Textos sobre como Curtir a Vida
A sensibilidade da Resiliência
Dita como uma forma de agir e reagir com tamanha maturidade e razão diante daquilo que nos causa frustração,dor e tristeza profunda. Fazendo a gente agir com o reconhecimento do nosso eu perdedor e nos mostrando que andar uma casa pra trás é o que deve ser feito naquele tal momento. Quem se dispõem a aceitar que a pausa para respirar e tentar buscar uma solução exitosa a frente daquele cenário no qual se deu o impacto negativo, é a opção mais sensata e positiva que será um grande passo pra encontrar a leveza da situação que despedaçou nossa alma.
A sensibilidade de ser resiliente é a melhor aliada para nossa conduta de recuperar o eu que foi engolido pela vaidade de um ser egoísta.Nos tornamos grandes .
" V. — Entretanto,se conseguísseis convencer-me, conhecido que sou como antagonista das vossas ideias, isto seria um milagre eminentemente favorável à causa que defendeis.
A. K. — Lamento-o, caro senhor, porém não tenho o dom de fazer milagres. Julgais que uma ou duas sessões bastariam para adquirirdes convicção?
Seria, realmente, um verdadeiro prodígio; eu precisei de mais de um ano de trabalho para ficar convencido; o que prova que não cheguei a esse estado inconsideradamente. "
Resposta de Allan Kardec a um crítico.
Conviver com alguém que busca paz, mas parece não saber mantê-la, é desafiador. É como caminhar em círculos, tentando resolver algo que sempre volta ao mesmo ponto. Quando a tranquilidade interior não existe, qualquer calmaria vira desconforto, e o caos acaba sendo recriado, mesmo sem motivo.
Por mais que se fale, que se tente entender ou ajudar, às vezes as palavras não alcançam quem não está disposto a ouvir. Nessas situações, o mais importante é proteger a própria paz, respeitando os limites e entendendo que não temos o poder de mudar o que depende do outro.
Inveja e Família
As pessoas falam de inveja como se ela fosse um monstro que devora. Como se só coubesse em carros, casas, viagens ou móveis planejados. Mas ninguém fala sobre a inveja mais silenciosa, aquela que não grita, só aperta. A inveja de quem tem o que o dinheiro nunca vai comprar.
Eu não invejo mansões. Eu invejo mesas cheias. Eu invejo quem almoça junto todos os dias, rindo, brigando, mas junto. Invejo a casa que nunca fica vazia, que tem vozes, discussões e reconciliações. Eu invejo os abraços dados sem motivo, as palavras ditas para consertar os cacos antes que eles cortem. Invejo a união de quem, mesmo nos piores dias, não solta a mão.
Eu tenho saudade de algo que nunca mais terei. Saudade do passado, do que eu chamava de lar. Daquele amor que era tão natural que nem parecia especial — até ele ir embora. Eu sinto falta de me sentir amado sem precisar merecer. Sinto falta do acolhimento que não cobrava nada em troca. Do cheiro de café no fim da tarde e das risadas que ecoavam sem esforço. Sinto falta dos olhares que me diziam “você pertence aqui”.
E agora? Agora o Natal é só mais um dia. O Ano Novo é só um relógio marcando um tempo que não traz nada de volta. Esses dias que deveriam ser feitos de alegria são só lembretes do que eu perdi. Sentado entre os poucos familiares que restam, eu me pergunto: é isso? É assim que se vive agora? Esse vazio que ninguém preenche, essas cadeiras vazias que gritam mais alto que qualquer música?
Eu queria que fosse diferente. Queria que minha família fosse como aquelas que vejo de longe, que enfrentam os problemas juntas, que comemoram vitórias como se fossem de todos. Mas não é.
E, enquanto todos olham para o futuro, eu me prendo ao passado. Às memórias que machucam porque são lindas demais para serem esquecidas. E talvez seja isso que rasga o peito: o contraste entre o que foi e o que é. Entre o lar que me amava e o silêncio que me resta.
Eu invejo famílias. Não as perfeitas — porque sei que elas não existem. Eu invejo as que têm coragem de tentar. As que não desistem. As que ainda são um lar. E essa inveja não é raiva. É só um buraco dentro de mim, onde a saudade mora e o amor antigo ainda respira, sufocado pelo tempo.
Escrever não é para qualquer um.
Pode soar como vaidade, mas a verdade é que poucos conseguem traduzir sentimentos de forma honesta e digna.
É um ato de coragem.
Requer audácia e, acima de tudo, uma quase indiferença ao risco de morrer.
Morrer de excesso de vulnerabilidade.
Nunca vi alguém por perto que tivesse a habilidade — ou ao menos a audácia — de tentar.
Porque escrever não é só contar histórias.
