dia...
tenta preencher sua vida de alegrias vazia...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
monotonia, monotonia, monotonia...
a única certeza: a morte

Encontrar Jesus seria sua maior sorte...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá... pra lá...
se não encontrar... vai lhe tragar a morte.

E fim.

Inserida por RosangelaCalza

⁠Demente

Diante do mar
a repousar…
as ondas no seu vai e vem… vaivém…
gaivotas pelo ar a voar…
Gosto de lugares tranquilos
Onde posso o tempo devagar passar.
Fujo do mar de pessoas.
Gosto de ficar à toa…
No silêncio e na solidão
Escuto a voz que de mim ressoa…
Gosto de me esvaziar.
Deixar leve meu coração.
Limpo a mente… Demente.
A ordem surge do meio do caos.
Em cada curva da estrada
caem por terra pensamentos de guerra.

Inserida por RosangelaCalza

Nas ondas do mar
um barquinho a navegar
ao sabor do vento
deixa-se levar...

Pra lá... prá cá...
pra cá... prá lá...
o vento a lhe guiar
sem rumo certo
não sabe aonde vai chegar...
se vai chegar...
ou vai chegar a qualquer lugar.

Sem leme, sem direção
vai pra onde as ondas vão
assim é todo aquele
que de Jesus não segura a mão

Inserida por RosangelaCalza