Textos sobre como Curtir a Vida
Alguém já se deu conta que a vida é passageira? Que hoje você está aqui e amanhã, não mais.
Então para que viver em guerra com a família, vizinhos e amigos.
Aproveite esse tempo que Deus te deu aqui na terra, para viver em harmonia, com muito amor e paz.
Vamos mudar as nossas condutas a partir de hoje.
'Ame o seu próximo como a si mesmo'.
(Mateus 22:39)
Quem nasceu em berço de ouro está com a vida ganha, agora, quem não nasceu, antes do galo cantar, já levantou para trabalhar, faça sol ou faça chuva, de ressaca ou doente, terremoto ou dilúvio, se faltar na segunda-feira, está lascado como sempre.
O pobre, para ter dinheiro, trabalha de dia e de noite, fora as horas extras, o descanso só vem, quando todas as contas estão pagas. Agora ficou claro a expressão "pobre não tem um dia de paz" e nem descanso
Zoeira Galvão 😅
Toda vez que se sentir sozinho, para baixo, quando tudo estiver dando errado em sua vida, dobre seus joelhos e fale com Deus incansavelmente, leia a Bíblia e tenha conhecimento da separação do espírito da carne.
A solução para todos os seus problemas têm nome
Jesus!
Quando não está em cristo, a carne é que sofre.
A vida é bela, foi o criador que nos deu ela.
A vida é bela, deveríamos valorizar o tempo que temos aqui na terra.
A vida é bela, precisamos amar mais do que destilar ódio envenenando a todos nós.
A vida é bela.
Da vida, a única certeza que temos é que um dia todos morreremos. Então! Porque tanta briga por religião, preconceito com nossos irmãos, descaso, desunião, fata de preocupação, tiram a vida por poder como se tivessem catando feijão, que situação, na verdade, falta compaixão.
A melhor fase da vida, era quando todos éramos crianças.
Precisamos voltar ao tempo, um coração puro é o que carecemos.
A vida é bela, só precisamos de paz, amor e união🫶
Na vida tudo passa, principalmente o tempo
Ontem éramos crianças, hoje não mais
O rosto lindo envelheceu
Amadurecemos
Vimos pessoas queridas falecerem
Vimos corações duros amolecerem
Vimos pobre ficar rico
Vimos rico ficar pobre
Vimos amores que não deram certo
Vimos romances passageiros
Com erros e acertos o tempo passa
A vida me deu vários motivos para desistir. Foram muitas pancadas, portas na cara, humilhações, exclusões, fome. Apanhei tanto, como chorei. A própria vida me bagunçou, mas simultaneamente me fortaleceu, me tornando um homem sedento por vitória.
Cheguei, e como cheguei.
A Vida foi tão rigorosa comigo, mas nunca desanimei.
Use as pancadas da vida ao seu favor.
Seja um vencedor.
O segredo está em não desistir, mesmo quando nada te favorece.
Tens em mãos, a dadiva da vida e no seio o alimento.
Amor bendito de Mãe Nova, Nova mãe da Nova Vida.
Transpareço o Amor contigo dobro e quase só, você triplica
Integra, forte, mulher de pudor e dor.
Atenue linha nos envolve,e de dois, somos três.
Na barriquinha de nova mãe, há nossa quimica em fusão
Entrelaçando nas entranhas do teu amor.
A CAMINHADA
Caminho no vento, na brisa, na chuva.
Na minha vida sou caminhar.
Caminho na rua, tropeço na guia.
Minha caminhada ninguem vai parar.
Caminho em busca de um vale encantado.
Com flores e frutos pra me saciar.
Caminho na rima, por cima do muro.
Gritando e cantando, vou a caminhar. ,
Em passos curtinhos, e passos gigantes,
tu tens que ter folego pra me acompanhar.
Caminho no canto da rua de noite,
caminho de dia quando o sol raiar.
Caminho na praia, ponho os pés na areia
caminho num barco em alto mar.
Caminho sózinho, caminho contigo,
caminho, caminho, caminho, caminho...
(Deus)
nesta palavra está contido: eu
não porque lhe atribuo vida, sentido ou permanência,
mas porque dEle derivo, nEle existo
e Ele, comedido, a valer-se do eu-criatura
se diz D-eu-s;
então familiarizado posso compreender
de Deus o que há do eu.
sem me manter despercebido de que
nEle há mais do que eu.
05 de Maio De 2025 Me Deparo Com A Pergunta Mais Emblemática Da vida, Oque Seria o Amor…
“AMOR Seria uma Mistura de desejo vontade carinho e aprendizado, Amor seria duas pessoas que estão no mesmo momento da vida e decidem ser uma só
Uma só Experiência
Uma só Solução
Uma só Vontade
Uma só VIDA
TRAVESSIA
Do outro lado da rua a vida se acaba...
