Textos sobre Felicidade
Não existem espaços vazios no universo.
O que existe é um único universo com diversas faixas vibratórias e cada uma com seus planetas e civilizações, se influenciando em um ritmo contínuo.
Quando o dia da vida na Terra deixar de existir, não significará a extinção da raça, mas sua continuidade numa outra faixa vibratória.
A tendência é, com amadurecimento dos espíritos as faixas mais grosseiras deixarem de serem utilizadas.
Quanto mais sutil a vibração, menos preso na máteria o espírito está.
A vida é bela para quem vai para cima dela.
Se você escorregar não amarela.
Na estrada da vida, na subida e descida em curvas vem logo
a neblina.
Caminhe com placidez mesmo se o mundo desmoronar não esqueça que vai chegar a sua vez.
Mesmo sem sorte caminhe até encontrar norte.
No deserto com manto vou caminhando sem bater o pranto.
Se reencontrar sem duvidas que vou chegar lá.
Chegando no Oasis vou me banhar e ver o luar.
Sem batalhas não a vitória vou agachar e gritar glória
A evolução é espiritual sou um jovem mortal.
Abençoado é aquele que luta.
A vida é cheia de incertezas
Duvida das flores
Duvida do jardim
Duvida do beija-flor
Mas nunca da primavera
Duvida do bem-te-vi
Duvida do estou feliz
Duvida do sorriso
Mas nunca do olhar
Duvida do entardecer
De que o sol se escondeu
Duvida dos barulhos
Mas nunca da esperança
Duvida do céu sem estrelas
De que a lua esfriou
Duvida do amanhecer
Mas nunca do amor
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 27/09/2021 às 21:15
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Um pouco de poesia e vida 18
A caixa de jogos.
Tabuleiros diversos.
A terra, o ouro, ardilosos perversos.
Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei.
Eram tantas opções, uma delas lembrei.
Joguinho de perseguição.
Conhecem o ludo.
Peões, castelo, casas e trilhas.
Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo.
Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições.
Expertise, aliados para conspiração.
Enfim, vida complexa.
Variante perversa.
Privação de liberdade.
Tecnologia e maldade.
O tripé político, científico e religioso.
Do que é bom, do que é enganoso.
Quem causa pranto e dor.
O reitor.
Dessa vida humilhante faculdade.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19
De um povo heroico.
Penhor da igualdade.
No seio a liberdade.
Como conquistar, oh braço forte.
O hino ainda em construção.
Libertação, pátria amada.
Precisa se desafiar o peito a própria morte.
De um sonho intenso e esperança.
Que não foge da luta.
Como combater essa labuta.
No grito de independência ou morte a cruz sagrou.
Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo.
Muitos inocentes sofrendo castigo.
Minha segurança com PT na cintura.
Oh fuzil, oh amargura.
A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba.
Mas as portas se abriram para os sinais.
Antenas multifuncionais.
Chips na veia.
Ciência, tecnologia formando uma teia.
Política e religião tomando ceia.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.
Giovane Silva Santos
Os sonhos abrem as janelas da mente, arejam a emoção e produzem um agradável romance com a vida.
Quem não vive um romance com a sua vida será um miserável no território da emoção, ainda que habite em mansões, tenha carros luxuosos, viaje em primeira classe nos aviões e seja aplaudido pelo mundo.
O que devemos entender e nos conscientizar é de que a vida passa, com ou sem nós, mas que nem uma batalha é em vão, mas nem só de lutas vive o homem, devemos aproveitar nossas vidas ao máximo, devemos curtir, passear, encontrar pessoas que há tempos não víamos.
Na contagem da vida os dias que se passaram são menos um na contagem para se viver, mas foram mais um na contagem do aprendizado e da sabedoria.
POESIA
Título: Transformação
Desde cedo na luta
Trabalhado para comer
Mato um leão por dia.
Passo fome mas viverei
Nessa vida de favela,
Tudo se torna complicado
Luto para ser bodinho
Mas só ganho couro de rato.
Me vejo no barril,
Mas sou grato por tudo.
Agradeço ao meu Deus
Por vim a esse mundo.
Um certo dia,
Fui promovido no emprego
Ganhei bolsa de estudo
Tudo ocorreu ligeiro
Hoje estou instável,
Com muita fartura na mesa
Vivendo um barril dobrado
Como se diz lá na favela.