É se expor no palco sem roupa, debaixo de uma luz que revela cada imperfeição.
É um salto sem garantia de rede.
E, cá entre nós, quem é que gosta de cair?
Havia uma casa onde o café tinha outro gosto.
O cheiro vinha antes do dia,
como se a gentileza acordasse mais cedo que o sol.
Lá, o cuscuz era abraço quente,
e a torta, celebração disfarçada de alimento.
Era como se o carinho tivesse mãos e soubesse cozinhar.
Do lado de lá, vozes me chamavam pelo nome
com um tom que só quem ama sabe inventar.
No silêncio das tardes, eles me olhavam com olhos
que pareciam dizer: “Fica. Aqui você é nossa.”
Eu dormia muito, eu sei.
Talvez fosse a paz que me deixava pesada,
talvez a bagunça da minha cabeça,
sempre acolhida em gestos que nunca cobraram retorno.
Havia um carro no metrô.
Sempre esperando, sempre pontual,
como se o asfalto fosse cúmplice desse cuidado.
E a mesa, com o café adiantado,
era uma prece que não precisava de palavras.
Era ali que eu percebia
que o amor, às vezes, não faz barulho.
Hoje, são só memórias.
Mas são inteiras.
E se o tempo me pediu para guardá-las,
guardo como quem cuida de algo precioso.
Porque há laços que, mesmo desfeitos,
continuam vivos nas dobras do coração.
‘O Espiritismo não é, como creem vulgarmente, uma receita para fazer as mesas dançarem ou para executar truques de escamoteação, e é um erro que todos cometem querendo nele encontrar o maravilhoso.
‘O Espiritismo é uma ciência, ou melhor, uma filosofia espiritualista, que ensina a moral.
‘Não é uma religião, porque que não tem dogmas nem culto, nem sacerdotes nem artigos de fé."
Allan Kardec.
PÉROLAS E CONCHAS
Pérolas...
Chega como onda,
Que feroz açoita as rochas,
Comprimindo o peito que arfa sem ar,
Então urra o prazer como oceano que estronda,
Em duas partes encaixadas perfeitas unidas em conchas,
Tensão, alívio e a seiva inunda a gruta, como as ondas do mar,
E ela vibra, espasmos seguidos movimentam o quadril em marolas;
Conchas,
Assim chega o descanso,
Para os amantes em êxtase,
Que esperam para de novo se amar,
Se beijam sem pressa como rio em remanso,
Já escrevendo um novo início para sua catástase,
Pois pra eles seus corpos são como as ondas do mar.
Na eterna viagem para beijar com néctar a praia que banhas!
Pérolas...
Claudio Broliani
Aplausos versos vaias
Às vezes a gente adora receber elogios, aplausos e outros mimos.
Como é bom sentir que somos referenciados endeusados, e às vezes isso acaba nos derrubando, pois não são as vaias que nos derrubam, mas sim os aplausos recebidos.
Você receber elogios é muito bom, mas quando uma pessoa mais próxima de você mostra os seus defeitos, você às vezes não aceita o tal conselho.
Posso te dar um conselho : bom se conselho fosse bom não se dava, vendia - se , mas recebam.
Não esqueçam quanto maior à altura, maior também é a queda.
Hoje você pode estar por cima, mas talvez amanhã o chão será o seu limite.
Outro conselho: lembre-se que para onde você for o problema vai te acompanhar, então você se torna o lugar que você está.
Por isso não deixe para resolver amanhã, o que você pode resolver hoje.
Isso vale para mim também, porque o ouvido mais próximo da minha boca é o meu mesmo, e se eu estou falando algo, primeiro tem que servir de exemplo para mim mesmo.
Por isso otro conselho : não queira ser maior que ninguém, ao contrário, ajude essa pessoa crescer, junto com você e mesmo que ela se destaque, não fique com ciúmes, nem inveja, pois à cada um, foi distribuído vários dons e ninguém tem um dom igual ao outro.
Algumas pessoas tem o dom de escrever, outros de pintar, outros de cantar, outros de cativar, etc ...
Cada um tem um dom diferente e esse dom faz que ela seja muito importante, fazendo que cada dom complete com outros dons recebidos por outras pessoas.
Para não perder o foco , já que estávamos falando sobre aplausos versus vaias, então não se deixe levar pelos aplausos e muito menos pelas vaias, pois quando você é vaiado é sinal que você tem que melhorar, mas quando você é muito aplaudido, isso pode te fazer cair, pois talvez você não esteja preparado para isso.
Pois muitos elogios despertam curiosidade de muitos, que começam a ter inveja do seu dom.
Então à partir de hoje, não peça aplausos, mas conquiste-os e se vier vais receba - as e lembre-se que você tem que melhorar, pois as vaias não vão te derrubar, mas muitos aplausos é sinal de alerta para sua queda.