É uma travessia rápida,
Mas antes das flores, das folhas, das chuvas,
Antes dos verões...
Sonhamos com todas as belezas,
Fazemos planos com todas as incertezas;
Somos tão românticos que os nossos olhares passeiam,
As confusões permeiam, as paixões incendeiam...
Então estamos do outro lado da rua
E não temos mais retorno;
Só temos os ocasos e as estações
E a certeza que do mesmo jeito, faríamos tudo de novo
REVOADAS
Há um segundo atras
O rio era outro, outras águas
Eu teria uma vida mais longa...
Há cinco segundos atras
Eu era mais jovem quinze segundos
Somando-se dez segundos
Que eu levei pra escrever esta frase
Há dez minutos eu tento falar
Que o tempo passa
E implacavelmente deixa suas marcas...
Há quanto tempo tento falar desse enigma
Outros olhares, outras palavras, outros rios
E o rio passa em mim há quantos séculos
Outras palavras não explicaram
Ou não foram compreendidas
E o tempo tingiu nossas cãs
Um dia nos erguemos sobre nossos membros inferiores
E pensávamos que sabíamos de tudo
Mas o tempo muda as paisagens
Verga nossas espinhas e embaça os horizontes
Mas nós poetas escrevemos
E libertamos pássaros em revoadas
E nesse bater de asas divino
De editar sentimentos, alguma coisa muda
E navegamos incólumes às vicissitudes naturais
O individuo perece mas o poeta é imortal
O PRIMO
Resta-me uma vida, apenas uma vida, minha última vida. Ao norte da cratera Mao;(as crateras recebem nome de líderes políticos, Temer é a cratera onde se abrigam os répteis e filhotes do dragão; Ide Amim Dada é um abismo); travam-se batalhas entre russos e americanos pelo total controle lunar; uma granada russa me levou três vidas, projeteis americanos me levaram mais três, sei que me resta muito pouco tempo até que algo leve o meu último fôlego felino, mas eu contemplo o planeta terrestre como se fosse eterno. Gargarin tinha razão, ela é azul, e no idioma anglo-saxônico, azul é sinônimo de sentimental, melancólico; mas esse azul de Gargarin, para quem tem sensibilidade, soa como linda, maravilhosa; a terra traduz esses sentimentos, é a presença divina; Deus mora na terra. Acho que tenho algum parentesco com o gato de Cecília, aquele que desce a escada, alheio a realidade e seus poderes. Partículas do meu sangue flutuam na gravidade tingindo de escarlate a via leitosa, mas ao contrário do meu primo preto sei muito bem quem sou e torço que estas partículas encontrem outro satélite, outro planeta onde os gatos se multipliquem, desçam as montanhas, e ocupem os vales, os campos, as planícies e ao contrário do bichano de Cecília saber-se- ão herdeiros de uma grande soberania.
Nada se complica,
A vida explicará,
A ansiedade se acalma com beijos,
Se aquieta com um olhar
Não esquece: esquece os problemas,
Leia os meus poemas,
Esquece que a vida é pequena
Mas tua alma é do tamanho da tua consciência,
A dívida algema a paixão...
Eu tenho a noite e a noite me tem
O resto é poesia, é um trem na via
Entre satélites, meteoros e planetas
Procurando a emoção
Nada se complicará, a vida explica
Acontece porque tem que acontecer
A noite tece um fascínio,
Abriga os facínoras
E tudo de mal que se premedita,
Mas pela manhã brilha a aurora
AUSÊNCIA
Prismas diferentes dão tonalidades diferentes às verdades da vida. Ás vezes sob o cajueiro centenário, que se espalha no fundo do quintal, fico a observar o firmamento; acho que é uma forma romântica de preencher ausências; é um ângulo que de certa forma me protege de mim mesmo. Cada estrela dessas é uma ausência e sob o cajueiro eu sou um prisma perdido que seus galhos camuflam, e a angústia de ser só é de alguma forma sacudida; e os meteoros que viajam cambiantes eu chamo de estrelas cadentes e faço um desejo. O cajueiro já me conhece, e conhece todos os meus desejos; conheceu a minha primeira namorada e seus gemidos; bem perto de sua raiz enterrei demônios: cajuzinhos em oferenda para o Deus das estrelas; acreditava que assim as namoradas voltavam; mas no meio da noite sempre tinha pesadelos com seus galhos me apertando; acordava de madrugada, corria pra janela e observava o cajueiro sacudido pelo vento litoral; parecia comemorar alguma coisa; talvez a minha ausência, até que de trás de seu tronco iam surgndo as namoradas, que leves como algodão, eram carregadas pelo vento ou arremessadas pelos seus galhos em direção a abóboda celeste. Cada estrela dessas é uma ausência, mas o cajueiro floresce com a neblina primaveril numa promessa fiel e infalível de frutificar e acolher agruras e angústias de qualquer ausência.