Um pouco de poesia e vida 20
Exportação, importação uau.
Magnífico mundo moderno.
Tão grande hemisfério da ciência.
Vejamos a plenitude global.
A guerra cambial, mercado financeiro.
Dólar internacional, e mais de mil dinheiro.
Brasil nacional, Brasil estrangeiro.
Independente, asas, povo liberal.
Alegoria, o tronco virtual.
A moeda, o Chicote, o sinal.
Tão dimensão, não dá pra descrever.
Tantas artimanhas.
Tantas barganhas.
Até um drone mosquito pode lhe ver.
Ora, ora, a mente lê, como prevê.
Alienado mundo artificial.
O que contém na veia.
Roboticamente.
Paralelamente.
Viajando nas nuvens.
Comunismo, Socialismo, Capitalismo.
Política, tecnologia, religião cientificamente.
Ismos que massacra gente.
Giovane Silva Santos
Estrada
Uma estrada longa e de curta duração, que me faz lembrar dos estilhaços em meu coração, talvez por ela eu andarei sem a certeza que no fim dela chegarei.
Sem rumo, sem direção, igual à um cantor que não consegue compor sua canção, ela é bonita ao redor mas traiçoeira para quem à percorre, se não tiveres cuidado uma sútil lágrima pelo seu rosto escorre. Ser forte não é para todo mundo e o amor é uma fraqueza, se fordes fraco se machucará com toda certeza.
Um pouco de poesia e vida 23
Quem importa com a chegada da morte.
Se o percurso existe luta.
Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte.
O procedimento de uma labuta.
Enquanto a sociedade contempla status.
A identidade do povo embriagada na luxúria.
Muitas escolas e lares.
Desenhando pomares.
Mas a real, amarguras.
Inveja, ódio, tempos, vingança.
A promessa, a terra, usura.
A conquista, o feito.
Se acontece, de qualquer jeito.
Na força, na ciência, na pressão.
Opressão, a mente sofre, a dor no peito.
Jogo de paciência e calma.
Famílias indiferentes a famílias.
Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos.
Mas juro como canto, inocente na fauna.
Roubastes as profundezas do bolso e do riso.
Mas não entrego a dignidade de minha alma.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 21
Quão maravilhoso e perigoso.
O tabuleiro da história.
Relatos tantos, escondidas tantas memórias.
A identidade do Brasil.
O corpo que resistiu.
A quem antes de Cabral residiu.
Qual a verdadeira história do índio.
E o negro, homem bicho, bicho homem no navio.
Qual as relações das correntes.
As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu.
Meu pastor e meu padre nada fala.
Os sinais, as frequências, as vozes.
A ansiedade e a depressão coagida.
Escravos da nova vida.
A pobreza submetida.
Quem tem a coroa da ciência.
Quem causa doença.
Tronco sem medida.
Aiai meu lombo.
43 anos de quilombo.
Brasil, desde Cabral, arrombo e violência.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 22
Quem sabe, quem detém.
Não se trata de segredo.
Sim, enredo.
A minha vida e a do povo também.
Registros de vidas.
Mesmo antes de Cabral.
O índio que aqui entrou.
Datas, registros e canal.
Espiritualidades e religiões.
Tecnologicamente, cientificamente.
Vai se moldando as multidões.
Qual o teor das vacinas.
Das partículas, ondas, sinais e frequências.
Na veia viajando.
Segredo e engano.
Quem revelará, libertará esse jogo profano.
Giovane Silva Santos
Um poema sobre o seu coração
Um bilhete a quem encontrar esse coração:
Cuide bem dele. Ele sentiu, desejou, sofreu, amou, sorriu e chorou intensamente por toda uma vida. Se lhe parecer bem, permita que tenha um pouco de paz até que, enfim, pare de bater.
Com amor, do sempre seu, "Coração Negro" (sim "negro", adjetivo que só lhe parecerá "ruim" se você for "preconceituoso", rs [aspas representam conexão]).
Ass: uma criança que teve a sorte de viver e morrer, uma vida completa, também, efêmera, se no tempo dos tempos do templo desse universo.