SUBLIME ESCRAVIDÃO
Quando e como não sei dizer;
Apenas acontecerá sem aviso;
Em singular êxtase de prazer;
E tão natural como um sorriso!
Chega se adonando sem pedir;
Tomando o que julgas ser seu;
Mas sendo nosso mais puro eu,
... apenas a nós caberá decidir!
Queimarás como brasa acesa,
no arrepio que corre a espinha;
E nos despindo de toda defesa,
nos curvará como à uma rainha!
E assim de joelhos seguiremos;
Mesmo que a dor seja tamanha;
Sendo que por ela sangraremos,
nos entregando a sua artimanha!
Paixão real assim é avassaladora;
Quando decidimos a ela enfrentar,
... impossível à razão argumentar;
- Pois és do coração a predadora!
Somos os peões nesse tabuleiro;
Que no mover em risco se põem;
E a si mesmo o cárcere impõem;
Pois és ó amor sublime cativeiro!
Claudio Broliani
...✍️
Pra mim sair a perguntar a outros,
parentes, vizinhos e amigos:
"Como vc está, tudo bem contigo?"
... É necessário isolar as minhas dores,
tribulações e limitações,
num bolso chamado coração 💗
e este sempre está a precisar também de atenção..."
***
O AMOR COMO DESTINO
Me fez então seu servo,
...como exposto nervo;
Simples peça de acervo,
Donde imóvel observo!
Sem a força de Hércules,
...ou as faces de Aquiles;
Esboço de traços moles,
Escultura pobre e reles.
Delírio do canto em flerte,
Da ilusão levada em frente,
Imagem deforme e latente,
Mentira que tudo perverte.
Preso em armadilha secreta;
Ver dela a verdadeira faceta,
que de encanto só a silhueta,
no mais era só visão de poeta.
De histórias em linhas oclusas,
na loucura que fala de deusas,
...e do que são feito as musas;
Criadas por imagens obtusas!
Venerar a paixão é coisa séria,
e a quem se ama... sabedoria!
Pois da vida a razão qual seria?
- Amar, como missão sumária!
Claudio Broliani
CONJECTURAS
Ouse imaginar, o quão triste seria viver sem amor!
Como ave encarcerada que não ousa cantar.
Dia sem cor, sem sol, sem calor,
Noite sem brilho, sem estrelas, sem luar,
Praia sem areia, sem ondas, sem mar,
Jardim sem grama, sem aroma, sem flor,
Valsa sem ritmo, sem giro, sem par,
Filho sem pai, sem mãe, sem lar,
Vida sem razão, sem paixão, sem valor.
Como pássaro sem asas que não pode voar,
Ouse imaginar, o quão triste seria morrer com essa dor!
Claudio Broliani
RUAN, OLHA COMO ELE É BELO COM SEU CAMINHAR
Ruan, teu nome soa como uma canção,
No silêncio da alma, és inspiração.
Teu caminhar, suave como a brisa,
Encanta o mundo, tua presença é precisa.
Cada passo teu, um verso no chão,
Desenhando poesia em cada direção.
Os olhos que te seguem, enfeitiçados estão,
Pelo ritmo perfeito da tua imensidão.
Tua beleza não é só de se olhar,
É a essência que insiste em pulsar.
No brilho dos olhos, na força do sorrir,
Ruan, és o poema que não deixa de existir.
Caminhas, e o tempo parece parar,
Como se o universo quisesse te admirar.
Oh, Ruan, que sorte tem o vento,
De tocar-te e guardar o momento.
E assim, com teu caminhar tão singelo,
Mostras ao mundo o que é ser belo.
És melodia, és arte, és luar,
Ruan, um eterno encanto a nos iluminar.
IVAN GUEDES BLACK JUNIOR
MINHAS LÁGRIMAS DE DOR
Minhas lágrimas de dor, como rios a correr,
Escorrem pelo rosto, trazendo o sofrer.
Cada gota é um lamento, um eco do coração,
Um peso que se arrasta, uma profunda aflição.
No silêncio da noite, as sombras vêm dançar,
E a solidão me abraça, difícil de suportar.
As memórias se agitam, como ventos a soprar,
E em cada lembrança, sinto a dor a pulsar.
Ah, como é pesado o fardo das desilusões,
Carrego o peso dos sonhos, das não concretizações.
As esperanças quebradas, como vidro a estilhaçar,
Refletem em minhas lágrimas, um grito a ecoar.
Mas mesmo na tempestade, onde tudo parece escuro,
Busco uma centelha, um sinal do futuro.
Pois as lágrimas que caem não são só de dor,
Elas também são sementes que brotam o amor.
