Textos sobre Esconder

Cerca de 713 textos sobre Esconder

Ontem sai para caminhar as 00:00 acho que se tornou meu horário favorito, não preciso me esconder disfarçar minha tristeza, mais ainda a vejo no sofá mesmo não estando lá.
Sinto que isso jamais terá um fim, te assustei por Ama-la demais, acho que jamais se sentiu tão Amada assim.
Você me ajudou a evoluir, em cada queda, você estava lá, em cada noite de solidão, você estava lá, mesmo a mais de 9mil km nunca me abandonou.
Por cada momento que passei,você esteve sempre em meus pensamentos,minha Idolatria a você te assusta,meu Amor por você te assusta,assusta mais a mim passar o resto da vida assim.

MÃE
Magnitude tão especial

Não se pode esconder o excesso de amor incondicional dentro do peito de uma mulher que é mãe.

Quando a maternidade chega, uma infinidade de coisas acontece dentro do seu corpo: mistérios e milagres se fundem. Ela cede espaço, doa vitaminas, sangue, alimento e tudo aquilo que um dia também lhe foi doado, para receber seu filho.

Tudo nela se desloca, muda de lugar e se transforma para proteger a vida que carrega. No fundo desse coração encharcado de amor, existe uma fortaleza criada para servir de suporte seguro, forte e confiável.

Somos fortaleza, somos força, somos mãe.

E, como sempre digo: Dia das Mães são todos os dias.

Feliz Dia das Mães a todas!

“A superioridade muitas vezes não é força; é uma armadura barulhenta tentando esconder uma vergonha antiga.”
Do livro Entre o Silêncio da Inferioridade e o Ruído da Superioridade — Entre a Sombra e o Espelho: A Psicodinâmica dos Complexos de Inferioridade e Superioridade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Carrego em mim pecados que nem o silêncio consegue esconder,
sombras que não vieram do mundo… nasceram em mim.
E quanto mais eu tento fugir dessa parte, mais ela cresce, mais ela domina.
Talvez o erro nunca tenha sido o mundo ser cruel,
mas sim perceber que a pior maldade sempre encontra um jeito de nascer dentro da gente.


DeBrunoParaCarla

Assim diz o Senhor Deus.


Eu estou presente mesmo onde tentas esconder.
Vejo o que foi feito em silêncio
e o que pensaste que jamais seria revelado.
Nada se perde diante de Mim,
nem o que foi tomado, nem o que foi entregue.
Tudo retorna ao seu lugar no tempo certo…
e ninguém escapa do que plantou.
Não confundas paciência com ausência,
nem silêncio com permissão.
Eu observo, eu permito, eu recolho
e quando chega a hora, eu exijo.
Permanece… ou cai pelo próprio peso.
Porque o que é verdadeiro se sustenta,
e o que é falso… não resiste à luz.


DeBrunoParaCarla

PECADO

“” Não sei se me acuso ou defendo
Mas não quero esconder dos teus olhos
A primavera que pretendo
Olhos que o coração ensinou a gostar
A querer intensamente, a amar.

Não busco ser o definitivo pra vc.
Mas ouso ser só seu
O que cabe em sua vida
Nesses versos que a ti componho.

O meu pecado foi te encontrar
Numa manhã ensolarada de outono
Onde a vida que nasce de um desejo
De você hoje, ser meu maior sonho...””

Tentei te esconder
ergui muros altos, frios, quase intransponíveis…
mas certos sentimentos não pedem licença —
eles brotam.
Rasgam concreto,
invadem silêncio,
nascem até onde a alma jura estar seca.
Basta chegar mais perto…
um passo a mais…
e lá está:
água cristalina correndo dentro do caos.