Não sinta pena, sinta medo, pois todos morreremos um dia. Não sabemos como é o outro lado, sabemos que lá não há nada. Tudo o que fomos deixará de ser para todo o sempre, e não haverá nada a ser feito. Você simplesmente acordou em uma montanha russa que desce furiosamente em direção ao chão.
Chão [Chão representa fim]
Aproveite a descida.
Um pouco de poesia e vida 24
Da vida, qual o rumo do destino.
Cartas marcadas.
Quem desvendará as ciladas.
Arapuca armada.
Brasil, gente, povo, família, eu menino.
Da cor, da indiferença, do exemplo quem já sofreu.
Vive as circunstâncias.
A intolerância.
Poder, dinheiro, arrogância.
Cientificamente, tecnologicamente.
Tenho dito frequentemente.
O jogo político e religioso.
Saulo continua no rumo de Damasco.
Olha que ele veio até Macarani.
Que diga minha dor, meu lombo açoitado.
Vejo o povo ferido.
Levando alma de mendigo.
Eu pergunto, o que estes Saulos tem visto em mim.
Perseguindo, coagindo e acusando.
Sujeito profano.
Morro eu, ou cais tu do cavalo, isso terás fim.
Minha alma e meu sangue, misericórdia Deus tem de mim.
Giovane Silva Santos
Biopoesia
O homem e o seu império
Seleção natural por aqui vigora
“Meu tempo é agora”
Me leve a sério
A dor que há lá fora alcança seu prédio
Comida na mesa, na boca da presa
Produtos na loja vêm da Natureza
E quanto custa o seu tédio?
Extinção, estes são retratos da interferência célebre
O animal bípede caminha em passos leves
Sob a terra cintilante onde a atmosfera ferve
RECÔNDITO
Falei tanto de solidão, de devaneio
De sonhos, galanteios e desgraça
Em tudo fugaz, que vem e passa
No piscar de olhos, com que veio
Tal desventura e ventura e graça
Choro e riso, a liberdade e o freio
Tão pouca a sorte tive no sorteio
Tudo agridoce tal fogo e fumaça
O autêntico senso, é de mansinho
Penetra na alma, no amor orgulho
Tem olhar manso e melhor carinho
Se vem e devassa, é um engulho
Silencia, no doce poetar, definho
Suspiro, perfurando sem barulho
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
2018, 06 de outubro - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
SONS & sensaÇÕES: a homofonia da vida
Tudo se torna perfeitamente idêntico sem desiguais por receber cada um o fôlego da vida agraciada pelo único Deus, cada um conforme a sua estrutura. (Gn 2:7)
Obrigada, Senhor, pelos sons e sensações da vida:
🐦os passarinhos cantando🎶
🕊o pombo arrulhando
🐕o cachorro latindo
🐈⬛o gato miando
🗣os vizinhos falando
🚂o trem passando
🏍a moto acelerando
☁️o tempo nublado
🌬a brisa fresca soprando no meu corpo…
✌🏽tudo isso reflete a minha paz‼️
Que paz! Quão tremenda paz eu vivo neste momento! É como se não houvesse problemas dos quais me lembro num átimo com a sensação de que não existem. Que sensação de liberdade!
Em tudo isso, desde o início eu menciono a tua presença conosco, pois sem ti nada disso é possível (Jo 15:5). Deus é tudo em tudo e em todos e seu sopro divino é sobre a vida em seu todo.
- Em certos momentos, o tempo pode ser o nosso pior inimigo. - disse Eric, sendo modesto ao escolher o livro da quinta prateleira.
- Está disposto a tentar? Mesmo que seja provável que não haverá uma despedida! - disse Marie, com adição de protestos em seu sotaque francês.
Eric consentiu.
- Dê valores ao mais nobre dos atos enquanto essa vida for mortal. Principalmente se o aprendizado for imprescindível e a metamorfose, inevitável!
CELER
Tudo frágil, indo, tudo passa
do que é deixando para trás
num rastro breve, tal fumaça
e se lhe dado o tempo, verás
Tudo acaba, o fado, num zás
a juventude se faz sem graça
morosa, enrugada e sem gás
assim, sem que esforço faça
A ilusão se vê numa ilusão
lamento e pranto sem valia
desejo nos desejos em vão
Pois, banal torna a despedida
e pouco importa a sensação
de aparto em aparto, morre a vida!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08, outubro, 2021, 08’10” – Araguari, MG
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