Minhas lágrimas de dor, que caem em silêncio,
Podem ser a purificação, um caminho para o senso.
Elas lavam a alma, limpam o coração,
E em meio ao sofrimento, há espaço para o perdão.
Então, permito que fluam, que expressem a verdade,
Pois em cada lágrima, há uma parte de minha humanidade.
E ao final da tempestade, quando o sol voltar a brilhar,
Sentirei que a dor também me ensinou a amar.
Minhas lágrimas de dor, um tributo à vida,
Elas falam de coragem, de uma luta querida.
E se um dia me perder, no labirinto da solidão,
Que essas lágrimas me guiem, me tragam a direção.
Poeta: IVAN GUEDES BLACK JÚNIOR
26/12/24 - quinta
Interessante a forma como tento lidar com isso rsrsrs
Juro que meu prazer não estar em querer sofrer, não é isso. Mas soa como tal. Porque já não aguento mais essa saudade absurda, mas ao mesmo tempo quero lembrar, quero falar, quero abraçar, beijar, sentir seu toque, sua pele... Porr@!!! Aí não consigo te deixar ir embora. Se vou deixando... Sinto ainda mais a saudade, e te resgato na memória. Como gostaria que vc nos desse esta oportunidade. Seria perfeito se tivéssemos um tempo de qualidade e não por apenas 2hrs muito pouco pra fazermos tudo q nos dê vontade.
Faltam 23 minutos pra 00h. Só queria um sonho bom com vc.
Lembrando do expediente de hj... Como é bom te ver. Um pena ser de longe, mais ainda assim sou grata. Ao menos estou te vendo.
És tão bela DM😍
às vezes fico aqui pensando: quando vamos poder realizar um destes sonhos q já tive com vc? Hahaha não vejo problema algum, desde quê, não fosse um problema pra vc.
Seria perfeito viver essa projeção de saudades.😌🥰
Agora, depois de ter me despido das palavras, o cérebro tá fazendo o trabalho dele... Me relaxando e trazendo o sono.
Meu Bem Girassol 🌻
Não sei como você lida com isso.
O trabalho, seus desafios, a preocupação com o tempo.
Tem hora para chegar e para voltar, nem pensar.
Os desafios do trabalho, os da família. Como fica essa cabeça?
Quando chegar em casa, sente-se na sala, dê um abraço em todos, tome uma água e refresque sua vida!
Falaram para mim que você é uma pessoa alegre e divertida.
Nunca perca isso!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Entre gestos e encantos
Há um sorriso, e nele me desfaço.
Um lume breve, cálido, vasto,
como quem derrete o gelo das horas.
No charme, me perco, sou chão deserto
onde a paixão brota, inesperada flor.
O olhar, um farol que risca a noite,
e nele, meu mundo se refaz em cor.
A fala, tão mansa, afaga o silêncio,
despindo a alma do peso do dia.
Deliro, sou barco sem porto,
à deriva na música dessa harmonia.
[Verso 1]
Vejo com emoção com face de brisa leve
Polindo meu coração como a pureza da neve
Levando em seu semblante
A melodia da flor
Guiando feito mirante a estrada do sonhador
Os sonhos fazendo trama nas linhas do pensamento
É planta criando rama e raiz de sentimento
[Verso 2]
Que o doce da mel da ilusão
Não me falte em momento risonho
Que venha com sedução
Para alimentar meus sonhos
[Refrão]
Quando a palavra me escapa
Só sentimentos permeiam
Como uma brasa quente
Correndo na minha veia
[Final]
E assim vou seguindo a trilha,
Com sonhos a me guiar,
Como o brilho de uma estrela,
Sempre pronto pra sonhar.
O Limiar
No limiar, a eternidade espreita,
não como promessa, mas como ameaça.
Entre o passo seguro e o salto no abismo,
o homem hesita, petrificado
pela vertigem do possível.
Afundar na mediocridade é fácil:
um declive suave,
onde cada escolha não feita
é um alívio que pesa mais que o risco.
Ali, a eternidade morre devagar,
como uma vela esquecida na escuridão.
Mas o abismo – ah, o abismo! –
clama com sua garganta infinita,
oferecendo a vertente do desconhecido,
um eco que promete não respostas,
mas expansão.
É nele que a eternidade vive,
não como certeza,
mas como um desejo sem fim.
No limiar, somos tudo e nada,
um suspiro preso na garganta do universo,
um instante que decide se a alma
se desintegra na poeira do comum
ou se arde no fogo insaciável do eterno.
E então, ao olhar para trás,
quem ousou saltar verá não o chão,
mas o infinito que o acolheu.
Quem recuou, verá não o conforto,
mas as grades de sua própria fuga.
No limiar, a escolha é simples,
mas o peso é eterno:
morrer na margem
ou viver na queda.
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