Helaine machado

Não adianta esconder.
A vida sempre traz à tona
aquilo que mais tememos enfrentar.
O tempo pode até silenciar verdades,
mas nunca consegue sepultá-las para sempre.
Uma hora, a máscara cai,
o coração transborda,
e a alma revela o que os olhos tentavam negar.
Porque fugir de si mesmo
é carregar um labirinto dentro do peito.
E por mais distante que alguém corra,
a verdade sempre encontra caminho para voltar.
Talvez o segredo não seja esconder as feridas,
mas aprender a encará-las
antes que elas nos consumam em silêncio.
Helaine Machado

Por que temer ser quem sou,
se a verdade é o que me mantém inteiro?
Por que esconder o que penso,
se o silêncio também pesa no peito?
Não posso fingir a morte
vestindo uma vida que não é minha.
Viver sem me mostrar
é apenas existir —
é respirar sem alma,
é passar pelo mundo sem deixar pegadas.
Hoje escolho ser tudo o que sou.
Sem capas, sem travas, sem medo.
Com cicatrizes que contam histórias
e verdades que não cabem mais no escuro.
Ser quem sou é meu ato de coragem.
É meu recomeço diário.
É a liberdade de viver de verdade,
e não apenas estar.

Você tentou esconder os fatos. Seguiu a sua vida como se nada tivesse acontecido. Não apenas se livrou da culpa e da responsabilidade das suas próprias atitudes, como conseguiu culpar outras pessoas.
Mas você sabe qual é a verdade - e ela sempre irá atormentar você.
Os seus pensamentos não poderão te poupar da dor e da culpa que irá sentir pelo resto da vida.

⁠Viaje, mas não para fugir
Sente-se sozinho, mas não para se esconder
Olhe, mas não para preencher
Veja, mas não para encontrar
reconheça, mas não para nomear
possua, mas não para reivindicar
Ame, mas não possua
maravilhe-se, mas não fique obcecado
Aspire, mas não alcance
ensina, mas não pregue
confie, mas não espere
desista, mas não desista
Pergunte, mas não para dar significado
observe, mas não julgue
conecte-se, mas não divida
pertença, mas não se encaixe
Deseje, mas não se satisfaça
individualize, mas não identifique

Paulo H Salah Din

Perturbador e puro




A tua voz ainda é música, ela preenchi,


Se esconder no jardim do talvez foi uma doce mentira de outras próximas vezes,


O intenso é perverso e se deixa escapar quando o impossível repousa,


O tentar desistir apenas ensina "que aquilo que não volta é porque nunca foi seu",


sendo assim, no amor a confiança tem um ritmo perturbador e puro.

Escrevo para dar voz ao que o silêncio não consegue esconder.


Transformo sentimentos em palavras, saudade em versos e pensamentos em poesia. Aqui, cada texto nasce de um pedaço de mim — das minhas ausências, das minhas esperas e das minhas pequenas esperanças.


Se você chegou até aqui, talvez também sinta demais.

Eu tenho uma mania
de guardar sentimentos só pra mim,
de esconder no peito as tempestades como se o silêncio fosse prisão e não abrigo.


Guardo culpas que às vezes não são minhas, carrego pesos que ninguém me deu.
Culpa… e mesmo sabendo que não devo, ainda assim me culpo, como quem precisa pagar para existir.


Saio por aí tentando salvar o mundo,
costurando feridas que não abri,
apagando incêndios em casas alheias enquanto a minha queima por dentro.


E no fim do dia, exausto de ser forte,
percebo que talvez o mundo não precise de um salvador —
talvez eu só precise aprender
a me salvar primeiro.

Talvez Seja Você...


Talvez seja você…
o detalhe que o acaso tentou esconder, mas falhou.
Aquela presença que ainda não existe na minha vida real, mas já ocupa um espaço que ninguém mais conseguiu alcançar.
Como se o mundo estivesse me preparando pra te reconhecer antes mesmo de te ver.


Entre o talvez e o futuro…
eu te encontro em pensamentos que não foram convidados, mas chegam mesmo assim.
Em silêncios que ganham forma quando imagino como seria te ouvir.
E de alguma forma estranha… tudo parece apontar pra você, como se o destino estivesse sem paciência de esperar.


E se a história já estiver sendo escrita…
então talvez a gente só esteja fingindo que não percebe as páginas virando sozinhas.
Porque há encontros que não começam — eles apenas se revelam.
E o nosso, de algum jeito, já parece ter começado sem aviso.