Mas se teu olhar e o meu olhar não se encontrar
na imensidão da vida,
saiba que o destino também se engana
e a paixão mente que ama
com a Ingenuidade de um menino...
mas se o teu olhar e o meu olhar não se encontrar
que vou fazer com o luar,
que entra pelo zinco do meu barracão...
que vou fazer com as flores e poemas,
que escrevi no meu caderno,
que vou fazer com essa imensidão de amor?
mas se o teu olhar e o meu olhar não se encontrar
na imensidão deste desejo,
saiba, tem um beijo e um olhar a te esperar em outra dimensão...
Sempre soube que não poderia viver sem você
Que minha vida nada significaria sem você,
Sempre soube que precisava do seu olhar
Como um farol a me orientar,
Sempre soube que sua voz seria o meu consolo
Que seu sorriso seria meu bálsamo
Sempre soube que o teu amor
Seria o alimento pra minh’alma e pro meu corpo
Sempre achei que tua presença era a minha vida
E que sem ela eu não viveria...
Como me enganei!...
AUSÊNCIAS DE TODA UMA VIDA
Eu empacotava os meus olhares, guardava bem no íntimo tudo de lindo que ia além do verde das colinas, acalmava a ansiedade que começava nos teus colos, nos teus lábios, eu empacotava as horas, a vida, era o trabalho; depois planejava algumas rimas iluminadas pelos teus dentes, aquecidas pela tua pele; era passional ou fascínio pelo perigo; afora isso o desejo de documentar a inspiração: era fácil ser poeta, tanto que a solidão doía conduzida por um corredor à suburbana fascinante e perigosa. A noite doía nos ossos com o frio de junho e as ausências de toda uma vida, então eu revivia nossos melhores momentos. Planos? Por mais que os fizesse ao amanhecer dissolviam como sorvete com os primeiros raios da manhã, era a pressa incessante de viver que compõe a juventude compassada pelos hits do blacak que mencionavam as despedidas mais tristes, as incertezas mais certas, o ponto mais sensível dos nossos espíritos juvenis desamparados por seres supremos que movem o universo. Quantos sorrisos belos, quantos belos sorrisos; depois do expediente brilhantina e contouré depois de um banho rápido eu ainda me apaixonaria umas três vezes até a meia noite, depois sonharia com a “dentes de madrepérola” ou com o busto de Brigitte, qualquer musa... era fácil ser poeta só faltava-me tempo para observar o nascente, e o crepúsculo se perdia atrás de torres de concreto ou nos corredores frios de olhares perdidos em faturas e memorandos; uma rotina só abalada por um ou outro suicida que ousaria resolver a vida com o voo de alguns segundos, mas nada que obstaculizasse o cotidiano, o IML era prestativo e rápido e os curiosos se dispersavam com ares de impotência diante da morte. Uma ou outra mancha de sangue permaneceria como prova inconteste de como a vida pode ser cruel, no entanto o amor se sobrepõe, a poesia flui e assim, sem fatalidades e desesperos de um suicida; voamos...
Homem sem Fé
Autor: Tadeu G. Memória
Existo na vida e vivo num sonho
Morro no dia a dia e me enterro na letargia
Existo no sonho de todas as coisas incríveis quer não existem.
Faço amor mas não amo o que faço,
Ou amo o que faço, mas não faço com amor.
Eu sou homem,
O homem sem nome, sem onde, sem fé.
Sou parte do que componho,
Sou metade verdade, metade sonho.
Existo num sonho ou sonho que existo.
Sou homem,
Tenho dois olhos que só acreditam no que vêem
Ou só vêem o que acreditam.
Tenho uma boca que sente fome,
Ou pressente a carne,
Tenho mãos que se pedem pra abrir,
Mas só abrem pra pedir.
Tenho um corpo que tem necessidade de sentir,
Mas só sente necessidade.
Tenho um sorriso que só contrai,
Tenho um rosto que é só estampa,
Tenho um perfil que se envolve com o tudo
Mas absolve no nada.
Existe nisso tudo, e por isto tudo persisto na inexistência.
GARIMPEIRO
A vida é um rio,
E o poeta garimpa todo sentir,
Diamantes e esmeraldas
Seriam grandes amores,
Eu só tenho cascalhos
Numa estação de estio...
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