E se a gente for mais profundo…
não vai ser por escolha, mas por inevitabilidade.
Porque algumas conexões não respeitam superfície, não aceitam distância, não se contentam com quase.
E quando eu penso em você… é exatamente isso que sinto: algo que não quer ser raso nunca.

Quando as Cicatrizes Encontram um Propósito

Há quem passe a vida inteira tentando esconder as próprias cicatrizes, como se elas fossem manchas deixadas pelo fracasso, lembranças de uma batalha perdida ou marcas de uma fraqueza imperdoável. Vivemos em um tempo que exalta a perfeição e, por isso, muitos acreditam que a beleza está na pele intacta, na história sem rupturas, na alma que jamais conheceu o peso da dor.

Mas a vida, silenciosamente, ensina o contrário.

As cicatrizes não são o fim da beleza; são a sua maturidade.

Elas são a assinatura do tempo sobre aqueles que tiveram coragem de continuar caminhando quando tudo parecia desmoronar. Cada marca carrega uma história que o corpo talvez não conte, mas que a alma jamais esquece. Há lágrimas que secaram há muitos anos, mas que permanecem gravadas como rios invisíveis dentro de nós.

Durante muito tempo pensei que minhas feridas eram lembranças de tudo aquilo que eu gostaria de apagar. Hoje compreendo que elas são capítulos indispensáveis da pessoa que estou me tornando.

Porque existe uma diferença profunda entre viver marcado pela dor e viver transformado por ela.

A dor aprisiona quando se torna identidade.

Mas ela liberta quando se transforma em propósito.

É então que a cicatriz deixa de ser apenas memória e passa a ser missão.

Ela já não aponta para aquilo que nos destruiu, mas para aquilo que aprendemos a reconstruir. Deixa de ser uma prisão do passado para tornar-se uma ponte em direção ao futuro.

Talvez Deus permita certas tempestades não para celebrar o sofrimento, mas para revelar uma força que desconhecíamos possuir. A árvore que enfrenta os ventos aprofunda suas raízes. O ouro conhece sua pureza no fogo. O coração amadurece quando aprende que nem toda perda é definitiva e que nem toda queda anuncia o fim da caminhada.

Hoje não agradeço pela dor em si.

A dor continua sendo dor.

Mas agradeço pelo homem que ela me ajudou a formar.

Se minhas cicatrizes puderem impedir que outra pessoa desista, então elas já terão encontrado um sentido. Se minhas lágrimas puderem ensinar alguém a acreditar novamente, então nenhum sofrimento terá sido desperdiçado. Se minhas quedas fizerem nascer esperança no coração de quem já não consegue enxergar o horizonte, então minhas feridas terão deixado de ser apenas minhas.

Descobri que a vida possui um estranho e belo mistério: aquilo que quase nos destruiu pode tornar-se exatamente aquilo que nos torna capazes de sustentar outras vidas.

Hoje já não escondo minhas cicatrizes.

Olho para elas como quem contempla antigas cartas escritas pelo tempo. Cada uma me recorda que sobrevivi, que amadureci e que a graça de Deus não elimina todas as marcas da caminhada, mas lhes concede um novo significado.

E talvez seja esse o maior milagre da existência: perceber que Deus não desperdiça nenhuma lágrima sincera. Nas mãos d’Ele, as feridas tornam-se fontes de compaixão, as quedas transformam-se em degraus de sabedoria, e as cicatrizes deixam de contar apenas a história daquilo que nos feriu para anunciar, com silenciosa grandeza, a história daquele que jamais desistiu de recomeçar.

No fim, compreendi que não sou definido pelas dores que carreguei, mas pelo propósito que escolhi dar a elas. E é justamente aí que a esperança floresce: quando as cicatrizes deixam de ser lembranças do sofrimento e passam a ser testemunhas vivas da transformação da alma.

Não é se esconder, é blindar a alma.

Não quero ficar às escondidas.
Eu sei exatamente o que eu quero.
E quero mostrar pro mundo.

Só não quero que o mundo roube minha felicidade.
Não quero que opinião alheia vire dona do meu riso.
Não quero que inveja se sirva do meu prato.

Então eu mostro.
Mas não entrego.
Brilho.
Mas não deixo tocar.
Vivo alto.
Mas com a raiz bem fincada onde ninguém vê.

Minha felicidade não é segredo.
Só não é pública.

— Van Escher

Ensaio


Quantos naufrágios há de esconder este teu olhar oceânico?
Quantos corações terá tragado para teu íntimo profundo?
Quantos mistérios hão de repousar na calmaria de tuas águas?
E quanto sofrimento desaguou o teu peito por este mundo?


Ah, Poeta!


O que será de mim,
consumida por este mar,
n'uma ressaca tremenda de Amor,
que inconscientemente tragou
para dentro de si meu Coração,
e o arrebatou contra as rochas da Vida?


O que será de meus restos naufragados?
O que há de voltar p'ra mim - além da Solidão?
E o que há levar para si - além de meu Amor quebrado?


Diga-me, Poeta!


- O que há de tão profundo e devastador em teu olhar?

**Entre Dois Amigos**
Augusto olhava a noite pela janela com uma inquietação difícil de esconder. Havia em seu silêncio uma espécie de fadiga antiga, como se carregasse pensamentos que já haviam amadurecido demais dentro dele. Depois de alguns instantes, falou em voz baixa:
— Há uma coisa que me inquieta profundamente: a sensação de que nascemos para uma única forma de existência e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava lentamente o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
Augusto manteve os olhos voltados para a rua vazia.
— Falo daquilo que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
O silêncio que se instalou não era desconfortável. Havia nele certa reverência, como se ambos reconhecessem que algumas reflexões exigem espaço antes de serem tocadas novamente.
Augusto prosseguiu:
— Talvez o grande problema seja esse desvio constante. Nascemos artistas, não apenas no sentido do ofício, mas na maneira de perceber o mundo. E, no entanto, passamos a vida tentando nos adaptar a papéis: marido, cidadão exemplar, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos com atenção.
— E você acredita que isso seja um erro?
— Não exatamente um erro. Talvez uma incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a própria essência.
Miguel recostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive completamente fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço por isso.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu discretamente.
— Isso soa mais como orgulho do que filosofia.
Augusto negou com serenidade.
— Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. Trata-se apenas de reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos nos encaixar à força, alguma coisa em nós acaba se rompendo.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso breve, quase cansado.
— Tentei. Com disciplina, inclusive. Acreditei que bastava insistir, repetir hábitos, cumprir funções… como um ator aprendendo um papel.
— E o que aconteceu?
— Percebi que a vida, quando não é verdadeira, transforma-se num teatro sem plateia.
Miguel permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder:
— Talvez todos estejam representando. Alguns apenas têm mais consciência disso do que outros.
— A diferença — disse Augusto — é que certos homens sabem que jamais poderão sair do palco.
— E você se considera um deles?
Augusto desviou o olhar para a rua escura.
— Sei que não consigo viver longe daquilo que me constitui. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas exige tudo em troca.
Miguel assentiu lentamente, absorvendo aquelas palavras.
— E não existe conciliação possível?
— Existem tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, agora mais denso e mais humano.
Depois de algum tempo, Miguel falou novamente:
— É curioso… o mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que existe algo essencial que nos define.
Augusto voltou-se para ele com calma.
— Não insisto. Apenas reconheço.
— E quem não reconhece isso?
— Talvez viva melhor.
— E você prefere o quê?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo sobre a mesa.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo antes de concluir:
— Nesse caso… talvez não sejamos artistas.
Augusto olhou para ele com uma serenidade quase melancólica.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez naquela conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.

Você pode tentar correr, se esquivar, se esconder e interpretar. Fazer seu jogo, sua dança e seu alvoroço.
Você pode subir em árvores, montanhas e voar com as aves. Gosta de brincar com fogo, com o desespero o sorriso de bobo, mas no fundo,
sinto teu choro.
Você faz de propósito, sem dó ou remorso. Implica, mas nega. Quer apostar corrida, brincar de pega-pega.
Quer acelerar a vida, tomar na rédea e fingir que não quer te controle, mas nesse jogo, meu amor.
Não há perdedores, apenas predadores.